Cardiovascular

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Cardiovascular

  1. 1. Sistema CardiovascularProf. Marco Aurélio de Brito Leitão marco_leitao@hotmail.com
  2. 2. Componentes• Vasos Sanguíneos • Artérias • Capilares • Veias Responsáveis por fazer• Sangue circular pelo organismo todo o • Plasma sangue de nosso corpo. • Componentes figurados• Coração • Átrios • Ventrículos
  3. 3. Funções• Distribuição de O2 e Nutrientes• Recolhimento de CO2 e restos metabólicos• Transporte das células e das substâncias de defesa• Transporte de Hormônios• Transporte de Calor• Influencia na cor da pele• Coagulação
  4. 4. Vasos Os vasos sanguíneos são tubos pelo qualo sangue circula. Há três tipos principais: asartérias, que levam sangue do coração aocorpo; as veias, que o reconduzem aocoração; e os capilares, que ligam artérias eveias. Num circulo completo, o sangue passapelo coração duas vezes: primeiro rumo ao corpo depois rumo aos pulmões
  5. 5. Vasos
  6. 6. Vasos
  7. 7. Vasos
  8. 8. Vasos
  9. 9. Vasos
  10. 10. Sangue O sangue é uma substância líquida que circula através doscompartimentos vasculares de nosso corpo. Cerca de 45%do volume de seu sangue são células. O sangue é vermelhobrilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolospulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perdeseu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasosdenominados capilares. Este movimento circulatório dosangue ocorre devido à atividade coordenada do coração,pulmões e das paredes dos vasos sanguíneos. O sanguetransporta ainda muitos sais e substâncias orgânicasdissolvidas.
  11. 11. Sangue No interior demuitos ossos, hácavidades preenchidas porum tecido macio, amedula óssea vermelha,onde são produzidas ascélulas do sangue:hemácias, leucócitos eplaquetas.
  12. 12. Sangue - Plasma O sangue é formado por um líquido amarelado denominadoplasma, no qual se encontram em suspensão milhões de células. Entre as proteínas plasmáticas, encontram-se a albumina,responsável pela manutenção da pressão osmótica sanguínea; ofibrinogênio e a protombina, que participam na coagulação; e asglobulinas, incluindo os anticorpos, proporcionam imunidade face amuitas doenças. Uma grande parte do plasma (95%) é composta pela água, meioque facilita a circulação de muitos fatores indispensáveis que formam osangue. O nível de sal no plasma é semelhante ao nível de sal na água domar.
  13. 13. Sangue - Eritrócitos Os glóbulos vermelhos são corpúsculos vermelhos dosangue. Um milímetro cúbico do sangue contém cerca decinco milhões de corpúsculos ou glóbulos vermelhos,chamados também de eritrócitos ou hemácias. Uma variação de 4 a 6 milhões é considerada normal euma de 8 milhões pode ser encontrada em indivíduos quevivem em regiões de grande altitude. Esse número pode ser menor que 1 milhão em caso de anemia grave.
  14. 14. Sangue - Leucócitos No sangue, temos de 5.000 a 10.000 corpúsculos ouglóbulos brancos (células brancas do sangue), que recebem onome de leucócitos. Podemos encontra de 4.000 a 11.000glóbulos brancos por mm3 de sangue. Existem vários tipos de Glóbulos Brancos:Neutrófilos - fagocitam e destroem bactérias;Eosinófilos - infecções e alergias;Basófilos - propriedades anticoagulantes e histamínica;Linfócitos - papel importante na produção de anticorpos e imunidadeMonócitos - digerem substâncias estranhas não bacterianas.
  15. 15. Sangue - Plaquetas As plaquetas sãopequenas massasprotoplásticas anucleares, queaderem à superfície interna daparede dos vasos sanguíneosno lugar de uma lesão e fechamo defeito da parede vascular.Tem cerca de 200.000 a300.000 plaquetas,denominadas trombócitos, nosangue.
  16. 16. Coração Músculo estriado, possui miofibrilas típicas. Fibras entrelaçadas. Discos intercalares, ou junções abertas, quepermitem a passagem de íons de uma célula paraa outra. Túbulos T: possuem diâmetro 5 vezes maiordo que no músculo esquelético, visto que partedo cálcio para a contração do miocárdio provémdo LEC. O retículo sarcoplasmático, por sua vez, émenos desenvolvido do que no músculoesquelético.
