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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS
PROGRAMA DA DISCIPLINA
1. IDENTIFICAÇÃO
Disciplina: Economia Brasileira Contemporânea
Curso: Economia – Matutino – 2023
Professor: Dr. Wallace Marcelino Pereira
Email: wmpereirabr@ufpa.br
Carga Horária: 60 Hs
Crédito: 4 Créditos
2. EMENTA
Esta disciplina objetiva traçar um panorama da economia brasileira. Discute-se as
condições do nascimento e consolidação do capitalismo industrial e o projeto nacional
desenvolvimentista de Vargas. Avança para a análise da internacionalização da economia
brasileira e a estruturação do novo padrão de industrialização a partir de Kubitschek -
Plano de Metas. Aborda as reformas institucionais no limiar dos anos 60, o ciclo de
crescimento expansivo e suas contradições: 1968/73. Analisa as características do projeto
de mudança do padrão de industrialização - II PND - e os resultados em fins de 70. Expõe
as razões da crise econômica dos anos 80 e as consequências para o padrão produtivo
nacional e os resultados na economia brasileira sob mudança no marco regulatório dos
anos 90. Apresenta os planos econômicos - do Cruzado ao Real e a dinâmica dos
investimentos diretos externos na economia - atração e inversão de capitais. Traça
algumas considerações sobre a estrutura tributária e política fiscal. Discute-se a Estratégia
Nacional de Desenvolvimento e aborda os eventos recentes da economia brasileira após
o impeachment de 2016.
Avaliação: duas provas e dois resumos
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Características do desenvolvimento capitalista industrial retardatário.
ARAUJO, V. L. de; MATTOS, F. A. M. de (org.). A Economia Brasileira de Getúlio a
Dilma: novas interpretações. São Paulo: Hucitec, 2021. Cap. 1
2
ABREU, M. P. Crise, crescimento e modernização autoritária: 1930- 1945. In: ABREU,
M. A ordem do progresso — cem anos de política econômica republicana 1889-1989. RJ:
Ed. Campus, 13. ed., 1990. p. 73-104.
CARDOSO DE MELLO, J. M. O capitalismo tardio. SP: Brasiliense, 10‘. Ed., 1995,
p. 95-130.
BIELSCHOWSKY, R. Pensamento econômico brasileiro: o ciclo ideológico do
desenvolvimento. RJ: IPEA /INPES, 1982, p. 289- 02.
DRAIBE, S. Rumos e metamorfoses — Estado e industrialização no Brasil - 1930/1960.
RJ: Paz e Terra, 1985, p. 09-49;75-160.
FAYNZYLBER, F (1990) Industrialização na América Latina: da caixa preta ao conjunto
vazio. In: BIELCHOWS KY, R. org. (2000). Cinquenta anos de pensamento da CEPAL.
Rio de Janeiro, Record 2000, volume 2, p. 851-886.
CARDOSO, F. H.; FALETTO. E. Dependência e Desenvolvimento na América Latina.
In: BIELCHOWSKY, R. org. (2000). Cinquenta anos de pensamento da CEPAL. Rio de
Janeiro, Record 2000, volume 2, p.495-520.
FURTADO, C. Desenvolvimento e subdesenvolvimento. In: BIELCHOWSKY, R. org.
(2000). Cinquenta anos de pensamento da CEPAL. Rio de Janeiro, Record 2000, volume
1, p. 239-262.
PELÁEZ, C. M. A balança comercial, a grande depressão e a industrialização
brasileira. Revista Brasileira de Economia, v. 22, n. 1, p. 15-47, 1968.
SAES, F. A. M. A controvérsia sobre a industrialização na Primeira República. Estudos
Avançados, v. 3, p. 20-39, 1989.
SALOMÃO, I C. (org.). Os homens do cofre: o que pensavam os ministros da fazenda do
Brasil republicano (1889-1985). São Paulo: Unesp, 2021.
SUZIGAN, W. Indústria brasileira: origem e desenvolvimento. São Paulo: Brasiliense,
1986. Cap. 1.
TAVARES, M. da C. Da substituição de importações ao capitalismo financeiro: ensaios
sobre economia brasileira. Biblioteca de ciências sociais. Economia Biblioteca de
ciências sociais (Zahar Editores), 1972. Cap. 1.
2. Limites do modelo desenvolvimentista de GV e a opção do
desenvolvimento internacionalista de JK.
ARAUJO, V. L. de; MATTOS, F. A. M. de (org.). A Economia Brasileira de Getúlio a
Dilma: novas interpretações. São Paulo: Hucitec, 2021. Cap. 2; 3 4; 5; 6.
3
AREND, M. 50 anos de industrialização do Brasil (1955-2005): uma análise
evolucionária. Tese (Doutorado em Economia) — Programa de Pós-graduação em
Economia — Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2009, p. l 14-146.
BENEVIDES, M.V. O Governo Kubitschek: a esperança como fator de desenvolvimento.
In: GOMES, A.C. (org) O Brasil de JK. Ed. FGV, 1985, p. 10-30.
DRAIBE, S. Rumos e metamorfoses - Estado e industrialização no Brasil — 1930 -1960.
RJ: Paz e Terra, 1985, 167-218.
TEIXEIRA, A. O movimento da industrialização nas economias capitalistas centrais no
pós-guerra. Dissertaqao (Mestrado end Econoniia) — Programa de Pos-graduação em
Economia — Universidade Federal do Rio de Janeiro, 198 , p. 129-190.
LESSA, C. Quinze anos de politica econômica. SP: Brasiliense, 1982, p. 27-87.
VIANNA, S. B. Política econômica externa e industrialização: 1946-1951. In: A ordem
do progresso — Cem anos de política econômica republicana – 1889 -1959. Rio de
Janeiro: Elsevier. 1990.
