FACULDADE ANHANGUERA -UNOPAR
MARIA DE FÁTIMA GRECO FERREIRA
PROMOÇÃO DA SAÚDE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO
TRANSMISSÍVEIS: O PAPEL DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL.
Caçapava do Sul - RS
2025
MARIA DE FÁTIMA GRECO FERREIRA
PROMOÇÃO DA SAÚDE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO
TRANSMISSÍVEIS: O PAPEL DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL.
Trabalho de Conclusão de Curso I apresentado
como requisito parcial para a obtenção do título de
Bacharel em Nutrição.
2
1 INTRODUÇÃO
Nos últimosanos, a prevalência de doenças crônicas não transmissíveis
(DCNT) tem aumentado significativamente em todo o mundo, tornando-se um dos
principais desafios de saúde pública. As DCNTs, que incluem doenças como
diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e câncer, são responsáveis por
uma parcela substancial da morbidade e mortalidade global. Segundo a
Organização Panamericana da Saúde (OPAS), essas doenças são responsáveis por
aproximadamente 71% das mortes em todo o mundo, sendo que a maioria dessas
mortes ocorre em países de baixa e média renda (OPAS, 2024).
Diante desse cenário alarmante, a busca por estratégias eficazes de
prevenção e controle das DCNTs tornou-se uma prioridade. Entre os fatores de risco
modificáveis mais relevantes, a alimentação desempenha um papel central. Estudos
científicos têm demonstrado consistentemente que uma alimentação equilibrada e
rica em nutrientes é essencial para a prevenção e controle das DCNTs. Uma dieta
saudável pode ajudar a reduzir a incidência dessas doenças e melhorar a qualidade
de vida das pessoas (Correa e Rocha, 2021).
A alimentação influencia diretamente em diversos aspectos da saúde,
incluindo o controle do peso corporal, a regulação dos níveis de açúcar no sangue, a
manutenção de níveis adequados de colesterol e a redução da pressão arterial.
Alimentos ricos em fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes têm demonstrado
efeitos benéficos na saúde cardiovascular, na prevenção do diabetes tipo 2 e na
proteção contra certos tipos de câncer. Por outro lado, o consumo excessivo de
alimentos ultraprocessados, ricos em açúcares, gorduras saturadas e sódio, está
associado ao aumento do risco de desenvolver DCNTs (Correa e Rocha, 2021).
Além dos impactos diretos na saúde, a alimentação também tem implicações
econômicas e sociais. O aumento dos custos com cuidados de saúde, a perda de
produtividade e a redução da qualidade de vida são consequências indiretas da má
alimentação e das DCNTs. Portanto, a promoção de hábitos alimentares saudáveis
é uma estratégia fundamental não apenas para a saúde individual, mas também
para o bem-estar das comunidades e para a sustentabilidade dos sistemas de
saúde. A abordagem preventiva é economicamente vantajosa, já que os custos
associados ao tratamento das DCNTs são significativamente altos e representam
uma carga pesada para os sistemas de saúde pública e privada (OPAS, 2024).
A importância de uma alimentação equilibrada também se reflete na
prevenção de outras condições de saúde que podem agravar as DCNTs, como a
obesidade e o sedentarismo. Uma dieta rica em nutrientes, aliada a hábitos de vida
saudáveis, como a prática regular de atividade física, é crucial para manter o
equilíbrio metabólico e prevenir o desenvolvimento de doenças crônicas. A
promoção de um estilo de vida saudável desde a infância é essencial para criar
hábitos duradouros que beneficiem a saúde ao longo da vida.
A pesquisa também buscará identificar os desafios e barreiras para a adoção
de hábitos alimentares saudáveis, bem como as estratégias eficazes para promover
mudanças de comportamento em relação à alimentação (OPAS, 2024).
2 PROBLEMA
Como a alimentação pode ser utilizada como uma estratégia eficaz na
prevenção de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), e quais são os
4.
3
principais desafios ebarreiras para a adoção de hábitos alimentares saudáveis pela
população?
