Nº 4; 14;19

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Nº 4; 14;19

  1. 1. Presidentes da República Portuguesa:<br />
  2. 2. Introdução<br /> No nosso trabalho vamos apresentar-vos três dos muitos Presidentes da nossa República: António de Oliveira Salazar, António Sebastião Ribeiro de Spínola e Mário Soares.<br />
  3. 3. António de Oliveira Salazar <br />
  4. 4. António de Oliveira Salazar:<br /><ul><li>Nascimento :</li></ul> Nasceu a 28 de Abril de 1889,em Vimeiro, Santa Comba Dão.<br /><ul><li> Escolaridade:</li></ul> Em 1914 em Coimbra ,conclui o Curso de Direito.<br /> Em 1918 Lente de Ciência Económica.<br /><ul><li> Primeiros chamamentos para a politica:</li></ul> Em 1926, após o golpe de 28 de Maio é convidado para Ministro das Finanças<br /> Ao fim de 13 dias renuncia ao cargo. Em 1928, é novamente convidado para Ministro das Finanças; nunca mais abandonará o poder<br />
  5. 5. O governo com “António de Oliveira Salazar” no poder:<br />No ano de 1930 foi eleito Presidente do Conselho de Ministros e criou a União Nacional. <br /> Em 1933 faz ratificar a nova Constituição, cria a PVDE, polícia política, proíbe as oposições, impõe o partido único, regime totalitário.<br /> Em 1936, na Guerra Civil de Espanha, apoiou Franco, criou a Legião Portuguesa e a Mocidade Portuguesa, abre as colónias penais do Tarrafal e de Peniche <br /> Em 1937 foi atentado pelos anarquistas. <br /> No ano de 1939 Iniciada a Segunda Guerra Mundial, Salazar conseguiu manter a neutralidade do país.<br />
  6. 6. 1940-Exposição do Mundo Português. <br /> 1943:-Cede aos Aliados uma base militar nos Açores. <br /> 1945: A PIDE substitui a PVDE. - <br /> 1949: Contra Norton de Matos, Carmona é reeleito Presidente da República; Portugal é admitido como membro da NATO. <br /> 1951: Contra Quintão Meireles, Craveiro Lopes é eleito Presidente da República. <br /> 1958: Contra Humberto Delgado, Américo Tomás é eleito Presidente da República; o Bispo do Porto critica a política salazarista <br /> 1961- 21/04, resolução da ONU condenando a política africana de Portugal; 31/12/61 para 01/01/62, revolta de Beja. - <br /> 1964: A Frelimo inicia a luta pela independência, em Moçambique. <br /> 1965: Crise académica; a PIDE assassina Delgado.<br />
  7. 7. Morte de Salazar :<br /><ul><li>Em 1968 Salazar cai de uma cadeira e fica mentalmente diminuído.
  8. 8. Em 1970 Salazar morre.</li></li></ul><li>António Sebastião Ribeiro de Spínola<br />
  9. 9. António Sebastião Ribeiro de Spínola:<br /> António Sebastião Ribeiro de Spínola nasceu11 de Abril de 1910, em Estremoz, no Alto Alentejo.<br /> António Sebastião Ribeiro de Spínola era filho de António Sebastião de Spínola e de Maria Gabriela Alves Ribeiro de Spínola..<br /> Seu pai foi inspector-geral de Finanças e chefe de gabinete de Salazar no Ministério das Finanças.<br /> Casou, em 1932, com Maria Helena Martin Monteiro de Barros.<br />
  10. 10. Carreira académica:<br /> Em 1920, ingressa no Colégio Militar, em Lisboa, para fazer o ensino secundário que conclui em 1928.<br /> Em 1928, frequenta a Escola Politécnica de Lisboa.<br />
  11. 11. Cargos Desempenhados Até À Presidência Da Républica<br />Colocado inicialmente, em 1928, no Regimento de Cavalaria 4, irá exercer as funções de instrutor, durante seis anos, no Regimento de Cavalaria 7, a partir de 1933, já como alferes. Em 1939, exercerá as funções de ajudante-de-campo do comandante da GNR (Guarda Nacional Republicana), general Monteiro de Barros, seu sogro, e dará início à sua colaboração na Revista de Cavalaria de que é co-fundador.<br />Em 1941, é integrado na missão de estudo do Exército português para uma visita à Escola de Carros de Combate do Exército alemão e à frente germano-russa.<br />