3. Reforma institucionais e crescimento econômico significativo: segunda
metade dos anos 60 e a primeira metade dos anos 70
ARAUJO, V. L. de; MATTOS, F. A. M. de (org.). A Economia Brasileira de Getúlio a
Dilma: novas interpretações. São Paulo: Hucitec, 2021. Cap. 7; 8; 9.
SILVA, R. Planejamento econômico e crise política: do esgotamento do plano de
desenvolvimento ao malogro dos programas de estabilização. Revista de Sociologia
Política, Curitiba„ 14, p. 77-101, jun. 2000.
RESENDE, A. L. Estabilização e reforma: 1964 — 1967. In: ABREU, M. P. A ordem do
progresso — cem anos de política econômica republicana 1889-1989. RJ; Campus, 13ª.
Ed., 1990, p. 213 — 232.
LAGO, L. A. C. A retomada do crescimento e as distorções do milagre 1967 — 1973. In:
ABREU, M. P. A ordem do progresso — cem anos de política econômica republicana
1889-1989. RIO DE JANEIRO; Campus. 1990. p. 233-294.
SINGER, P. A crise do milagre — interpretação crítica da economia brasileira. RJ: Paz e
Terra, 7a Ed., 1982, p. 60-76
4. Características do projeto de mudança do padrão de industrialização
- II PND — e o processo de endividamento externo
4
ARAUJO, V. L. de; MATTOS, F. A. M. de (org.). A Economia Brasileira de Getúlio a
Dilma: novas interpretações. São Paulo: Hucitec, 2021. Cap. 10.
LESSA, C. A estratégia de desenvolvimento 1974 - 1976 — sonho e fracasso. Campinas:
SP, Unicamp, IE, 1998, p. 17-85; 105-136.
CASTRO, A. B., SOUZA, F. E. P. A Economia brasileira em marcha forçada. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 2ª. Ed, 1985, p. 48-95.
CARNEIRO, R. Desenvolvimento em crise: a economia brasileira no último quarto do
século XX. SP: Unesp, 2002, p. 8 -111.
CRUZ, P. R. D. Nota sobre o endividamento externo brasileiro. In: BELLUZZO, L. C.
M.; COUTINHO, R. Desenvolvimento capitalista no Brasil — ensaios sobre a crise. V.
2, 1998, p. 67- 115.
5. A crise econômica dos anos 80: fragilidade financeira do Estado e perda
de dinamismo da base produtiva perante quadro de mudança técnica-
produtiva e diante da exaustão do padrão de financiamento mundial
ARAUJO, V. L. de; MATTOS, F. A. M. de (org.). A Economia Brasileira de Getúlio a
Dilma: novas interpretações. São Paulo: Hucitec, 2021. Cap. 11; 12.
CARNEIRO, R. Desenvolvimento em crise — a economia brasileira no último quarto do
século XX. SP: Ed. Unesp — Unicamp — IE, 2002, p. l I 5-224.
COUTINHO, L. A terceira revolução industrial e tecnológica. As grandes tendências de
rnudanga. Revista Economia e Sociedade — UNICAMP. São Paulo, n.1, 1992, p. 69-87.
SUZIGAN, W. A indústria brasileira apos uma década de estagnação: questões para
política industrial. Economia e Sociedade. Campinas, n.1, ago. 1991 . p. 89-109.
CARNEIRO, R. M. A Economia brasileira no periodo 1974-89. Economia e Sociedade,
Campinas SP. n.2 . ago. p. 145-170. 1993.
6. Mudanças na estrutura produtiva diante do novo marco regulatório
doméstico e do movimento de globalização dos anos 1990 e no limiar
dos anos 2000
ARAUJO, V. L. de; MATTOS, F. A. M. de (org.). A Economia Brasileira de Getúlio a
Dilma: novas interpretações. São Paulo: Hucitec, 2021. Cap. 13.
5
FERRAZ, J. C.; KUPFER, D.; HAGUENAUER, L. A herança da crise econômica e o
contexto da indústria no inicio dos Anos 90. In: Made in Brazil : desafios competitivos
para a industria. RJ. Campus. 1995, p. 55-83.
CARNEIRO, R. Desenvolvimento em crise: a economia brasileira no último quarto do
século XX. Sao Paulo: EditoTa UNESP, IE — UNICAMP, 2002, p. 309-356.
BARROS, J. R. M.; L. GOLDENSTEIN. Avaliação do Processo de Reestruturação
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LAPLANE, M.; SARI, F. Prometeu acorrentado: o Brasil na indústria mundial no início
do século XXI. In: CARNEIRO, R. (org.) A supremacia dos mercados e a politica
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CARNEIRO, R. Impasses do desenvolvimento brasileiro: a questão produtiva. I-E
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FRANCO, G. H. B. A inserção externa e o desenvolvimento. Revista de Economia
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7. Planos de estabilização econômica – do Cruzado ao Real – problemas,
virtudes e resultados
ARAUJO, V. L. de; MATTOS, F. A. M. de (org.). A Economia Brasileira de Getúlio a
Dilma: novas interpretações. São Paulo: Hucitec, 2021. Cap. 13; 14; 15.
MODENESI, A. M. Regimes monetários: teoria e a experiência do real. Barueri (SP):
Manole, 2005. Cap. 4 e 6.
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politica econômica em debate. SP: ED. Unicamp. 1998, p. 11-70.
MODIANO, E. A opera dos três cruzados. In: ABREU, Marcelo dc Paiva. A ordem do
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NETTO, A. O. O plano real e a armadilha do crescimento econômico. In:
MERCADANTE A (org.) O Brasil pós-real — a politica econômica em debate. SP: Ed.
Unicamp., 1998, p 89-100.
MENDONÇA, H. Metas para inflação e taxa de juros no Brasil: uma análise do efeito
dos preços livres e administrados. Revista de Economia Política 27(3) ju1-set.2007.
