Este documento discute como logotipos, slogans, uniformes e imagens são usados para vender produtos, impor comportamentos e definir identidades. Ele também analisa como regimes totalitários como o fascismo italiano, nazismo alemão e stalinismo russo usaram essas ferramentas de propaganda para promover suas ideologias e controlar a população. Finalmente, contrasta exemplos do que esses regimes consideravam "boa" e "má" arte.