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Think Decoupled
 Felipe Olivera - felipe.oliveira@soaexpert.com.br
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Agenda
   Introdução { Princípios, Benefícios, Evolução e História, Encapsulamento, Mitos}

   Desafios do mundo corporativo {Arquitetura Distribuída, Ótica de Negócios}

   SOA Services { Providers, WebServices, Operações Síncronas, Operações
    Assíncronas, SOAP, WS(*) – Overview}

   Stack Plataforma {Management, Composição, Governança, ESB, BAM }

   Modelagem Granularidade {Task Services, Entity Services, DDD e sua relação
    com SOA}

   RESTFul Style / WebHumana {Recursos, Interfaces, Comparativo com WS(*)}
O que é SOA ?
   ”Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) é um framework organizacional
   e técnico que permite uma empresa distribuir suas funcionalidades de
   negócio, independente de plataforma tecnológica, como peças para
   construção de aplicações “ – Carl August Simon
E porque utilizar ?
Benefícios Chave
   Oferecer uma melhor produtividade, agilidade tanto para área de negócios
    quanto TI

   Permitir que a equipe de TI desenvolva serviços em alinhamento às
    expectativas do negócio

   Excelente tempo de resposta, melhorando a experiência do usuário final do
    software (SOA ebay)

   Encapsular a complexidade tecnológica de integrações entre as mais
    diferentes plataformas da empresa, segurança e gestão de SLA
Evolução História – Same Old Architecture
Década                      Unidade de Reúso   Escopo
1960                        Funções            Programas
1980                        Objetos            Packages
1990                        Componentes        Aplicações
>2000                       Serviços           Empresas

Interface-Driven Design : CORBA – EJBs
Desafios do Mundo Corporativo
   Desenvolvimento de aplicações e problemas de integração:
       Falta de flexibilidade
       Falta de padrões
       Projetos com custos altos e de longa duração

   Metodologias tradicionais:
       Point-to-point
       Ferramentas Integradoras (Tuxedo,MQSeries)/middleware/EAI
       Business process-based integration
Visão Point-to-Point
Expandindo apenas um bit ….
Eletronic Data Interchange
Cenário comum de Integração
Primeira Geração de Integração - EAI
Do XML para WebServices
   XML uma derivação do SGML – Standard Generalized Markup Language,
    anos 60.

   XML ganha popularidade nos anos 90 , movimento e-business.

   Schema Definition Language (XSD) e XSL-XSLT ( Transformation Language),
    são pontos chave da tecnologia XML.
SOA Services

               -Contrato

               -Interface

               -Implementação

               -Business Logic

               -Data
WebServices breve histórico
   Em 2000 o W3C recebeu uma submissão do SOAP – Simple Object Protocol.

   Muitas companhias viram o potencial para avançar o estado da tecnologia
    de e-business, criando uma forma de se comunicar através da internet.

   A peça central do conceito é a Interface Pública, que permite sua invocação
    através de assinatura e identificação – WSDL ( Web Service Description
    Language) – 2001.
WebServices breve histórico
   Em 2000 o W3C recebeu uma submissão do SOAP – Simple Object Protocol.

   Muitas companhias viram o potencial para avançar o estado da tecnologia
    de e-business, criando uma forma de se comunicar através da internet.

   A peça central do conceito é a Interface Pública, que permite sua invocação
    através de assinatura e identificação – WSDL ( Web Service Description
    Language) – 2001.
WebServices breve histórico a Revanche !
   Outros formatos como XML-RPC foram considerados, mas a indútria acabou
    adotando o SOAP como padrão.

   Primeira geração trazia ainda a especificação UDDI , originalmente
    desenvolvida pela UDDI.org

   Início das plataformas de produtos MOMS – Messaging Oriented
    Middleware.

   WebServices começam de fato a facilitar a troca de informações em
    sistemas B2B e segue como alternativa ao EDI – Eletronic Data Interchange.
Papéis do WebService
Como os serviços são desenhados ?
Como os serviços encapsulam a lógica ?
WebService Funcionando
Operações Síncronas Exemplo
Operações Síncronas



   Lembra bastante a forma de invocação RPC

   Fortemente acoplada entre o cliente e a camada de negócios

   São ideais para operações de negócios rápidas com retorno de resultados

   São melhor usadas pelas aplicações da própria companhia.
Operações Assíncronas



   Retorna uma resposta SOAP vazia, se a resposta for requerida.

   Desacopla o cliente do processamento de negócio

   Promove o desacoplamento e melhor uso dos recursos

   É ideal para integração com parceiros externos à companhia
Padrões WebService
   Simple Object Access Protocol (SOAP) descreve o formato de comunicação
    da mensagem entre as partes envolvidas num Web Service.

