O documento discute os dons espirituais mencionados na Bíblia, em especial o dom de línguas. Aponta que nem todos que receberam o Espírito Santo falavam em línguas e que o dom de línguas na época dos apóstolos permitia a pregação do evangelho em outros idiomas, não sendo necessariamente "línguas estranhas". Também diferencia o verdadeiro dom de línguas do falso, associado a palavras incompreensíveis ou vaidade.