A pesquisa sobre a atuação e o mercado de trabalho do fisioterapeuta na atenção domiciliar no Rio de Janeiro revela uma precarização das condições laborais, com muitos profissionais sem contrato formal e baixos salários. Aproximadamente 80% dos participantes atuam sem contrato de trabalho e enfrentam dificuldades financeiras, embora 70% busquem capacitação científica. O estudo serve como um parâmetro para entender o cenário trabalhista e promover a valorização da profissão na saúde suplementar.