6
8. Investimentos diretos externos na economia: processo de
recebimento de capital estrangeiro e movimento de inversao de
empresas brasileiras no exterior
LACERDA, A. C. Política de competitividade para a atração e indução de investimentos
diretos estrangeiros. In: Benecke, D. W., Nascimento R. (org.) Opções de política
econômica para o Brasil. RJ: Konrad Adenauer. 2003. p. 395 – 416.
LAPLANE, M., SARTI, F. Investimento direto estrangeiro e o impacto na balança
comercial nos anos 90. Texto para discussão 629. IPEA: Brasília. 1999.
SARTI, F; LAPLANE, M. L. O investimento direto estrangeiro e a internacionalização
da economia brasileira nos anos 90. In: LAPLANE, M.; COUTINHO; HIRATUKA, C.
(org.) Internacionalização e desenvolvimento da indústria no Brasil. SP. Ed. Unesp. 200c,
p. 11-58.
SILVA, M. L. A inserção internacional das grandes empresas nacionais. In: LAPLANE,
M.; COUTINHO; HIRATUKA, C. (org.) Internacionalização e desenvolvimento da
indústria no Brasil. SP. Ed. Unesp. 2003, p. 105-164.
NEGRI, F. Empresas estrangeiras na indústria brasileira: características e impactos sobre
o comércio exterior. In: LAPLANE, M.; COUTINHO; HIRATUKA, C. (org.)
Internacionalização e desenvolvimento da indústria no Brasil. SP. Ed. Unesp. 2003, p.
215-250.
9. Abertura financeira, Financiamento e Vulnerabilidade
CARNEIRO, Ricardo. Desenvolvimento em crise: a economia brasileira no último quarto
do século XX. São Paulo: Editora Unesp, IE – UNICAMP, 2002, p. 227-264.
CARNEIRO, Ricardo. Globalização e inconversibilidade monetária. Brazilian Journal of
Political Economy, v. 28, p. 539-556, 2008, p. 539-556.
FREITAS, Maria Cristina Penido; PRATES, Daniela Magalhães. A abertura financeira no
governo FHC: impactos e consequências. Economia e sociedade, v. 10, n. 2, p. 81-111,
2001.
BIANCARELLI, André. A abertura financeira no Brasil: um balanço crítico. In:
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PRATES, D. A inserção extema da economia brasileira no governo Lula. In:
SCHERER, A. (org.) O Brasil frente a ditadura do poder financeiro: reflexões e
alternativas. Ed. Univates, 2005, p. 149-172.
7
PRATES, D. M.; FREITAS, M. C. P; FARHI. M. Internacionalização bancária e derivati
vos financeiros no Brasil. In: SCHERER, A. (org.) O Brasil frente a ditadura do poder
financeiro: reflexões e alternativas. Ed. Uni vates, 2005, p. 149- 172.
BIANCARELI, A. Integração, ciclos e finanças domésticas: o Brasil na globalização
financeira. UNICAMP. Tese de doutorado. IE, 2007. cap. 4.
10. Estrutura tributaria brasileira: trajetória de desenvolvimento e os
limites de uma reforma fiscal
GIAMBIGI, F. A política fiscal do Governo Lula em perspectiva histórica: qual é o limite
para o aumento do gasto público? Revista Planejamento e Políticas Públicas, n° 27, jun-
dez de 2004.
OLIVEIRA, F. A. A evolução da estrutura tributária e do fisco brasileiro: 1889-2009.
Texto de Discussão n. 1469. Brasília: IPEA, jan-2010.
JUNQUEIRA, M. O. Por que falham as reformas tributárias no Brasil? Federalismo e
multidimensionalidade. VII Workshop Empresa, Empresários e Sociedade, mai-2010.
REGUEIRA K. A política industrial nos anos 90 e a alocação de recursos produtivos:
Guerra e Renúncia Fiscal. Revista Paranaense de Desenvolvimento, Curitiba, n. l04, p.61-
78, jan. / jun. 2003
LOPREATO, F. L. L. A política fiscal brasileira: limites entraves ao crescimento. Texto
para Discussão no. 131, ago. 2007
LOPREATO, F. L. L. Problemas de gestão da dívida pública brasileira. Texto Para
Discussão no. 139, mar.2008
VARSANO, R. A Guerra Fiscal do ICMS: quem ganha e quem perde. Revista
Planejamento e Politicas Publicas, n° 15, jun-1997.
TAVARES, M. Vinte anos de política fiscal no Brasil: dos fundamentos do novo regime
a Lei de Responsabilidade Fiscal. Revista de Economia & Relações Internacionais, v. 4,
n. 7, jul. 2005.
LOPREATO, F. L. C. A situação financeira dos estados e a reforma tributária. In: PINTO,
M. P. A; BIASOTO JR. G. (orgs.) Política fiscal e desenvolvimento no Brasil. Campinas.
Ed. Unicamp. 2006.
11. Avaliação do Balanço de Pagamento e da vulnerabilidade de externa da
economia brasileira nos anos2000
8
JORGE, M. Desenvolvimento Produtivo para evitar a volta da vulnerabilidade externa.
In. VELLOSO, J. P. R.; ALBUQUERQUE. R. C. Na crise Global, como ser o melhor dos
BRICs. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
MOREIRA, F. Inserção Internacional inteligente para evitar a vulnerabilidade externa.
In. VELLOS O, J. P. R.; ALBUQUERQUE, R. C. (org.). Na crise Global, como ser o
melhor dos BRICs. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
RIBEIRO, F. J.; MARKWALD, R. Balança Comercial e déficits em transações correntes:
de volta a vulnerabilidade externa. In: VELLOSO. J. P. R.; ALBUQUERQUE, R. C.
