Yousuf Karsh
Iluminação I – 2016 /3º semestre
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia/Ulbra
Fernando Pires
Jéssica Hariel
• Yousuf Karsh (1908-2002) é um dos mestres da fotografia do século 20. Seu corpo de trabalho
inclui retratos de estadistas, artistas, músicos, autores, cientistas e homens e mulheres de realização.
• A vida de Karsh começou em meio a guerra, em Mardin, uma cidade ao leste do Império
Otomano, atual Turquia. Cresceu testemunhando a fome, as atrocidades e deportações constantes
por parte das autoridades sobre a minoria armênia. Após a irmã morrer de fome, fugiu com a família
para a Síria a fim de escapar da perseguição. Dois anos depois, seus pais conseguiram o enviar para
o Canadá para viver com seu tio, George Nakash, um fotógrafo de Quebec. Karsh contava que foi o
mais animado passageiro do navio que o levou à nova e promissora terra, onde, como refugiado,
frequentou a escola e estudou fotografia.
• Em 1928, aos 20 anos de idade, foi a Boston trabalhar como aprendiz de John Garo, um dos mais
importantes fotógrafos de estúdio do período. Cerca de 12 anos depois, retornou a Ottawa para abrir
seu próprio atelier e iniciar uma carreira. Como uma atividade social extra-curricular, frequentava o
Ottawa Little Theatre, um teatro da cidade que, coincidentemente, foi o responsável por impactar
fundamentalmente sua visão artística. O ambiente cênico, com suas luzes incandescentes
dramáticas, criou uma nova janela de expressão para Karsh, que seria convertida em possibilidade,
também, para seus assuntos fotográficos. Foi por casualidade que em 1941 Karsh fez a imagem que
mudaria sua vida para sempre: uma amizade casual com o primeiro ministro canadense o deu a
oportunidade de fotografar Winston Churchill em sua visita para discursar no Parlamento
Canadense após o ataque a Pearl Harbor. Essa imagem se tornaria o retrato mais reproduzido de
todos os tempos e estabeleceria Karsh como o principal fotógrafo de celebridades da sua época.
• Muito por conta de sua experiência com teatro, Karsh se tornou um mestre na
iluminação de estúdio. Uma de suas práticas mais distintas era iluminar as mãos do
modelo separadamente. Certa vez, o jornalista britânico George Perry escreveu no
The Sunday Times que “quando os famosos começavam a querer a imortalidade,
chamavam Karsh”. Com a câmera Calumet 8 x 10 que usou na maior parte de sua
carreira, captava a essência de seus assuntos no instante do retrato.
• Karsh publicou mais de 15 livros e tem exposições permanentes em museus do
mundo inteiro. Fez retratos até pouco antes de sua morte, em 2002.
• Em 1999, a edição internacional do Quem é Quem no mundo escolheu Karsh como
uma das figuras mais influentes do século XX 100. Ele foi o único fotógrafo e o único
canadense entre o distinto grupo selecionado de homens e mulheres. Karsh foi muito
feliz ao saber que, entre este grupo, ele tinha fotografado mais de metade.
Yousuf Karsh
(1908-2002)
Winston Churchill,
1941
Pablo Picasso,
1954
Ernest Hemingway,
1957
George Bernard
Shaw, 1943
Albert Einstein,
1948
W.H. Auden,
1972
Martha Graham,
1948
Jacqueline Kennedy,
1957
Grace Kelly,
1956
Jessye Norman,
1990
Mesmo que no inicio de tudo, seja difícil, com muitas dificuldades, não á
por que desistir, persistir e ir além dos nossos objetivos é o essencial para
que possamos atingir nosso sucesso futuramente.
Yousuf karsh

Yousuf karsh

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    Yousuf Karsh Iluminação I– 2016 /3º semestre Curso Superior de Tecnologia em Fotografia/Ulbra Fernando Pires Jéssica Hariel
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    • Yousuf Karsh(1908-2002) é um dos mestres da fotografia do século 20. Seu corpo de trabalho inclui retratos de estadistas, artistas, músicos, autores, cientistas e homens e mulheres de realização. • A vida de Karsh começou em meio a guerra, em Mardin, uma cidade ao leste do Império Otomano, atual Turquia. Cresceu testemunhando a fome, as atrocidades e deportações constantes por parte das autoridades sobre a minoria armênia. Após a irmã morrer de fome, fugiu com a família para a Síria a fim de escapar da perseguição. Dois anos depois, seus pais conseguiram o enviar para o Canadá para viver com seu tio, George Nakash, um fotógrafo de Quebec. Karsh contava que foi o mais animado passageiro do navio que o levou à nova e promissora terra, onde, como refugiado, frequentou a escola e estudou fotografia. • Em 1928, aos 20 anos de idade, foi a Boston trabalhar como aprendiz de John Garo, um dos mais importantes fotógrafos de estúdio do período. Cerca de 12 anos depois, retornou a Ottawa para abrir seu próprio atelier e iniciar uma carreira. Como uma atividade social extra-curricular, frequentava o Ottawa Little Theatre, um teatro da cidade que, coincidentemente, foi o responsável por impactar fundamentalmente sua visão artística. O ambiente cênico, com suas luzes incandescentes dramáticas, criou uma nova janela de expressão para Karsh, que seria convertida em possibilidade, também, para seus assuntos fotográficos. Foi por casualidade que em 1941 Karsh fez a imagem que mudaria sua vida para sempre: uma amizade casual com o primeiro ministro canadense o deu a oportunidade de fotografar Winston Churchill em sua visita para discursar no Parlamento Canadense após o ataque a Pearl Harbor. Essa imagem se tornaria o retrato mais reproduzido de todos os tempos e estabeleceria Karsh como o principal fotógrafo de celebridades da sua época.
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    • Muito porconta de sua experiência com teatro, Karsh se tornou um mestre na iluminação de estúdio. Uma de suas práticas mais distintas era iluminar as mãos do modelo separadamente. Certa vez, o jornalista britânico George Perry escreveu no The Sunday Times que “quando os famosos começavam a querer a imortalidade, chamavam Karsh”. Com a câmera Calumet 8 x 10 que usou na maior parte de sua carreira, captava a essência de seus assuntos no instante do retrato. • Karsh publicou mais de 15 livros e tem exposições permanentes em museus do mundo inteiro. Fez retratos até pouco antes de sua morte, em 2002. • Em 1999, a edição internacional do Quem é Quem no mundo escolheu Karsh como uma das figuras mais influentes do século XX 100. Ele foi o único fotógrafo e o único canadense entre o distinto grupo selecionado de homens e mulheres. Karsh foi muito feliz ao saber que, entre este grupo, ele tinha fotografado mais de metade.
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    Mesmo que noinicio de tudo, seja difícil, com muitas dificuldades, não á por que desistir, persistir e ir além dos nossos objetivos é o essencial para que possamos atingir nosso sucesso futuramente.