SlideShare uma empresa Scribd logo
Equipes de Nossa SenhoraEQUIPE 12NOSSA SENHORA DO CARMOSETOR LAGOSREGIÃO RIO iv equipe12ens.blogspot.comFORMAÇÃO
OS PONTOS CONCRETOS DE ESFORÇO MEDITAÇÃO DA PALAVRA
Isaias 55, 10-11 “Assim como a chuva e a neve descem do céu e para lá não voltam mais, mas vês irrigar e fecundar a terra, e fazê-la germinar e dar semente, para o plantio e para a alimentação, assim a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia; antes, realizará tudo que for da minha vontade e produzirá  os efeitos que pretendi, ao enviá-la.” Na meditação o objetivo último não é interpretar a Bíblia, mas interpretar a vida. Celebrar a palavra viva que Deus fala hoje na vida de cada um, na vida do povo, na realidade do mundo em que se vive.
“Por meditação, entendemos essa busca ansiosa do conhecimento de Cristo, que o amor exige, estimula e recoloca sempre, porque aquele que ama aspira a conhecer sempre e melhor para amar sempre mais...” (Padre Caffarel)
Se alguém tem entendimento das Escrituras Divinas ou parte delas, mas se com esse entendimento não edifica a dupla caridade – a de Deus e a do próximo – é preciso reconhecer que nada entendeu… (Santo Agostinho – Séc IV) Falando com a Samaritana Jesus respondeu: “Se você conhecesse o dom de Deus, e quem lhe está pedindo de beber, você é que lhe pediria. E Ele daria a você a água viva. Quem bebe desta água que eu vou dar, esse nunca mais terá sede. E a água que eu lhe darei, vai se tornar dentro dele uma fonte de água que jorra para a vida eterna” (Jo 4, 10.13-14)
Os discípulos aproximaram-se e disseram a Jesus: “Por que falas ao povo em parábolas? Jesus respondeu:Desse modo se cumpre neles a profecia de Isaías: Havereisde ouvir, sem nada entender. Havereis de olhar, sem nada ver. Porque o coração deste povo se tornou insensível. Eles ouviram com má vontade e fecharam seus olhos, para não ver com olhos, nem ouvir com os ouvidos, nem compreender com o coração, de modo que se convertam e eu os cure. Felizes sois vós, porque vossos olhos vêem e vossos ouvidos ouvem. Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não viram, desejaram ouvir o que ouvis, e não ouviram.” (Mt 13, 10; 14-17)
Estamos a 15 de outubro de 1967. . . Na basílica de São Pedro, dois mil e quinhentos leigos de todos os países participam da missa concelebrada pelo Papa e vinte e quatro cardeais e bispos. Segundo o Papa Paulo VI, o que assegura a eficácia da ação do leigo cristão?  ,[object Object],“Somente a vossa união pessoal  e profunda com Cristo, poderá assegurar a fecundidade do vosso apostolado, qualquer que ele seja.” Papa Paulo VI
E eis que renasce no meu íntimo esta pergunta que, por vezes, se toma em mim lancinante como um remorso:  Não andei eu errado por não introduzir, dentre as obrigações dos Estatutos, a meditação cotidiana, como era o meu pensamento, como me era solicitado por vários casais da primeira hora? O fato é que eu verifico serem muitos ainda os membros das equipes  que não fizeram até agora esta descoberta. A exortação vigorosa e solene do Papa será por eles ouvida?
Que surto renovador de vida cristã pessoal, de vitalidade conjugal e familiar, de vitalidade nas nossas equipes, não seria possível esperar, se num espírito de amor filial e de docilidade, todos os membros do Movimento levassem a sério o apelo insistente de Paulo VI para a meditação! Pe. Henri Caffarel (Editorial da Carta Mensal – junho de 1968)
Leitura do Evangelho segundo São Lucas 8, 4-15"Uma grande multidão, vinda de várias cidades, veio ver Jesus. Quando todos estavam reunidos,  Ele contou esta parábola:  ,[object Object],- Quem quiser ouvir, que ouça!Os discípulos de Jesus perguntaram o que  ele queria dizer com essa parábola.  Jesus respondeu:A vocês Deus mostra os segredos do seu Reino. Mas aos outros tudo é ensinado por meio de parábolas, para que olhem e não enxerguem  nada e para que escutem e não entendam.Jesus disse aos Apóstolos:- A vocês Deus mostra os segredos do seu Reino.- Aos outros tudo é ensinado por meio de parábolas.Você se considera um apóstolo ou você se inclui entre os outros?O que vamos dizer a Jesus quando estivermos frente a frente?