  12. 12. Com o início da guerra em Angola oferece-se como voluntário e organiza o Grupo de Cavalaria 345. É colocado com a sua unidade, em Angola, em 1961, onde frequenta por curto período um curso de aperfeiçoamento operacional no Centro de Instrução Militar de Grafanil, em Luanda. A sua primeira missão é na região de Bessa Monteiro e mais tarde na região fronteiriça de São Salvador do Congo. Permanecerá em Angola até 1963.<br /> Em 1967, é nomeado 2.º comandante-geral da Guarda Nacional Republicana.<br />
  13. 13. Em 1968, é chamado para exercer as funções de governador e comandante-chefe das Forças Armadas da Guiné, cargos para que volta a ser nomeado em 1972, por recondução, mas que não aceita alegando falta de apoio do Governo Central.<br /> Em Novembro de 1973, é convidado por Marcelo Caetano, numa tentativa de o colocar no regime, para ocupar a pasta de ministro do Ultramar, cargo que não aceita. A 17 de Janeiro de 1974, é nomeado para vice-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, por sugestão de Costa Gomes, cargo de que é demitido em Março, por se ter recusado a participar na manifestação de apoio ao Governo e à sua política.<br />
  14. 14. A 25 de Abril de 1974, como representante do MFA(Movimento das Forças Armadas), aceita do Presidente do Conselho, Marcelo Caetano, a rendição do Governo, o que na prática significa uma transmissão de poderes.<br /> Com a instituição da Junta de Salvação Nacional, órgão que passou a deter as atribuições dos órgãos fundamentais do Estado, a que presidia, é escolhido pelos seus membros para o exercício das funções de Presidente da República.<br /> Ocupará a Presidência da República a 15 de Maio de 1974, cargo que irá exercer até 30 de Setembro de 1974, altura em que renuncia e é substituído pelo general Costa Gomes.<br />
  15. 15. Principais obras publicadas:<br /> “ Por Uma Guiné Melhor, em 1970. “<br /> “Linha de Acção”, em 1971; <br /> “ No Caminho do Futuro” , em 1972, <br /> “Por Uma Portugalidade Renovada “, em 1973 , obras reunidas em quatro volumes.<br /> “Portugal e o Futuro”, publicado em 1974.<br /> “Ao Serviço de Portugal”, publicado em 1976.<br /> “País sem Rumo”, publicado em 1978.<br /> O marechal António de Spínola ficará para a nossa história como o símbolo da transição dos regimes autoritários de Salazar e Caetano para a democracia pluralista, era a opinião do embaixador Nunes Barata que privou com ele de perto. Uma verdade que não deixa dúvidas.<br />
  16. 16. Morte de António de oliveira de Spínola:<br />Faleceu em Lisboa a 13 de Agosto de 1996<br />
  17. 17. Mário Soares<br />
  18. 18. Nascimento:<br />Mário Soares, de seu nome completo Mário Alberto Nobre Lopes Soares, nasceu em Lisboa, em 7 de Dezembro de 1924, filho de João Lopes Soares, professor, pedagogo e político da Iª República, e de Elisa Nobre Soares. <br /> É casado com Maria de Jesus Simões Barroso Soares desde 1949, tem dois filhos, Isabel Soares, psicóloga e directora do Colégio Moderno, e João Soares, advogado, deputado à Assembleia da República e presidente da Assembleia Parlamentar da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), e cinco netos - Inês, Mafalda, Mário, Jonas e Lilah.<br /> <br />
  19. 19. Actividade Profissional<br /> Licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em 1951, e em Direito, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em 1957. <br /> Foi professor do ensino secundário (particular) e director do Colégio Moderno, fundado por seu pai. <br /> Exerceu a advocacia durante muitos anos e, quando do seu exílio em França, foi "Chargé de Cours" nas Universidades de Vincennes (Paris VIII) e da Sorbonne (Paris IV), tendo sido igualmente professor associado na Faculdade de Letras da Universidade da Alta Bretanha (Rennes) - Universidade de que é doutor "Honoris Causa".<br />
