Maria Imaculada
OS VALORES
DE NOSSA
ESCOLA
nossos valores
HONESTIDADE
AMAR

INTEGRALIDADE
SALVAÇAO E
SANTIFICAÇAO

ALEGRIA E FESTA

AMOR AL
TRABALHO

ESPIRITUALIDADE
SOLIDARIDADE
AMAR SE A SI MESMO
AMAR SE ENTRE SI
AMAR A DEUS
"Sejam afáveis e caridosas
com todos, jamais servis nem
adula­ras. Amem com
veneração a seus patrões e
estimem também aos mais
moradores da casa,
considerando que a caridade é
o melhor vinculo de união.
Não obstante, sejam ao mesmo
tempo reservadas prudentes
para evitar toda familiaridade
com qualquer pessoa" (Regu­
lamento para as jovens).

"As colegiais hão de amar-se
entre si como irmãs,
considerando-se uma mesma
família, dissimulando seus
defeitos mutuamente e cada qual
fazendo o que possa para dar bom
exemplo as demais" (Regul­
amento para as jovens).
AMOR AO TRABALHO
"Deve procurar que as moças aproveitem

o tempo que passam no Colégio,
ensinando-lhes, com todo primor
possível, a costurar, cerzir, marcar, segundo
a capacidade, e como estas jovens não têm
outro patrimônio que seu trabalho, ...
fazendo amar o trabalho como uma virtude
que lhes há de dar a felicidade e paz de suas
almas nesta vida e que há de ser o caminho
mais seguro que as conduz ao céu. Não
percam de vista que a falta de amor ao
trabalho, e de submissão a seus patrões, é
o que as leva mais rapidamente a uma segura
perdição"
vejo as
o
Quand res , me
“
ns aleg ção”
jove
o cora
dilata
INTEGRALIDADE

"Procure

que no tempo em que estejam desempregadas
apren­dam a ler, escrever e contar, como também
as Regras de Urbanidade, como aprendem o
Catecismo, as quais se lhes explicará como se lhes explica o
Regulamento" (Regras da Prefeita Geral de internas, V CGRMI, Madri, 1911, n. 244).
HONESTIDADE
"Em todas partes se veem os
frutos na honradez,
fidelidade e bons
costumes das que recebem a
educação e instrução que
lhes dá, não tão somente
enquanto tem de servir, mas
também quando mais tarde
chegam a ser mães de família"
SOLIDARIDADE
"Finalmente, procure introduzir
nas fami1ias, por meio do serviço
doméstico, a boa semente semeada
no coração de nossas aco­lhidas;
porém isto se há de revestir com a
conveniência de uma ex­celente
empregada em fidelidade,
honradez e disposição para o
de­sempenho de seus trabalhos, e
assim a todos se estenderá o bem e
a maior gloria de Deus"
"Nossa finalidade, depois da santificação própria, é a moralização
das jovens que se dedicam a servir. Para isso as recebemos nossas casas
durante seu desamparo, gratuitamente, sempre que sejam de boa
conduta, e, depois, de instruí-las, principalmente no necessário para
salvar-se, são colocadas em casas de confiança, cuidando de que vivam
nelas cristãmente por meio da frequência dos sacramentos.”

SALVAÇAO E SANTIFICAÇAO
SALVAÇAO E SANTIFICAÇAO
(Moral)
(Moral)
"Em todos seus ministérios deve representar-se a Nosso Se­nhor quando andava pelo
mundo tratando com todo tipo de gente e fazendo o bem a todos. Não se fixe no
exterior das acolhidas, mas considere em todas o preço infinito de suas almas, redimidas
com o Sangue de um Deus, que para salvar a uma delas voltaria a dá-lo todo"
ESPIRITUALIDA
DE
"Muito especialmente procurarão
inculcar-lhes um verdadeiro amor
e devoção a Santíssima Virgem, um
espírito sólido de piedade"
fazendo-lhes entender bem quais
são suas obrigações como cristãs e
quais como trabalhadoras, que
umas não possam estorvar as
outras. Uma jovem
verdadeiramente piedosa tem de
ser indispensavelmente boa
trabalhadora e uma boa
trabalhadora não pode sê-lo sem
ser uma boa cristã"

"É preciso que entendam que o Senhor é
infinito em poder e misericórdia; que para
Ele nada é impossível; que sempre nos
atende quando não lhe pedimos coisa
contrária a nossa salvação, e, se alguma vez
atrasa em fazer-nos a concessão, devemos
perseverar orando, sem desanimar. Muitas
vezes o Senhor faz que não nos ouve para
fazer-nos um bem maior que aquele que lhe
estamos pedindo, como acudir a Ele com
frequência, conhecer o quanto é doce e
suave o serviço e amor uns dos outros. Do
que foi dito se aprende que nossa oração,
além de ser humilde, há de ser confiada e
perseverante" (Regulamento para as jovens,
V CG-RMI, Madri, 1911, n. 97-98).
Como nós os vamos assimilar ?
Propostas e meios...