3 JUSTIFICATIVA
As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) representam um dos maiores
desafios de saúde pública no mundo contemporâneo. A Organização Panamericana
de Saúde (OMS) estima que as DCNTs são responsáveis por aproximadamente
71% das mortes globais, sendo que muitas dessas mortes são prematuras e
evitáveis. Entre as principais DCNTs destacam-se doenças como diabetes,
hipertensão, doenças cardiovasculares e câncer. O impacto dessas enfermidades na
vida das pessoas, nas economias dos países e nos sistemas de saúde é
significativo, tornando urgente a busca por estratégias eficazes de prevenção
(OPAS, 2024).
A alimentação desempenha um papel crucial na prevenção das DCNTs.
Diversos estudos científicos têm demonstrado que uma dieta equilibrada, rica em
nutrientes, pode reduzir significativamente o risco de desenvolvimento dessas
doenças. Alimentos ricos em fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes têm
mostrado efeitos benéficos na saúde cardiovascular, na prevenção do diabetes tipo
2 e na proteção contra certos tipos de câncer. Por outro lado, o consumo excessivo
de alimentos ultraprocessados, ricos em açúcares, gorduras saturadas e sódio, está
associado ao aumento do risco de DCNTs. Dessa forma, a promoção de hábitos
alimentares saudáveis é essencial para melhorar a saúde da população e prevenir o
surgimento dessas doenças (OPAS, 2024).
A justificativa para a realização deste estudo reside na necessidade urgente
de compreender melhor a relação entre a alimentação e a prevenção de DCNTs,
bem como identificar as barreiras e desafios para a adoção de hábitos alimentares
saudáveis pela população. Apesar das evidências científicas que corroboram os
benefícios de uma alimentação saudável, a transição para uma dieta equilibrada
enfrenta diversos obstáculos, como o acesso limitado a alimentos saudáveis, a
influência da publicidade de alimentos ultraprocessados, a falta de conhecimento
nutricional e a resistência a mudanças de comportamento (BRASIL, 2021).
Ademais, a realização deste estudo é pertinente no contexto atual, onde a
prevalência de DCNTs continua a aumentar, colocando uma pressão crescente
sobre os sistemas de saúde. A promoção de uma alimentação saudável pode
contribuir significativamente para a redução dos custos com cuidados de saúde, a
melhoria da qualidade de vida das pessoas e o aumento da produtividade. Portanto,
investigar estratégias eficazes para incentivar hábitos alimentares saudáveis é de
extrema importância para a saúde pública.
A pesquisa também se justifica pela necessidade de desenvolver políticas
públicas e programas de intervenção que promovam uma alimentação saudável e
previnam as DCNTs. Políticas que incentivem a produção e o consumo de alimentos
frescos e nutritivos, que restrinjam a publicidade de alimentos ultra processados
para crianças e que proporcionem educação nutricional são fundamentais para criar
um ambiente que favoreça escolhas alimentares saudáveis (OPAS, 2024).
Além disso, o estudo pode contribuir para a formação de profissionais de
saúde, educadores e formuladores de políticas, fornecendo subsídios baseados em
evidências para a implementação de ações eficazes na promoção da saúde. A
integração dos conhecimentos obtidos através desta pesquisa pode resultar em uma
5.
4
abordagem mais holísticae colaborativa na prevenção de DCNTs, envolvendo
diferentes setores da sociedade, como saúde, educação, agricultura e indústria
alimentícia (BRASIL, 2021).
Este estudo busca preencher lacunas no conhecimento sobre a relação entre
a alimentação e a prevenção de DCNTs, fornecer evidências para a formulação de
políticas de saúde e promover um estilo de vida mais saudável entre a população. A
compreensão aprofundada dos fatores que influenciam a adoção de hábitos
alimentares saudáveis é essencial para enfrentar o crescente desafio das DCNTs e
promover a saúde e o bem-estar das pessoas de maneira sustentável (OPAS,
2024).
A relevância deste estudo reside na necessidade urgente de estratégias
eficazes para combater a crescente incidência de DCNTs. A compreensão do papel
da alimentação na prevenção dessas doenças pode contribuir para a formulação de
políticas de saúde mais eficazes e para a promoção de um estilo de vida mais
saudável entre a população. A educação nutricional e a conscientização sobre os
benefícios de uma dieta equilibrada são passos essenciais para promover mudanças
duradouras e significativas nos hábitos alimentares das pessoas (OPAS, 2024).