A meditação consiste em encontrar o Senhor, todos os dias, numa prece silenciosa. “Sejam constantes na oração; que ela os mantenha vigilantes, dando graças a Deus”.(Cl 4,2) Somos chamados a dar nosso tempo ao nosso Deus, para uma conversa com Ele e viver sua presença. A meditação quotidiana desenvolve em nós a capacidade de escuta e de diálogo com Deus. Ela consiste em ter um tempo para estar a sós com Aquele que nos ama. É um tempo de escuta silenciosa, de coração a coração, um tempo de descoberta e de acolhimento do projeto que Deus tem para nós. Não existem regras rígidas para rezar. Cada pessoa decide o que é apropriado para ela (quando, onde e como). O que parece mais importante para desenvolver essa profunda união com Deus é a perseverança e a regularidade. (Guia das ENS – Fl. 24) “As palavras na meditação não são discursos mas gravetos que alimentam o fogo do amor”.  (Catecismo da Igreja Católica, 2717)
No livro CONSTRUIR O HOMEM E O MUNDO, o Pe. Michel Quoist, diz o seguinte:  SABER  PARAR Muitas vezes o homem moderno apenas se suporta porque não tem mais tempo, ou não sabe mais arranjar tempo de parar, e de se olhar interiormente, para tomar consciência de si mesmo. À força de se omitir, não ousa mais recolher-se, porque seria brutalmente recolocado diante da responsabilidade que o amedronta. Agitar-se dá-lhe a impressão de estar vivendo, mas ele na realidade está se aturdindo, o que faz que ele escape a si mesmo e se condene à vida instintiva. Não é mais homem, e sim, animal. Aceitar parar é o primeiro ato que lhe vai permitir restituir-se a si mesmo.
- Se você quiser assenhorar-se daquilo que há de mais profundo em você, é preciso saber parar. - Não espere que Deus faça você parar para tomar consciência de que você existe. Quando isso se der, será tarde demais, e você não poderá mais ter mérito. - Você não tem tempo de parar? Seja franco: há momentos vazios entre suas ocupações, há um tempo “picadinho” em sua vida. Não se apresse em enchê-lo com barulho, com o jornal, com uma conversa, uma presença ... - Aceitar parar é sinal que você aceita olhar-se; e olhar-se já é começar a agir, pois é fazer penetrar o espírito no interior de si mesmo. - Nunca “mate o tempo”. Por mais diminuto que ele seja, é providencial: o Senhor está presente nele. E ele o convida à reflexão e à decisão para que você se torne mais humano.
Assim como ninguém se torna marceneiro, músico, escritor da noite pra o dia, tampouco se torna pessoa de oração sem um aprendizado consciencioso. Aconselho vivamente, portanto, que se cuide dos gestos e das atitudes no início da meditação. Uma atitude clara e forte de um ser humano bem desperto, presente a si mesmo e a Deus; uma inclinação profunda ou um sinal da cruz, com vagar, carregado de sentido. (Livro Porfeta do Matrimônio – Pe. Henri Caffarel)
A lentidão e a calma têm muita importância para a ruptura com o ritmo precipitado e tenso de uma vida agitada e apressada. Alguns instantes de silêncio: como uma freada, contribuirão para introduzi-lo no ritmo da meditação e a operar a ruptura necessária com as atividades precedentes. Fazer uma oração vocal, vagarosamente, à meia-voz.
Tome consciência de Deus presente: um vivente, o Grande Vivente, que está aí, que está à sua espera, vê você, ama você. Ele tem a sua idéia sobre esta oração que começa e pede-lhe que você esteja cegamente de acordo com o que Ele quer dela. Cuide das atitudes interiores mais ainda do que das do corpo. As atitudes fundamentais do ser humano em face de Deus: dependência e arrependimento.
A base de toda e qualquer oração é a experiência de pobreza interior, de uma verdadeira indigência. Rezam os que experimentam fome e sede de Deus. Rezam os que buscam um sentido para os seus dias. Não basta viver, sem atenção ao mistério mais profundo de nós mesmos. Orar é saber-se engolfado por uma presença que envolve e nos perscruta. A oração manifesta uma dependência amorosa de Deus. É sempre o “seja feita a vossa vontade assim na terra  como no céu”. É longo o aprendizado da oração, muito longo,  cheio de surpresas.
Arrependimento: este sentimento agudo de nossa inata indignidade na presença da Santidade de Deus. Como São Pedro que, de repente, cai por terra diante de Cristo: “Afasta-te de mim, sou apenas um pobre pecador”.
Essas duas atitudes são importantes para aplainar em você os caminhos do Senhor. Estando assim com a alma predisposta, peça a graça da meditação, pois como já lhe disse, a meditação é um dom de Deus antes de ser uma atividade humana. Chame humildemente o Espírito Santo, ele é o nosso Mestre de oração.
