OS ENSINOS DE CRISTO 2
LIÇÃO 04
ALVOS D LIÇÃO
-Entender os resultados alcançados com a
prática da oração
-- Compreender biblicamente o valor do
jejum
-- Avaliar como anda seu relacionamento
com Deus
--Desejar cultivar e melhorar seu
relacionamento com Deus, por meio da
prática da oração e do jejum
-Estabelecer compromissos de oração
diárias
-- Aplicar-se à prática de jejum
Oração e Jejum são duas
disciplinas espirituais
importantíssimas e
indispensáveis para
aperfeiçoamento e
manutenção do nosso
relacionamento com Deus.
Pois um relacionamento
constante com o Pai nos dá
forças para vencer o pecado
e resistir as tentações do
mundo. O cristão que não
tem uma vida de oração e
jejum, acaba se expondo à
queda.
Jesus nos ensinou que devemos
aprender desde cedo as disciplinas
espirituais: Oração e Jejum. Mais uma
vez, Jesus, em Sua pregação na
montanha, combate a motivação do
coração humano, dessa vez advertindo
sobre o mal da hipocrisia,
especialmente em áreas que nos
aproximam de Deus, como a prática da
oração e jejum.
— E, quando orarem, não sejam como os hipócritas, que gostam de orar em pé
nas sinagogas e nos cantos das praças, para serem vistos pelos outros. Em
verdade lhes digo que eles já receberam a sua recompensa.
Mas, ao orar, entre no seu quarto e, fechada a porta, ore ao seu Pai, que está
em secreto. E o seu Pai, que vê em secreto, lhe dará a recompensa.
E, orando, não usem vãs repetições, como os gentios; porque eles pensam que
por muito falar serão ouvidos.
Não sejam, portanto, como eles; porque o Pai de vocês sabe o que vocês
precisam, antes mesmo de lhe pedirem.
— Portanto, orem assim: “Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu
nome;
venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;
o pão nosso de cada dia nos dá hoje;
e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também perdoamos aos nossos
devedores;
e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal [pois teu é o Reino, o
poder e a glória para sempre. Amém]!”
— Porque, se perdoarem aos outros as ofensas deles, também o Pai de vocês,
que está no céu, perdoará vocês;
Mt 6. 5-14
I – A ORAÇÃO DO VERDAEIRO
CRISTÃO
O Senhor conhece nossas limitações e por
isso nos ajuda em nossa proximidade com
Ele e usa a oração para que esse
relacionamento aconteça. O Pai Nosso nos
ensina como devemos orar para Deus. Não
é uma fórmula mágica, que precisamos
repetir palavra por palavra para funcionar,
mas é um guia para aprender a orar.
Podemos usar os temas da oração do Pai
Nosso para fazer nossas próprias orações.
Aqui reconhecemos que temos um Pai,
que é santo e que devemos fazer jus a
Sua Santidade.
A vontade de Deus é mais importante que
nossa vontade. Quando oramos, devemos
começar por submeter nossa vontade à
vontade de Deus. A oração nos lembra de
que estamos subjugados a vontade do Pai.
Nossa vida, nosso sustento depende de Deus.
Quando reconhecemos isso e oramos confiando em
Deus, Ele nos dá o sustento que precisamos, mesmo
quando parece impossível. A oração é um ótimo
exercício para fortalecer nossa esperança e fé no
Senhor. Quem muito ora, ou seja, se relaciona com
Deus, vê que Ele não está alheio a nada ou a
ninguém, mas que age sempre com o necessário e
no momento certo.
Ao praticar a oração aprendemos a fazer um
autorreconhecimento. Nos lembramos que Deus é nosso Pai,
Aquele que supre, rege nossa vida e nos sustenta dia após dia.
Aprendemos a fazer uma autoanálise com a oração, na qual
refletimos sobre nossas ações, reconhecendo nossos pecados e
assim pedindo perdão ao Pai. Devemos ser humildes para
reconhecer nossos erros e pedir perdão a Deus. E assim,
reconhecendo nossos erros, estaremos prontos a perdoar quem
pecou contra nós.
A última petição refere-se à proteção de Deus contra os
perigos do pecado. O cristão deve estar sempre
comprometido com uma vida de oração, com o Reino
de Deus e com a vontade de Deus e também se
preocupar em não pecar contra Deus. Quando oramos
para que Deus não nos deixe cair em tentação, mas que
nos livre do mal, basicamente estamos confessando que
o alvo de nossa confiança, para que possamos andar em
santidade, é Deus, e não as nossas próprias forças.
