O documento discute a prática do passe espírita, definindo-o como uma transfusão de forças magnéticas administrada por desencarnados através do médium. Explica que seu objetivo é o reequilíbrio do assistido nos planos físico, mental, emocional e espiritual, e que sua eficácia depende da assistência espiritual e não do médium. Também fornece recomendações sobre quem pode dar e receber passes, como aplicá-los e atitudes a serem evitadas.