O documento discute como o imaginário humano não tem limites e pode ser usado para representar ou fugir da realidade de maneiras positivas. Ele dá três exemplos: no filme "A vida é bela" onde imaginação mantém a esperança de um prisioneiro e seu filho, no filme "O naufrago" onde a imaginação evita a loucura de um homem isolado, e Martin Luther King que usou sua visão de um mundo pacífico para promover mudanças reais contra a intolerância.