II- O JEJUM DO VERDADEIRO CRISTÃO
1- Como você entende o Jejum?
Wesley disse: “Algumas pessoas têm exaltado o jejum
religioso elevando-o além das Escrituras e da razão; e
outras o têm menosprezado por completo”.
Jejum é o instrumento que Deus deu ao homem para ele
vencer a si mesmo, para vencer aquilo que o afasta de
Deus, “a adoração a si mesmo”.
Jejuar é matar a sua carne pecaminosa, é você dizer para
seu corpo que quem manda nele é Deus. É viver a
Palavra de Deus na prática, dizendo que “não só de pão
viverá o homem, mas de tudo que procede da boca do
Senhor viverá o homem”Deuteronômio 8:3b.
Entre as várias definições de jejum podemos
citar a abdicação, a recusa, o abrir mão de algo.
Aqui veremos exemplos de como algumas
pessoas veem o jejum:
- Como um sacrifício necessário: Jejuam
apenas porque é uma orientação de Jesus, sem
mesmo entender o porquê e o para quê dessa
prática. Pensar assim, significa fazer do jejum
um sacrifício necessário, pelo qual todo cristão
deve passar, como se fosse pré-requisito para a
salvação ou para a sua permanência na igreja.
Essas pessoas praticam o jejum apenas por
ordem ou imposição da igreja
- Os cristãos que dizem NÃO ao jejum:
Existem alguns “cristãos” que se intitulam
tementes a Deus, que acreditam na Bíblia e
em Jesus Cristo, mas ainda assim não
encontram sentindo e resultado espiritual
na prática do Jejum. Aos que pensam
assim, abster-se de algo que lhes dá prazer,
não passa de um sacrifício meramente
humano, algo sem propósito alguma para a
fé e a vida cristã.
- Os que se engrandecem com o jejum:
Outras pessoas também veem a prática do
jejum como demonstração pública da
própria santidade. Praticando-o apenas para
provar que “são mais santos”, provando na
verdade que não entendem o Evangelho de
Cristo, entendem o cristianismo como uma
tabela de pontos, onde não basta estar no
“jogo”; acham que precisam ganhar de
todos em sua volta; carecem de demonstrar
sua superioridade espiritual.
- Os que emagrecem com o jejum:
Há outros que veem no jejum apenas
uma maneira para emagrecer. Esse
grupo de pessoas não vê valor ou efeito
religioso no abster-se de comida, por
exemplo.
2- O que a Bíblia diz sobre o jejum?
Na Bíblia o jejum não aparece como um
mandamento, mas é assumido como prática
normal do cristão. Deve ser voltado para
Deus, não para o reconhecimento dos
outros.
-Para os israelitas, as vezes jejuar era uma expressão de
profundo arrependimento por pecados cometidos.
Quando estavam amargurados e mergulhados em
profundo sentimento de culpa, eles choravam e
jejuavam. (Ne 9.1-2; Jn 3.5; Dn 9.10)
- Jejuar e humilhar-se perante deus são termos
espiritualmente equivalentes ( Sl 35.13; Is 58.3-5) . A
Bíblia também nos mostra que algumas pessoas
desejavam demonstrar sua dependência e o quanto
necessitavam da misericórdia de Deus na realização de
alguma obra futura. Foi o caso de Moisés (Ex 24.18)
Josafá (2 Cr 20); Ester ( Et 4.16); Esdras (Ed 8.21); o
próprio Jesus (Mt 4.1) e a igreja da Antioquia (At 13.1-
3; 14.23)
O ato de jejuar exemplifica para Deus (não para as
pessoas), o quanto estamos arrependidos por algo que
cometemos, como também expressa nossa dependência
e reconhecimento do Seu poder. É uma separação das
coisas do mundo , buscando uma comunhão com Deus,
como um gesto, um símbolo de negar a vontade da
carne, e foco nas coisas do alto, das coisas do espírito,
de Deus.
É uma prática que deve ser vivenciada tanto em tempos de lutas e
reconstruções, como também em tempos de paz e crescimento
espiritual, pois todo o tempo é tempo de glorificar e exaltar a
Deus , por meio de Jejum. O cristão ao jejuar entende que é uma
espécie de fortalecimento da fé, um revestimento espiritual,
capacitação.
3- COMO JEJUAR?
* Tenha uma qualidade de tempo: O que é melhor: três dias de
jejum ou abster-se apenas um dia do jantar? Na verdade, Deus
não está interessado no tempo, mas na qualidade do seu tempo.