4 OBJETIVOS
4.1 OBJETIVOS GERAL
Investigar o impacto da alimentação na prevenção de doenças crônicas não
transmissíveis (DCNT), destacando a importância de uma dieta equilibrada na
promoção da saúde e na redução do risco dessas doenças.
4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
● Analisar os principais fatores alimentares associados à prevenção de
DCNTs;
● Investigar os benefícios de uma alimentação equilibrada;
● Identificar desafios e barreiras para a adoção de hábitos alimentares
saudáveis.
5 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) são identificadas por um
grande número de males que não têm origem em infecções e, portanto, não são
transmissíveis de pessoa para pessoa. O crescimento dessas enfermidades está
associado a diversos fatores de efeito lento e silencioso, como predisposição
genética, herança familiar e influências do meio ambiente. Essas doenças causam
danos ao corpo, afetando o metabolismo e, em alguns casos, levando à perda das
funções de órgãos e sistemas (Figueiredo; Ceccon; Figueiredo, 2021). Além desses
fatores, outra característica que define uma DCNT é a presença de elementos de
risco comuns, como sedentarismo, consumo de álcool, tabagismo e alimentação
6.
5
inadequada. A prevençãodessas doenças está diretamente ligada à mudança
desses hábitos e comportamentos (BRASIL, 2021).
As DCNTs englobam um grupo de enfermidades que inclui doenças
cardiovasculares, problemas respiratórios crônicos, cânceres, diabetes, obesidade e
hipertensão (OPAS, 2024). No Brasil, essas doenças são prevalentes, com destaque
para a obesidade, diabetes tipo 2, dislipidemia, doenças cardíacas e cânceres
(BRASIL, 2021).
No século passado, as infecções eram a principal causa de morte na
sociedade. Em 1930, as doenças infecciosas representam 46% das mortes nas
cidades brasileiras. No entanto, esse cenário mudou drasticamente. Atualmente, as
DCNTs são as principais responsáveis pelas mortes no país. Em 2003, as doenças
infecciosas correspondiam a apenas 5% dos óbitos, enquanto as doenças
cardiovasculares, que representavam 12% das mortes em 1930, hoje respondem
por um terço de todas as mortes no Brasil. Neoplasias ocupam o segundo lugar,
seguidas por óbitos causados por acidentes e violência (BRASIL, 2021).
Essa mudança no padrão de morbidade e mortalidade no país é resultado da
transição epidemiológica, influenciada por fatores como o aumento da expectativa
de vida, a melhoria das condições higiênicas, o controle de doenças infecciosas e
mudanças demográficas e comportamentais. Esses fatores estão intimamente
ligados ao impacto das transformações econômicas e sociais (Santana et al., 2020).
No que diz respeito aos cânceres, o Instituto Nacional do Câncer (INCA,
2022) projeta que, com exceção do câncer de pele não melanoma, os tipos mais
prevalentes serão o câncer de mama e o de colo do útero em mulheres, e o câncer
de pulmão e próstata em homens. Essa tendência segue o padrão observado em
outros países (BRASIL, 2022). Em 2022, o câncer de pele não melanoma foi o mais
frequente no Brasil, seguido pelo câncer de mama em mulheres (30,1% dos casos
novos) e pelo câncer de próstata em homens (30,0% dos casos novos) (INCA,
2022).
Carvalho (2020) destaca que as DCNTs são uma das maiores preocupações
de saúde pública, responsáveis por aproximadamente 4 milhões de mortes anuais
em todo o mundo. Essas doenças geralmente se manifestam em adultos, mas
muitas vezes têm origem na infância ou adolescência, ou estão associadas a
comportamentos adquiridos nesses períodos. A avaliação dos fatores de risco e
proteção relacionados às DCNTs é tradicionalmente feita de forma isolada, mas,
como é amplamente reconhecido, o comportamento humano é influenciado por
múltiplos fatores, e a análise individual de cada um deles nem sempre reflete o risco
real do indivíduo.