Assim preparada, a meditação propriamente dita pode começar. Então, surgem três grandes faculdades sobrenaturais que o Senhor nos deu, para entrarmos em comunhão com Ele, a fé, a caridade e a esperança.
Medite no que Deus nos diz de si mesmo por meio da Criação – onde tudo fala de suas perfeições - pela Bíblia e, sobretudo por meio de seu Filho que se encarnou, viveu e morreu para nos revelar o amor infinito do Pai ...
Movido pela fé, exercite a caridade. “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine. Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade - as três. Porém, a maior delas é a caridade.”(I Coríntios, 13, 1;13)
É também próprio do amor aspirar à união com aquele que se ama – e à felicidade que essa união promete. Quando se trata de Deus, essa aspiração se chama esperança. Exercitem, pois, também a esperança.
Os Equipistas que meditam haverão de tomar um breve texto da Escritura. Bom seria se não fosse um texto longo. O texto lido é levado ao fundo do coração. No santuário de cada um, se pensa naquilo que o Senhor pode bem querer dizer. Depois, haverá  uma partilha do que um e outro acreditou  ter sido mensagem de Deus. Guarda-se mais uns instantes de silêncio e  termina-se tudo com a leitura de um salmo ou delicada  recitação do Magnificat  de Nossa Senhora (Frei Almir Guimarães, OFM SCE Setor B – Petrópolis/RJ)
Na meditação, a primeira preocupação não é fazer pedidos, nem querer falar de suas coisas. A mente e a vontade, mesmo tentadas por distrações, concentram-se em Deus e acolhem aquilo que Ele quer dizer. Pode ser que durante muito tempo, anos mesmo, a meditação seja um martírio e tenhamos uma verdadeira secura interior. Pouco importa: é na perseverança que seremos fiéis aos desígnios de Deus a nosso respeito e a respeito do casamento e da vida cristã no meio do mundo. (Frei Almir Guimarães, OFM SCE Setor B – Petrópolis/RJ)
A meditação, se possível diária, vai fazendo com que cada um de nós dê importância ao que merece importância. Os que meditam, sozinhos, em casal, ou em grupo, vão atingindo o fundo do coração. Deixam de ser pessoas superficiais e mergulham no oceano de Deus. (Frei Almir Guimarães, OFM SCE Setor B – Petrópolis/RJ)
O Silêncio na meditação nos permite ouvir, colocarmo-nos em condições de escuta. Assim, pela audição atenta da Palavra em nós, na meditação, colocamo-nos em condições de escuta: não acreditar que se saiba tudo, não selecionar o que nos interessa, não querer que os textos digam o que queiramos que digam.  Thomas Merton escreve: “Quem não permite ao seu espírito que fique abatido ou desanimado pela aridez e impotência, mas deixa Deus conduzi-lo calmamente pelo deserto e não deseja outro amparo ou guia além da fé pura e da confiança só em Deus, alcançará uma profunda e tranqüila união com Ele”  (Sementes de Contemplação, Livraria Tavares Martins, Porto, 1956, p. 227).
Será importante perseverar na meditação. Só assim os casais das Equipes serão Santos e só assim poderão agir no mundo com eficiência. Não podemos ser apenas tocadores de obras na vida e na Igreja. Mas é preciso coragem e perseverança.
A meditação é um exercício para atingir a plena união com Deus. Na medida em que o homem vai dando resposta às visitas de Deus e for se simplificando, pode ter certeza de que Deus vem tomar conta dele.  Assim também acontece na vida de um casal cristão. Depois do grau de oração chamado meditação, vem a contemplação: “Logo se manifesta qualquer razoável indício de que Deus está chamando o espírito para o caminho da contemplação, devemos ater-nos tranqüilamente a uma oração extremamente simplificada, (...) e aguardar em nossa inanidade e com vigilante esperança, que a vontade de Deus se cumpra em nós”(Thomas Merton, Sementes de Contemplação, cit. P. 229).
Os que são fiéis à meditação, aos poucos, com a purificação dos sentidos e dos desejos que Deus pode operar, vão se perdendo em Deus e vivem a chama do amor de que falam os místicos. O que se passa nesses corações é segredo entre eles e o Senhor.  (Frei Almir Guimarães, OFM  - SCE Setor B – Petrópolis/RJ)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Retiro com catequistas
Retiro com catequistasRetiro com catequistas
Retiro com catequistas
José Vieira Dos Santos
 
