O documento discute a relação entre biopoder e espiritualidade camponesa, destacando a importância do solo e da ecopoiesis na formação de valores. Além disso, aborda a trajetória da violência e alienação na sociedade, enfatizando o impacto da industrialização e do agronegócio na natureza e na saúde humana. A análise convida a uma reflexão sobre a interconexão entre os seres sociais e a natureza, sugerindo a necessidade de resgatar uma ética ultrassocial.