Diante do impacto significativo das DCNTs na saúde da população, é
essencial manter uma vigilância constante sobre os fatores de risco, monitorar novos
casos e acompanhar os já existentes, com foco prioritário na intervenção sobre os
fatores de risco modificáveis. Entre os fatores de risco para DCNTs, destacam-se os
imutáveis, como idade, diversidade genética, raça e sexo (BRASIL, 2022), e os
modificáveis, relacionados ao estilo de vida, como tabagismo, consumo excessivo
de álcool, dieta desequilibrada, estresse e sedentarismo, que estão associados a
condições como dislipidemia, obesidade e diabetes (Santana et al., 2020).
O Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) é garantido quando há
Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), definida como o acesso permanente e
irrestrito a alimentos em quantidade e qualidade adequadas às necessidades
individuais, sem comprometer outras necessidades básicas (OPAS, 2024).
7.
6
Dada a importânciada alimentação na prevenção e tratamento das DCNTs, o
padrão alimentar é tanto um fator de risco quanto de proteção para o
desenvolvimento dessas doenças. Portanto, é crucial compreender as causas do
consumo alimentar, incluindo fatores como renda, raça, gênero, educação e
idade. A associação entre o padrão alimentar e o desenvolvimento de DCNTs exige
uma análise aprofundada das condições de vida e dos hábitos da população
((BRASIL, 2022).
A pesquisa de Santana et al. (2020) revela que famílias com menor renda per
capita têm menos acesso a alimentos básicos em comparação com aquelas de
maior renda. Além disso, o estudo mostra que o poder de compra do salário mínimo
vem diminuindo ao longo dos anos, dificultando o acesso a uma alimentação
adequada para muitas famílias (Santana et al., 2020). O Departamento Intersindical
de Estatística e Estudos Sociais (DIEESE) documenta essa disparidade desde 1959,
destacando a insuficiência do salário mínimo para cobrir o custo de vida (DIEESE,
2016).
Esses dados são relevantes porque o acesso a alimentos saudáveis está
diretamente relacionado à renda. Em 2023, segundo a Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios (PNAD), 27,6% das famílias brasileiras enfrentam
insegurança alimentar, sendo que 69% dessas famílias eram chefiadas por pessoas
negras (IBGE, 2024).
O aumento das DCNTs afeta todas as faixas de renda, mas impacta de forma
mais severa as famílias de baixa renda, que enfrentam condições precárias de
alimentação, moradia e qualidade de vida (BRASIL, 2022).
Dias e Simas (2020) destacam que muitos alimentos possuem propriedades
que melhoram a qualidade de vida, previnem doenças e promovem a saúde, graças
à presença de compostos bioativos, como carotenoides, flavonoides, ácidos graxos
(como o ômega-3), prebióticos e fibras. Esses nutrientes podem ser obtidos por meio
de uma dieta rica em frutas, vegetais e alimentos integrais.
Estratégias alimentares e nutricionais são fundamentais para reduzir a
incidência e o impacto das DCNTs. A educação nutricional e mudanças
comportamentais desempenham um papel crucial na promoção de uma dieta
saudável e no controle das complicações associadas a essas doenças (Correa e
Rocha, 2021).
Santana et al. (2020) afirma que mudar hábitos alimentares é um desafio
significativo para os profissionais de saúde, exigindo uma abordagem
interdisciplinar. Além disso, muitos pacientes enfrentam dificuldades para manter
consistência nos cuidados de saúde.
A escola é um ambiente crucial para a formação de hábitos alimentares
saudáveis, pois é nessa fase que as crianças desenvolvem suas preferências e
comportamentos alimentares. A atuação do nutricionista na primeira infância é
essencial para promover uma alimentação adequada e prevenir DCNTs, fornecendo
orientações técnicas e educativas aos pacientes e suas famílias (Acosta et al.,
2021).
A atuação do nutricionista na prevenção e tratamento das DCNTs é
fundamental para melhorar a saúde e a qualidade de vida da população, reduzir
complicações e diminuir os custos com a saúde pública, trazendo benefícios
duradouros para a sociedade (Silva et al., 2021).
8.
