Desenho Técnico
Eng. Agr.
Prof. Dr. Cristiano Zerbato
Eng. Agr. Prof. Dr. Cristiano Zerbato
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” Via de Acesso Prof Paulo Donato Castellane, s/n
Departamento de Engenharia Rural 14.884-900 – Jaboticabal, São Paulo, Brasil
www.lamma.com.br +55 (16) 3209 2637 | lamma@fcav.unesp.br
Laboratório de Máquinas e Mecanização Agrícola
DESENHO TÉCNICO
LOCALIZAÇÃO DA DISCIPLINA NO CURSO DE AGRONOMIA
SEMESTRE I (Créditos/Natureza)
BIOLOGIA CELULAR 4/OBR
BIOQUÍMICA I 3/OBR
DESENHO TÉCNICO 3/OBR
INTRODUÇÃO À AGRONOMIA 2/OBR
MATEMÁTICA I 3/OBR
MORFOLOGIA VEGETAL 4/OBR
QUÍMICA GERAL 3/OBR
Disciplina: Desenho Técnico Docente: Prof. Dr. Cristiano Zerbato
CONTEXTO
OBJETIVO
Com base no plano proposto obter conhecimentos teóricos e
práticos para a elaboração e interpretação de projetos
relacionados à Engenharia Rural dentro da área específica de
Agronomia.
Disciplina: Desenho Técnico Docente: Prof. Dr. Cristiano Zerbato
CONTEXTO
METODOLOGIA DE ENSINO
As atividades a serem executadas durante a realização do curso
compreendem exposição teórica e trabalhos práticos,
desenvolvidos em sala de aula, além de atividades extra sala de
aula, como trabalhos dirigidos e execução de projetos
relacionados a construções no meio rural.
Disciplina: Desenho Técnico Docente: Prof. Dr. Cristiano Zerbato
CONTEXTO
Critérios de avaliação da aprendizagem
Disciplina: Desenho Técnico Docente: Prof. Dr. Cristiano Zerbato
CONTEXTO
Conteúdo e Bibliografia
Xerox
Qual?
Disciplina: Desenho Técnico Docente: Prof. Dr. Cristiano Zerbato
CONTEXTO
Introdução
• O homem se comunica (transmite idéias
e pensamentos) por vários meios. Os
mais importantes são:
–FALA;
–ESCRITA;
–DESENHO (utilizado desde épocas antigas):
• Desenho Artístico;
• Desenho Técnico.
Introdução
• Desde épocas muito antigas, o desenho é
uma forma importante de comunicação.
• Exemplo: Por meio dos desenhos feitos
pelos povos antigos, podemos conhecer
as técnicas utilizadas por eles, seus
hábitos e até suas idéias.
Introdução
Desenho das cavernas de Skavberg (Noruega) do
período mesolítico (6000 - 4500 a.C.).
Representação esquemática da figura humana.
Introdução
Representação egípcia do túmulo do
escriba Nakht, século XIV a.C.
Representação plana que destaca o
contorno da figura humana.
Introdução
Nu, desenhado por Miguel Ângelo
Buonarroti (1475-1564).
Aqui, a representação do corpo
humano transmite a ideia de volume.
Desenho Técnico X Artístico
• A diferença entre desenho artístico e técnico é
que o primeiro é capaz de produzir emoções e
retratar o mundo do artista, já o técnico
facilita, descreve e representa uma ideia por
meio de REGRAS e PROCEDIMENTOS.
O que é Desenho Técnico ?
• Forma de expressão gráfica que tem por
finalidade a representação de FORMA,
DIMENSÃO E POSIÇÃO de objetos de acordo
com as diferentes necessidades requeridas
pelas diversas modalidades de engenharia e
também da arquitetura.
O que é Desenho Técnico ?
• A figura acima está exemplificando a representação
de forma ESPACIAL por meio de figuras planas,
donde pode-se concluir que:
1. Para os leigos a figura é a representação de três
quadrados.
2. Na linguagem gráfica do desenho técnico a figura
corresponde à representação de um determinado cubo.
