Banco de dados Orientado à objetos

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Bank Oriented Data Object
Seminário de Banco de dados avançados

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  • Introdução apresentação do que é a palestra
    UM POUCO DE HISTORÍA
    DEFINICÃO
    QUAIS CARACTERÍSTICAS
    COMO FUNCIONA
    PRÁTICA
  • geralmente como partes integrantes da aplicação. A partir dessa época, surgiram os
    primeiros Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados (SGBDs) comerciais, provendo
    armazenamento dos dados de forma independente da aplicação, contudo, sem
    mecanismos de acesso eficientes.
  • A partir dos anos 80 as aplicações computacionais evoluíram, juntamente com
    o poder de processamento das máquinas, surgindo a necessidade de tratar dados mais
    complexos, não-convencionais.
  • Devido a esse aumento na complexidade dos dados,
    surgiu a necessidade de formas mais adequadas de representação e armazenamento,
    como as bases de dados orientadas a objetos.
  • Durante a década de 80, como resultado das inovações de hardware, emergiram
    novas aplicações com utilização intensiva de dados. Para essas aplicações, os modelos
    de dados tradicionais, baseados no modelo relacional, não eram adequados. Alguns
    exemplos de aplicações desse tipo incluem sistemas de design e produção, como CAD
    (Computer-Aided Design) e CAM (Computer-Aided Manufacturing), sistemas para as
    áreas científica e médica, sistemas de informação geográfica e bases de dados com
    informações multimídia. Essas aplicações possuem requisitos e características,
  • Ex: Aplicação objeto PESSOA com
    NOME
    IDADE
  • Mesmo após a finalização do programa, prq precisaram serem usados futuramente.
  • Persistência de dados consiste em não deixar com que objetos deixem de existir,
    Tendo o seu estado armazenado de um meio físico persistente
  • Ex: Conjuntos, Listas e vetores
    Assim como as linguagem OO a representação se torna extremamente fácil.
  • Caso necessário, uma determinada aplicação pode herdar atributos e métodos das classes do sistema. Pois a maioria dos SGBDOO possuem uma coleção de classes e objetos
  • Algumas adaptações internas no BDOO sobre o conceitos de OO a objetos possibilitam o uso de alguns recursos como:
  • Os espaços intermediários entre esses passos não são vistos pelas demais transações
    simultâneas e caso alguma falha impeça por ventura a finalização da transação, então
    nenhum dos passos intermediários irá afetar o banco de dados,



    Uma transação deve levar o banco de dados de um estado coerente para outro.
    Para que essa coerência ocorra, cada transação de um banco de dados deve passar pelo
    teste de ACID (Atomicidade, Coerência, Isolamento e Durabilidade).

    Atomicidade emprega o conceito de que uma transação é executada por completo ou não é executada.
    Coerência emprega o conceito de que as transações mapeiam um banco de dados persistente de um estado coerente para o outro
    Isolamento emprega o conceito de que transações não leem resultados intermediários de outras transações não efetivadas.
    Durabilidade emprega o conceito de que uma vez que uma transação é efetivada, seus efeitos ficam permanentemente no banco de dados, mesmo que ocorram falhas.
  • CONTROLE DE PONTO
  • Caso uma subtransações venha por ventura falhar, fica a critério da transação de
    alto nível tentar executá-la novamente ou ate mesmo cancelá-la.
  • Em um contraste das transações
    mais tradicionais, as transações em cooperação podem ver os resultados imediatos umas
    das outras.
  • Em SGBDOO cada objeto persistente pode ser bloqueado. Isto normalmente é
    feito por meio de uma LISTA de bloqueio que armazena os OID dos objetos bloqueados.

    O modo de leitura (modo compartilhado) permite que diversas transações de
    operações de leituras sejam executadas no mesmo objeto concorrentemente

    O modo de gravação (modo exclusivo) reserva o acesso (operações de leitura e gravação) de um
    objeto à transação que contem esse bloqueio no momento.

    Exemplo a SEGUIR
  • Bloqueio de hierarquia de classe: as classes em BDOO são organizadas
    em hierarquias de herança. Caso uma superclasse venha a ser bloqueada
    o mesmo ocorrerá de forma implícita para todas as suas subclasses, que
    são descendentes diretas da superclasses

    Bloqueio de objeto complexo: os BDOO podem conter objetos que
    referenciam ou incorporam outros objetos, isto pode causar problemas,
    pois algum objeto complexo pode possuir subobjetos bloqueados,
    ocasionando problemas de atualizações e/ou possíveis problemas de
    acesso. Tal problema pode ser resolvido pelo bloqueio de intenção. Neste
    bloqueio as subclasses de uma classe não são bloqueadas implicitamente.
    Somente as instancia dependentes do objeto-pai são bloqueadas. Diante
    disso as outras instancias ficam livres para serem acessadas
  • A imagem anterior é o estado do objeto antes de sua atualização e a imagem posterior é o estado do objeto após sua atualização.
  • Banco de dados Orientado à objetos

