SIMBOLO OFICIAL – TERAPIA OCUPACIONAL e o seu significado




Autores: Drs. João Marinônio Aveiro Carneiro e Carlos Alberto Esteu Tribuzy

Data de aprovação pelo COFFITO: 7/NOV/2002



Origem: A composição do Símbolo da Terapia Ocupacional partiu de informações
coletadas na mitologia, para a identificação dos quatros elementos – fogo, serpente
(shekinah), circulo e delta ou triangulo – que compõem e fundamenta-se na
convergência do símbolo com os princípios teórico-práticos da Terapia Ocupacional,
tais como a atividade humana como eixo principal, recurso terapêutico, relação
paciente versus atividade versus terapeuta.



Fundamentação teórica:

Responsáveis Dr. Andre Luis Bentin Lacerda e a Dra. Patrícia Moreira Bastos




SIMBOLO OFICIAL – TERAPIA OCUPACIONAL, continuação
O símbolo apresenta-se envolto por uma forma oval verde que trás em si o indicativo
da ação dirigida a saúde, convite a relação, ao intercambio entre o sujeito e o meio
exterior, em vista do equilíbrio como resultado da reflexão e elaboração interna. Em
seu exterior, os quatro elementos: o circulo, o delta, o shekinah com uma serpente
estampada e o fogo.

A esfera ou circulo amarelo dourado (de baixa concentração e o jogo de sombras,
para dar noção de circularidade) traz um delta ou triângulo violeta no seu interior, em
perspectiva tridimensional. Neste delta observa-se em seu interior um ponto
convergente, com dimensões pequenas e acentuadas, em tonalidade violeta porém
mais acentuada. É a presença deste centro que sugere a promoção da transformação
do sujeito em busca de sua verdade – a integração do sujeito. Esta esfera está
apoiada no centro do shekinah, representando exatamente o ponto de convergência
de conhecimentos. A shekinah lembra uma grande coluna tridimensional de cristal,
com dimensões diferentes em sua extremidades, para permitir o seu apoio e equilíbrio,
unidade básica da vida, originada do elemento químico do carbono. A shekinah está
apoiada no centro do circulo marrom rodeada no fogo, em labaredas vivas, elemento
da natureza que age ou impulsiona as transformações.

O fogo nos reporta à mudança na vida da humanidade e representa a fonte de energia
necessária a qualquer grande obra, o amor profundo pelo próximo e o ardor ou
entusiasmo por tudo que é nobre e generoso. A serpente (shekinah) é o elemento que
denota um objeto de convergência e de centralização, comunhão, buscando-se
sabedoria, harmonia e desenvolvimento universal. A presença da serpente,
estampada na shekinah, direciona todo este conhecimento para a saúde e o bem estar
humano. O circulo representa o elemento da livre criação, do infinito e do universo,
sem começo nem fim (atividade humana), resultado de um ponto central (o homem),
que o pode traçar utilizando apenas um instrumento cujas dimensões representam o
limite de seus conhecimentos, da sua iniciativa e da liberdade. Finalmente, o delta (ou
triangulo) é o elemento luminoso, de força e de expansão e representa a tríade
terapêutica ocupacional: terapeuta-cliente-atividade. O acréscimo de I, no triangulo,
simboliza o ser humano.



Fonte: Revista do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional –
COFFITO, Setembro/2002, pg. 35.

Símbolo e o significado

  • 1.
    SIMBOLO OFICIAL –TERAPIA OCUPACIONAL e o seu significado Autores: Drs. João Marinônio Aveiro Carneiro e Carlos Alberto Esteu Tribuzy Data de aprovação pelo COFFITO: 7/NOV/2002 Origem: A composição do Símbolo da Terapia Ocupacional partiu de informações coletadas na mitologia, para a identificação dos quatros elementos – fogo, serpente (shekinah), circulo e delta ou triangulo – que compõem e fundamenta-se na convergência do símbolo com os princípios teórico-práticos da Terapia Ocupacional, tais como a atividade humana como eixo principal, recurso terapêutico, relação paciente versus atividade versus terapeuta. Fundamentação teórica: Responsáveis Dr. Andre Luis Bentin Lacerda e a Dra. Patrícia Moreira Bastos SIMBOLO OFICIAL – TERAPIA OCUPACIONAL, continuação
  • 2.
    O símbolo apresenta-seenvolto por uma forma oval verde que trás em si o indicativo da ação dirigida a saúde, convite a relação, ao intercambio entre o sujeito e o meio exterior, em vista do equilíbrio como resultado da reflexão e elaboração interna. Em seu exterior, os quatro elementos: o circulo, o delta, o shekinah com uma serpente estampada e o fogo. A esfera ou circulo amarelo dourado (de baixa concentração e o jogo de sombras, para dar noção de circularidade) traz um delta ou triângulo violeta no seu interior, em perspectiva tridimensional. Neste delta observa-se em seu interior um ponto convergente, com dimensões pequenas e acentuadas, em tonalidade violeta porém mais acentuada. É a presença deste centro que sugere a promoção da transformação do sujeito em busca de sua verdade – a integração do sujeito. Esta esfera está apoiada no centro do shekinah, representando exatamente o ponto de convergência de conhecimentos. A shekinah lembra uma grande coluna tridimensional de cristal, com dimensões diferentes em sua extremidades, para permitir o seu apoio e equilíbrio, unidade básica da vida, originada do elemento químico do carbono. A shekinah está apoiada no centro do circulo marrom rodeada no fogo, em labaredas vivas, elemento da natureza que age ou impulsiona as transformações. O fogo nos reporta à mudança na vida da humanidade e representa a fonte de energia necessária a qualquer grande obra, o amor profundo pelo próximo e o ardor ou entusiasmo por tudo que é nobre e generoso. A serpente (shekinah) é o elemento que denota um objeto de convergência e de centralização, comunhão, buscando-se sabedoria, harmonia e desenvolvimento universal. A presença da serpente, estampada na shekinah, direciona todo este conhecimento para a saúde e o bem estar humano. O circulo representa o elemento da livre criação, do infinito e do universo, sem começo nem fim (atividade humana), resultado de um ponto central (o homem), que o pode traçar utilizando apenas um instrumento cujas dimensões representam o limite de seus conhecimentos, da sua iniciativa e da liberdade. Finalmente, o delta (ou triangulo) é o elemento luminoso, de força e de expansão e representa a tríade terapêutica ocupacional: terapeuta-cliente-atividade. O acréscimo de I, no triangulo, simboliza o ser humano. Fonte: Revista do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional – COFFITO, Setembro/2002, pg. 35.