(org.). Na crise Global, como ser o melhor dos BRICs. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
TORRES FILHO, E. T; PUGA, F. Exportações brasileiras num cenário pós-crise
internacional: GIAMBIGI, F.; BARROS, 0. (org.). Brasil pós-crise: agenda para a
próxima década. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
BRESSER-PEREIRA, L. C.; MARCONI, N. Existe doença holandesa no Brasil?
Anais do IV Fórum de Economia de São Paulo, São Paulo, 2008.
12. A desindustrialização do Brasil: o debate nos anos 2000
OREIRO, J. L.; FEIJÓ, C. A. Desindustrialização: conceituação, causas, efeitos e o caso
brasileiro. Brazilian Journal of Political Economy, v. 30, n. 2, p. 219-232, 2010.
PEREIRA, W. M.; CARIO, S. A. F. Indústria, desenvolvimento econômico e
desindustrialização: sistematizando o debate no Brasil. Economia e desenvolvimento,
Santa Maria, v. 29, p. 587, 2017.
FEIJO, C. A. Desindustrialização e os dilemas do crescimento econômico recente.
São Paulo: Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, mai. 2007.
CORONEL, D. A.; AZEVEDO, A. F. Z. de; CAMPOS, A. C. Política industrial e
desenvolvimento econômico: a reatualização de um debate histórico. Brazilian Journal of
Political Economy, v. 34, n. 1, p. 103-119, 2014.
BRESSER-PEREIRA, L. C.; MARCONI, N. Existe doença holandesa no Brasil? In
Doença Holandesa e Industria. Editora FGV, 2010. pp. 207-230.
PALMA, G. Quatro fontes de “desindustrialização” e um novo conceito de “doença
holandesa”. Conferência de Industrialização, Desindustrialização e Desenvolvimento.
Organizado por FIESP e IED1, Centi o Cultural da FIESP, 28 ago. 2005.
NASSIF, A. Há evidências de desindustrialização no Brasil? Brazilian Journal of Political
Economy, v. 28, n. 1, p. 72-96, 2008.
9
13. Estratégia Nacional de Desenvolvimento: significado, importância e
requerimentos
BRESSER-PEREIRA, L.C. Estratégia nacional e desenvolvimento. Revista de
Economia Politica. vol. 26, n.2, 2006, p. 203-230.
BRESSER-PEREIRA, L. C. Novo desenvolvimentismo e ortodoxia convencional. In:
DINIZ, E. (org.) Globalização, Estado e Desenvolvimento. Ed. FGV, 2007, p. 63-96
CANO, W. Uma estratégia nacional para o desenvolvimento. Texto para Discussão,
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COUTINHO, L. G. et al. O desafio da construção de uma inserção externa dinamizadora.
In: CASTRO, A. C. et al. Brasil em desenvolvimento. RJ: Civilizaqao Brasileira, vol. 1,
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COUTINHO, L; SARTI, F. A política industrial e a retomada do desenvolvimento. In:
LAPLANE, M.; COUTINHO; HIRATUKA. C. (org) Internacionalização e
desenvolvimento da indústria no Brasil. SP. Ed. Unesp. 2003.
SUZIGAN, W., FURTADO, J. Política industrial e desenvolvimento. Revista de
Economia Politica, v. 26, no.2, (102), abr-jun. 2006.
COUTINHO, L. G. (2000) — Estudos Tematicos - Regimes Macroeconômicos e
Estratégias Empresariais: Uma política industrial alternativa para o Brasil no surgimento
do século 21. Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro —
IE/UFRJ.
BRESSER-PEREIRA, L. C. Empresários, suas origens e as interpretações do Brasil.
1994. Disponível em:
https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/1987/TD31.pdf
BRESSER-PEREIRA, L. C. Reflexões sobre o novo desenvolvimentismo e o
desenvolvimentismo clássico. Brazilian Journal of Political Economy, v. 36, p. 237-265,
2016.
PEREIRA, W. M.; MISSIO, F. J.; JAYME JR, F. G. O papel dos serviços no
desenvolvimento econômico e a relação centro-periferia. Cedeplar, Universidade Federal
de Minas Gerais, 2020.
14. Esgotamento do modelo de desenvolvimento dos anos 2000 e o retorno ao
Neoliberalismo: impasses de uma nação em processo de deterioração
ARAUJO, V. L. de; MATTOS, F. A. M. de (org.). A Economia Brasileira de Getúlio a
Dilma: novas interpretações. São Paulo: Hucitec, 2021. Cap. 16; 17;18.
10
TEIXEIRA, R. A.; PINTO, E. C. A economia política dos governos FHC, Lula e Dilma:
dominância financeira, bloco no poder e desenvolvimento econômico. Economia e
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MORAIS, L.; SAAD-FILHO, A. Da economia política à política econômica: o novo-
desenvolvimentismo e o governo Lula. Brazilian Journal of Political Economy, v. 31, p.
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SICSÚ, J. Governos Lula: a era do consumo? Brazilian Journal of Political Economy, v.
39, p. 128-151, 2019.
RUGITSKY, F. Milagre, miragem, antimilagre: A economia política dos governos Lula e
as raízes da crise atual. Revista Fevereiro, v. 9, p. 40-50, 2016.
CARVALHO, L. Valsa brasileira: do boom ao caos econômico. Editora Todavia SA, 2018.
NASSIF, A. A valsa não totalmente afinada de Laura Carvalho: um ensaio-resenha crítico
de Valsa brasileira: do boom ao caos econômico. Cadernos do Desenvolvimento, v. 13, n.
23, p. 11-35, 2018.
ERBER, F. S. As convenções de desenvolvimento no governo Lula: um ensaio de
economia política. Brazilian Journal of Political Economy, v. 31, n. 1, p. 31-55, 2011.
