O documento discute a "síndrome do sapo fervido", onde as pessoas e organizações não percebem as mudanças graduais no ambiente externo até que seja tarde demais. A metáfora do sapo fervido ilustra como as organizações precisam estar atentas às mudanças contínuas e tomar ações coletivas para se adaptar, ao invés de simplesmente "boiar" sem perceber as transformações.