Não adianta ficar três dias sem comer ou deixar de fazer algo que
lhe dá muito prazer, e durante esse período continuar alimentando
aqueles seus “pecados de estimação”. Quando agimos assim,
nosso jejum torna-se tão somente um sacrifício sem valor perante
Deus.
* Abstenha-se do que lhe dá prazer: “Como assim,
jejum não é só de comida?”: Entenda, não é a comida
que você deixa de comer que irá agradar a Deus, mas o
fato de abster-se do que lhe traz prazer, e que lhe é tido
como necessário, Usamos o jejum de comida como
exemplo, porque é algo comum e acessível a todos.
Talvez para você deu tempo na internet, no vídeo game,
em frente à TV, ou aquele tempo de futebol e passeios
com amigos sejam momentos que signifiquem muito
para você, e eles podem ser alvos de abstenção
temporária para a dedicação a um tempo de qualidade e
aperfeiçoamento no seu relacionamento com Deus.
Lembre-se senhor não está interessado no que você irá
se abster, mas para que você irá se abster.
CONCLUSÃO
Jesus nos passou as instruções do Sermão da Montanha para que
soubéssemos como reagir frente às mais comuns situações que os
herdeiros do Reino de Deus têm que enfrentar durante os rápidos
anos que passam neste mundo dominado pelo pecado. É no
Sermão da Montanha que encontramos as mais claras instruções
de Jesus quanto à como os filhos de Deus neste mundo
temporário deverão reagir quando enfrentarem todos os tipos de
lutas, sejam lutas ligadas à nossa saúde, finanças ou
relacionamentos. Jesus cobriu todos esses pontos.
As palavras de Jesus no Sermão da Montanha não são meros
conselhos de vida para os seres humanos, como alguns
imaginam. Jesus não nos passou conceitos filosóficos, mas
mandamentos. Esta verdade é facilmente observável quando
vemos as várias vezes em que Jesus concluiu os ensinos do
Sermão da Montanha com referência aos dois destinos
possíveis ao homem: a vida eterna e a morte eterna. (Mt 5,
6, 7). As palavras dEle no Sermão do monte servem para
nos ensinar a como segui-Lo e agrada-Lo. Se queremos ser
seguidores de Jesus Cristo, é necessário prestar atenção
nesse grande sermão, e obedecer as Suas recomendações. Só
assim seremos prudentes em nossa jornada de vida. “Todo
aquele, pois, ouve essas minhas palavras e as pratica será
comparado a um homem prudente que edificou a sua casa
sobre a rocha” Mateus 7.24

Os ensinos de cristo 2

  • 1.
    OS ENSINOS DECRISTO 2 LIÇÃO 04 ALVOS D LIÇÃO -Entender os resultados alcançados com a prática da oração -- Compreender biblicamente o valor do jejum -- Avaliar como anda seu relacionamento com Deus --Desejar cultivar e melhorar seu relacionamento com Deus, por meio da prática da oração e do jejum -Estabelecer compromissos de oração diárias -- Aplicar-se à prática de jejum
  • 2.
    Oração e Jejumsão duas disciplinas espirituais importantíssimas e indispensáveis para aperfeiçoamento e manutenção do nosso relacionamento com Deus. Pois um relacionamento constante com o Pai nos dá forças para vencer o pecado e resistir as tentações do mundo. O cristão que não tem uma vida de oração e jejum, acaba se expondo à queda.
  • 3.
    Jesus nos ensinouque devemos aprender desde cedo as disciplinas espirituais: Oração e Jejum. Mais uma vez, Jesus, em Sua pregação na montanha, combate a motivação do coração humano, dessa vez advertindo sobre o mal da hipocrisia, especialmente em áreas que nos aproximam de Deus, como a prática da oração e jejum.
  • 4.
    — E, quandoorarem, não sejam como os hipócritas, que gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, para serem vistos pelos outros. Em verdade lhes digo que eles já receberam a sua recompensa. Mas, ao orar, entre no seu quarto e, fechada a porta, ore ao seu Pai, que está em secreto. E o seu Pai, que vê em secreto, lhe dará a recompensa. E, orando, não usem vãs repetições, como os gentios; porque eles pensam que por muito falar serão ouvidos. Não sejam, portanto, como eles; porque o Pai de vocês sabe o que vocês precisam, antes mesmo de lhe pedirem. — Portanto, orem assim: “Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dá hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também perdoamos aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal [pois teu é o Reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!” — Porque, se perdoarem aos outros as ofensas deles, também o Pai de vocês, que está no céu, perdoará vocês; Mt 6. 5-14
  • 5.