Guia do-aspirante-impresso - 2016
Guia do-aspirante-impresso - 2016Guia do-aspirante-impresso - 2016
Guia do-aspirante-impresso - 2016
Ismael Rosa
 
Roteiro de oração para Santas Missões Populares - Novena Missionária
Roteiro de oração para Santas Missões Populares - Novena MissionáriaRoteiro de oração para Santas Missões Populares - Novena Missionária
Roteiro de oração para Santas Missões Populares - Novena Missionária
Bernadetecebs .
 
Power point da formação
Power point da formaçãoPower point da formação
Power point da formação
acolitosdeparanhos
 
1º encontro Familia e Oração
1º encontro Familia e Oração1º encontro Familia e Oração
1º encontro Familia e Oração
Catequese Anjos dos Céus
 
Novo processo formativo 2022
Novo processo formativo 2022Novo processo formativo 2022
Novo processo formativo 2022
Marcelo Bernini
 
Certificado curso de batismo
Certificado curso de batismoCertificado curso de batismo
Certificado curso de batismo
TatianaDePaula10
 
Conferência Missionária Passo a Passo
Conferência Missionária Passo a PassoConferência Missionária Passo a Passo
Conferência Missionária Passo a Passo
Cursos Ministeriais
 
Ensino bíblico sobre o jejum
Ensino bíblico sobre o jejumEnsino bíblico sobre o jejum
Ensino bíblico sobre o jejum
ADPC109
 
2º encontro catequese - Igreja-Missa-Biblia
2º encontro  catequese -  Igreja-Missa-Biblia2º encontro  catequese -  Igreja-Missa-Biblia
2º encontro catequese - Igreja-Missa-Biblia
Catequese Anjos dos Céus
 
apostila_pregacao-material formador-oficial (1).doc
apostila_pregacao-material formador-oficial (1).docapostila_pregacao-material formador-oficial (1).doc
apostila_pregacao-material formador-oficial (1).doc
itamar2019
 
Livro de Orações católicas I
Livro de Orações católicas ILivro de Orações católicas I
Livro de Orações católicas I
Luis Carlos Riotinto Sena
 
O fruto do espírito a essencia do carater cristão
O fruto do espírito a essencia do carater cristãoO fruto do espírito a essencia do carater cristão
O fruto do espírito a essencia do carater cristão
Eduardo Sousa Gomes
 
Os símbolos litúrgicos
Os símbolos litúrgicosOs símbolos litúrgicos
Os símbolos litúrgicos
Juliana Cristina M. Muniz
 
Quaresma e campanha da fraternidade - Crisma
Quaresma e campanha da fraternidade - CrismaQuaresma e campanha da fraternidade - Crisma
Quaresma e campanha da fraternidade - Crisma
Marcelly Alves
 
Combate espiritual armadura de deus
Combate espiritual   armadura de deusCombate espiritual   armadura de deus
Combate espiritual armadura de deus
Edilson Jose Barbosa Barbosa
 
Ceia do Senhor
Ceia do SenhorCeia do Senhor
Ceia do Senhor
Paulo Roberto
 
Retiro anual ens setorcaragua
Retiro anual ens setorcaraguaRetiro anual ens setorcaragua
Retiro anual ens setorcaragua
Kleber Silva
 
O que é que o cursilho faz?
O que é que o cursilho faz?O que é que o cursilho faz?
Pregação crescimento Espiritual
Pregação crescimento EspiritualPregação crescimento Espiritual
Pregação crescimento Espiritual
suzyanne2010
 

Mais procurados (20)

Retiro com catequistas
Retiro com catequistasRetiro com catequistas
Retiro com catequistas
 
Guia do-aspirante-impresso - 2016
Guia do-aspirante-impresso - 2016Guia do-aspirante-impresso - 2016
Guia do-aspirante-impresso - 2016
 
Roteiro de oração para Santas Missões Populares - Novena Missionária
Roteiro de oração para Santas Missões Populares - Novena MissionáriaRoteiro de oração para Santas Missões Populares - Novena Missionária
Roteiro de oração para Santas Missões Populares - Novena Missionária
 
Power point da formação
Power point da formaçãoPower point da formação
Power point da formação
 
1º encontro Familia e Oração
1º encontro Familia e Oração1º encontro Familia e Oração
1º encontro Familia e Oração
 
Novo processo formativo 2022
Novo processo formativo 2022Novo processo formativo 2022
Novo processo formativo 2022
 
Certificado curso de batismo
Certificado curso de batismoCertificado curso de batismo
Certificado curso de batismo
 
Conferência Missionária Passo a Passo
Conferência Missionária Passo a PassoConferência Missionária Passo a Passo
Conferência Missionária Passo a Passo
 
Ensino bíblico sobre o jejum
Ensino bíblico sobre o jejumEnsino bíblico sobre o jejum
Ensino bíblico sobre o jejum
 
2º encontro catequese - Igreja-Missa-Biblia
2º encontro  catequese -  Igreja-Missa-Biblia2º encontro  catequese -  Igreja-Missa-Biblia
2º encontro catequese - Igreja-Missa-Biblia
 
apostila_pregacao-material formador-oficial (1).doc
apostila_pregacao-material formador-oficial (1).docapostila_pregacao-material formador-oficial (1).doc
apostila_pregacao-material formador-oficial (1).doc
 