CAGNIN, R. F. et al. A gestão macroeconômica do governo Dilma (2011 e 2012). Novos
estudos CEBRAP, p. 169-185, 2013.
DWECK, E.; TEIXEIRA, R. A. A política fiscal do governo Dilma e a crise econômica.
Campinas: IE/Unicamp. Disponível em:
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GENTIL, D.; HERMANN, J. A política fiscal do primeiro governo Dilma Rousseff:
ortodoxia e retrocesso. Economia e sociedade, v. 26, n. 3, p. 793-816, 2017.
TERRA, F. H. B. Conseguirá o Sr. Temer fazê-lo? Brazilian Keynesian Review, v. 2, n.
1, p. 141-150, 2016.
OREIRO, J. L.; DE PAULA, L. F. Macroeconomia da Estagnação Brasileira. Alta Books,
2021. Cap. 1 e 4

Programa_ecn-brasileira_contemp_graduação_2023.pdf

  • 1.
    1 UNIVERSIDADE FEDERAL DOPARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS PROGRAMA DA DISCIPLINA 1. IDENTIFICAÇÃO Disciplina: Economia Brasileira Contemporânea Curso: Economia – Matutino – 2023 Professor: Dr. Wallace Marcelino Pereira Email: wmpereirabr@ufpa.br Carga Horária: 60 Hs Crédito: 4 Créditos 2. EMENTA Esta disciplina objetiva traçar um panorama da economia brasileira. Discute-se as condições do nascimento e consolidação do capitalismo industrial e o projeto nacional desenvolvimentista de Vargas. Avança para a análise da internacionalização da economia brasileira e a estruturação do novo padrão de industrialização a partir de Kubitschek - Plano de Metas. Aborda as reformas institucionais no limiar dos anos 60, o ciclo de crescimento expansivo e suas contradições: 1968/73. Analisa as características do projeto de mudança do padrão de industrialização - II PND - e os resultados em fins de 70. Expõe as razões da crise econômica dos anos 80 e as consequências para o padrão produtivo nacional e os resultados na economia brasileira sob mudança no marco regulatório dos anos 90. Apresenta os planos econômicos - do Cruzado ao Real e a dinâmica dos investimentos diretos externos na economia - atração e inversão de capitais. Traça algumas considerações sobre a estrutura tributária e política fiscal. Discute-se a Estratégia Nacional de Desenvolvimento e aborda os eventos recentes da economia brasileira após o impeachment de 2016. Avaliação: duas provas e dois resumos 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Características do desenvolvimento capitalista industrial retardatário. ARAUJO, V. L. de; MATTOS, F. A. M. de (org.). A Economia Brasileira de Getúlio a Dilma: novas interpretações. São Paulo: Hucitec, 2021. Cap. 1
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    2 ABREU, M. P.Crise, crescimento e modernização autoritária: 1930- 1945. In: ABREU, M. A ordem do progresso — cem anos de política econômica republicana 1889-1989. RJ: Ed. Campus, 13. ed., 1990. p. 73-104. CARDOSO DE MELLO, J. M. O capitalismo tardio. SP: Brasiliense, 10‘. Ed., 1995, p. 95-130. BIELSCHOWSKY, R. Pensamento econômico brasileiro: o ciclo ideológico do desenvolvimento. RJ: IPEA /INPES, 1982, p. 289- 02. DRAIBE, S. Rumos e metamorfoses — Estado e industrialização no Brasil - 1930/1960. RJ: Paz e Terra, 1985, p. 09-49;75-160. FAYNZYLBER, F (1990) Industrialização na América Latina: da caixa preta ao conjunto vazio. In: BIELCHOWS KY, R. org. (2000). Cinquenta anos de pensamento da CEPAL. Rio de Janeiro, Record 2000, volume 2, p. 851-886. CARDOSO, F. H.; FALETTO. E. Dependência e Desenvolvimento na América Latina. In: BIELCHOWSKY, R. org. (2000). Cinquenta anos de pensamento da CEPAL. Rio de Janeiro, Record 2000, volume 2, p.495-520. FURTADO, C. Desenvolvimento e subdesenvolvimento. In: BIELCHOWSKY, R. org. (2000). Cinquenta anos de pensamento da CEPAL. Rio de Janeiro, Record 2000, volume 1, p. 239-262. PELÁEZ, C. M. A balança comercial, a grande depressão e a industrialização brasileira. Revista Brasileira de Economia, v. 22, n. 1, p. 15-47, 1968. SAES, F. A. M. A controvérsia sobre a industrialização na Primeira República. Estudos Avançados, v. 3, p. 20-39, 1989. SALOMÃO, I C. (org.). Os homens do cofre: o que pensavam os ministros da fazenda do Brasil republicano (1889-1985). São Paulo: Unesp, 2021. SUZIGAN, W. Indústria brasileira: origem e desenvolvimento. São Paulo: Brasiliense, 1986. Cap. 1. TAVARES, M. da C. Da substituição de importações ao capitalismo financeiro: ensaios sobre economia brasileira. Biblioteca de ciências sociais. Economia Biblioteca de ciências sociais (Zahar Editores), 1972. Cap. 1. 2. Limites do modelo desenvolvimentista de GV e a opção do desenvolvimento internacionalista de JK. ARAUJO, V. L. de; MATTOS, F. A. M. de (org.). A Economia Brasileira de Getúlio a Dilma: novas interpretações. São Paulo: Hucitec, 2021. Cap. 2; 3 4; 5; 6.