    I – AORAÇÃO DO VERDAEIRO CRISTÃO O Senhor conhece nossas limitações e por isso nos ajuda em nossa proximidade com Ele e usa a oração para que esse relacionamento aconteça. O Pai Nosso nos ensina como devemos orar para Deus. Não é uma fórmula mágica, que precisamos repetir palavra por palavra para funcionar, mas é um guia para aprender a orar. Podemos usar os temas da oração do Pai Nosso para fazer nossas próprias orações.
  • 6.
    Aqui reconhecemos quetemos um Pai, que é santo e que devemos fazer jus a Sua Santidade.
  • 7.
    A vontade deDeus é mais importante que nossa vontade. Quando oramos, devemos começar por submeter nossa vontade à vontade de Deus. A oração nos lembra de que estamos subjugados a vontade do Pai.
  • 8.
    Nossa vida, nossosustento depende de Deus. Quando reconhecemos isso e oramos confiando em Deus, Ele nos dá o sustento que precisamos, mesmo quando parece impossível. A oração é um ótimo exercício para fortalecer nossa esperança e fé no Senhor. Quem muito ora, ou seja, se relaciona com Deus, vê que Ele não está alheio a nada ou a ninguém, mas que age sempre com o necessário e no momento certo.
  • 9.
    Ao praticar aoração aprendemos a fazer um autorreconhecimento. Nos lembramos que Deus é nosso Pai, Aquele que supre, rege nossa vida e nos sustenta dia após dia. Aprendemos a fazer uma autoanálise com a oração, na qual refletimos sobre nossas ações, reconhecendo nossos pecados e assim pedindo perdão ao Pai. Devemos ser humildes para reconhecer nossos erros e pedir perdão a Deus. E assim, reconhecendo nossos erros, estaremos prontos a perdoar quem pecou contra nós.
  • 10.
    A última petiçãorefere-se à proteção de Deus contra os perigos do pecado. O cristão deve estar sempre comprometido com uma vida de oração, com o Reino de Deus e com a vontade de Deus e também se preocupar em não pecar contra Deus. Quando oramos para que Deus não nos deixe cair em tentação, mas que nos livre do mal, basicamente estamos confessando que o alvo de nossa confiança, para que possamos andar em santidade, é Deus, e não as nossas próprias forças.
  • 11.
    II- O JEJUMDO VERDADEIRO CRISTÃO 1- Como você entende o Jejum? Wesley disse: “Algumas pessoas têm exaltado o jejum religioso elevando-o além das Escrituras e da razão; e outras o têm menosprezado por completo”. Jejum é o instrumento que Deus deu ao homem para ele vencer a si mesmo, para vencer aquilo que o afasta de Deus, “a adoração a si mesmo”. Jejuar é matar a sua carne pecaminosa, é você dizer para seu corpo que quem manda nele é Deus. É viver a Palavra de Deus na prática, dizendo que “não só de pão viverá o homem, mas de tudo que procede da boca do Senhor viverá o homem”Deuteronômio 8:3b.
  • 12.
    Entre as váriasdefinições de jejum podemos citar a abdicação, a recusa, o abrir mão de algo. Aqui veremos exemplos de como algumas pessoas veem o jejum: - Como um sacrifício necessário: Jejuam apenas porque é uma orientação de Jesus, sem mesmo entender o porquê e o para quê dessa prática. Pensar assim, significa fazer do jejum um sacrifício necessário, pelo qual todo cristão deve passar, como se fosse pré-requisito para a salvação ou para a sua permanência na igreja. Essas pessoas praticam o jejum apenas por ordem ou imposição da igreja
  • 13.
    - Os cristãosque dizem NÃO ao jejum: Existem alguns “cristãos” que se intitulam tementes a Deus, que acreditam na Bíblia e em Jesus Cristo, mas ainda assim não encontram sentindo e resultado espiritual na prática do Jejum. Aos que pensam assim, abster-se de algo que lhes dá prazer, não passa de um sacrifício meramente humano, algo sem propósito alguma para a fé e a vida cristã.
  • 14.
    - Os quese engrandecem com o jejum: Outras pessoas também veem a prática do jejum como demonstração pública da própria santidade. Praticando-o apenas para provar que “são mais santos”, provando na verdade que não entendem o Evangelho de Cristo, entendem o cristianismo como uma tabela de pontos, onde não basta estar no “jogo”; acham que precisam ganhar de todos em sua volta; carecem de demonstrar sua superioridade espiritual.
  • 15.
    - Os queemagrecem com o jejum: Há outros que veem no jejum apenas uma maneira para emagrecer. Esse grupo de pessoas não vê valor ou efeito religioso no abster-se de comida, por exemplo.