Origem
Desenvolvimento
• No século XIX, com a explosão mundial do
desenvolvimento industrial, foi necessário
normatizar a forma de utilização da Geometria
Descritiva para transformá-la numa linguagem
gráfica de nível internacional.
NORMALIZAÇÃO
Materiais e instrumentos de desenho técnico
• Prancheta
• Régua T ou paralelas
– Traçado de linhas paralelas
– Manejo dos esquadros
Materiais e instrumentos de desenho técnico
• Esquadros
– Traçar retas paralelas
– Perpendiculares
– Inclinadas
Materiais e instrumentos de desenho técnico
• Transferidor
Materiais e instrumentos de desenho técnico
• Gabaritos
– Curvas francesas, flexível e universal
Materiais e instrumentos de desenho técnico
• Compasso
• Lapiseira 0,5 mm
• Lapiseira 0,7 / 0,9 (opcionais)
• Grafite H, HB e F para Lapiseira
• Borracha branca e macia
Materiais e instrumentos de desenho técnico
• Canetas (nanquim)
• Normógrafo
Materiais e instrumentos de desenho técnico
• Escalímetro
– escalas de redução: 1:20, 1:25, 1:50. 1:75, 1:100,
1:125, todas expressas em Metro.
ESCALAS
• Com a criação do escalímetro, e sua colocação no
mercado pelas indústrias de instrumentos para Desenho,
o uso das escalas se tornou ainda mais fácil. Esta
ferramenta traz impresso em seus dorsos as escalas de
maior uso. Para os desenhos de Arquitetura, o
escalímetro triangular, possui as escalas de redução: 1:20,
1:25, 1:50. 1:75, 1:100, 1:125, todas expressas em Metro.
Materiais e instrumentos de desenho técnico
• Régua
• Papel (manteiga, vegetal e sulfite)
• Fita adesiva (crepe)
Materiais e instrumentos de desenho técnico
• Softwares e Plotters (impressoras)
Materiais e instrumentos de desenho técnico
• Lapiseiras
– 0,5: grafite HB, F ou H para traçar rascunhos e traços finos.
– 0,7: grafite HB ou B para traços fortes.
• Borracha macia
• Régua normal
• Papel (Sulfite A3 e A4)
• Fita adesiva (Crepe)
• Pasta para afixar os trabalhos
• Esquadros
• Compasso
• Transferidor
• Escalímetro ?
Cuidados no uso dos instrumentos
• Começar o trabalho sem antes limpar a prancheta e os
instrumentos;
• Cortar papel com canivete ou lâmina, usando a régua “T”
como guia;
• Trabalhar com lápis de ponta gasta;
• Apontar o lápis sobre a prancheta;
• Desenhar com a aresta superior a da régua “T”;
• Usar o escalímetro para traçar retas;
• Colocar pesos sobre a régua “T” para que permaneça no
lugar;
• Traçar uma linha a lápis, ou a tinta, voltando para trás;
• Espetar o compasso na prancheta;
• Deixar os instrumentos sem limpar...
Normalização
• Padronização;
• Universalização dos procedimentos de
representação gráfica;
• Normas técnicas: códigos técnicos que regulam
relações entre produtores e consumidores,
engenheiros, empreiteiros e clientes;
• BRASIL: Associação Brasileira de Normas Técnicas
– ABNT, fundada em 1940.
Normalização
• Para facilitar o intercâmbio de produtos e
serviços entre as nações;
• Fundaram, em 1947, a ISO (International
Organization for Standardization) – Londres;
• Quando uma norma técnica é criada por algum
país e é aprovada pelos demais, esta pode ser
internacionalizada, passando a compor a ISO.
Normalização
• No Brasil há uma série de normas, as NBR’s, que
estão de acordo com a ISO e regem a linguagem
do desenho técnico em seus mais diversos
parâmetros:
- NBR 10647 – Norma geral de Desenho Técnico;
- NBR 10068 – Layout e dimensões da folha de
desenho;
- NBR 10582 – Conteúdo da folha para desenho
técnico;
- NBR 8402 – Definição da caligrafia técnica em
desenhos;
- NBR 8403 – Aplicação de linhas para a execução
de desenho técnico;
- NBR 13142 – Dobramento da folha;
- NBR 8196 – Emprego da escala em desenho
técnico;
- NBR 10126 – Emprego de cotas em desenho
técnico;
- NBR 6492 – Representação de projetos
arquitetônicos
TIPOS DE DESENHO
• Métodos
– Mão Livre
– Com instrumentos
– Com computador
TIPOS DE DESENHO
• NBR 10647 (Abr/1989) – esta norma estabelece, dentre
outras terminologias, a classificação do desenho segundo
o seu aspecto geométrico.