   Web Services Description Language (WSDL) define um mecanismo para
    descrever as operações de um Web Service de uma forma neutra às
    plataformas.

   Universal Description, Discovery and Integration (UDDI), facilita o registro e
    busca dos Web Services transformando as descrições em hierarquia,
    facilitando assim a busca.
SOAP - Simple Access Protocol
   Solução testada, há 10 anos no mercado garantindo interoperabilidade
    entre as diferentes plataformas e sistemas.

   Protocolo lógico, que navega em cima de outros protocolos, desacoplado
    das camadas de transporte !
SOAP – Body exemplo




       SOAP Carregando JSON !! 
       <s:Body>[{“FirstName":"Foo","LastName":"Bar"}]</s:Body>
WebServices sozinhos não implicam em
SOA !
SOA Platform
SOA Conceitos

        Request-Driven                  Event-Driven




                           WOA                         Messaging
   Web Services                  RSS,
                         REST                    Queuing    PubSub
                                 Atom
Enterprise Service Bus
ESB Características 2a geração
- Suporte às tecnologias heterogêneas    - Administração da demanda de
- Suporte aos diferentes paradigmas de   processamento (Throttling)
comunicação (Assíncrono, Síncrono)       - Reforço de Segurança
- Transparência de localização           - Monitoria de Qualidade do Serviço (SLA
- Mediação                               e QoS)
- Transformação de mensagens             - REST / Representational State Transfer e
- Roteamento de mensagens                JSON em cima do ESB
- Enriquecimento de mensagens
- Agregação de Serviços
-Balanceamento de carga (Load Balance)
BPEL - Composição de Serviços
Os webservices podem ser combinados de duas maneiras:
     Orquestração
                                                  O BPEL se preocupa com:
                                                  Manter estado da transação
                                                  por longo período,
                                                  paralelizar o processo e
                                                  compensação em casos de
                                                  falha

     Coreografia
Business Analysis Monitoring - BAM
Domain-Driven Design & SOA
Representational State Transfer
   REST é uma um estilo arquitetural Request-driven, baseado na Web – http

   Criado por um dos principais autores do HTTP – Roy Fielding

   É uma maneira de encarar seu ativo de software como “Recursos”

   Distribui o estado desses recursos através de hypermedia
Recursos
   Podem ser praticamente qualquer coisa:
       Uma transação
       Um post num blog
       Um cliente


    •   Recurso é acessado através de Representações !
    •   Cada recurso implementa uma interface padrão (uniform interface)
    •   Recursos possuem nomes e endereços (URIs)
Recursos exemplos:
   http://soaexpert.com.br/cursos    | Todos os cursos

   http://soaexpert.com.br/cursos/1 | SOA Foundation

   http://soaexpert.com.br/cursos/2 | Integration Specialist
Representações
Tornado seu sistema mais amigável para integrações:

-   A idéia é substituir a exposição de “Recursos” por “endpoints”

-   Cada Recurso, pode ter uma ou mais representação como: XML ou JSON
Interface Uniforme
   http://soaexpert.com.br /cursos/1

   GET() - obtém os detalhes de um curso específico

   PUT () - atualiza um curso

   POST() - adiciona um item no curso

   DELETE() – apaga um curso
Princípios Chave do REST
   Dê a todas as coisas um Identificador (ID)

   Vincule as “coisas”

   Utiize métodos padronizados (Uniform Interface)

   Recursos com múltiplas representações (XML, JSON..)

   Comunique sem estado (Stateless)
Dê a todas as coisas um ID
 Alguns exemplos de URIs que poderíamos ter:

 http://soaexpert.com.br/clientes/1234
 http://soaexpert.com.br/pedidos/2007/10/776654
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 http://soaexpert.com.br/processos/aumento-salario-234



  Trabalhando com conjuntos individuais

  http://soaexpert.com.br/pedidos/2007/11
  http://soaexpert.com.br/produtos?cor=verde
Vincule as coisas - HATEOAS
   Significa: “Hipermídia como motor do estado do aplicativo”.
<pedido self="http://soaexpert.com.br/clientes/1234">
 <valor>23</valor>
     <produto ref="http://soaexpert.com.br/produtos/4554"></produto>
     <cliente ref="http://soaexpert.com.br/clientes/1234"></cliente>
</pedido>
Utilize os métodos padrão
Utilize os métodos padrão a Revanche !!
Utilize os métodos padrão Ultimate !!
Recursos com múltiplas Representações
Modelo de Maturidade REST
Modelo de Maturidade REST
RESTful Stack
WS-(*) vs RESTful
Gerenciando estado
Descrição dos serviços
Serviços Assíncronos

