CatáStrofes Naturais

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CatáStrofes Naturais

  1. 1. Catástrofes Naturais Grupo: Nº2 Ana Pinto Nº6 Bárbara Gonçalves
  2. 2. Vida de uma trovoada <ul><li>A vida de uma trovoada ordinária tem normalmente 3 fases : </li></ul><ul><li>- Nascimento </li></ul><ul><li>- Maturidade </li></ul><ul><li>- Dissipação </li></ul>
  3. 3. Nascimento <ul><li>Nascimento , em que se forma cumulonimbus (nuvens convectivas de trovoada que expandem verticalmente em até grandes altitudes com formas de montanha), surgem uma carga de água sem ainda a ocorrência de relâmpagos </li></ul>
  4. 4. Maturidade <ul><li>Maturidade , o crescimento vertical atinge o seu máximo e os topos das nuvens ficam achatados. Normalmente isto acontece quando o ar ascendente encontra uma alteração de temperatura estável.Os ventos predominantes em altitude começam a espalhar membros a partir do topo das nuvens. As bases dianteiras ficam mais baixas e os relâmpagos começam a ocorrer em toda a extensão das nuvens. No interior das nuvens a agitação é intensa e irregular, com equilíbrio entre correntes ascendentes e descendentes. O peso das partículas de precipitação já é suficiente para contrariar as correntes ascendentes e começam a cair, arrastando o ar em volta. </li></ul>Á medida que as partículas de precipitação caem nas regiões mais quentes da nuvem, há ar seco do ambiente que entra na nuvem e pode originar a evaporação dessas partículas. A evaporação esfria o ar, tornando-o mais denso e «pesado». É todo este ar frio que cai através da nuvem com a precipitação que forma a corrente descendente de ar que, quando bate na superfície se pode espalhar, formando uma frente de rajada que vai deslocando e substituindo o ar mais quente da superfície por ar frio. Nesta fase a trovoada produz ventos fortes, relâmpagos e precipitação abundante.
  5. 5. Dissipação <ul><li>Dissipação , as nuvens expandem-se para os lados em camadas e o ar frio substitui o ar quente da superfície, “desligando” os movimentos ascendentes da trovoada. Nesta fase a precipitação já é faca. </li></ul>
  6. 6. Índice <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>Tipos de Catástrofes Naturais </li></ul><ul><li>Furacões </li></ul><ul><li>Trovoada </li></ul><ul><li>Conclusão </li></ul><ul><li>Anexos </li></ul>
  7. 7. Introdução <ul><li>Neste trabalho pretendemos relatar a importância de dois exemplos de catástrofes naturais: </li></ul><ul><li>-Furacões </li></ul><ul><li>-Trovoadas </li></ul>A palavra “furacão” tem origem entre os maias (povo que habitava a América Central antes da chegada dos conquistadores espanhóis, no final do século XV). De acordo com a mitologia maia, Huracan era o deus responsável pelas tempestades.
  8. 8. Como se forma a trovoada? <ul><li>A trovoada é a combinação de relâmpago e trovão com ou sem precipitação . Os relâmpagos correspondem a descargas eléctricas que ocorrem dentro de uma nuvem, entre nuvens e a atmosfera ou entre uma nuvem e o solo. Essas descargas são visíveis com trajecto ondulante de ramificações irregulares e são produzidas devido às diferenças de potencial criadas na atmosfera. </li></ul>
  9. 9. Curiosidades sobre a trovoada <ul><li>Podemos tirar partido do conhecimento da velocidade do som, cerca de 340 m/s a 10º C e à pressão normal: em cada cinco segundos o som viaja cerca de 1700 m (um pouco mais de uma milha). </li></ul><ul><li>O som do trovão mantém-se durante um certo tempo pois diferentes partes do raio (a base e o topo) encontram-se a distâncias diferentes do observador. Podemos, assim, ficar com uma ideia do comprimento do raio (medido em linha recta do topo até ao solo). </li></ul><ul><li>ma vez que o som e a luz se deslocam através da atmosfera a velocidades muito diferentes, pode estimar-se a distância da trovoada através da diferença de tempo entre o relâmpago (luz) e o trovão (som). A velocidade do som é de aproximadamente 332 m/s. A velocidade da luz é tão elevada (± 300 000 km/s) que pode ser ignorada nesta aproximação. Portanto, a trovoada estará a 1 km de distância por cada 3 segundos que passem entre o relâmpago e o trovão. </li></ul>