• O desenho técnico pode ser dividido em duas grandes
modalidades:
– Desenhos projetivos
– Desenhos não-projetivos
TIPOS DE DESENHO
• Desenhos projetivos:
– abrange aqueles desenhos, cujo objetivo é a demonstração da forma e das
medidas proporcionais dos objetos. É representada por meio de vistas
ortográficas e perspectivas. Ex.: projetos de fabricação de máquinas e
equipamentos; projetos e construção de edificações de vários tipos,
envolvendo detalhes elétricos, arquitetônicos, estruturais, etc.; projetos para
construção de rodovias, aterros, drenagem, barragens, açudes, etc.; projetos
planialtimétricos e topográficos; desenvolvimento de produtos industriais;
projetos paisagísticos; dentre outros.
– Vistas ortográficas: proporcionam a representação exata do objeto,
– Perspectivas: proporcionam a representação deformada do objeto (3D)
TIPOS DE DESENHO
• Desenhos não-projetivos:
– desenho não subordinado a correspondência entre figuras que o constituem
e por ele representado.
– compreendem os GRÁFICOS e DIAGRAMAS resultantes de cálculos
algébricos.
TIPOS DE DESENHO
1. Quanto ao grau de elaboração
– Esboço
– Desenho preliminar (Anteprojeto)
– Desenho definitivo (Projeto)
2. Quanto ao grau de pormenorização
com que descreve o objeto
representado
– Detalhe
– Desenho de conjunto
3. Quanto ao modo de obtenção
– Original
– Reprodução
• Cópia
• Ampliação
• Redução
FOLHA DE DESENHO (Formatos)
FOLHA DE DESENHO (Formatos)
• Os outros papéis resultam de subdivisões do A0, como
apresentado na figura abaixo.
• Nota-se que, o papel de formato A1 tem a metade da
área do papel de formato A0. O papel A2 tem a metade
da área do A1, e assim por diante.
FOLHA DE DESENHO
Carimbo (legenda ou selo)
• deve conter toda a identificação do desenho:
– Nome do proprietário ou empresa pra o qual o projeto será
realizado;
– Título do desenho;
– Número do desenho;
– Nome do responsável
– Datas.
FOLHA DE DESENHO
Carimbo (legenda ou selo)
• A legenda deve ter comprimento 180 mm nos formatos
A4, A3, A2, e 175 mm nos formatos A1 e A0.
• A posição da legenda deve ser no canto inferior tanto em
folhas horizontais quanto verticais.
• A normalização dos formatos e do Carimbo tem por
objetivo proporcionar o melhor aproveitamento do
material, com o mínimo de perdas por recortes,
facilitando seu arquivamento.
FOLHA DE DESENHO (Legenda)
Des. Tec.
FCAV Unesp - Jaboticabal
Data
Planta baixa
Turma ? Nº Trab.
Prof. Dr. Cristiano Zerbato
3 cm 12 cm 3 cm
1cm
1,5 cm
1,5 cm
DOBRAMENTO DO PAPEL
• NBR 13142 (Mai/ 1994) – esta norma estabelece as condições para
o dobramento do papel de modo a facilitar o seu arquivamento.
• A condição geral para este procedimento é permitir que o resultado
final do dobramento seja uma folha no formato A4 (210 x 297 mm).
É, igualmente importante observar se o carimbo ou selo está visível.
OBRIGADO
Prof. Dr. Cristiano Zerbato
Departamento de Engenharia Rural
Ramal: 7627
zerbato@fcav.unesp.br

Primeira aula de desenho técnico emm.pdf

  • 1.
