O II reinado

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Tratando do segundo reinado o Brasil.

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O II reinado

  1. 1. O II Reinado
  2. 2. Percurso do café para chegar ao Brasil
  3. 3. Mudanças favorecidas pelo café
  4. 4. Tecnologias
  5. 5. Mão de obra escrava • Tráfico negreiro • Falta mão de obra • Leis abolicionistas
  6. 6. Poema: Valorizando o Negro Chega de racismo De história mal contada Chega de hipocrisia De mentira esfarrapada Esse preconceito infeliz Que por aí diz Que negro não vale nada. O negro também precisa Ser privilegiado Chega de arrogância Branco tenha cuidado Com o preconceito em alta Pois quem muito se exalta É sempre humilhado. Preto, branco e mulato Vamos nos unir O preconceito é horrível E não é para existir Já que todos somos irmãos Essa grande nação Espalhada por aí. A consciência negra Quer exatamente Provar que somos iguais E não diferentes São lutas populares Como as de Zumbi dos Palmares Que morreu pela sua gente. É preciso desde já Com amor todo gentil Acabar com o preconceito E ver em nosso Brasil O negro sorrindo tanto Como a Daiane dos Santos, Pelé e Gilberto Gil. de Francisco Carneiro Barbosa Trairi - CE - por carta Consciência negra
  7. 7. O fim do tráfico negreiro • Tráfico interno • Investimentos de capitais
  8. 8. Os Imigrantes • Alemães • Espanhóis • Portugueses • Italianos
  9. 9. História do Brasil Edson Gomes Eu vou contar pra vocês Certa história do Brasil Foi quando Cabral descobriu Este país tropical Um certo povo surgiu Vindo de um certo lugar Forçado a trabalhar neste imenso país E era o chicote no ar E era o chicote a estalar E era o chicote a cortar Era o chicote a sangrar Um, dois, três até hoje dói Um, dois, três, bateu mais de uma vez Por isso é que a gente não tem vez Por isso é que a gente sempre está Do lado de fora Por isso é que a gente sempre está Lá na cozinha Por isso é que a gente sempre está fazendo O papel menor O papel menor O papel menor Ou o papel pior 500 Anos Edson Gomes Há 500 anos que Eu não tenho vida Há 500 anos que A alma esta ferida Não tenho duvidas, duvidas Minha conduta é a fulga Há 500 anos que Vivemos de mentira Há 500 anos que É a mesma mentira Não tenho duvidas, duvidas Minha conduta é a fulga O corpo do índio tomba O corpo do negro dança A espada se levanta Transpassando as crianças Os índios em desgraça Os negros em mancadas Há 500 anos que Estou fora dos planos Há 500 anos que Eu venho mendigando E mesmo assim as migalhas E mesmo assim são migalhas Meu coração se aperta Meu coração desperta Meu coração deseja Meu coração peleja Por minha liberdade Total nessa cidade Há 500 anos eu Trabalho para os brancos Há 500 anos eu Vivendo nesse engano Sobrevivência dura Na resistência pura Quero provas Eu quero provas Sou a prova Eu a própria prova
  10. 10. Escola Zélia de Brito Moreira Ramiro Alunos: Caroline, Cleiton, Jordânia, Liliane, Luzivania Professora: Lúcia Turno: Matutino Série: 8º ano Turma: A Data: 19/11/2012 Disciplina: História

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