Smart Cities
Relatório Final
Panorama Atual Nacional e Internacional
Tendências do Setor
Inovação e Tecnologia

Dezembro de 2013

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Sumário
Introdução................................................................................................................................ 2
1 Principais Pontos – Sinopse .................................................................................................. 3
1.1 Panorama Atual Nacional e Internacional ....................................................................... 3
1.2 Tendências do Setor ........................................................................................................ 5
1.3 Mercado Global Projetado ............................................................................................... 6
1.4 Oportunidades de Investimento ...................................................................................... 6
2 Panorama Nacional e Internacional ...................................................................................... 7
2.1 Smart Cities em paula ..................................................................................................... 9
2.2 Gestão de informação relevante ................................................................................. 11
2.3 África inteligente ......................................................................................................... 12
2.4 Estados Unidos – atecnologia em primeiro lugar .......................................................... 14
2.5 Cidades inteligentes brasileiras - exemplos .................................................................. 15
2.6 A transformação das cidades atuais ............................................................................. 21
2.7 Redes Sensoriais ........................................................................................................... 22
2.8 Restrições e desenvolvimento ..................................................................................... 23
2.9 O ranking das smart cities no mundo ............................................................................ 24
2.10 Cidades inteligentes chinesas ..................................................................................... 25
3 O Futuro das Cidades com Informação e Inclusão : Tecnologias e Ferramentas ................. 26
3.1 Conectividade com banda larga .................................................................................... 28
3.2 Dispositivos inteligentes pessoais .................................................................................. 29
3.3 Interfaces públicas e computação em nuvem ............................................................... 30
3.4 Iniciativas da ONU para cidades inteligentes ................................................................. 31
4 Experiências pelo Mundo : O Desenho do Futuro ................................................................ 32
4.1 Songdo ......................................................................................................................... 32
4.2 Masdar City .................................................................................................................. 33
4.3 A iniciativa europeia para Smart Cities .......................................................................... 35
4.4 Problemas para implementação de projetos de sustentabilidade ................................. 36
Conclusão ............................................................................................................................... 38
Referências Bibliográficas ...................................................................................................... 39
Anexo I – Entrevista com o Prof. Dr. Arnoldo José de Hoyos Guevara.................................... 40

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INTRODUÇÃO
As ações de desenvolvimento e estruturação de cidades sustentáveis e
inteligentes passam, segundo muitos analistas, por ações e políticas de atuação
desenvolvidas com o objetivo de atingir a maior quantidade de pessoas, porém
estruturadas em planos descentralizados, com gestão regional e local. Este é um
grande desafio.
A humanidade precisará de mais cidades inteligentes. A estimativa das
Nações Unidas é de que os centros urbanos serão a moradia de mais de 70% da
população mundial até 2050 – 6,4 bilhões dos 9,3 bilhões de habitantes do
planeta. Elas já são o lar de metade dos 7 bilhões de seres humanos, e adicionar
mais 3 bilhões de indivíduos a esse total testará os limites das cidades
existentes.
Uma consequência clara desta urbanização explosiva será o crescimento
das iniciativas de Smart Cities, caracterizadas pela integração da tecnologia na
visão estratégica de sustentabilidade, desenvolvimento econômico e melhores
condições de vida.
A busca constante por uma vida melhor, em convivência harmônica com
a natureza e toda a biosfera, acrescentando facilidades e possibilidades jamais
pensadas há algumas décadas não somente é um desejo, uma utopia, mas
realidade em diversos locais do planeta. De acordo com Castells (2002), a
tecnologia alterou nosso conceito e noção de tempo e espaço.
A rapidez com que as informações são geradas, disponibilizadas e
obtidas é praticamente instantânea em todo o planeta. A conexão mundial,
através da internet, possibilita a comunicação e a interação humana
independentemente do local onde as pessoas se encontram. A discussão agora
é sobre espaço de fluxos e espaço de lugares. A tecnologia móvel nos possibilita
uma virtualidade real, onde o espaço como antes conhecíamos, torna-se fluido,
esparso, inintelegível. Porém, continuamos a viver em locais, em lugares.
Como as cidades podem se preparar para este aparente paradoxo? Se nossa
mobilidade rompe cada vez mais qualquer barreira física de espaço, como
materializar algo que parece cada dia mais desmaterializado.
O contexto do desenvolvimento de processos e tecnologias em Smart
Cities se baseia em encontrar o equilíbrio necessário no pêndulo da pósmodernidade, onde vemos nitidamente o desenvolvimento e investimento em
pesquisas para melhorar o espaço de fluxos, ainda dependentes de nossa
interrelação humana.
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Relatório final Smart Cities - GHER Consultoria - Teaser

