“O CÉU”
O céu está a trovejar!
E eu estou a cantar
Uma música de embalar!
O céu está muito triste!
E o sol parece
Que não existe.
O céu está tão escuro!
Como uma lágrima
Dentro dum furo.
O céu está tão negro!
Até parece
A casa de um morcego.
O céu tem trovões!
É porque os foguetões
Não lançam botões.
O céu está tão bravo!
Como a neve
Dentro dum cravo.
O céu está cinzento!
Como um homem sonolento
Porque estava demasiado atento.
Por fim,
O céu ficou brilhante!
Como o sol
Dentro de um livro numa estante.
Autoras:
Beatriz Fernandes, Ana Catarina Viana e Francisca Frasco
Turma AG4A

Poemaag4

  • 1.
    “O CÉU” O céuestá a trovejar! E eu estou a cantar Uma música de embalar! O céu está muito triste! E o sol parece Que não existe. O céu está tão escuro! Como uma lágrima Dentro dum furo. O céu está tão negro! Até parece A casa de um morcego. O céu tem trovões! É porque os foguetões Não lançam botões. O céu está tão bravo! Como a neve Dentro dum cravo. O céu está cinzento! Como um homem sonolento Porque estava demasiado atento. Por fim, O céu ficou brilhante! Como o sol Dentro de um livro numa estante. Autoras: Beatriz Fernandes, Ana Catarina Viana e Francisca Frasco Turma AG4A