O documento relata que a SEMACE embargou um abatedouro público em Alcântaras, Ceará por não atender às condições sanitárias exigidas, como isolamento pré-morte e manuseio adequado de carne. Apesar da obrigatoriedade do uso de métodos científicos para abate desde 1995, cerca de 78% das cidades cearenses ainda consomem "carne de moita" de abate irregular. O abatedouro de Alcântaras também não tinha licença ambiental da SEMACE.