Tolerância
Mônica Cristina de Oliveira Ribeiro.
• “amar ao próximo como a si mesmo”.
• Atrito – contornar o desequilíbrio.
• Amizade – harmonia.
• Esclarecimento – momento certo e a sós.
• Não é concordar com o erro, equivoco, negligência.
• Compreender limites, problemas, circunstâncias, etc.
• Opinião – respeitosa.
• Sintonizar com fraquezas morais isso não é bondade.
• Fraqueza moral já é uma punição.
• Tolerância sempre – rua, casa, trabalho, só, em público, na
multidão.
• Tratar o erro como uma enfermidade que precisa ser cuidada
por nós e não cutucada.
Tolerante
• Compaixão de quem erra – Ele já tem juiz.
• Ajudar quem tomba – fraqueza já é punição.
• Compreender as dificuldades alheias – processo evolutivo.
• Coloquemo-nos no lugar do outro.
• “Fora da Caridade não Há Salvação”.
• Tolerância – é o primeiro passo. Joana de Ângelis.
• Aprender com o infrator .

Tolerância

  • 1.
  • 2.
    • “amar aopróximo como a si mesmo”.
  • 3.
    • Atrito –contornar o desequilíbrio. • Amizade – harmonia. • Esclarecimento – momento certo e a sós. • Não é concordar com o erro, equivoco, negligência. • Compreender limites, problemas, circunstâncias, etc.
  • 4.
    • Opinião –respeitosa. • Sintonizar com fraquezas morais isso não é bondade. • Fraqueza moral já é uma punição. • Tolerância sempre – rua, casa, trabalho, só, em público, na multidão. • Tratar o erro como uma enfermidade que precisa ser cuidada por nós e não cutucada.
  • 5.
    Tolerante • Compaixão dequem erra – Ele já tem juiz. • Ajudar quem tomba – fraqueza já é punição. • Compreender as dificuldades alheias – processo evolutivo. • Coloquemo-nos no lugar do outro.
  • 6.
    • “Fora daCaridade não Há Salvação”. • Tolerância – é o primeiro passo. Joana de Ângelis. • Aprender com o infrator .