Não contavam com minha Astúcia
Para onde estamos indo ?
E porque o design orientado a Web ?
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04 - Felipe Oliveira - Think Decoupled! (SOA)

  • 1. Think Decoupled Felipe Olivera - felipe.oliveira@soaexpert.com.br Twitter: @soaexpertbr
  • 2. Agenda  Introdução { Princípios, Benefícios, Evolução e História, Encapsulamento, Mitos}  Desafios do mundo corporativo {Arquitetura Distribuída, Ótica de Negócios}  SOA Services { Providers, WebServices, Operações Síncronas, Operações Assíncronas, SOAP, WS(*) – Overview}  Stack Plataforma {Management, Composição, Governança, ESB, BAM }  Modelagem Granularidade {Task Services, Entity Services, DDD e sua relação com SOA}  RESTFul Style / WebHumana {Recursos, Interfaces, Comparativo com WS(*)}
  • 3. O que é SOA ? ”Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) é um framework organizacional e técnico que permite uma empresa distribuir suas funcionalidades de negócio, independente de plataforma tecnológica, como peças para construção de aplicações “ – Carl August Simon
  • 5. Benefícios Chave  Oferecer uma melhor produtividade, agilidade tanto para área de negócios quanto TI  Permitir que a equipe de TI desenvolva serviços em alinhamento às expectativas do negócio  Excelente tempo de resposta, melhorando a experiência do usuário final do software (SOA ebay)  Encapsular a complexidade tecnológica de integrações entre as mais diferentes plataformas da empresa, segurança e gestão de SLA
  • 6. Evolução História – Same Old Architecture Década Unidade de Reúso Escopo 1960 Funções Programas 1980 Objetos Packages 1990 Componentes Aplicações >2000 Serviços Empresas Interface-Driven Design : CORBA – EJBs
  • 7. Desafios do Mundo Corporativo  Desenvolvimento de aplicações e problemas de integração:  Falta de flexibilidade  Falta de padrões  Projetos com custos altos e de longa duração  Metodologias tradicionais:  Point-to-point  Ferramentas Integradoras (Tuxedo,MQSeries)/middleware/EAI  Business process-based integration
  • 11. Cenário comum de Integração
  • 12. Primeira Geração de Integração - EAI
  • 13. Do XML para WebServices  XML uma derivação do SGML – Standard Generalized Markup Language, anos 60.  XML ganha popularidade nos anos 90 , movimento e-business.  Schema Definition Language (XSD) e XSL-XSLT ( Transformation Language), são pontos chave da tecnologia XML.
  • 14. SOA Services -Contrato -Interface -Implementação -Business Logic -Data
  • 15. WebServices breve histórico  Em 2000 o W3C recebeu uma submissão do SOAP – Simple Object Protocol.  Muitas companhias viram o potencial para avançar o estado da tecnologia de e-business, criando uma forma de se comunicar através da internet.  A peça central do conceito é a Interface Pública, que permite sua invocação através de assinatura e identificação – WSDL ( Web Service Description Language) – 2001.
  • 16. WebServices breve histórico  Em 2000 o W3C recebeu uma submissão do SOAP – Simple Object Protocol.  Muitas companhias viram o potencial para avançar o estado da tecnologia de e-business, criando uma forma de se comunicar através da internet.  A peça central do conceito é a Interface Pública, que permite sua invocação através de assinatura e identificação – WSDL ( Web Service Description Language) – 2001.
  • 17. WebServices breve histórico a Revanche !  Outros formatos como XML-RPC foram considerados, mas a indútria acabou adotando o SOAP como padrão.  Primeira geração trazia ainda a especificação UDDI , originalmente desenvolvida pela UDDI.org  Início das plataformas de produtos MOMS – Messaging Oriented Middleware.  WebServices começam de fato a facilitar a troca de informações em sistemas B2B e segue como alternativa ao EDI – Eletronic Data Interchange.
  • 19. Como os serviços são desenhados ?
  • 20. Como os serviços encapsulam a lógica ?
  • 23. Operações Síncronas  Lembra bastante a forma de invocação RPC  Fortemente acoplada entre o cliente e a camada de negócios  São ideais para operações de negócios rápidas com retorno de resultados  São melhor usadas pelas aplicações da própria companhia.
  • 24. Operações Assíncronas  Retorna uma resposta SOAP vazia, se a resposta for requerida.  Desacopla o cliente do processamento de negócio  Promove o desacoplamento e melhor uso dos recursos  É ideal para integração com parceiros externos à companhia
