Roberto Ivens nasceu a 12 de Junho de 1850, em São Pedro, Ponta Delgada.  Era filho de Margarida Júlia de Medeiros Castelo Branco, de apenas 18 anos de idade que provinha de uma família com poucos recursos, e de Robert Breakspeare Ivens, de 30 anos, filho do comerciante inglês William Ivens, residente em Ponta Delgada desde 1800. Roberto Ivens foi criado pela mãe e pela tia, Ana Matilde.
 
Frequentou a Escola Primária do Convento da Graça, onde foi apelidado de "Roberto do Diabo" devido ás confusões em que se envolvia. Mais tarde Roberto Ivens foi viver com o pai, a madrasta e os irmãos para Faro, no Algarve. Em 1861 Roberto Ivens é inscrito na Escola da Marinha, em Lisboa, foi ai que estudou e continuou com uma carreira como oficial de marinha .
Concluiu o curso de Marinha com apenas 20 anos, com as classificações mais elevadas. Frequentou em 1871 a Escola Prática de Artilharia Naval e partiu esse ano para a Índia, integrado na guarnição da corveta  Estefânia. Em 1875, segue na corveta  Duque da Terceira  para São Tomé e Príncipe e daqui para os portos da América da Sul.
Em 1890 foi nomeado, oficial às ordens da Casa Militar do rei D. Carlos. Em 1895 foi feito oficial da Real Ordem Militar de S. Bento de Avis. Em 1895 foi promovido a capitão-de-fragata.
Quando regressou a Lisboa, soube do plano governamental de exploração no interior africano, destinado a explorar os territórios entre as províncias de Angola e Moçambique. Ofereceu- se logo para fazer parte desse plano.  Como a decisão demorou, pediu para servir na estação naval de Angola.
Em 1885 finalizada a viagem de exploração, Roberto Ivens e Hermenegildo Capelo foram recebidos como heróis em Lisboa. Até o rei D. Luís se dirigiu ao cais para os receber e os condecorar à chegada.  Em seguida o rei conduziu-os ao Arsenal da Marinha para as boas vindas. Seguiram-se oito dias de festas, com colchas nas varandas, iluminação, fogos de artifício, almoços, jantares e discursos sobre a heróica viagem.
Roberto Ivens faleceu em Oeiras, a 28 de Janeiro de 1898, deixando a mulher viúva e três filhos. O segundo tenente Ivens Ferraz conduzia o bicórnio e a espada do falecido.  No largo do Cemitério de Carnaxide prestou as honras fúnebres uma força de 160 praças do corpo de marinheiros, com a respectiva charanga, e junto do jazigo, o Ministro da Marinha proferiu o elogio fúnebre.
Por todo Portugal existem dezenas de ruas com o nome de Roberto Ivens.  Ponta Delgada prestou-lhe também a devida homenagem, erguendo um busto.  Em Ponta Delgada, bem próximo do lugar do seu nascimento, funciona a Escola Básica Integrada Roberto Ivens.  
http://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Ivens http://content.answers.com/main/content/wp/en/thumb/b/b8/180px-Capelo_and_Ivens.jpg http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/97/Artur_Ivens_Ferraz.jpg/180px-Artur_Ivens_Ferraz.jpg http://www.rtp.pt/wportal/sites/tv/grandesportugueses/images/articles/613/Roberto_Ivens_Foto_Passe.jpg

Tarbalho De Historia Biografia

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    Roberto Ivens nasceua 12 de Junho de 1850, em São Pedro, Ponta Delgada. Era filho de Margarida Júlia de Medeiros Castelo Branco, de apenas 18 anos de idade que provinha de uma família com poucos recursos, e de Robert Breakspeare Ivens, de 30 anos, filho do comerciante inglês William Ivens, residente em Ponta Delgada desde 1800. Roberto Ivens foi criado pela mãe e pela tia, Ana Matilde.
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    Frequentou a EscolaPrimária do Convento da Graça, onde foi apelidado de "Roberto do Diabo" devido ás confusões em que se envolvia. Mais tarde Roberto Ivens foi viver com o pai, a madrasta e os irmãos para Faro, no Algarve. Em 1861 Roberto Ivens é inscrito na Escola da Marinha, em Lisboa, foi ai que estudou e continuou com uma carreira como oficial de marinha .
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    Concluiu o cursode Marinha com apenas 20 anos, com as classificações mais elevadas. Frequentou em 1871 a Escola Prática de Artilharia Naval e partiu esse ano para a Índia, integrado na guarnição da corveta Estefânia. Em 1875, segue na corveta Duque da Terceira para São Tomé e Príncipe e daqui para os portos da América da Sul.
  • 6.
    Em 1890 foinomeado, oficial às ordens da Casa Militar do rei D. Carlos. Em 1895 foi feito oficial da Real Ordem Militar de S. Bento de Avis. Em 1895 foi promovido a capitão-de-fragata.
  • 7.
    Quando regressou aLisboa, soube do plano governamental de exploração no interior africano, destinado a explorar os territórios entre as províncias de Angola e Moçambique. Ofereceu- se logo para fazer parte desse plano. Como a decisão demorou, pediu para servir na estação naval de Angola.
  • 8.
    Em 1885 finalizadaa viagem de exploração, Roberto Ivens e Hermenegildo Capelo foram recebidos como heróis em Lisboa. Até o rei D. Luís se dirigiu ao cais para os receber e os condecorar à chegada. Em seguida o rei conduziu-os ao Arsenal da Marinha para as boas vindas. Seguiram-se oito dias de festas, com colchas nas varandas, iluminação, fogos de artifício, almoços, jantares e discursos sobre a heróica viagem.
  • 9.
    Roberto Ivens faleceuem Oeiras, a 28 de Janeiro de 1898, deixando a mulher viúva e três filhos. O segundo tenente Ivens Ferraz conduzia o bicórnio e a espada do falecido. No largo do Cemitério de Carnaxide prestou as honras fúnebres uma força de 160 praças do corpo de marinheiros, com a respectiva charanga, e junto do jazigo, o Ministro da Marinha proferiu o elogio fúnebre.
  • 10.
    Por todo Portugalexistem dezenas de ruas com o nome de Roberto Ivens. Ponta Delgada prestou-lhe também a devida homenagem, erguendo um busto. Em Ponta Delgada, bem próximo do lugar do seu nascimento, funciona a Escola Básica Integrada Roberto Ivens.  
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