O documento discute a importância de sermos bondosos e compassivos uns com os outros, perdoando mutuamente como Deus nos perdoou. Ele cita o exemplo de Chiara Lubich, que estabeleceu um "pacto de misericórdia" com suas primeiras companheiras para sempre se verem com olhos de misericórdia e perdão. O pacto ajudou a manter a unidade entre elas ao se lembrarem apenas do bem no outro, não de defeitos.