O documento discute a evolução histórica da execução civil no Brasil, desde o CPC de 1939 até as reformas recentes do CPC de 2015. Aborda os principais pontos introduzidos pelo CPC de 1973 e pelas leis subsequentes, como a uniformização dos procedimentos para títulos judiciais e extrajudiciais e a ampliação das defesas do executado. Também reflete sobre os objetivos das reformas mais recentes de desjudicializar parte do processo executivo.