  • 16.
    2- O quea Bíblia diz sobre o jejum? Na Bíblia o jejum não aparece como um mandamento, mas é assumido como prática normal do cristão. Deve ser voltado para Deus, não para o reconhecimento dos outros.
  • 17.
    -Para os israelitas,as vezes jejuar era uma expressão de profundo arrependimento por pecados cometidos. Quando estavam amargurados e mergulhados em profundo sentimento de culpa, eles choravam e jejuavam. (Ne 9.1-2; Jn 3.5; Dn 9.10) - Jejuar e humilhar-se perante deus são termos espiritualmente equivalentes ( Sl 35.13; Is 58.3-5) . A Bíblia também nos mostra que algumas pessoas desejavam demonstrar sua dependência e o quanto necessitavam da misericórdia de Deus na realização de alguma obra futura. Foi o caso de Moisés (Ex 24.18) Josafá (2 Cr 20); Ester ( Et 4.16); Esdras (Ed 8.21); o próprio Jesus (Mt 4.1) e a igreja da Antioquia (At 13.1- 3; 14.23)
  • 18.
    O ato dejejuar exemplifica para Deus (não para as pessoas), o quanto estamos arrependidos por algo que cometemos, como também expressa nossa dependência e reconhecimento do Seu poder. É uma separação das coisas do mundo , buscando uma comunhão com Deus, como um gesto, um símbolo de negar a vontade da carne, e foco nas coisas do alto, das coisas do espírito, de Deus.
  • 19.
    É uma práticaque deve ser vivenciada tanto em tempos de lutas e reconstruções, como também em tempos de paz e crescimento espiritual, pois todo o tempo é tempo de glorificar e exaltar a Deus , por meio de Jejum. O cristão ao jejuar entende que é uma espécie de fortalecimento da fé, um revestimento espiritual, capacitação. 3- COMO JEJUAR? * Tenha uma qualidade de tempo: O que é melhor: três dias de jejum ou abster-se apenas um dia do jantar? Na verdade, Deus não está interessado no tempo, mas na qualidade do seu tempo. Não adianta ficar três dias sem comer ou deixar de fazer algo que lhe dá muito prazer, e durante esse período continuar alimentando aqueles seus “pecados de estimação”. Quando agimos assim, nosso jejum torna-se tão somente um sacrifício sem valor perante Deus.
  • 20.
    * Abstenha-se doque lhe dá prazer: “Como assim, jejum não é só de comida?”: Entenda, não é a comida que você deixa de comer que irá agradar a Deus, mas o fato de abster-se do que lhe traz prazer, e que lhe é tido como necessário, Usamos o jejum de comida como exemplo, porque é algo comum e acessível a todos. Talvez para você deu tempo na internet, no vídeo game, em frente à TV, ou aquele tempo de futebol e passeios com amigos sejam momentos que signifiquem muito para você, e eles podem ser alvos de abstenção temporária para a dedicação a um tempo de qualidade e aperfeiçoamento no seu relacionamento com Deus. Lembre-se senhor não está interessado no que você irá se abster, mas para que você irá se abster.
  • 21.
    CONCLUSÃO Jesus nos passouas instruções do Sermão da Montanha para que soubéssemos como reagir frente às mais comuns situações que os herdeiros do Reino de Deus têm que enfrentar durante os rápidos anos que passam neste mundo dominado pelo pecado. É no Sermão da Montanha que encontramos as mais claras instruções de Jesus quanto à como os filhos de Deus neste mundo temporário deverão reagir quando enfrentarem todos os tipos de lutas, sejam lutas ligadas à nossa saúde, finanças ou relacionamentos. Jesus cobriu todos esses pontos.
  • 22.
    As palavras deJesus no Sermão da Montanha não são meros conselhos de vida para os seres humanos, como alguns imaginam. Jesus não nos passou conceitos filosóficos, mas mandamentos. Esta verdade é facilmente observável quando vemos as várias vezes em que Jesus concluiu os ensinos do Sermão da Montanha com referência aos dois destinos possíveis ao homem: a vida eterna e a morte eterna. (Mt 5, 6, 7). As palavras dEle no Sermão do monte servem para nos ensinar a como segui-Lo e agrada-Lo. Se queremos ser seguidores de Jesus Cristo, é necessário prestar atenção nesse grande sermão, e obedecer as Suas recomendações. Só assim seremos prudentes em nossa jornada de vida. “Todo aquele, pois, ouve essas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha” Mateus 7.24