  • 25. Padrões WebService  Simple Object Access Protocol (SOAP) descreve o formato de comunicação da mensagem entre as partes envolvidas num Web Service.  Web Services Description Language (WSDL) define um mecanismo para descrever as operações de um Web Service de uma forma neutra às plataformas.  Universal Description, Discovery and Integration (UDDI), facilita o registro e busca dos Web Services transformando as descrições em hierarquia, facilitando assim a busca.
  • 26. SOAP - Simple Access Protocol  Solução testada, há 10 anos no mercado garantindo interoperabilidade entre as diferentes plataformas e sistemas.  Protocolo lógico, que navega em cima de outros protocolos, desacoplado das camadas de transporte !
  • 27. SOAP – Body exemplo SOAP Carregando JSON !!  <s:Body>[{“FirstName":"Foo","LastName":"Bar"}]</s:Body>
  • 28. WebServices sozinhos não implicam em SOA !
  • 30. SOA Conceitos Request-Driven Event-Driven WOA Messaging Web Services RSS, REST Queuing PubSub Atom
  • 32. ESB Características 2a geração - Suporte às tecnologias heterogêneas - Administração da demanda de - Suporte aos diferentes paradigmas de processamento (Throttling) comunicação (Assíncrono, Síncrono) - Reforço de Segurança - Transparência de localização - Monitoria de Qualidade do Serviço (SLA - Mediação e QoS) - Transformação de mensagens - REST / Representational State Transfer e - Roteamento de mensagens JSON em cima do ESB - Enriquecimento de mensagens - Agregação de Serviços -Balanceamento de carga (Load Balance)
  • 33. BPEL - Composição de Serviços Os webservices podem ser combinados de duas maneiras:  Orquestração O BPEL se preocupa com: Manter estado da transação por longo período, paralelizar o processo e compensação em casos de falha  Coreografia
  • 36. Representational State Transfer  REST é uma um estilo arquitetural Request-driven, baseado na Web – http  Criado por um dos principais autores do HTTP – Roy Fielding  É uma maneira de encarar seu ativo de software como “Recursos”  Distribui o estado desses recursos através de hypermedia
  • 37. Recursos  Podem ser praticamente qualquer coisa:  Uma transação  Um post num blog  Um cliente • Recurso é acessado através de Representações ! • Cada recurso implementa uma interface padrão (uniform interface) • Recursos possuem nomes e endereços (URIs)
  • 38. Recursos exemplos:  http://soaexpert.com.br/cursos | Todos os cursos  http://soaexpert.com.br/cursos/1 | SOA Foundation  http://soaexpert.com.br/cursos/2 | Integration Specialist
  • 39. Representações Tornado seu sistema mais amigável para integrações: - A idéia é substituir a exposição de “Recursos” por “endpoints” - Cada Recurso, pode ter uma ou mais representação como: XML ou JSON
  • 40. Interface Uniforme  http://soaexpert.com.br /cursos/1  GET() - obtém os detalhes de um curso específico  PUT () - atualiza um curso  POST() - adiciona um item no curso  DELETE() – apaga um curso
  • 41. Princípios Chave do REST  Dê a todas as coisas um Identificador (ID)  Vincule as “coisas”  Utiize métodos padronizados (Uniform Interface)  Recursos com múltiplas representações (XML, JSON..)  Comunique sem estado (Stateless)
  • 42. Dê a todas as coisas um ID Alguns exemplos de URIs que poderíamos ter: http://soaexpert.com.br/clientes/1234 http://soaexpert.com.br/pedidos/2007/10/776654 http://soaexpert.com.br/produtos/4554 http://soaexpert.com.br/processos/aumento-salario-234 Trabalhando com conjuntos individuais http://soaexpert.com.br/pedidos/2007/11 http://soaexpert.com.br/produtos?cor=verde
  • 43. Vincule as coisas - HATEOAS  Significa: “Hipermídia como motor do estado do aplicativo”. <pedido self="http://soaexpert.com.br/clientes/1234"> <valor>23</valor> <produto ref="http://soaexpert.com.br/produtos/4554"></produto> <cliente ref="http://soaexpert.com.br/clientes/1234"></cliente> </pedido>
  • 45. Utilize os métodos padrão a Revanche !!
  • 46. Utilize os métodos padrão Ultimate !!
  • 47. Recursos com múltiplas Representações
  • 55. Não contavam com minha Astúcia
  • 57. E porque o design orientado a Web ?
  • 58. Obrigado !! “Quer conhecer mais de SOA e Cloud ? Visitem – www.soacloud.com.br“