Fotógrafo Ripper

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Trabalho de Diego Janatã - Agosto 2010

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Fotógrafo Ripper

  1. 1. RIPPER<br />A fotografia à serviço dos excluídos<br />
  2. 2. “Essas pessoas nuncadesistem de serem felizes...” Ripper<br />
  3. 3. Um dos fotógrafos mais engajados nos movimentos populares que lutam pela conquista e garantia dos Direitos Humanos, <br />João Roberto Ripper<br />com simplicidade e discrição, completa 35 anos de carreira , contribuindo com o grito dos excluídos e fazendo escola entre as novas gerações de fotógrafos. <br />
  4. 4.
  5. 5.
  6. 6. “Em fotografia tem uma coisa muito clara. Se as pessoas não viram não existe e , portanto, se não é mostrado, não é conhecido, não faz parte do conteúdo de informações que faz o senso crítico coletivo. Isso acontece com o belo, com a dignidade e com as realizações dos segmentos com menor <br />poder aquisitivo... <br />
  7. 7.
  8. 8.
  9. 9. ...fabricamos uma violência sobre os moradores das favelas que são constantemente confundidos no imaginário da classe média com pessoas que geram violência. É construído então  uma violência enorme com a informação que soma a outras forças violentas no Rio de Janeiro como o Estado.A vítima é o morador das favelas.  Ocorre muito parecido com os trabalhadores rurais, principalmente se pertencerem ao MST, com os quilombolas e com os índios...<br />
  10. 10.
  11. 11. ...hoje, tão importante quanto denunciar é mostrar a beleza das populações que sofrem esse enorme processo de censura, de exclusão visual de sua beleza e portanto, de segregação, de estigmatização através da violência, de marginalização e de criminalização”.Ripper  <br />
  12. 12. CPI do Trabalho Escravo<br />Uma documentação bem feita leva a sociedade a compreender a sua importância. O trabalho de Ripper, intitulado “Carvoarias: um desastre ambiental e humano” contribui para a primeira CPI sobre o trabalho escravo no Brasil. Desabafos e retratos de personagens viraram provas judiciais no processo aberto no Ministério Público e na Comissão Parlamentar de Inquérito instaurada no Estado de Minas Gerais.<br />
  13. 13. Retratos como o menino Sidney ,<br />eram a comprovação do <br />trabalhoinfantil.<br />Seu olhar, congelado na imagem, expressa todo o tipo de infortúnio. <br />Aos dez anos já sabia pegar no garfo e na esteira, se orgulhava do trabalho e sonhava ser um jogador de futebol.<br />Não percebia que nunca iria realizá-lo.<br />
  14. 14. Fontes consultadas, referências bibliográficas,entre outras :GO.OGLE:www.imagenshumanas.org.brRevista Fotografe melhor, Junho 2009Conversa informalem agosto de 2010www.flickr.com/photos/djanatapp<br />

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