Livro de Orações católicas I
Livro de Orações católicas ILivro de Orações católicas I
Livro de Orações católicas I
 
O fruto do espírito a essencia do carater cristão
O fruto do espírito a essencia do carater cristãoO fruto do espírito a essencia do carater cristão
O fruto do espírito a essencia do carater cristão
 
Os símbolos litúrgicos
Os símbolos litúrgicosOs símbolos litúrgicos
Os símbolos litúrgicos
 
Quaresma e campanha da fraternidade - Crisma
Quaresma e campanha da fraternidade - CrismaQuaresma e campanha da fraternidade - Crisma
Quaresma e campanha da fraternidade - Crisma
 
Combate espiritual armadura de deus
Combate espiritual   armadura de deusCombate espiritual   armadura de deus
Combate espiritual armadura de deus
 
Ceia do Senhor
Ceia do SenhorCeia do Senhor
Ceia do Senhor
 
Retiro anual ens setorcaragua
Retiro anual ens setorcaraguaRetiro anual ens setorcaragua
Retiro anual ens setorcaragua
 
O que é que o cursilho faz?
O que é que o cursilho faz?O que é que o cursilho faz?
O que é que o cursilho faz?
 
Pregação crescimento Espiritual
Pregação crescimento EspiritualPregação crescimento Espiritual
Pregação crescimento Espiritual
 

Semelhante a Os Pontos Concretos de Esforço - Meditação

Os pontos concretos de esforço meditação - instrumental
Os pontos concretos de esforço   meditação - instrumentalOs pontos concretos de esforço   meditação - instrumental
Os pontos concretos de esforço meditação - instrumental
Rubens José Terra Campos
 
A oração ns escrts de samz
A oração ns escrts de samzA oração ns escrts de samz
A oração ns escrts de samz
Cristobal Avalos Rojas
 
4.a experiencia das disciplinas espirituais
4.a experiencia das disciplinas espirituais4.a experiencia das disciplinas espirituais
4.a experiencia das disciplinas espirituais
Jr Buzinely
 
A prece
A preceA prece
A prece
Marta Gomes
 
A oração.doc
A oração.docA oração.doc
A oração.doc
CultagriLda
 
A oração nos escritos de samz
A oração nos escritos de samzA oração nos escritos de samz
A oração nos escritos de samz
Cristobal Avalos Rojas
 
Evangelho no lar
Evangelho no larEvangelho no lar
Evangelho no lar
Eduardo Ottonelli Pithan
 
aula 7 - evangelho no lar.pdf - esde - G6
aula 7 - evangelho no lar.pdf - esde - G6aula 7 - evangelho no lar.pdf - esde - G6
aula 7 - evangelho no lar.pdf - esde - G6
FilipeDuartedeBem
 
Introdução à espiritualidade
Introdução à espiritualidadeIntrodução à espiritualidade
Introdução à espiritualidade
Jorge Neves
 
Intro
IntroIntro
Mensagem de nossa senhora
Mensagem de nossa senhoraMensagem de nossa senhora
Mensagem de nossa senhora
Lucilene G.O. Adonai
 
Ebook 264 oração-como-estilo-de-vida1
Ebook 264 oração-como-estilo-de-vida1Ebook 264 oração-como-estilo-de-vida1
Ebook 264 oração-como-estilo-de-vida1
Luiza Dayana
 
estudos 2.docx
estudos 2.docxestudos 2.docx
estudos 2.docx
sergio dos santos
 
A energia da prece
A energia da preceA energia da prece
A energia da prece
Ricardo Azevedo
 
Dia Mundial de Oração
Dia Mundial de Oração Dia Mundial de Oração
Dia Mundial de Oração
Iasd Jardim Paulista
 
EAE Os recursos do Cristão
EAE Os recursos do CristãoEAE Os recursos do Cristão
EAE Os recursos do Cristão
PatiSousa1
 
Enchimento do espírito santo emanuel rev01
Enchimento do espírito santo   emanuel rev01Enchimento do espírito santo   emanuel rev01
Enchimento do espírito santo emanuel rev01
Luiza Dayana
 
Livro ebook-oracao-como-estilo-de-vida
Livro ebook-oracao-como-estilo-de-vidaLivro ebook-oracao-como-estilo-de-vida
Livro ebook-oracao-como-estilo-de-vida
Luis Augusto Guimarães
 
O poder da oração
O poder da oraçãoO poder da oração
O poder da oração
Pastora Rosinha Silva
 
402
402402

Semelhante a Os Pontos Concretos de Esforço - Meditação (20)

Os pontos concretos de esforço meditação - instrumental
Os pontos concretos de esforço   meditação - instrumentalOs pontos concretos de esforço   meditação - instrumental
Os pontos concretos de esforço meditação - instrumental
 
A oração ns escrts de samz
A oração ns escrts de samzA oração ns escrts de samz
A oração ns escrts de samz
 
