Trad. NVI
R o m a n o s 8 . 2 2 -2 7 .
22 Sabemos que toda a natureza criada geme até agora, como
 em dores de parto.
23 E não só isso, mas nós mesmos, que temos os primeiros
 frutos do Espírito, gememos interiormente, esperando
 ansiosamente nossa adoção como filhos, a redenção do nosso
 corpo.
24 Pois nessa esperança fomos salvos. Mas, esperança que se vê
 não é esperança. Quem espera por aquilo que está vendo?
25 Mas se esperamos o que ainda não vemos, aguardamo-lo
 pacientemente.
26 Da mesma forma o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza,
 pois não sabemos como orar, mas o próprio Espírito intercede
 por nós com gemidos inexprimíveis.
27 E aquele que sonda os corações conhece a intenção do
 Espírito, porque o Espírito intercede pelos santos de acordo
 com a vontade de Deus.
                                                         8
Os s     o f r im e n t o s e a g ló r ia
dos      f ilh o s d e D e u s - R m .
                8 . 2 3 -2 7 .
1.   O Espírito que habita em nós concede alegria e
     esperança.
b)   Mas o suspense desse período transitório nos traz
     sofrimentos.
3.   Paulo diz que “não sabemos orar” (vs.26):
d)   Orar por libertação dos sofrimentos?
e)   Orar por forças para suportá-los?
f)   Orar para conhecer a vontade de Deus?
g)   Orar para saber quem realmente somos diante de
     Deus?
                                                    9
“Da mesma forma o Espírito nos ajuda em nossa
 fraqueza, pois não sabemos como orar, mas o
 próprio Espírito intercede por nós com gemidos
                   inexprimíveis”
            R o m a no s 8 .2 6 .
                                                  10
“ E n ã o s ó is s o , m a s n ó s m e s m o s , q u e
t e m o s o s p r im e ir o s f r u t o s d o E s p ír it o ,
   g e m e m o s in t e r io r m e n t e , e s p e r a n d o
    a n s io s a m e n t e n o s s a a d o ç ã o c o m o
  f ilh o s , a r e d e n ç ã o d o n o s s o c o r p o ” .
                                                          11
                    R o m a no s 8 .2 3 .
O ra ç ã o             é    um        E s ta d o
         de              G    ra ç      a!
                               J e s u s e s tá
                             in t e r c e d e n d o
                                  por nós !
“ Q u e m o s c o n d e n a r á ? F o i C r is t o J e s u s
  q u e m o r r e u ; e m a is , q u e r e s s u s c it o u e
  e s t á à d ir e it a d e D e u s , e t a m b é m
  in t e r c e d e p o r n ó s ” . R m . 8 . 3 4 .
“ P o r t a n t o , e le é c a p a z d e s a lv a r
  d e f in it iv a m e n t e a q u e le s q u e , p o r m e io
  d e le , a p r o x im a m -s e d e D e u s , p o is v iv e
                                                            12
  s e m p r e p a r a in t e r c e d e r p o r e le s ” H b .
O ra ç ã o            é    um       E s ta d o
         de             G    ra ç     a!
                               D e u s e s tá
                            in t e r c e d e n d o
                                 por nós !
“ P o is a q u e le q u e D e u s e n v io u f a la a s
  p a la v r a s d e D e u s , p o r q u e e le d á o
  E s p ír it o s e m lim it a ç õ e s ” J o . 3 . 3 4 .

“ A q u e le q u e n ã o p o u p o u s e u p r ó p r io
  F ilh o , m a s o e n t r e g o u p o r t o d o s n ó s ,
  c o m o n ã o n o s d a r á ju n t a m e n t e c o m e le ,
                                                          13
  e d e g r a ç a , t o d a s a s c o is a s ? ” R m .
O ra ç ã o          é    um      E s ta d o
         de           G    ra ç    a!
                             O E s p ír it o
                            S a nto e s tá
                          in t e r c e d e n d o
                               por nós !
“ D a m e s m a f o r m a o E s p ír it o n o s
 a ju d a e m n o s s a f r a q u e z a , p o is n ã o
 s a b e m o s c o m o o r a r , m a s o p r ó p r io
 E s p ír it o in t e r c e d e p o r n ó s c o m
 g e m id o s in e x p r im ív e is ” R m . 8 . 2 6 .
                                                   14
“ E a q u e le q u e s o n d a o s c o r a ç õ e s
c o n h e c e a in t e n ç ã o d o E s p ír it o , p o r q u e
  o E s p ír it o in t e r c e d e p e lo s s a n t o s d e
     a c o rd o c o m a vo nta d e d e D e us ” .
                  R o m a no s 8 .2 7 .                  15
O r a ç ã o é a u t o -e n t r e g a
 s e g und o a vo nta d e d e
              De us .




“ In d o u m p o u c o m a is a d ia n t e , p r o s t r o u -
  s e c o m o ro s to e m te rra e o ro u : ‘ M e u
  P a i, s e f o r p o s s ív e l, a f a s t a d e m im e s t e
  c á lic e ; c o n t u d o , n ã o s e ja c o m o e u
  q u e r o , m a s s i m c o m o t u q u e r e s ’ ” M16 .t
  2 6 .3 9 .
C o n c lu s ã o
                                17

1. A o r a ç ã o é a n t e s d e t u d o a l g o q u e
  c a rre g a mo s d e ntro d e nó s c o mo um
  t e s o u r o e s c o n d id o .
  N e m s e m p r e e s t a m o s c o n s c ie n t e s
  d is s o .
  F re q u e nte me nte e s ta mo s s u rd o s p a ra
  o nos s o c ora ç ã o que ora .