  17. 17. Coração• Músculo atrial: os dois átrios se contraem como se fossem uma unidade• Músculo ventricular: os dois ventrículos também se contraem como uma unidade
  18. 18. Coração Fibras muscularesespecializadas para aexcitação e condução:algumas fibras muscularescardíacas possuem poucasmiofibrilas, visto que suaprincipal função não é acontração, mas sim ageração espontânea deestímulo (fibrasexcitatórias) ou acondução rápida doestímulo (condutoras)
  19. 19. Coração - PropriedadesAutomatismo É a capacidade do músculo cardíaco de produzir sinais elétricos com um ritmo determinado. Isto ocorre porque as membranas de algumas células são naturalmente permeável aos íons sódio. O sódio penetra na célula até que seja atingido o limiar necessário para a despolarização, que ocorre pela abertura de canais rápidos de cálcio. As células capazes de geração de estímulos estão localizadas no nodo sino-atrial (SA), no nodo átrio-ventricular (AV) e nas fibras de Purkinje.
  20. 20. Coração - Propriedades Condutibilidade É a capacidade do músculo cardíaco de conduzir estímulos. Ocorre de maneira rápida nas fibras especializadas: vias internodais, feixe AV (ou Feixe de His) e fibras de Purkinje. A condução também ocorre em todo o músculo atrial e ventricular, pelos discos intercalares.
  21. 21. Coração - PropriedadesContratibilidade É a capacidade do músculo cardíaco de se contrair. Atende ao princípio do tudo ou nada. – Contração = Sístoles – Relaxamento = Diástoles
  22. 22. Coração - PropriedadesExcitabilidade É a capacidade do músculo cardíaco de seexcitar quando estimulado. A excitabilidade évariável de acordo com a fase da atividadecardíaca. Por exemplo, durante o repouso, aexcitabilidade do músculo cardíaco é alta.Entretanto, durante a despolarização e arepolarização, a excitabilidade é nula ou muitobaixa.
  23. 23. Potencial Cardíaco O potencial do músculo cardíaco é em platô. Istoocorre porque durante a despolarização, ocorre aabertura de canais lentos de cálcio, além da aberturados canais rápidos de sódio. O influxo de cálcio iniciaapós o fechamento dos canais de sódio e perdura por0,2 a 0,3 segundos. Este influxo de cálcio inibe aabertura dos canais de potássio, portanto arepolarização também é retardada por 0,2 a 0,3segundos, que é o tempo de duração do platô. Apóseste tempo, os canais lentos de cálcio se fecham e arepolarização procede normalmente, através do efluxode íons potássio.
  24. 24. Potencial Cardíaco Ao se excitar o músculo cardíaco, o potencial de membrana passa de aproximadamente –90mV (repouso) para + 20mV. Ou seja, ele aumenta 110mV (potencial de ação). É esse platô que faz com que a contração muscular dure 0,2 s no átrio e 0,3 s no ventrículo; 15 vezes mais que no músculo esquelético.
  25. 25. Potencial Cardíaco
  26. 26. Coração - Contração Ocorre de maneira semelhante à contração domúsculo esquelético. O potencial de ação percorre amembrana do miocárdio e propaga-se para o interiordo músculo através dos túbulos T. A despolarizaçãopromove a entrada de cálcio na célula (proveniente doretículo sarcoplasmático e dos túbulos T). O cálcio liga-se à troponina, promovendo exposição do sítio ativoda actina e permitindo o acoplamento com a miosina,desencadeando a contração A contração termina como bombeamento de íons cálcio para fora dosarcoplasma (de volta para o LEC ou interior do RS). Aquantidade de íons cálcio nos túbulos T é diretamenteproporcional à sua quantidade no líquido extracelular.
  27. 27. Ciclo Cardíaco É o período que decorre entre o início de umbatimento cardíaco até o início do próximo. Consiste de umperíodo de contração (sístole) seguido de um período derelaxamento (diástole). O ciclo cardíaco inicia-se com a geração do estímulo nonodo SA. Este estímulo propaga-se para os átrios (atravésdas junções abertas) e para o nodo AV (através das viasinternodais). Os átrios se contraem, enquanto no nodo AVocorre um breve atraso na transmissão do estímulo para osventrículos. Após a contração atrial, o estímulo propaga-sedo nodo AV para os ventrículos através do feixe AV e dasfibras de Purkinje, ocorrendo então a contraçãoventricular. Após a sístole, o coração relaxa e inicia-se oenchimento dos ventrículos.