  20. 20. Actividade Política contra a Ditadura<br /> Desde os tempos de estudante universitário foi um activo resistente à ditadura. Iniciou então um longo e persistente combate que o levou a estar presente e activo na organização da oposição democrática ao salazarismo. Pertenceu ao MUNAF (Movimento de Unidade Nacional Anti-Fascista), em Maio de 1943, e, depois, foi membro da Comissão Central do MUD (Movimento de Unidade Democrática), sob a presidência do Prof. Mário de Azevedo Gomes (1946), tendo sido fundador do MUD Juvenil e membro da primeira Comissão Central. Foi Secretário da Comissão Central da Candidatura do General Norton de Matos à Presidência da República, em 1949. Integrou o Directório Democrático-Social (1955), dirigido por António Sérgio, Jaime Cortesão e Azevedo Gomes e, em 1958, pertenceu à Comissão da Candidatura do General Humberto Delgado à Presidência da República. <br />  <br />
  21. 21. Como advogado defensor de presos políticos participou em numerosos julgamentos, realizados em condições dramáticas, no Tribunal Plenário e no Tribunal Militar Especial. Representou a família do General Humberto Delgado na investigação do assassinato daquele antigo candidato à<br />
  22. 22. Presidência da República, tendo contribuído decisivamente para desvendar as circunstâncias e denunciar as responsabilidades nesse crime cometido pela polícia política de Salazar (PIDE). <br /> Foi membro da Resistência Republicana e Socialista, na década de 50, redactor e signatário do Programa para a Democratização da República em 1961, tendo sido candidato a deputado pela Oposição Democrática em 1965 e pela CEUD, em 1969. <br />
  23. 23. Em resultado da sua actividade política contra a ditadura foi 12 vezes preso pela PIDE(cumprindo um total de quase 3 anos de cadeia), deportado sem julgamento para a ilha de S. Tomé (África) em 1968 e, em 1970, forçado ao exílio em França. <br /> Em 1973, no Congresso realizado em BadMünstereifel, na Alemanha, a Acção Socialista Portuguesa, que fundara em 1964, transformou-se em Partido Socialista, do qual Mário Soares foi eleito Secretário-Geral e sucessivamente reeleito no cargo ao longo de quase treze anos.<br />
  24. 24. Outras actividades em Portugal:<br /> Foi presidente: da Comissão de Investigação sobre as transacções de ouro efectuadas entre as autoridades portuguesas e alemãs durante o período compreendido entre 1936 e 1945 (1998); da Comissão de Honra para as Comemorações dos 500 anos da viagem de Pedro Álvares Cabral (1998); da Comissão Nacional das Comemorações do 50º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem, em celebração da Década das Nações Unidas para a educação em matéria dos Direitos do Homem (1998) e da Comissão Nacional das Comemorações do 50º aniversário do Conselho da Europa. <br />
  25. 25. Foi também Professor Catedrático Convidado da cadeira de “Relações Internacionais” da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra nos anos lectivos 1996-97 e 1997-98 e Professor Convidado da Universidade Lusófona da cadeira de “Socioeconomia Política da União Europeia” no ano lectivo de 2001-02. <br /> É membro honorário da Academia das Ciências de Lisboa, da Sociedade Portuguesa de Autores, da Sociedade Portuguesa de Escritores, Presidente do Szennes /Vieira da Silva e membro do Júri do Prémio Pessoa. Conselho de Patronos da Fundação Arpad .<br />
  26. 26. Biografia:<br />http://www.fmsoares.pt/mario_soares/<br />http://www.vidaslusofonas.pt/salazar.htm<br />http://www.presidencia.pt/?idc=13&idi=6<br />http://www.google.pt/imghp?hl=pt-pt&tab=wi<br />Fotografia do telemóvel da Sofia <br />
  27. 27. Conclusão:<br /> Concluímos neste trabalho que os presidentes da nossa república, a república portuguesa, foram para a história muito importantes.<br /> Agora nós esperamos que tenham aprendido algo interessante e importante tal como nós quando fizemos este trabalho.<br />
  28. 28. Mini dicionário:<br />Lente: professor universitário, professor catedrático que lê;<br />Ratificar: Confirmar autenticamente(o que foi prometido, feito ou aprovado);<br />Frelimo: Foi formado pela União de três movimentos já existentes:<br />Udenamo, Manu, Unami.<br />
  29. 29. Trabalho elaborado por:<br />Catarina, nº 4<br />Mariana, nº 14<br />Sofia, nº 19<br />

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