Como vamos os transmitir?
Propostas e meios...
ri
s C
o
om ivos
... C
at
orm
F

ios
tér
LH
CO

A
A

PREV
E

Pedagogia do CUIDADO

NÇ ÃO

"Aproximam-se a cem as moças que temos sob nossos cuidados; essas
criaturas vivem em una Corte, onde tudo é corrupção, rodea­das de
perigos por todas as partes, sem ter quem as avise e as desvie dos
precipícios que a cada momento se encontram, pois quanto bem não
resultaria em acolher essas moças em suas situações incómodas, instruílas, distraí-as nos dias festivos e cuidar, enfim, de que vivam
cristãmente!" (A seu pai, Cascante. Madri, 16 de junho de 1868)

PERS
ONA
L

IÇAO

DAD
ALI
EGR
E
INT
FIRMEZA e DOÇURA
227. De estar persuadida de que es la llamada a hacer el bien
más de cerca a las acogidas, y, por lo tanto, ha de procurar
adquirir mucha virtud, para edificarlas con su ejemplo, mucha
oración y un constante empeño de aprovecharlas por todas la
vías posibles.
228. No ha de extrañarse de la ignorancia, de la grosería y
demás defectos de esas pobres jóvenes, sino con santo fervor
se animará a conducir al bien de estos preciosos depósitos que
Jesús le confía.
229. Al mismo tiempo que muestra afecto y dulzura a las
acogidas,
ESCUTA E
ACOMPANHAMENTO
"Nas tardes dos dias festivos, seu principal
oficio deve ser ver e falar as colegiais
externas que vão chegando, procurar,
de acordo com a Madre Superiora,
fazer-lhes o tempo mais agradável
possível, não perdendo ocasião de
infundir-lhes mais e mais carinho,
confiança e apreço ao Colégio, o amor
ao trabalho, que é seu único patrimônio,”
 os valores da nossa escola