    Desenho Técnico Eng. Agr. Prof.Dr. Cristiano Zerbato
  • 2.
    Eng. Agr. Prof.Dr. Cristiano Zerbato Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” Via de Acesso Prof Paulo Donato Castellane, s/n Departamento de Engenharia Rural 14.884-900 – Jaboticabal, São Paulo, Brasil www.lamma.com.br +55 (16) 3209 2637 | lamma@fcav.unesp.br Laboratório de Máquinas e Mecanização Agrícola
  • 3.
    DESENHO TÉCNICO LOCALIZAÇÃO DADISCIPLINA NO CURSO DE AGRONOMIA SEMESTRE I (Créditos/Natureza) BIOLOGIA CELULAR 4/OBR BIOQUÍMICA I 3/OBR DESENHO TÉCNICO 3/OBR INTRODUÇÃO À AGRONOMIA 2/OBR MATEMÁTICA I 3/OBR MORFOLOGIA VEGETAL 4/OBR QUÍMICA GERAL 3/OBR Disciplina: Desenho Técnico Docente: Prof. Dr. Cristiano Zerbato CONTEXTO
  • 4.
    OBJETIVO Com base noplano proposto obter conhecimentos teóricos e práticos para a elaboração e interpretação de projetos relacionados à Engenharia Rural dentro da área específica de Agronomia. Disciplina: Desenho Técnico Docente: Prof. Dr. Cristiano Zerbato CONTEXTO
  • 5.
    METODOLOGIA DE ENSINO Asatividades a serem executadas durante a realização do curso compreendem exposição teórica e trabalhos práticos, desenvolvidos em sala de aula, além de atividades extra sala de aula, como trabalhos dirigidos e execução de projetos relacionados a construções no meio rural. Disciplina: Desenho Técnico Docente: Prof. Dr. Cristiano Zerbato CONTEXTO
  • 6.
    Critérios de avaliaçãoda aprendizagem Disciplina: Desenho Técnico Docente: Prof. Dr. Cristiano Zerbato CONTEXTO
  • 7.
    Conteúdo e Bibliografia Xerox Qual? Disciplina:Desenho Técnico Docente: Prof. Dr. Cristiano Zerbato CONTEXTO
  • 8.
    Introdução • O homemse comunica (transmite idéias e pensamentos) por vários meios. Os mais importantes são: –FALA; –ESCRITA; –DESENHO (utilizado desde épocas antigas): • Desenho Artístico; • Desenho Técnico.
  • 9.
    Introdução • Desde épocasmuito antigas, o desenho é uma forma importante de comunicação. • Exemplo: Por meio dos desenhos feitos pelos povos antigos, podemos conhecer as técnicas utilizadas por eles, seus hábitos e até suas idéias.
  • 10.
    Introdução Desenho das cavernasde Skavberg (Noruega) do período mesolítico (6000 - 4500 a.C.). Representação esquemática da figura humana.
  • 11.
    Introdução Representação egípcia dotúmulo do escriba Nakht, século XIV a.C. Representação plana que destaca o contorno da figura humana.
  • 12.
    Introdução Nu, desenhado porMiguel Ângelo Buonarroti (1475-1564). Aqui, a representação do corpo humano transmite a ideia de volume.
  • 13.
    Desenho Técnico XArtístico • A diferença entre desenho artístico e técnico é que o primeiro é capaz de produzir emoções e retratar o mundo do artista, já o técnico facilita, descreve e representa uma ideia por meio de REGRAS e PROCEDIMENTOS.
  • 14.
    O que éDesenho Técnico ? • Forma de expressão gráfica que tem por finalidade a representação de FORMA, DIMENSÃO E POSIÇÃO de objetos de acordo com as diferentes necessidades requeridas pelas diversas modalidades de engenharia e também da arquitetura.
  • 15.
    O que éDesenho Técnico ? • A figura acima está exemplificando a representação de forma ESPACIAL por meio de figuras planas, donde pode-se concluir que: 1. Para os leigos a figura é a representação de três quadrados. 2. Na linguagem gráfica do desenho técnico a figura corresponde à representação de um determinado cubo.
  • 16.