4.a experiencia das disciplinas espirituais
4.a experiencia das disciplinas espirituais4.a experiencia das disciplinas espirituais
4.a experiencia das disciplinas espirituais
 
A prece
A preceA prece
A prece
 
A oração.doc
A oração.docA oração.doc
A oração.doc
 
A oração nos escritos de samz
A oração nos escritos de samzA oração nos escritos de samz
A oração nos escritos de samz
 
Evangelho no lar
Evangelho no larEvangelho no lar
Evangelho no lar
 
aula 7 - evangelho no lar.pdf - esde - G6
aula 7 - evangelho no lar.pdf - esde - G6aula 7 - evangelho no lar.pdf - esde - G6
aula 7 - evangelho no lar.pdf - esde - G6
 
Introdução à espiritualidade
Introdução à espiritualidadeIntrodução à espiritualidade
Introdução à espiritualidade
 
Intro
IntroIntro
Intro
 
Mensagem de nossa senhora
Mensagem de nossa senhoraMensagem de nossa senhora
Mensagem de nossa senhora
 
Ebook 264 oração-como-estilo-de-vida1
Ebook 264 oração-como-estilo-de-vida1Ebook 264 oração-como-estilo-de-vida1
Ebook 264 oração-como-estilo-de-vida1
 
estudos 2.docx
estudos 2.docxestudos 2.docx
estudos 2.docx
 
A energia da prece
A energia da preceA energia da prece
A energia da prece
 
Dia Mundial de Oração
Dia Mundial de Oração Dia Mundial de Oração
Dia Mundial de Oração
 
EAE Os recursos do Cristão
EAE Os recursos do CristãoEAE Os recursos do Cristão
EAE Os recursos do Cristão
 
Enchimento do espírito santo emanuel rev01
Enchimento do espírito santo   emanuel rev01Enchimento do espírito santo   emanuel rev01
Enchimento do espírito santo emanuel rev01
 
Livro ebook-oracao-como-estilo-de-vida
Livro ebook-oracao-como-estilo-de-vidaLivro ebook-oracao-como-estilo-de-vida
Livro ebook-oracao-como-estilo-de-vida
 
O poder da oração
O poder da oraçãoO poder da oração
O poder da oração
 
402
402402
402
 

Último

O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdfO-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
WELITONNOGUEIRA3
 
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOSDIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
ESCRIBA DE CRISTO
 
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptxLição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Celso Napoleon
 
DIDASCALIA APOSTOLORUM [ HISTÓRIA DO CRISTIANISMO]
DIDASCALIA APOSTOLORUM [ HISTÓRIA DO CRISTIANISMO]DIDASCALIA APOSTOLORUM [ HISTÓRIA DO CRISTIANISMO]
DIDASCALIA APOSTOLORUM [ HISTÓRIA DO CRISTIANISMO]
ESCRIBA DE CRISTO
 
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimentoHabacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
ayronleonardo
 
CARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA ILUSTRADAS E COMENTADAS
CARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA ILUSTRADAS E COMENTADASCARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA ILUSTRADAS E COMENTADAS
CARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA ILUSTRADAS E COMENTADAS
ESCRIBA DE CRISTO
 
Oração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Oração Para Pedir Bênçãos Aos AgricultoresOração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Oração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Nilson Almeida
 
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptxLição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Celso Napoleon
 
JERÔNIMO DE BELÉM DA JUDÉIA [TERRA SANTA]
JERÔNIMO DE BELÉM DA JUDÉIA [TERRA SANTA]JERÔNIMO DE BELÉM DA JUDÉIA [TERRA SANTA]
JERÔNIMO DE BELÉM DA JUDÉIA [TERRA SANTA]
ESCRIBA DE CRISTO
 
Manual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docx
Manual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docx
Manual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docx
Janilson Noca
 
CRISTO E EU [MENSAGEM DE CHARLES SPURGEON]
CRISTO E EU [MENSAGEM DE CHARLES SPURGEON]CRISTO E EU [MENSAGEM DE CHARLES SPURGEON]
CRISTO E EU [MENSAGEM DE CHARLES SPURGEON]
ESCRIBA DE CRISTO
 
Bíblia Sagrada - Odabias - slides powerpoint.pptx
Bíblia Sagrada - Odabias - slides powerpoint.pptxBíblia Sagrada - Odabias - slides powerpoint.pptx
Bíblia Sagrada - Odabias - slides powerpoint.pptx
Igreja Jesus é o Verbo
 
Escola sabatina juvenis.pdf. Revista da escola sabatina - ADVENTISTAS
Escola sabatina juvenis.pdf. Revista da escola sabatina - ADVENTISTASEscola sabatina juvenis.pdf. Revista da escola sabatina - ADVENTISTAS
Escola sabatina juvenis.pdf. Revista da escola sabatina - ADVENTISTAS
ceciliafonseca16
 