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    3 AREND, M. 50anos de industrialização do Brasil (1955-2005): uma análise evolucionária. Tese (Doutorado em Economia) — Programa de Pós-graduação em Economia — Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2009, p. l 14-146. BENEVIDES, M.V. O Governo Kubitschek: a esperança como fator de desenvolvimento. In: GOMES, A.C. (org) O Brasil de JK. Ed. FGV, 1985, p. 10-30. DRAIBE, S. Rumos e metamorfoses - Estado e industrialização no Brasil — 1930 -1960. RJ: Paz e Terra, 1985, 167-218. TEIXEIRA, A. O movimento da industrialização nas economias capitalistas centrais no pós-guerra. Dissertaqao (Mestrado end Econoniia) — Programa de Pos-graduação em Economia — Universidade Federal do Rio de Janeiro, 198 , p. 129-190. LESSA, C. Quinze anos de politica econômica. SP: Brasiliense, 1982, p. 27-87. VIANNA, S. B. Política econômica externa e industrialização: 1946-1951. In: A ordem do progresso — Cem anos de política econômica republicana – 1889 -1959. Rio de Janeiro: Elsevier. 1990. 3. Reforma institucionais e crescimento econômico significativo: segunda metade dos anos 60 e a primeira metade dos anos 70 ARAUJO, V. L. de; MATTOS, F. A. M. de (org.). A Economia Brasileira de Getúlio a Dilma: novas interpretações. São Paulo: Hucitec, 2021. Cap. 7; 8; 9. SILVA, R. Planejamento econômico e crise política: do esgotamento do plano de desenvolvimento ao malogro dos programas de estabilização. Revista de Sociologia Política, Curitiba„ 14, p. 77-101, jun. 2000. RESENDE, A. L. Estabilização e reforma: 1964 — 1967. In: ABREU, M. P. A ordem do progresso — cem anos de política econômica republicana 1889-1989. RJ; Campus, 13ª. Ed., 1990, p. 213 — 232. LAGO, L. A. C. A retomada do crescimento e as distorções do milagre 1967 — 1973. In: ABREU, M. P. A ordem do progresso — cem anos de política econômica republicana 1889-1989. RIO DE JANEIRO; Campus. 1990. p. 233-294. SINGER, P. A crise do milagre — interpretação crítica da economia brasileira. RJ: Paz e Terra, 7a Ed., 1982, p. 60-76 4. Características do projeto de mudança do padrão de industrialização - II PND — e o processo de endividamento externo
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    4 ARAUJO, V. L.de; MATTOS, F. A. M. de (org.). A Economia Brasileira de Getúlio a Dilma: novas interpretações. São Paulo: Hucitec, 2021. Cap. 10. LESSA, C. A estratégia de desenvolvimento 1974 - 1976 — sonho e fracasso. Campinas: SP, Unicamp, IE, 1998, p. 17-85; 105-136. CASTRO, A. B., SOUZA, F. E. P. A Economia brasileira em marcha forçada. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2ª. Ed, 1985, p. 48-95. CARNEIRO, R. Desenvolvimento em crise: a economia brasileira no último quarto do século XX. SP: Unesp, 2002, p. 8 -111. CRUZ, P. R. D. Nota sobre o endividamento externo brasileiro. In: BELLUZZO, L. C. M.; COUTINHO, R. Desenvolvimento capitalista no Brasil — ensaios sobre a crise. V. 2, 1998, p. 67- 115. 5. A crise econômica dos anos 80: fragilidade financeira do Estado e perda de dinamismo da base produtiva perante quadro de mudança técnica- produtiva e diante da exaustão do padrão de financiamento mundial ARAUJO, V. L. de; MATTOS, F. A. M. de (org.). A Economia Brasileira de Getúlio a Dilma: novas interpretações. São Paulo: Hucitec, 2021. Cap. 11; 12. CARNEIRO, R. Desenvolvimento em crise — a economia brasileira no último quarto do século XX. SP: Ed. Unesp — Unicamp — IE, 2002, p. l I 5-224. COUTINHO, L. A terceira revolução industrial e tecnológica. As grandes tendências de rnudanga. Revista Economia e Sociedade — UNICAMP. São Paulo, n.1, 1992, p. 69-87. SUZIGAN, W. A indústria brasileira apos uma década de estagnação: questões para política industrial. Economia e Sociedade. Campinas, n.1, ago. 1991 . p. 89-109. CARNEIRO, R. M. A Economia brasileira no periodo 1974-89. Economia e Sociedade, Campinas SP. n.2 . ago. p. 145-170. 1993. 6. Mudanças na estrutura produtiva diante do novo marco regulatório doméstico e do movimento de globalização dos anos 1990 e no limiar dos anos 2000 ARAUJO, V. L. de; MATTOS, F. A. M. de (org.). A Economia Brasileira de Getúlio a Dilma: novas interpretações. São Paulo: Hucitec, 2021. Cap. 13.
