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Antes de fazer boa comunicação,faça um bom produto.A publicidade nunca salvou a pele de nenhum produto ruim ou serviço cap...
Vá a campo entender seu público!Empresas, agências e departamentos de marketing vivem envoltos em encomendas, produções e ...
Zona de conforto é zona deperigo. Evoluir é preciso!Nem é preciso dizer que tudo está mudando o tempo todo, certo? E é ain...
Experimente a concorrênciasem nenhum pudor.“Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado ...
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5 slides sobre... Obviedades nem tão óbvias assim para alguns que trabalham com marcas

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Volume #1 da série "5 Slides Sobre...", em que vou expôr minhas opiniões e reflexões sobre comunicação contemporânea.

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    1. 1. 5 slides sobre... Obviedades nem tão óbvias para alguns que trabalham com marcas Por Carlos Alexandre Monteiro about.me/carlosalexandremonteiro
    2. 2. Antes de fazer boa comunicação,faça um bom produto.A publicidade nunca salvou a pele de nenhum produto ruim ou serviço capenga. No máximo só criouconsumidores de primeira e única viagem para eles. E por que, ainda assim, alguns ainda insistiam (ou insistem)em tentar tapear o público?A prática de maquiar o que se oferece ao consumidor nasceu antes do SAC, e sobreviveu bem quando o Serviçode Atendimento ao Consumidor chegou - isso porque, no início, se limitava a um 0800 que, depois de horas ehoras de musiquinha de espera, era pilotado por funcionários que nunca te davam garantia alguma de que areclamação do consumuidor seria levada em conta. De que o erro diante dele seria, de fato, reparado comomerecia e merece.Até que enfim não é mais assim. Se o produto é ruim, se o serviço vai mal, existem outros canaismais eficazes para se reclamar deles - redes sociais, alguém? ;) - e geralmente, estes novos meios são bemmais eficientes do que o próprio SAC. Se o consumidor não é atendido, o estardalhaço pode ser fatal -especialmente se sua comunicação diz o contrário do que seu produto ou serviço de fato é. E não há boacomunicação que salve uma oferta desastrosa.Por isso, a dica: antes de comunicar, tenha a certeza de que você está oferecendo o que tem a oferecer deforma competente. Sua comunicação de marca começa na boa experiênciaque você proporciona ao seu público.“Ah, mas não tem como ser perfeito todo o tempo”, você pode dizer. Então, aí vai uma informação valiosa: errou?Vá e corrija. Todos sabem que problemas podem acontecer. Assim, um bom trabalho não diz respeitoa perfeição, e sim a intenção de acertar de verdade. Aja assim e o boca-a-boca positivo vaiacontecer...e você e sua marca não terão nada a temer.
    3. 3. Vá a campo entender seu público!Empresas, agências e departamentos de marketing vivem envoltos em encomendas, produções e análises depesquisas, estudos comportamentais, focus groups... Tudo buscando entender o público-alvo de seus produtose serviços. Eu acho que muitos destes métodos deveriam ser trocados pela prática de laboratório teatral.Nas artes cênicas, "fazer laboratório" significa estudar um papel vivenciando ao máximo a realidade dopersonagem e seu universo. Por exemplo, se o ator vai interpretar um mendigo, o "laboratório" é justamentesair às ruas vestindo trapos, passar a noite dormindo em calçadas etc. Em outras palavras: aprender ainterpretar o personagem na pele.Isso aplicado às marcas é simples: quer entender seu consumidor? Levante-se da poltrona, deixe seuconfortável escritório e vá até onde ele está. Mas vá à paisana, como se fosse um deles, ao habitat emque sua marca é consumida, experimentada, vivida. Converse naturalmente com seus consumidores, com osda concorrência, com os vendedores, com todos. Inteiramente desarmado. Olhando no olho, nomesmo nível. Queira entender de verdade e preste atenção em tudo: no que seu consumidor veste, como elefala, como se comporta. Tudo. Seja como eles. Misture-se a eles, e prepare-separa conhecer grandes verdades sobre a sua marca.E se ouvir algo que não te agrada, nunca, nunca se melindre: tudo faz parte deum aprendizado que nenhuma estatísticajamais poderá te dar.
    4. 4. Zona de conforto é zona deperigo. Evoluir é preciso!Nem é preciso dizer que tudo está mudando o tempo todo, certo? E é ainda mais óbvio deque tudo e todos estão incluídos nessa história. Então, por que a sua marca e a comunicação que ela estabelecedeveriam ficar estagnadas?Mesmo que sua comunicação esteja muito bem, pode acreditar: em time que está ganhando se mexe, sim. Masqual a melhor forma de uma marca evoluir sua comunicação sem fugir de sua essência?É preciso que os profissionais que trabalham com marcas entendam seus respectivos públicos e o que se chamade Zeitgeist, ou “espírito do tempo”: o conjunto que abrange os momentos cultural, comportamental e intelectualdo mundo. Aliás, não só entender: assimilar verdadeiramente, sem medos, percebendocomo, onde e quando sua marca se enquadra no espírito do tempo.Na contramão disso tudo, alguns profissionais de marca entendem que a mudança é que representa o perigo, eque permanecer em suas zonas de segurança e conforto é a melhor estratégia a ser adotada. Estão errados:a estagnação é que é a maior ameaça. O público adere, rejeita, renova seus pontos de contato,recicla a linguagem, e a forma com que percebem o que está a seu redor e interagem com tudo. Como nãoacompanhá-los?A evolução da comunicação entre uma marcae seu público é uma necessidade - e estedeve ser um movimento natural e real.
    5. 5. Experimente a concorrênciasem nenhum pudor.“Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas”.Parece incrível, mas a primeira parte da frase clássica de Sun-Tzu, estrategista e autor de “A Arte daGuerra” não é só esquecida como renegada por muitos profissionais que trabalham com marcas.Sério: já vi gente se vangloriar por nunca, nunca experimentar o que a concorrência oferece, como seisso fosse uma grande prova de amor a marca com que trabalha e, mais do que tudo, a sua empresa, econdenando colegas de trabalho que o fazem, como se fossem grandes traidores. Que grande besteira.Experimentar a concorrência é descobrir no que ela acerta - porque sim,ela é capaz disso! - e no que erra. É, ainda, entender se o seu produto ou serviço está repetindo taiserros e acertos, tropeçando onde os outros se dão bem ou brilhando onde os demais fracassam.Meu pai dizia: “A vida só tem bons exemplos: de como se deve fazer...e do que não se deve também”.Ter contato com a concorrência é umaoportunidade para conhecer bons exemplos.Nunca se prive disso.

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