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
ESCRIBA DE CRISTO
 
A CRUZ DE CRISTO- ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
A CRUZ DE CRISTO-  ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptxA CRUZ DE CRISTO-  ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
A CRUZ DE CRISTO- ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
JonasRibeiro61
 
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxasMalleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Lourhana
 

Último (16)

O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdfO-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
O-livro-de-Jasher-O-Justo, the book of jasher.pdf
 
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOSDIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
DIDÁTICA MAGNA DE COMENIUS COM COMENTÁRIOS
 
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptxLição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno.pptx
 
DIDASCALIA APOSTOLORUM [ HISTÓRIA DO CRISTIANISMO]
DIDASCALIA APOSTOLORUM [ HISTÓRIA DO CRISTIANISMO]DIDASCALIA APOSTOLORUM [ HISTÓRIA DO CRISTIANISMO]
DIDASCALIA APOSTOLORUM [ HISTÓRIA DO CRISTIANISMO]
 
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimentoHabacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
Habacuque.docx estudo bíblico, conhecimento
 
CARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA ILUSTRADAS E COMENTADAS
CARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA ILUSTRADAS E COMENTADASCARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA ILUSTRADAS E COMENTADAS
CARTAS DE INÁCIO DE ANTIOQUIA ILUSTRADAS E COMENTADAS
 
Oração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Oração Para Pedir Bênçãos Aos AgricultoresOração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
Oração Para Pedir Bênçãos Aos Agricultores
 
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptxLição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
Lição 10 - Desenvolvendo Uma Consciência de Santidade.pptx
 
JERÔNIMO DE BELÉM DA JUDÉIA [TERRA SANTA]
JERÔNIMO DE BELÉM DA JUDÉIA [TERRA SANTA]JERÔNIMO DE BELÉM DA JUDÉIA [TERRA SANTA]
JERÔNIMO DE BELÉM DA JUDÉIA [TERRA SANTA]
 
Manual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docx
Manual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docx
Manual-do-PGM-Protótipo.docxManual-do-PGM-Protótipo.docx
 
CRISTO E EU [MENSAGEM DE CHARLES SPURGEON]
CRISTO E EU [MENSAGEM DE CHARLES SPURGEON]CRISTO E EU [MENSAGEM DE CHARLES SPURGEON]
CRISTO E EU [MENSAGEM DE CHARLES SPURGEON]
 
Bíblia Sagrada - Odabias - slides powerpoint.pptx
Bíblia Sagrada - Odabias - slides powerpoint.pptxBíblia Sagrada - Odabias - slides powerpoint.pptx
Bíblia Sagrada - Odabias - slides powerpoint.pptx
 
Escola sabatina juvenis.pdf. Revista da escola sabatina - ADVENTISTAS
Escola sabatina juvenis.pdf. Revista da escola sabatina - ADVENTISTASEscola sabatina juvenis.pdf. Revista da escola sabatina - ADVENTISTAS
Escola sabatina juvenis.pdf. Revista da escola sabatina - ADVENTISTAS
 
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
1984 DE GEORGE ORWELL ILUSTRADO E COMENTADO
 
A CRUZ DE CRISTO- ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
A CRUZ DE CRISTO-  ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptxA CRUZ DE CRISTO-  ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
A CRUZ DE CRISTO- ELE MORREU PARA NOS SALVAE.pptx
 
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxasMalleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxas
 