  • 17.
    Desenvolvimento • No séculoXIX, com a explosão mundial do desenvolvimento industrial, foi necessário normatizar a forma de utilização da Geometria Descritiva para transformá-la numa linguagem gráfica de nível internacional. NORMALIZAÇÃO
  • 18.
    Materiais e instrumentosde desenho técnico • Prancheta • Régua T ou paralelas – Traçado de linhas paralelas – Manejo dos esquadros
  • 19.
    Materiais e instrumentosde desenho técnico • Esquadros – Traçar retas paralelas – Perpendiculares – Inclinadas
  • 20.
    Materiais e instrumentosde desenho técnico • Transferidor
  • 21.
    Materiais e instrumentosde desenho técnico • Gabaritos – Curvas francesas, flexível e universal
  • 22.
    Materiais e instrumentosde desenho técnico • Compasso • Lapiseira 0,5 mm • Lapiseira 0,7 / 0,9 (opcionais) • Grafite H, HB e F para Lapiseira • Borracha branca e macia
  • 23.
    Materiais e instrumentosde desenho técnico • Canetas (nanquim) • Normógrafo
  • 24.
    Materiais e instrumentosde desenho técnico • Escalímetro – escalas de redução: 1:20, 1:25, 1:50. 1:75, 1:100, 1:125, todas expressas em Metro.
  • 25.
    ESCALAS • Com acriação do escalímetro, e sua colocação no mercado pelas indústrias de instrumentos para Desenho, o uso das escalas se tornou ainda mais fácil. Esta ferramenta traz impresso em seus dorsos as escalas de maior uso. Para os desenhos de Arquitetura, o escalímetro triangular, possui as escalas de redução: 1:20, 1:25, 1:50. 1:75, 1:100, 1:125, todas expressas em Metro.
  • 26.
    Materiais e instrumentosde desenho técnico • Régua • Papel (manteiga, vegetal e sulfite) • Fita adesiva (crepe)
  • 27.
    Materiais e instrumentosde desenho técnico • Softwares e Plotters (impressoras)
  • 28.
    Materiais e instrumentosde desenho técnico • Lapiseiras – 0,5: grafite HB, F ou H para traçar rascunhos e traços finos. – 0,7: grafite HB ou B para traços fortes. • Borracha macia • Régua normal • Papel (Sulfite A3 e A4) • Fita adesiva (Crepe) • Pasta para afixar os trabalhos • Esquadros • Compasso • Transferidor • Escalímetro ?
  • 29.
    Cuidados no usodos instrumentos • Começar o trabalho sem antes limpar a prancheta e os instrumentos; • Cortar papel com canivete ou lâmina, usando a régua “T” como guia; • Trabalhar com lápis de ponta gasta; • Apontar o lápis sobre a prancheta; • Desenhar com a aresta superior a da régua “T”; • Usar o escalímetro para traçar retas; • Colocar pesos sobre a régua “T” para que permaneça no lugar; • Traçar uma linha a lápis, ou a tinta, voltando para trás; • Espetar o compasso na prancheta; • Deixar os instrumentos sem limpar...
  • 30.
    Normalização • Padronização; • Universalizaçãodos procedimentos de representação gráfica; • Normas técnicas: códigos técnicos que regulam relações entre produtores e consumidores, engenheiros, empreiteiros e clientes; • BRASIL: Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, fundada em 1940.
  • 31.
    Normalização • Para facilitaro intercâmbio de produtos e serviços entre as nações; • Fundaram, em 1947, a ISO (International Organization for Standardization) – Londres; • Quando uma norma técnica é criada por algum país e é aprovada pelos demais, esta pode ser internacionalizada, passando a compor a ISO.
  • 32.
    Normalização • No Brasilhá uma série de normas, as NBR’s, que estão de acordo com a ISO e regem a linguagem do desenho técnico em seus mais diversos parâmetros: - NBR 10647 – Norma geral de Desenho Técnico; - NBR 10068 – Layout e dimensões da folha de desenho; - NBR 10582 – Conteúdo da folha para desenho técnico; - NBR 8402 – Definição da caligrafia técnica em desenhos; - NBR 8403 – Aplicação de linhas para a execução de desenho técnico; - NBR 13142 – Dobramento da folha; - NBR 8196 – Emprego da escala em desenho técnico; - NBR 10126 – Emprego de cotas em desenho técnico; - NBR 6492 – Representação de projetos arquitetônicos
  • 33.
