Oh terna namorada que partiste…
Chegou a tua hora, te exauriste,
E me deixaste só, abandonado!
Ficou a minha vida sem sentido.
Quem me dera contigo ter partido,
E ficarmos p’ra sempre lado a lado!
Acompanhar-te à última morada,
Foi doloroso, eterna namorada.
Foi caminhar descalço sobre espinhos!
Desejei para sempre ali ficar.
Com mil rosas, as tuas cãs ornar.
E mimar o teu rosto com carinhos!
O nosso lar, amor, ficou vazio!
O ar irrespirável, bem mais frio.
E o próprio ambiente perdeu cor.
Aquele alindamento que tu davas.
Em toda aquela peça que tocavas,
Se foi também, murchou como uma flor!
O silêncio da noite é mais pesado.
É tudo mais escuro, mais cerrado,
A vida não existe mais aqui!
Tudo ficou amorfo, indefinido.
O dia é mais soturno, sem sentido.
É difícil amor, viver sem ti!
Foram cinquenta anos de ternura!
Cinquenta primaveras de ventura,
Passados junto a ti, à tua beira.
Ficar assim tão só, sem mais te ter.
Antes fechar os olhos, fenecer.
E que seja o mais breve, assim Deus queira!
Oh terna namorada que partiste…
Chegou a tua hora, te exauriste,
E me deixaste só, abandonado!
Ficou a minha vida sem sentido.
Quem me dera contigo ter partido,
E ficarmos p’ra sempre lado a lado!
Acompanhar-te à última morada,
Foi doloroso, eterna namorada.
Foi caminhar descalço sobre espinhos!
Desejei para sempre ali ficar.
Com mil rosas, as tuas cãs ornar.
E mimar o teu rosto com carinhos!
O nosso lar, amor, ficou vazio!
O ar irrespirável, bem mais frio.
E o próprio ambiente perdeu cor.
Aquele alindamento que tu davas.
Em toda aquela peça que tocavas,
Se foi também, murchou como uma flor!
O silêncio da noite é mais pesado.
É tudo mais escuro, mais cerrado,
A vida não existe mais aqui!
Tudo ficou amorfo, indefinido.
O dia é mais soturno, sem sentido.
É difícil amor, viver sem ti!
Foram cinquenta anos de ternura!
Cinquenta primaveras de ventura,
Passados junto a ti, à tua beira.
Ficar assim tão só, sem mais te ter.
Antes fechar os olhos, fenecer.
E que seja o mais breve, assim Deus queira!
Alfredo Mendes
Alfredo dos Santos Mendes
1ª Menção Honrosa
Jogos Florais Racal Clube
Subordinado ao tema: SEM TI.
Lagos--Algarve
Portugal
13/09/2010
Formatação e Criação: Luzia Gabriele
E-mail: luziagabriele@hotmail.com
Poeta: Alfredo dos Santos Mendes
Imagens: Internet e Arquivo Pessoal
Música: Sonido Del Silêncio - Flauta de Pan - Gonzalito - Instrumental
http://www.slideshare.net/luziagabriele
https://www.youtube.com/channel/UCAdCeCGHGTxtxQskjl4zkow
Data : 17 de Abril de 2017

Sem ti alfredo mendes

  • 4.
    Oh terna namoradaque partiste… Chegou a tua hora, te exauriste, E me deixaste só, abandonado! Ficou a minha vida sem sentido. Quem me dera contigo ter partido, E ficarmos p’ra sempre lado a lado!
  • 6.
    Acompanhar-te à últimamorada, Foi doloroso, eterna namorada. Foi caminhar descalço sobre espinhos! Desejei para sempre ali ficar. Com mil rosas, as tuas cãs ornar. E mimar o teu rosto com carinhos!
  • 8.
    O nosso lar,amor, ficou vazio! O ar irrespirável, bem mais frio. E o próprio ambiente perdeu cor. Aquele alindamento que tu davas. Em toda aquela peça que tocavas, Se foi também, murchou como uma flor!
  • 10.
    O silêncio danoite é mais pesado. É tudo mais escuro, mais cerrado, A vida não existe mais aqui! Tudo ficou amorfo, indefinido. O dia é mais soturno, sem sentido. É difícil amor, viver sem ti!
  • 12.
    Foram cinquenta anosde ternura! Cinquenta primaveras de ventura, Passados junto a ti, à tua beira. Ficar assim tão só, sem mais te ter. Antes fechar os olhos, fenecer. E que seja o mais breve, assim Deus queira!
  • 14.
    Oh terna namoradaque partiste… Chegou a tua hora, te exauriste, E me deixaste só, abandonado! Ficou a minha vida sem sentido. Quem me dera contigo ter partido, E ficarmos p’ra sempre lado a lado! Acompanhar-te à última morada, Foi doloroso, eterna namorada. Foi caminhar descalço sobre espinhos! Desejei para sempre ali ficar. Com mil rosas, as tuas cãs ornar. E mimar o teu rosto com carinhos! O nosso lar, amor, ficou vazio! O ar irrespirável, bem mais frio. E o próprio ambiente perdeu cor. Aquele alindamento que tu davas. Em toda aquela peça que tocavas, Se foi também, murchou como uma flor! O silêncio da noite é mais pesado. É tudo mais escuro, mais cerrado, A vida não existe mais aqui! Tudo ficou amorfo, indefinido. O dia é mais soturno, sem sentido. É difícil amor, viver sem ti! Foram cinquenta anos de ternura! Cinquenta primaveras de ventura, Passados junto a ti, à tua beira. Ficar assim tão só, sem mais te ter. Antes fechar os olhos, fenecer. E que seja o mais breve, assim Deus queira! Alfredo Mendes
  • 15.
    Alfredo dos SantosMendes 1ª Menção Honrosa Jogos Florais Racal Clube Subordinado ao tema: SEM TI. Lagos--Algarve Portugal 13/09/2010
  • 16.
    Formatação e Criação:Luzia Gabriele E-mail: luziagabriele@hotmail.com Poeta: Alfredo dos Santos Mendes Imagens: Internet e Arquivo Pessoal Música: Sonido Del Silêncio - Flauta de Pan - Gonzalito - Instrumental http://www.slideshare.net/luziagabriele https://www.youtube.com/channel/UCAdCeCGHGTxtxQskjl4zkow Data : 17 de Abril de 2017