  10. 10. O que é um Furacão? <ul><li> O furacão é uma forte tempestade que forma ventos extremamente rápidos. Na realidade, o furacão é um ciclone (uma depressão) de forte intensidade. </li></ul>
  11. 11. Como são formados os Furacões? <ul><li>Quanto mais ar quente e húmido sobe, mais a temperatura diminui, o que ajuda a condensação do vapor em gotas de chuva para formar as nuvens. Quanto mais humidade e calor existirem, mais evaporação irá ocorrer, o que poderia provocar o surgimento de várias de tempestades. </li></ul>Os furacões formam-se depois dos raios do Sol baterem durante vários dias sobre o oceano, provocando o aquecimento da massa de ar situada perto do oceano.
  12. 12. Curiosidades sobre Furacões <ul><li>No interior dos furacões, os ventos variam de 117 km/h a 300 km/h. Segundo a sua intensidade, o diâmetro do furacão pode atingir os 2.000 quilómetros e pode deslocar-se por vários milhares de quilómetros. Alguns se deslocam à velocidade de 20 a 25km/h, apesar da velocidade excessiva dos ventos que o fazem girar. </li></ul>
  13. 13. O que é a trovoada? <ul><li>A trovoada é um facto atmosférico que se traduz </li></ul><ul><li>por descargas eléctricas, que se mostram por um clarão brusco e intenso, e por um ruído seco, quando está próxima, ou por um ruído surdo quando está longe. </li></ul><ul><li>Para uma trovoada se formar é necessário que exista </li></ul><ul><li>elevação de ar húmido numa atmosfera instável. </li></ul>
  14. 14. Classificação dos Furacões <ul><li>Furacões são classificados em três grupos principais: depressões tropicais, tempestades tropicais, e um terceiro grupo cujo nome depende da região.   </li></ul>
  15. 15. Tipos de Catástrofes Naturais <ul><li>1-Inundações 2-Cheias 3-Derrocadas 4-Aluimentos 5-Furacões 6-Secas 7-Desertificação 8-Vagas de calor http://geografiahelp.blogspot.com/2005/05/geografia-catastrofes-naturais.html 9-Vagas de frio 10- Avalanches 11-Sismos 12-Vulcões </li></ul>
  16. 16. Trovoada As trovoadas são acontecimentos, não muito raros, que ocorrem quando o ar quente e húmido sobe em pouco tempo, e têm como aviso o céu bastante escuro .Apesar da relativa suavidade do nosso clima, o acontecimento inevitável e ás vezes inesperado de alterações meteorológica pode atingir mais ou menos gravemente pessoas e bens. Dentro das nuvens, bruscas correntes de ar geram fricção entre gotas de água e gelo, levando à formação e ao aglomeração de electricidade estática. No topo das nuvens acumulam-se as cargas eléctricas positivas e na zona inferior as negativas. Quando a acumulação de cargas negativas atinge um valor elevado, gera-se uma descarga eléctrica sobre a aparência de raios (visíveis como relâmpagos luminosos) dirigidos para a área superior da nuvem ou mesmo para o solo. Os raios aquecem instantaneamente o ar e o vapor no seu percurso, obrigando-os a uma expansão brusca, seguida de rápido arrefecimento e contracção. Este aquecimento é tal que origina uma violenta explosão, ouvindo-se então o trovão. Como o som e a luz viajam a velocidades diferentes, um observador posicionado a alguma distância da tempestade vê o relâmpago uns segundos antes de ouvir o trovão. Os raios tomam sempre o caminho mais rápido para o solo e frequentemente isso implica a passagem através de objectos altos isolados na paisagem, como por exemplo árvores, casas ou mesmo pessoas. Para prevenir ou diminuir os efeitos desta situação, assegura-te que estás sempre informado sobre a previsão do tempo e cumpre as medidas de segurança, para este caso.

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