    TIPOS DE DESENHO •Métodos – Mão Livre – Com instrumentos – Com computador
  • 34.
    TIPOS DE DESENHO •NBR 10647 (Abr/1989) – esta norma estabelece, dentre outras terminologias, a classificação do desenho segundo o seu aspecto geométrico. • O desenho técnico pode ser dividido em duas grandes modalidades: – Desenhos projetivos – Desenhos não-projetivos
  • 35.
    TIPOS DE DESENHO •Desenhos projetivos: – abrange aqueles desenhos, cujo objetivo é a demonstração da forma e das medidas proporcionais dos objetos. É representada por meio de vistas ortográficas e perspectivas. Ex.: projetos de fabricação de máquinas e equipamentos; projetos e construção de edificações de vários tipos, envolvendo detalhes elétricos, arquitetônicos, estruturais, etc.; projetos para construção de rodovias, aterros, drenagem, barragens, açudes, etc.; projetos planialtimétricos e topográficos; desenvolvimento de produtos industriais; projetos paisagísticos; dentre outros. – Vistas ortográficas: proporcionam a representação exata do objeto, – Perspectivas: proporcionam a representação deformada do objeto (3D)
  • 36.
    TIPOS DE DESENHO •Desenhos não-projetivos: – desenho não subordinado a correspondência entre figuras que o constituem e por ele representado. – compreendem os GRÁFICOS e DIAGRAMAS resultantes de cálculos algébricos.
  • 39.
    TIPOS DE DESENHO 1.Quanto ao grau de elaboração – Esboço – Desenho preliminar (Anteprojeto) – Desenho definitivo (Projeto) 2. Quanto ao grau de pormenorização com que descreve o objeto representado – Detalhe – Desenho de conjunto 3. Quanto ao modo de obtenção – Original – Reprodução • Cópia • Ampliação • Redução
  • 40.
    FOLHA DE DESENHO(Formatos)
  • 41.
    FOLHA DE DESENHO(Formatos) • Os outros papéis resultam de subdivisões do A0, como apresentado na figura abaixo. • Nota-se que, o papel de formato A1 tem a metade da área do papel de formato A0. O papel A2 tem a metade da área do A1, e assim por diante.
  • 42.
    FOLHA DE DESENHO Carimbo(legenda ou selo) • deve conter toda a identificação do desenho: – Nome do proprietário ou empresa pra o qual o projeto será realizado; – Título do desenho; – Número do desenho; – Nome do responsável – Datas.
  • 43.
    FOLHA DE DESENHO Carimbo(legenda ou selo) • A legenda deve ter comprimento 180 mm nos formatos A4, A3, A2, e 175 mm nos formatos A1 e A0. • A posição da legenda deve ser no canto inferior tanto em folhas horizontais quanto verticais. • A normalização dos formatos e do Carimbo tem por objetivo proporcionar o melhor aproveitamento do material, com o mínimo de perdas por recortes, facilitando seu arquivamento.
  • 44.
    FOLHA DE DESENHO(Legenda) Des. Tec. FCAV Unesp - Jaboticabal Data Planta baixa Turma ? Nº Trab. Prof. Dr. Cristiano Zerbato 3 cm 12 cm 3 cm 1cm 1,5 cm 1,5 cm
  • 45.
    DOBRAMENTO DO PAPEL •NBR 13142 (Mai/ 1994) – esta norma estabelece as condições para o dobramento do papel de modo a facilitar o seu arquivamento. • A condição geral para este procedimento é permitir que o resultado final do dobramento seja uma folha no formato A4 (210 x 297 mm). É, igualmente importante observar se o carimbo ou selo está visível.
  • 47.
    OBRIGADO Prof. Dr. CristianoZerbato Departamento de Engenharia Rural Ramal: 7627 zerbato@fcav.unesp.br