  28. 28. Ciclo Cardíaco• A sístole possui duas fases: – Contração isovolúmica: neste período, há um aumento na tensão ventricular mas não ocorre ejeção de sangue, visto que as válvulas semilunares estão fechadas. – Ejeção: nesta fase, as válvulas semilunares se abrem e o sangue é ejetado durante a contração ventricular
  29. 29. Ciclo CardíacoA diástole possui quatro fases: – Relaxamento isovolúmico: neste período, o ventrículo relaxa mas não ocorre entrada de sangue, visto que as válvulas AV estão fechadas. – Enchimento rápido: ocorre abertura das válvulas AV e o sangue acumulado nos átrios durante a sístole enche os ventrículos – Diástase: é uma fase de enchimento lento dos ventrículos, visto que o sangue flui diretamente das veias para os ventrículos – Sístole atrial: última fase da diástole, os átrios se contraem para completar o enchimento ventricular
  30. 30. Regulação do Ciclo Cardíaco• Lei de Frank-Starling: Estabelece que o coração, dentro de limites fisiológicos, é capaz de ejetar todo o volume de sangue que recebe proveniente do retorno venoso. • Retorno venoso: é o volume de sangue que retorna das veias para o coração. • Débito Cardíaco: é o volume de sangue ejetado pelo coração por minuto.
  31. 31. Regulação do Ciclo CardíacoLei de Frank-Starling: Podemos então concluir que o coração pode regular sua atividade a cada momento, seja aumentando o débito cardíaco, seja reduzindo-o, de acordo com a necessidade. DC = VS x FC
  32. 32. Regulação do Ciclo CardíacoRegulação Intrínseca Ao receber um maior retorno venoso, as fibras musculares cardíacas se tornam mais distendidas (devido ao maior enchimento). Isso faz com que, ao se contraírem durante a sístole, exista uma maior força de contração, com consequente aumenta o volume de sangue ejetado a cada sístole. Aumentando o volume sistólico aumenta o Débito Cardíaco (DC = VS x FC).
  33. 33. Regulação do Ciclo CardíacoRegulação Intrínseca Ao receber maior retorno venoso, as fibras musculares cardíacas se tornam mais distendidas (devido ao maior enchimento de suas câmaras), tornando as fibras de Purkinje mais excitáveis. Essa maior excitabilidade acarreta uma maior frequência de descarga rítmica na despolarização espontânea. Aumentando a Frequência Cardíaca aumenta o Débito Cardíaco (DC = VS X FC).
  34. 34. Regulação do Ciclo Cardíaco• Sistema Nervoso Autônomo – Regulação ExtrínsecaFaz o controle reflexo da função cardíaca. – Simpático: inerva todo o coração. A noradrenalina liberada pelas fibras do simpático aumenta a permeabilidade cardíaca ao sódio e ao cálcio. Em conseqüência ocorre um aumento na freqüência de despolarização do nodo SA, um aumento na velocidade de condução do estímulo, um aumento da excitabilidade em todo o coração e um aumento na força de contração. – Parassimpático: inerva principalmente os nodos SA e AV. A acetilcolina liberada pelas fibras do parassimpático aumenta a permeabilidade cardíaca ao potássio (hiperpolarização). Em conseqüência ocorre uma diminuição da freqüência de despolarização dos nodos SA e AV.
  35. 35. Regulação do Ciclo Cardíaco• Sistema Nervoso Autônomo – Regulação Extrínseca O Sistema Nervoso Autônomo, de forma automática e independendo de nossa vontade consciente, exerce influência no funcionamento de diversos tecidos do nosso corpo através dos mediadores químicos liberados pelas terminações de seus 2 tipos de fibras: Simpáticas e Parassimpáticas. As fibras simpáticas, na sua quase totalidade, liberam nor-adrenalina. Ao mesmo tempo, fazendo também parte do Sistema Nervoso Autônomo Simpático, a medula das glândulas Supra Renais liberam uma considerável quantidade de adrenalina na circulação.
  36. 36. Regulação do Ciclo Cardíaco• Sistema Nervoso Autônomo – Regulação Extrínseca Já as fibras parassimpática, todas, liberam um outro mediador químico em suas terminações: acetilcolina. Um predomínio da atividade simpática do SNA provoca, no coração, um significativo aumento tanto na frequência cardíaca como também na força de contração. considerável aumento no débito cardíaco. Já um predomínio da atividade parassimpática do SNA, com a liberação de acetilcolina pelas suas terminações nervosas, provoca um efeito oposto no coração: redução na frequência cardíaca e redução na força de contração. redução considerável no débito cardíaco.
  37. 37. Regulação do Ciclo Cardíaco• Sistema Nervoso Autônomo – Regulação Extrínseca Já as fibras parassimpática, todas, liberam um outro mediador químico em suas terminações: acetilcolina. Um predomínio da atividade simpática do SNA provoca, no coração, um significativo aumento tanto na frequência cardíaca como também na força de contração. considerável aumento no débito cardíaco. Já um predomínio da atividade parassimpática do SNA, com a liberação de acetilcolina pelas suas terminações nervosas, provoca um efeito oposto no coração: redução na frequência cardíaca e redução na força de contração. redução considerável no débito cardíaco.

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