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Causas que levaram ao 25 de Abril A falta d e liberd ad e; Isolam ento internacional d o  país; População d esgastad a ...
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No meio do rio Tejo, embora ameaçadora, a fragata GagoCoutinho não chegou a disparar os tiros de canhão.G:Fragata.mpeg
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De megafone    na mão,   Salgueiro   Maia dá o     primeiro    Ultimato.
No Carmo, os rebeldes contêm a multidão
A população exige o fim da PIDE (Polícia Política da Ditadura)concentrando-se junto à sua sede, no Chiado
Marcelo Caetanoexige a presençade António de                     Marcello Caetano ( 1894-1987)Spínola para “opoder não cai...
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Ali perto, na ruaAntónio MariaCardoso, a PIDE fariaas suas últimasvítimas ao dispararsobre a multidão        Captura de um...
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Ao fim do dia vários jornais ilustram uma nova página daHistória Portuguesa, pela primeira vez sem a censura do“lápis azul”.
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  1. 1. EB 2,3 do Caramulo 25 deAbril 1974 - 2009V iv e r e m L ib e r d a d eM a f a ld a S o f ia P e r e ir a C a r v a lh o 2 0 0 9 /2 0 10
  2. 2. Causas que levaram ao 25 de Abril A falta d e liberd ad e; Isolam ento internacional d o país; População d esgastad a pela guerra; Agravam ento d as cond i ções d e vid a; D escontentam ento d os m ilitares; Â nsia d e liberd ad e.
  3. 3. MFA O descontentamentoda população e,principalmente, aGuerra Colonial levam àformação do MFA(Movimento das ForçasArmadas) que planeoue executou a revoluçãode 25 de Abril 1974.
  4. 4. 24 de Abril de 197422.55 – os Emissores Associados de Lisboatransmitem a música “E depois do Adeus” de Paulode Carvalho que foi a senha para o início darevolução.
  5. 5. 25 de Abril00.20 – É transmitida pela Rádio Clube Português a música“ Grândola Vila Morena” de José Afonso. Esta música foi asenha para uma coluna da Escola Prática de Cavalaria deSantarém, dirigida por Salgueiro Maia se encaminhar parao Terreiro do Paço .G:Discurso Maia.mpeg
  6. 6. 6.00 – As forças daEscola Prática deCavalaria chegamao Terreiro doPaço. “ Estamosaqui para derrubaro governo”,resumiu o capitãoSalgueiro Maia comsimplicidade.
  7. 7. No meio do rio Tejo, embora ameaçadora, a fragata GagoCoutinho não chegou a disparar os tiros de canhão.G:Fragata.mpeg
  8. 8. 9.00 – Regista-se omomento mais tenso,quando as tropas deSalgueiro Maiatomam posiçãocontra umaCompanhia deInfantaria 1 epelotões da políciamilitar comandadospelo brigadeiroJunqueira Reis, quese aproximavam pelaavenida Ribeira dasNaus e Rua doArsenal.
  9. 9. Incapaz de fazerobedecer as suasordens, o brigadeiroJunqueira Reis disparauns tiros para o ar. Nãochega a haver confronto.G:Brigadeiro maior.mpeg
  10. 10. Controlada a situaçãono Terreiro do Paço,Salgueiro Maia sobepara o Largo doCarmo e comanda ocerco ao quartel-general na GNR, ondese abrigara oPresidente doConselho, MarceloCaetano
  11. 11. De megafone na mão, Salgueiro Maia dá o primeiro Ultimato.
  12. 12. No Carmo, os rebeldes contêm a multidão
  13. 13. A população exige o fim da PIDE (Polícia Política da Ditadura)concentrando-se junto à sua sede, no Chiado
  14. 14. Marcelo Caetanoexige a presençade António de Marcello Caetano ( 1894-1987)Spínola para “opoder não cair narua”. Nestaaltura, o Largo doCarmo era já ummar de gente àespera darendição.
  15. 15. 19.40 – Marcello Caetano abandona o quartel do Carmo dentro dechaimite depois de passar o poder a António de Spínola
  16. 16. Ali perto, na ruaAntónio MariaCardoso, a PIDE fariaas suas últimasvítimas ao dispararsobre a multidão Captura de um presumível Pideaglomerada em frenteà sua sede. Revolta da população contra os carros dos agentes da pide
  17. 17. A rendição sóaconteceria no dia26, sendo entãoretirados ossímbolos do regime.G:Carmo-PIDE-Spinola.mpeg
  18. 18. Ao fim do dia vários jornais ilustram uma nova página daHistória Portuguesa, pela primeira vez sem a censura do“lápis azul”.
  19. 19. Fim

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