os valores da nossa escola

  • 1.
  • 3.
    nossos valores HONESTIDADE AMAR INTEGRALIDADE SALVAÇAO E SANTIFICAÇAO ALEGRIAE FESTA AMOR AL TRABALHO ESPIRITUALIDADE SOLIDARIDADE
  • 4.
    AMAR SE ASI MESMO AMAR SE ENTRE SI AMAR A DEUS "Sejam afáveis e caridosas com todos, jamais servis nem adula­ras. Amem com veneração a seus patrões e estimem também aos mais moradores da casa, considerando que a caridade é o melhor vinculo de união. Não obstante, sejam ao mesmo tempo reservadas prudentes para evitar toda familiaridade com qualquer pessoa" (Regu­ lamento para as jovens). "As colegiais hão de amar-se entre si como irmãs, considerando-se uma mesma família, dissimulando seus defeitos mutuamente e cada qual fazendo o que possa para dar bom exemplo as demais" (Regul­ amento para as jovens).
  • 5.
    AMOR AO TRABALHO "Deveprocurar que as moças aproveitem o tempo que passam no Colégio, ensinando-lhes, com todo primor possível, a costurar, cerzir, marcar, segundo a capacidade, e como estas jovens não têm outro patrimônio que seu trabalho, ... fazendo amar o trabalho como uma virtude que lhes há de dar a felicidade e paz de suas almas nesta vida e que há de ser o caminho mais seguro que as conduz ao céu. Não percam de vista que a falta de amor ao trabalho, e de submissão a seus patrões, é o que as leva mais rapidamente a uma segura perdição"
  • 6.
    vejo as o Quand res, me “ ns aleg ção” jove o cora dilata
  • 7.
    INTEGRALIDADE "Procure que no tempoem que estejam desempregadas apren­dam a ler, escrever e contar, como também as Regras de Urbanidade, como aprendem o Catecismo, as quais se lhes explicará como se lhes explica o Regulamento" (Regras da Prefeita Geral de internas, V CGRMI, Madri, 1911, n. 244).
  • 8.
    HONESTIDADE "Em todas partesse veem os frutos na honradez, fidelidade e bons costumes das que recebem a educação e instrução que lhes dá, não tão somente enquanto tem de servir, mas também quando mais tarde chegam a ser mães de família"
  • 9.
    SOLIDARIDADE "Finalmente, procure introduzir nasfami1ias, por meio do serviço doméstico, a boa semente semeada no coração de nossas aco­lhidas; porém isto se há de revestir com a conveniência de uma ex­celente empregada em fidelidade, honradez e disposição para o de­sempenho de seus trabalhos, e assim a todos se estenderá o bem e a maior gloria de Deus"
  • 10.
    "Nossa finalidade, depoisda santificação própria, é a moralização das jovens que se dedicam a servir. Para isso as recebemos nossas casas durante seu desamparo, gratuitamente, sempre que sejam de boa conduta, e, depois, de instruí-las, principalmente no necessário para salvar-se, são colocadas em casas de confiança, cuidando de que vivam nelas cristãmente por meio da frequência dos sacramentos.” SALVAÇAO E SANTIFICAÇAO SALVAÇAO E SANTIFICAÇAO (Moral) (Moral) "Em todos seus ministérios deve representar-se a Nosso Se­nhor quando andava pelo mundo tratando com todo tipo de gente e fazendo o bem a todos. Não se fixe no exterior das acolhidas, mas considere em todas o preço infinito de suas almas, redimidas com o Sangue de um Deus, que para salvar a uma delas voltaria a dá-lo todo"
  • 11.
    ESPIRITUALIDA DE "Muito especialmente procurarão inculcar-lhesum verdadeiro amor e devoção a Santíssima Virgem, um espírito sólido de piedade" fazendo-lhes entender bem quais são suas obrigações como cristãs e quais como trabalhadoras, que umas não possam estorvar as outras. Uma jovem verdadeiramente piedosa tem de ser indispensavelmente boa trabalhadora e uma boa trabalhadora não pode sê-lo sem ser uma boa cristã" "É preciso que entendam que o Senhor é infinito em poder e misericórdia; que para Ele nada é impossível; que sempre nos atende quando não lhe pedimos coisa contrária a nossa salvação, e, se alguma vez atrasa em fazer-nos a concessão, devemos perseverar orando, sem desanimar. Muitas vezes o Senhor faz que não nos ouve para fazer-nos um bem maior que aquele que lhe estamos pedindo, como acudir a Ele com frequência, conhecer o quanto é doce e suave o serviço e amor uns dos outros. Do que foi dito se aprende que nossa oração, além de ser humilde, há de ser confiada e perseverante" (Regulamento para as jovens, V CG-RMI, Madri, 1911, n. 97-98).
  • 12.
    Como nós osvamos assimilar ? Propostas e meios... Como vamos os transmitir? Propostas e meios...
  • 13.
    ri s C o om ivos ...C at orm F ios tér
  • 14.
    LH CO A A PREV E Pedagogia do CUIDADO NÇÃO "Aproximam-se a cem as moças que temos sob nossos cuidados; essas criaturas vivem em una Corte, onde tudo é corrupção, rodea­das de perigos por todas as partes, sem ter quem as avise e as desvie dos precipícios que a cada momento se encontram, pois quanto bem não resultaria em acolher essas moças em suas situações incómodas, instruílas, distraí-as nos dias festivos e cuidar, enfim, de que vivam cristãmente!" (A seu pai, Cascante. Madri, 16 de junho de 1868) PERS ONA L IÇAO DAD ALI EGR E INT
  • 15.
    FIRMEZA e DOÇURA 227.De estar persuadida de que es la llamada a hacer el bien más de cerca a las acogidas, y, por lo tanto, ha de procurar adquirir mucha virtud, para edificarlas con su ejemplo, mucha oración y un constante empeño de aprovecharlas por todas la vías posibles. 228. No ha de extrañarse de la ignorancia, de la grosería y demás defectos de esas pobres jóvenes, sino con santo fervor se animará a conducir al bien de estos preciosos depósitos que Jesús le confía. 229. Al mismo tiempo que muestra afecto y dulzura a las acogidas,
  • 16.
    ESCUTA E ACOMPANHAMENTO "Nas tardesdos dias festivos, seu principal oficio deve ser ver e falar as colegiais externas que vão chegando, procurar, de acordo com a Madre Superiora, fazer-lhes o tempo mais agradável possível, não perdendo ocasião de infundir-lhes mais e mais carinho, confiança e apreço ao Colégio, o amor ao trabalho, que é seu único patrimônio,”