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    5 FERRAZ, J. C.;KUPFER, D.; HAGUENAUER, L. A herança da crise econômica e o contexto da indústria no inicio dos Anos 90. In: Made in Brazil : desafios competitivos para a industria. RJ. Campus. 1995, p. 55-83. CARNEIRO, R. Desenvolvimento em crise: a economia brasileira no último quarto do século XX. Sao Paulo: EditoTa UNESP, IE — UNICAMP, 2002, p. 309-356. BARROS, J. R. M.; L. GOLDENSTEIN. Avaliação do Processo de Reestruturação Industrial Brasileiro. Revista de Economia Política, 17 (2), 1997 abril-junho. LAPLANE, M.; SARI, F. Prometeu acorrentado: o Brasil na indústria mundial no início do século XXI. In: CARNEIRO, R. (org.) A supremacia dos mercados e a politica econômica do Govemo Lula. São Paulo: Fapesp — Unesp, 2006. CARNEIRO, R. Impasses do desenvolvimento brasileiro: a questão produtiva. I-E UNICAMP, Texto para Discussão 153. FRANCO, G. H. B. A inserção externa e o desenvolvimento. Revista de Economia Politica. Vol. 18, no. 3, jul-set — 1998. 7. Planos de estabilização econômica – do Cruzado ao Real – problemas, virtudes e resultados ARAUJO, V. L. de; MATTOS, F. A. M. de (org.). A Economia Brasileira de Getúlio a Dilma: novas interpretações. São Paulo: Hucitec, 2021. Cap. 13; 14; 15. MODENESI, A. M. Regimes monetários: teoria e a experiência do real. Barueri (SP): Manole, 2005. Cap. 4 e 6. BACHA, E. O plano real: uma avaliação. In: MERCADANTE, A. O Brasil pós-real — a politica econômica em debate. SP: ED. Unicamp. 1998, p. 11-70. MODIANO, E. A opera dos três cruzados. In: ABREU, Marcelo dc Paiva. A ordem do progresso; cem anos de politica econfiinica republicana 1889- 1989. Rio de Janeiro (RJ): Campus, 1990, p. 295-322. NETTO, A. O. O plano real e a armadilha do crescimento econômico. In: MERCADANTE A (org.) O Brasil pós-real — a politica econômica em debate. SP: Ed. Unicamp., 1998, p 89-100. MENDONÇA, H. Metas para inflação e taxa de juros no Brasil: uma análise do efeito dos preços livres e administrados. Revista de Economia Política 27(3) ju1-set.2007.
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    6 8. Investimentos diretosexternos na economia: processo de recebimento de capital estrangeiro e movimento de inversao de empresas brasileiras no exterior LACERDA, A. C. Política de competitividade para a atração e indução de investimentos diretos estrangeiros. In: Benecke, D. W., Nascimento R. (org.) Opções de política econômica para o Brasil. RJ: Konrad Adenauer. 2003. p. 395 – 416. LAPLANE, M., SARTI, F. Investimento direto estrangeiro e o impacto na balança comercial nos anos 90. Texto para discussão 629. IPEA: Brasília. 1999. SARTI, F; LAPLANE, M. L. O investimento direto estrangeiro e a internacionalização da economia brasileira nos anos 90. In: LAPLANE, M.; COUTINHO; HIRATUKA, C. (org.) Internacionalização e desenvolvimento da indústria no Brasil. SP. Ed. Unesp. 200c, p. 11-58. SILVA, M. L. A inserção internacional das grandes empresas nacionais. In: LAPLANE, M.; COUTINHO; HIRATUKA, C. (org.) Internacionalização e desenvolvimento da indústria no Brasil. SP. Ed. Unesp. 2003, p. 105-164. NEGRI, F. Empresas estrangeiras na indústria brasileira: características e impactos sobre o comércio exterior. In: LAPLANE, M.; COUTINHO; HIRATUKA, C. (org.) Internacionalização e desenvolvimento da indústria no Brasil. SP. Ed. Unesp. 2003, p. 215-250. 9. Abertura financeira, Financiamento e Vulnerabilidade CARNEIRO, Ricardo. Desenvolvimento em crise: a economia brasileira no último quarto do século XX. São Paulo: Editora Unesp, IE – UNICAMP, 2002, p. 227-264. CARNEIRO, Ricardo. Globalização e inconversibilidade monetária. Brazilian Journal of Political Economy, v. 28, p. 539-556, 2008, p. 539-556. FREITAS, Maria Cristina Penido; PRATES, Daniela Magalhães. A abertura financeira no governo FHC: impactos e consequências. Economia e sociedade, v. 10, n. 2, p. 81-111, 2001. BIANCARELLI, André. A abertura financeira no Brasil: um balanço crítico. In: MARCOLINO, LC; CARNEIRO, R. Sistema financeiro e desenvolvimento no Brasil: do Plano Real à crise financeira. São Paulo: Atitude, 2010. PRATES, D. A inserção extema da economia brasileira no governo Lula. In: SCHERER, A. (org.) O Brasil frente a ditadura do poder financeiro: reflexões e alternativas. Ed. Univates, 2005, p. 149-172.
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    7 PRATES, D. M.;FREITAS, M. C. P; FARHI. M. Internacionalização bancária e derivati vos financeiros no Brasil. In: SCHERER, A. (org.) O Brasil frente a ditadura do poder financeiro: reflexões e alternativas. Ed. Uni vates, 2005, p. 149- 172. BIANCARELI, A. Integração, ciclos e finanças domésticas: o Brasil na globalização financeira. UNICAMP. Tese de doutorado. IE, 2007. cap. 4. 