7
6 METODOLOGIA
De acordocom Santana et al. (2020), o processo de pesquisa científica
envolve a investigação da realidade para, a partir disso, atuar com detalhamento.
Esse processo exige a análise e o conhecimento de métodos e técnicas em
pesquisa científica, visando elaborar um estudo que considere provas empíricas e a
verificação experimental de hipóteses teóricas, apoiadas em testes e confirmações.
O objetivo é alcançar conclusões objetivas, relativamente livres de suposições e
influências de códigos culturais e pessoais.
Considerando que o objeto de estudo deste trabalho é a relação entre
alimentação e doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), optou-se pela
abordagem de investigação bibliográfica. Qualquer trabalho científico inicia-se com
uma pesquisa bibliográfica, que permite ao pesquisador conhecer o que já se
estudou sobre o assunto. Existem, porém, pesquisas científicas que se baseiam
unicamente na pesquisa bibliográfica, procurando referências teóricas publicadas
com o objetivo de recolher informações ou conhecimentos prévios sobre o problema
a respeito do qual se procura a resposta (Dorsa, 2020).
A primeira etapa da pesquisa consiste em uma leitura exploratória, também
chamada de leitura atenta e sistemática, com o objetivo de compreender as
diferentes contribuições científicas disponíveis na literatura. Para isso, será realizada
uma revisão bibliográfica sobre doenças crônicas não transmissíveis, priorizando
fontes publicadas no período de 2015 a 2025. As plataformas utilizadas para a
coleta de dados serão a SciELO, o Google Acadêmico e o portal de periódicos da
CAPES.
Inicialmente, serão apresentados o objetivo geral e os objetivos específicos
deste estudo. Para o embasamento teórico, será necessário recorrer a diversas
fontes literárias. Em um primeiro momento, o tema será estudado por meio das
plataformas SciELO, Google Acadêmico e portal de periódicos CAPES, identificando
teses, dissertações e artigos acadêmicos relevantes. A partir da leitura e do
aprofundamento desses materiais, será possível ampliar os conhecimentos sobre o
tema e identificar as fontes bibliográficas que serão referenciadas ao longo do
trabalho.
Este trabalho é caracterizado como uma pesquisa bibliográfica que consiste
na coleta de informações já conhecidas a partir de textos, livros, artigos e demais
materiais de caráter científico. Trata-se de um método teórico que busca analisar
diferentes perspectivas sobre um mesmo problema. Além disso, a pesquisa é
classificada como qualitativa, uma vez que a interpretação dos fenômenos e a
atribuição de significados são fundamentais no processo de investigação, sem a
utilização de métodos e técnicas estatísticas (Dorsa, 2020).
7 CRONOGRAMA
Cronograma 1
Descrição Data Inicial Data Final
Escolha do tema. Definição do
problema de pesquisa.
01/02/2025 02/02/2025
9.
8
Descrição Data InicialData Final
Definição dos objetivos,
justificativa.
01/02/2025 31/03/2025
Definição da metodologia. 01/03/2025 30/04/2025
Pesquisa bibliográfica e
elaboração da fundamentação
teórica.
01/03/2025 30/06/2025
Entrega da primeira versão do
projeto.
01/05/2025 30/06/2025
Entrega da versão final do
projeto.
01/05/2025 30/06/2025
Revisão das referências para
elaboração do TCC.
01/06/2025 31/07/2025
Elaboração do Capítulo 1. 01/07/2025 31/08/2025
Revisão e reestruturação do
Capítulo 1 e elaboração do
Capítulo 2.
01/08/2025 30/09/2025
Revisão e reestruturação dos
Capítulos 1 e 2. Elaboração do
Capítulo 3.
01/08/2025 30/09/2025
Elaboração das considerações
finais. Revisão da Introdução.
01/09/2025 31/10/2025
Reestruturação e revisão de
todo o texto. Verificação das
referências utilizadas.
01/09/2025 31/10/2025
Elaboração de todos os
elementos pré e pós-textuais.
01/09/2025 31/10/2025
Entrega do TCC. 01/10/2025 31/10/2025
Defesa do TCC. 01/11/2025 30/11/2025
Fonte: O autor (2025).
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