TEMPOS TRABALHOSOS E DIFÍCEIS

                                                     Paulo Francisco dos Santosi

Vivemos os tempos trabalhosos que foram vaticinados pelo Espírito Santo
através do apóstolo Paulo (2 Tm 3.1-Almeida Edição Revista e Corrigida), ou
na versão Almeida Revista e Atualizada e NTLH (Nova Tradução na
Linguagem de Hoje) os tempos difíceis. Quando contemplamos tal predição e
olhamos a correria do dia-a-dia de cada um de nós concluímos que esse tempo
chegou, pois, todos tem tantas coisas a fazer que o dia ficou curto para realizar
todas as tarefas. Atualmente o pai de família trabalha e a mãe que
anteriormente era dedicada ao lar também complementa a renda familiar
ausentando-se das costumeiras tarefas relacionadas a criação dos filhos para
trabalhar fora. A mãe trabalha fora e ainda enfrenta a jornada de trabalho no
lar consumindo o tempo que ora era fundamental para que os filhos pudessem
crescer em um ambiente farto de atenção e cuidados que agora são motivos de
ganhos financeiros pelas instituições escolares que tentam fazer este papel,
sem, no entanto, chegar a ser o núcleo familiar que abriga o conteúdo
proposto pelo Eterno para que a sociedade se erga novamente. Não é errado a
mulher trabalhar e nem a escola ensinar, porém, deve haver um senso de
equilíbrio que faça com a mãe não perca seu papel no seio familiar e a escola
com sua proposta educacional assuma o seu verdadeiro papel, ou seja, exerça
sua função apenas auxiliadora e coadjuvante. Os progenitores são espelhos
para seus filhos e devem estar próximos, ou seja, presentes em todo o tempo
do desenvolvimento das fases que envolvem as duas primeiras décadas de
vida que sustentam a construção da pessoa. A família sofre nestes dias
trabalhosos e difíceis a ausência dos atores principais e isso é um mal que
deve ser sanado! Quantos pais, (me refiro aos homens que são pais) vivem
mais tempo em tarefas em busca de condições melhores - "se é que apenas o
dinheiro pode trazê-las" - e não estão cumprindo com sua presença o suprir
dos quesitos: afeição, atenção e união. Viver em tempos como estes não
significa não pensar, pois, ao refletirmos que precisamos melhorar podemos
tomar decisões acertadas para salvar pelo menos a família mais próxima de
nós: "A NOSSA!"

                                                           30 de Abril de 2011




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    Pastor, escritor, poeta e Teólogo




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Tempos trabalhosos e difíceis

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    TEMPOS TRABALHOSOS EDIFÍCEIS Paulo Francisco dos Santosi Vivemos os tempos trabalhosos que foram vaticinados pelo Espírito Santo através do apóstolo Paulo (2 Tm 3.1-Almeida Edição Revista e Corrigida), ou na versão Almeida Revista e Atualizada e NTLH (Nova Tradução na Linguagem de Hoje) os tempos difíceis. Quando contemplamos tal predição e olhamos a correria do dia-a-dia de cada um de nós concluímos que esse tempo chegou, pois, todos tem tantas coisas a fazer que o dia ficou curto para realizar todas as tarefas. Atualmente o pai de família trabalha e a mãe que anteriormente era dedicada ao lar também complementa a renda familiar ausentando-se das costumeiras tarefas relacionadas a criação dos filhos para trabalhar fora. A mãe trabalha fora e ainda enfrenta a jornada de trabalho no lar consumindo o tempo que ora era fundamental para que os filhos pudessem crescer em um ambiente farto de atenção e cuidados que agora são motivos de ganhos financeiros pelas instituições escolares que tentam fazer este papel, sem, no entanto, chegar a ser o núcleo familiar que abriga o conteúdo proposto pelo Eterno para que a sociedade se erga novamente. Não é errado a mulher trabalhar e nem a escola ensinar, porém, deve haver um senso de equilíbrio que faça com a mãe não perca seu papel no seio familiar e a escola com sua proposta educacional assuma o seu verdadeiro papel, ou seja, exerça sua função apenas auxiliadora e coadjuvante. Os progenitores são espelhos para seus filhos e devem estar próximos, ou seja, presentes em todo o tempo do desenvolvimento das fases que envolvem as duas primeiras décadas de vida que sustentam a construção da pessoa. A família sofre nestes dias trabalhosos e difíceis a ausência dos atores principais e isso é um mal que deve ser sanado! Quantos pais, (me refiro aos homens que são pais) vivem mais tempo em tarefas em busca de condições melhores - "se é que apenas o dinheiro pode trazê-las" - e não estão cumprindo com sua presença o suprir dos quesitos: afeição, atenção e união. Viver em tempos como estes não significa não pensar, pois, ao refletirmos que precisamos melhorar podemos tomar decisões acertadas para salvar pelo menos a família mais próxima de nós: "A NOSSA!" 30 de Abril de 2011 i Pastor, escritor, poeta e Teólogo 1