10. Estrutura tributaria brasileira: trajetória de desenvolvimento e os limites de uma reforma fiscal GIAMBIGI, F. A política fiscal do Governo Lula em perspectiva histórica: qual é o limite para o aumento do gasto público? Revista Planejamento e Políticas Públicas, n° 27, jun- dez de 2004. OLIVEIRA, F. A. A evolução da estrutura tributária e do fisco brasileiro: 1889-2009. Texto de Discussão n. 1469. Brasília: IPEA, jan-2010. JUNQUEIRA, M. O. Por que falham as reformas tributárias no Brasil? Federalismo e multidimensionalidade. VII Workshop Empresa, Empresários e Sociedade, mai-2010. REGUEIRA K. A política industrial nos anos 90 e a alocação de recursos produtivos: Guerra e Renúncia Fiscal. Revista Paranaense de Desenvolvimento, Curitiba, n. l04, p.61- 78, jan. / jun. 2003 LOPREATO, F. L. L. A política fiscal brasileira: limites entraves ao crescimento. Texto para Discussão no. 131, ago. 2007 LOPREATO, F. L. L. Problemas de gestão da dívida pública brasileira. Texto Para Discussão no. 139, mar.2008 VARSANO, R. A Guerra Fiscal do ICMS: quem ganha e quem perde. Revista Planejamento e Politicas Publicas, n° 15, jun-1997. TAVARES, M. Vinte anos de política fiscal no Brasil: dos fundamentos do novo regime a Lei de Responsabilidade Fiscal. Revista de Economia & Relações Internacionais, v. 4, n. 7, jul. 2005. LOPREATO, F. L. C. A situação financeira dos estados e a reforma tributária. In: PINTO, M. P. A; BIASOTO JR. G. (orgs.) Política fiscal e desenvolvimento no Brasil. Campinas. Ed. Unicamp. 2006. 11. Avaliação do Balanço de Pagamento e da vulnerabilidade de externa da economia brasileira nos anos2000
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    8 JORGE, M. DesenvolvimentoProdutivo para evitar a volta da vulnerabilidade externa. In. VELLOSO, J. P. R.; ALBUQUERQUE. R. C. Na crise Global, como ser o melhor dos BRICs. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. MOREIRA, F. Inserção Internacional inteligente para evitar a vulnerabilidade externa. In. VELLOS O, J. P. R.; ALBUQUERQUE, R. C. (org.). Na crise Global, como ser o melhor dos BRICs. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. RIBEIRO, F. J.; MARKWALD, R. Balança Comercial e déficits em transações correntes: de volta a vulnerabilidade externa. In: VELLOSO. J. P. R.; ALBUQUERQUE, R. C. (org.). Na crise Global, como ser o melhor dos BRICs. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. TORRES FILHO, E. T; PUGA, F. Exportações brasileiras num cenário pós-crise internacional: GIAMBIGI, F.; BARROS, 0. (org.). Brasil pós-crise: agenda para a próxima década. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. BRESSER-PEREIRA, L. C.; MARCONI, N. Existe doença holandesa no Brasil? Anais do IV Fórum de Economia de São Paulo, São Paulo, 2008. 12. A desindustrialização do Brasil: o debate nos anos 2000 OREIRO, J. L.; FEIJÓ, C. A. Desindustrialização: conceituação, causas, efeitos e o caso brasileiro. Brazilian Journal of Political Economy, v. 30, n. 2, p. 219-232, 2010. PEREIRA, W. M.; CARIO, S. A. F. Indústria, desenvolvimento econômico e desindustrialização: sistematizando o debate no Brasil. Economia e desenvolvimento, Santa Maria, v. 29, p. 587, 2017. FEIJO, C. A. Desindustrialização e os dilemas do crescimento econômico recente. São Paulo: Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, mai. 2007. CORONEL, D. A.; AZEVEDO, A. F. Z. de; CAMPOS, A. C. Política industrial e desenvolvimento econômico: a reatualização de um debate histórico. Brazilian Journal of Political Economy, v. 34, n. 1, p. 103-119, 2014. BRESSER-PEREIRA, L. C.; MARCONI, N. Existe doença holandesa no Brasil? In Doença Holandesa e Industria. Editora FGV, 2010. pp. 207-230. PALMA, G. Quatro fontes de “desindustrialização” e um novo conceito de “doença holandesa”. Conferência de Industrialização, Desindustrialização e Desenvolvimento. Organizado por FIESP e IED1, Centi o Cultural da FIESP, 28 ago. 2005. NASSIF, A. Há evidências de desindustrialização no Brasil? Brazilian Journal of Political Economy, v. 28, n. 1, p. 72-96, 2008.
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    9 13. Estratégia Nacionalde Desenvolvimento: significado, importância e requerimentos BRESSER-PEREIRA, L.C. Estratégia nacional e desenvolvimento. Revista de Economia Politica. vol. 26, n.2, 2006, p. 203-230. BRESSER-PEREIRA, L. C. Novo desenvolvimentismo e ortodoxia convencional. In: DINIZ, E. (org.) Globalização, Estado e Desenvolvimento. Ed. FGV, 2007, p. 63-96 CANO, W. Uma estratégia nacional para o desenvolvimento. Texto para Discussão, IE/UNICAMP, n. 18 , ago. 2010. COUTINHO, L. G. et al. O desafio da construção de uma inserção externa dinamizadora. In: CASTRO, A. C. et al. Brasil em desenvolvimento. RJ: Civilizaqao Brasileira, vol. 1, 2005, pags. 271-314. COUTINHO, L; SARTI, F. A política industrial e a retomada do desenvolvimento. In: LAPLANE, M.; COUTINHO; HIRATUKA. C. (org) Internacionalização e desenvolvimento da indústria no Brasil. SP. Ed. Unesp. 2003. SUZIGAN, W., FURTADO, J. Política industrial e desenvolvimento. Revista de Economia Politica, v. 26, no.2, (102), abr-jun. 2006. COUTINHO, L. G. (2000) — Estudos Tematicos - Regimes Macroeconômicos e Estratégias Empresariais: Uma política industrial alternativa para o Brasil no surgimento do século 21. Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro — IE/UFRJ. BRESSER-PEREIRA, L. C. Empresários, suas origens e as interpretações do Brasil. 1994. Disponível em: https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/1987/TD31.pdf BRESSER-PEREIRA, L. C. Reflexões sobre o novo desenvolvimentismo e o desenvolvimentismo clássico. Brazilian Journal of Political Economy, v. 36, p. 237-265, 2016. PEREIRA, W. M.; MISSIO, F. J.; JAYME JR, F. G. O papel dos serviços no desenvolvimento econômico e a relação centro-periferia. Cedeplar, Universidade Federal de Minas Gerais, 2020. 14. Esgotamento do modelo de desenvolvimento dos anos 2000 e o retorno ao Neoliberalismo: impasses de uma nação em processo de deterioração ARAUJO, V. L. de; MATTOS, F. A. M. de (org.). A Economia Brasileira de Getúlio a Dilma: novas interpretações. São Paulo: Hucitec, 2021. Cap. 16; 17;18.
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