  • 1.
    Smart Cities Relatório Final PanoramaAtual Nacional e Internacional Tendências do Setor Inovação e Tecnologia Dezembro de 2013 P á g i n a |0
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    Sumário Introdução................................................................................................................................ 2 1 PrincipaisPontos – Sinopse .................................................................................................. 3 1.1 Panorama Atual Nacional e Internacional ....................................................................... 3 1.2 Tendências do Setor ........................................................................................................ 5 1.3 Mercado Global Projetado ............................................................................................... 6 1.4 Oportunidades de Investimento ...................................................................................... 6 2 Panorama Nacional e Internacional ...................................................................................... 7 2.1 Smart Cities em paula ..................................................................................................... 9 2.2 Gestão de informação relevante ................................................................................. 11 2.3 África inteligente ......................................................................................................... 12 2.4 Estados Unidos – atecnologia em primeiro lugar .......................................................... 14 2.5 Cidades inteligentes brasileiras - exemplos .................................................................. 15 2.6 A transformação das cidades atuais ............................................................................. 21 2.7 Redes Sensoriais ........................................................................................................... 22 2.8 Restrições e desenvolvimento ..................................................................................... 23 2.9 O ranking das smart cities no mundo ............................................................................ 24 2.10 Cidades inteligentes chinesas ..................................................................................... 25 3 O Futuro das Cidades com Informação e Inclusão : Tecnologias e Ferramentas ................. 26 3.1 Conectividade com banda larga .................................................................................... 28 3.2 Dispositivos inteligentes pessoais .................................................................................. 29 3.3 Interfaces públicas e computação em nuvem ............................................................... 30 3.4 Iniciativas da ONU para cidades inteligentes ................................................................. 31 4 Experiências pelo Mundo : O Desenho do Futuro ................................................................ 32 4.1 Songdo ......................................................................................................................... 32 4.2 Masdar City .................................................................................................................. 33 4.3 A iniciativa europeia para Smart Cities .......................................................................... 35 4.4 Problemas para implementação de projetos de sustentabilidade ................................. 36 Conclusão ............................................................................................................................... 38 Referências Bibliográficas ...................................................................................................... 39 Anexo I – Entrevista com o Prof. Dr. Arnoldo José de Hoyos Guevara.................................... 40 P á g i n a |1
  • 3.
    INTRODUÇÃO As ações dedesenvolvimento e estruturação de cidades sustentáveis e inteligentes passam, segundo muitos analistas, por ações e políticas de atuação desenvolvidas com o objetivo de atingir a maior quantidade de pessoas, porém estruturadas em planos descentralizados, com gestão regional e local. Este é um grande desafio. A humanidade precisará de mais cidades inteligentes. A estimativa das Nações Unidas é de que os centros urbanos serão a moradia de mais de 70% da população mundial até 2050 – 6,4 bilhões dos 9,3 bilhões de habitantes do planeta. Elas já são o lar de metade dos 7 bilhões de seres humanos, e adicionar mais 3 bilhões de indivíduos a esse total testará os limites das cidades existentes. Uma consequência clara desta urbanização explosiva será o crescimento das iniciativas de Smart Cities, caracterizadas pela integração da tecnologia na visão estratégica de sustentabilidade, desenvolvimento econômico e melhores condições de vida. A busca constante por uma vida melhor, em convivência harmônica com a natureza e toda a biosfera, acrescentando facilidades e possibilidades jamais pensadas há algumas décadas não somente é um desejo, uma utopia, mas realidade em diversos locais do planeta. De acordo com Castells (2002), a tecnologia alterou nosso conceito e noção de tempo e espaço. A rapidez com que as informações são geradas, disponibilizadas e obtidas é praticamente instantânea em todo o planeta. A conexão mundial, através da internet, possibilita a comunicação e a interação humana independentemente do local onde as pessoas se encontram. A discussão agora é sobre espaço de fluxos e espaço de lugares. A tecnologia móvel nos possibilita uma virtualidade real, onde o espaço como antes conhecíamos, torna-se fluido, esparso, inintelegível. Porém, continuamos a viver em locais, em lugares. Como as cidades podem se preparar para este aparente paradoxo? Se nossa mobilidade rompe cada vez mais qualquer barreira física de espaço, como materializar algo que parece cada dia mais desmaterializado. O contexto do desenvolvimento de processos e tecnologias em Smart Cities se baseia em encontrar o equilíbrio necessário no pêndulo da pósmodernidade, onde vemos nitidamente o desenvolvimento e investimento em pesquisas para melhorar o espaço de fluxos, ainda dependentes de nossa interrelação humana. P á g i n a |2