O documento analisa criticamente a localização do novo aeroporto de Lisboa na OTA, destacando a falta de informações claras e a controvérsia em torno de estudos realizados desde 1969. A análise sugere que a OTA apresenta vários desafios técnicos e ambientais, além de limitações para expansão futura. O autor argumenta que seriam necessárias considerações mais robustas sobre alternativas de localização antes de avançar com o projeto.