2 . P o r t a n t o , a p r im e ir a p r io r id a d e d a
  o r a ç ã o é o u v ir .
  É p e r f e it a m e n t e p o s s ív e l q u e n ã o
  e s t e ja m o s p e r f e it a m e n t e c o n s c ie n t e s
  d a v id a d e o r a ç ã o q u e o E s p ír it o n o s
  deu.
Por Que Devemos Orar?

Por Que Devemos Orar?

  • 4.
  • 8.
    R o ma n o s 8 . 2 2 -2 7 . 22 Sabemos que toda a natureza criada geme até agora, como em dores de parto. 23 E não só isso, mas nós mesmos, que temos os primeiros frutos do Espírito, gememos interiormente, esperando ansiosamente nossa adoção como filhos, a redenção do nosso corpo. 24 Pois nessa esperança fomos salvos. Mas, esperança que se vê não é esperança. Quem espera por aquilo que está vendo? 25 Mas se esperamos o que ainda não vemos, aguardamo-lo pacientemente. 26 Da mesma forma o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza, pois não sabemos como orar, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. 27 E aquele que sonda os corações conhece a intenção do Espírito, porque o Espírito intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus. 8
  • 9.
    Os s o f r im e n t o s e a g ló r ia dos f ilh o s d e D e u s - R m . 8 . 2 3 -2 7 . 1. O Espírito que habita em nós concede alegria e esperança. b) Mas o suspense desse período transitório nos traz sofrimentos. 3. Paulo diz que “não sabemos orar” (vs.26): d) Orar por libertação dos sofrimentos? e) Orar por forças para suportá-los? f) Orar para conhecer a vontade de Deus? g) Orar para saber quem realmente somos diante de Deus? 9
  • 10.
    “Da mesma formao Espírito nos ajuda em nossa fraqueza, pois não sabemos como orar, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis” R o m a no s 8 .2 6 . 10
  • 11.
    “ E nã o s ó is s o , m a s n ó s m e s m o s , q u e t e m o s o s p r im e ir o s f r u t o s d o E s p ír it o , g e m e m o s in t e r io r m e n t e , e s p e r a n d o a n s io s a m e n t e n o s s a a d o ç ã o c o m o f ilh o s , a r e d e n ç ã o d o n o s s o c o r p o ” . 11 R o m a no s 8 .2 3 .
  • 12.
    O ra çã o é um E s ta d o de G ra ç a! J e s u s e s tá in t e r c e d e n d o por nós ! “ Q u e m o s c o n d e n a r á ? F o i C r is t o J e s u s q u e m o r r e u ; e m a is , q u e r e s s u s c it o u e e s t á à d ir e it a d e D e u s , e t a m b é m in t e r c e d e p o r n ó s ” . R m . 8 . 3 4 . “ P o r t a n t o , e le é c a p a z d e s a lv a r d e f in it iv a m e n t e a q u e le s q u e , p o r m e io d e le , a p r o x im a m -s e d e D e u s , p o is v iv e 12 s e m p r e p a r a in t e r c e d e r p o r e le s ” H b .
  • 13.
    O ra çã o é um E s ta d o de G ra ç a! D e u s e s tá in t e r c e d e n d o por nós ! “ P o is a q u e le q u e D e u s e n v io u f a la a s p a la v r a s d e D e u s , p o r q u e e le d á o E s p ír it o s e m lim it a ç õ e s ” J o . 3 . 3 4 . “ A q u e le q u e n ã o p o u p o u s e u p r ó p r io F ilh o , m a s o e n t r e g o u p o r t o d o s n ó s , c o m o n ã o n o s d a r á ju n t a m e n t e c o m e le , 13 e d e g r a ç a , t o d a s a s c o is a s ? ” R m .
  • 14.
    O ra çã o é um E s ta d o de G ra ç a! O E s p ír it o S a nto e s tá in t e r c e d e n d o por nós ! “ D a m e s m a f o r m a o E s p ír it o n o s a ju d a e m n o s s a f r a q u e z a , p o is n ã o s a b e m o s c o m o o r a r , m a s o p r ó p r io E s p ír it o in t e r c e d e p o r n ó s c o m g e m id o s in e x p r im ív e is ” R m . 8 . 2 6 . 14
  • 15.
    “ E aq u e le q u e s o n d a o s c o r a ç õ e s c o n h e c e a in t e n ç ã o d o E s p ír it o , p o r q u e o E s p ír it o in t e r c e d e p e lo s s a n t o s d e a c o rd o c o m a vo nta d e d e D e us ” . R o m a no s 8 .2 7 . 15
  • 16.
    O r aç ã o é a u t o -e n t r e g a s e g und o a vo nta d e d e De us . “ In d o u m p o u c o m a is a d ia n t e , p r o s t r o u - s e c o m o ro s to e m te rra e o ro u : ‘ M e u P a i, s e f o r p o s s ív e l, a f a s t a d e m im e s t e c á lic e ; c o n t u d o , n ã o s e ja c o m o e u q u e r o , m a s s i m c o m o t u q u e r e s ’ ” M16 .t 2 6 .3 9 .
  • 17.
    C o nc lu s ã o 17 1. A o r a ç ã o é a n t e s d e t u d o a l g o q u e c a rre g a mo s d e ntro d e nó s c o mo um t e s o u r o e s c o n d id o . N e m s e m p r e e s t a m o s c o n s c ie n t e s d is s o . F re q u e nte me nte e s ta mo s s u rd o s p a ra o nos s o c ora ç ã o que ora . 2 . P o r t a n t o , a p r im e ir a p r io r id a d e d a o r a ç ã o é o u v ir . É p e r f e it a m e n t e p o s s ív e l q u e n ã o e s t e ja m o s p e r f e it a m e n t e c o n s c ie n t e s d a v id a d e o r a ç ã o q u e o E s p ír it o n o s deu.