    1. 1. Banco de Dados Orientado a Objetos ( BDOO )
    2. 2. O Kaio Henrique Graduando em análise e desenvolvimento de sistemas- FAFICA Desenvolvedor Web e Front-end
    3. 3. Um pouco de História...
    4. 4. O Até meados dos anos 60 os dados eram armazenados em arquivos. Um pouco de História... 1960
    5. 5. O No início dos anos 70 surgiram as primeiras linguagens de alto nível, permitindo assim a manipulação eficiente dos dados. Um pouco de História... 1970
    6. 6. O A partir dos anos 80 as aplicações evoluíram juntamente com as máquinas, surgindo a necessidade de tratar os dados mais complexos. Um pouco de História... 1980
    7. 7. O Durante a década de 80, vieram novas aplicações, para essas aplicações, os modelos de dados tradicionais, baseados no modelo relacional, não eram adequados. Um pouco de História... 1980
    8. 8. O Nada mais que a junção entre conceitos de OO com conceitos de SGBD. O que é BDOO?
    9. 9. Em uma aplicação o objeto existe somente durante a execução do programa. O Banco de dados Orientado a objetos possibilita a capacidade de um objeto ser criado e existir permanentemente, ou seja persistir.
    10. 10. Objetos e Identidade Cada objeto é associado um estado e um comportamento. O estado é representado pelos valores dos atributos do objetos. O comportamento é definido pelos métodos que agem sobre o estado do objeto pela invocação.
    11. 11. Como identificar cada Objeto? O Cada objeto armazenado no banco é associado a um identificador ( OID: Object Identifier ). O valor do OID deve ser: O Imutável; O Utilizado unicamente.
    12. 12. (OID) O No BDOO os identificadores de objetos têm uma identidade muito mais forte que a linguagem de POO, pois os objetos têm a necessidade de continuar a existir.
    13. 13. Persistência de Objetos Para que o BD00 posa funcionar é preciso aplicar a estrutura da persistência de objetos em sua aplicação. Existem várias formas dentre elas podem- se considerar as seguintes:
    14. 14. Persistência de Objetos O Por tipo de Classe onde os objetos pertencentes às classes assim declaradas serão persistentes. O Por chamada explicita onde o objeto pode ser tornar persistente após a sua criação através de comandos reservados
    15. 15. Objetos Complexos O Para uma representação direta de objetos complexos, Nota-se que essa forma não é respeitada nos BDs, pois podemos representar em um objeto valores não atômicos,
    16. 16. Herança O Todo o conceito de OO está presente no BDOO. O Uma Hierarquia de classes oferece muito mais flexibilidade para efetuar alterações na estrutura do banco.
    17. 17. Conceitos de BDOO O Transações O Transações demoradas O Transações aninhadas O Transações em cooperação O Concorrência O Gerenciamento de Recuperação
    18. 18. Transações O Transação é um conceito fundamental de todo o sistema de banco de dados. A base fundamental de transações é englobar vários passos em uma única operação. O Teste ACID O (Atomicidade, Coerência, Isolamento e Durabilidade)
    19. 19. Transações demoradas O Algumas transações tendem a levar um tempo relativamente longo, isto por que o BDOO interagem com muitos objetos complexos.
    20. 20. Transições aninhadas O Utilizadas para melhorar as transações demoradas, esse modelo consiste em decompor a transação principal em subtransações.
    21. 21. Transações em cooperação O Este modelo de transação é utilizado para resolver os problemas de transações que necessitam trabalhar em conjunto para serem concluídas, sendo que essas transações podem ser executadas por diversos usuários.
    22. 22. Concorrência O Concorrência para SGBDOO permite o acesso simultâneo aos dados para diferentes usuário. O Tem um algoritmo notável de controle de concorrência que funciona em forma de bloqueios. O Tipos de Bloqueios simples: Leitura e Gravação
    23. 23. Aspectos do controle de concorrência O Bloqueio de hierarquia de classe. O Bloqueio de objeto complexo
    24. 24. Gerenciamento de recuperação O Os BDOO possuem muitas formas de contornar algum possível problema relacionado à falha do sistema. O Mecanismo de duplicação O Espelhamento de dados O Logs (mais utilizado)
    25. 25. Logs O Consiste em armazenar imagens anteriores e posteriores dos objetos atualizados.
    26. 26. Prática
    27. 27. Após isto abra o Eclipse
    28. 28. Agora vai ser ao vivo... Ele tá ferrado!

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