Os Pontos Concretos de Esforço - Meditação

  • 1. Equipes de Nossa SenhoraEQUIPE 12NOSSA SENHORA DO CARMOSETOR LAGOSREGIÃO RIO iv equipe12ens.blogspot.comFORMAÇÃO
  • 2. OS PONTOS CONCRETOS DE ESFORÇO MEDITAÇÃO DA PALAVRA
  • 3. Isaias 55, 10-11 “Assim como a chuva e a neve descem do céu e para lá não voltam mais, mas vês irrigar e fecundar a terra, e fazê-la germinar e dar semente, para o plantio e para a alimentação, assim a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia; antes, realizará tudo que for da minha vontade e produzirá os efeitos que pretendi, ao enviá-la.” Na meditação o objetivo último não é interpretar a Bíblia, mas interpretar a vida. Celebrar a palavra viva que Deus fala hoje na vida de cada um, na vida do povo, na realidade do mundo em que se vive.
  • 4. “Por meditação, entendemos essa busca ansiosa do conhecimento de Cristo, que o amor exige, estimula e recoloca sempre, porque aquele que ama aspira a conhecer sempre e melhor para amar sempre mais...” (Padre Caffarel)
  • 5. Se alguém tem entendimento das Escrituras Divinas ou parte delas, mas se com esse entendimento não edifica a dupla caridade – a de Deus e a do próximo – é preciso reconhecer que nada entendeu… (Santo Agostinho – Séc IV) Falando com a Samaritana Jesus respondeu: “Se você conhecesse o dom de Deus, e quem lhe está pedindo de beber, você é que lhe pediria. E Ele daria a você a água viva. Quem bebe desta água que eu vou dar, esse nunca mais terá sede. E a água que eu lhe darei, vai se tornar dentro dele uma fonte de água que jorra para a vida eterna” (Jo 4, 10.13-14)
  • 6. Os discípulos aproximaram-se e disseram a Jesus: “Por que falas ao povo em parábolas? Jesus respondeu:Desse modo se cumpre neles a profecia de Isaías: Havereisde ouvir, sem nada entender. Havereis de olhar, sem nada ver. Porque o coração deste povo se tornou insensível. Eles ouviram com má vontade e fecharam seus olhos, para não ver com olhos, nem ouvir com os ouvidos, nem compreender com o coração, de modo que se convertam e eu os cure. Felizes sois vós, porque vossos olhos vêem e vossos ouvidos ouvem. Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não viram, desejaram ouvir o que ouvis, e não ouviram.” (Mt 13, 10; 14-17)
  • 7.
  • 8. E eis que renasce no meu íntimo esta pergunta que, por vezes, se toma em mim lancinante como um remorso: Não andei eu errado por não introduzir, dentre as obrigações dos Estatutos, a meditação cotidiana, como era o meu pensamento, como me era solicitado por vários casais da primeira hora? O fato é que eu verifico serem muitos ainda os membros das equipes  que não fizeram até agora esta descoberta. A exortação vigorosa e solene do Papa será por eles ouvida?
  • 9. Que surto renovador de vida cristã pessoal, de vitalidade conjugal e familiar, de vitalidade nas nossas equipes, não seria possível esperar, se num espírito de amor filial e de docilidade, todos os membros do Movimento levassem a sério o apelo insistente de Paulo VI para a meditação! Pe. Henri Caffarel (Editorial da Carta Mensal – junho de 1968)
  • 10.
  • 11. A meditação consiste em encontrar o Senhor, todos os dias, numa prece silenciosa. “Sejam constantes na oração; que ela os mantenha vigilantes, dando graças a Deus”.(Cl 4,2) Somos chamados a dar nosso tempo ao nosso Deus, para uma conversa com Ele e viver sua presença. A meditação quotidiana desenvolve em nós a capacidade de escuta e de diálogo com Deus. Ela consiste em ter um tempo para estar a sós com Aquele que nos ama. É um tempo de escuta silenciosa, de coração a coração, um tempo de descoberta e de acolhimento do projeto que Deus tem para nós. Não existem regras rígidas para rezar. Cada pessoa decide o que é apropriado para ela (quando, onde e como). O que parece mais importante para desenvolver essa profunda união com Deus é a perseverança e a regularidade. (Guia das ENS – Fl. 24) “As palavras na meditação não são discursos mas gravetos que alimentam o fogo do amor”. (Catecismo da Igreja Católica, 2717)
  • 12. No livro CONSTRUIR O HOMEM E O MUNDO, o Pe. Michel Quoist, diz o seguinte: SABER PARAR Muitas vezes o homem moderno apenas se suporta porque não tem mais tempo, ou não sabe mais arranjar tempo de parar, e de se olhar interiormente, para tomar consciência de si mesmo. À força de se omitir, não ousa mais recolher-se, porque seria brutalmente recolocado diante da responsabilidade que o amedronta. Agitar-se dá-lhe a impressão de estar vivendo, mas ele na realidade está se aturdindo, o que faz que ele escape a si mesmo e se condene à vida instintiva. Não é mais homem, e sim, animal. Aceitar parar é o primeiro ato que lhe vai permitir restituir-se a si mesmo.
  • 13. - Se você quiser assenhorar-se daquilo que há de mais profundo em você, é preciso saber parar. - Não espere que Deus faça você parar para tomar consciência de que você existe. Quando isso se der, será tarde demais, e você não poderá mais ter mérito. - Você não tem tempo de parar? Seja franco: há momentos vazios entre suas ocupações, há um tempo “picadinho” em sua vida. Não se apresse em enchê-lo com barulho, com o jornal, com uma conversa, uma presença ... - Aceitar parar é sinal que você aceita olhar-se; e olhar-se já é começar a agir, pois é fazer penetrar o espírito no interior de si mesmo. - Nunca “mate o tempo”. Por mais diminuto que ele seja, é providencial: o Senhor está presente nele. E ele o convida à reflexão e à decisão para que você se torne mais humano.
  • 14. Assim como ninguém se torna marceneiro, músico, escritor da noite pra o dia, tampouco se torna pessoa de oração sem um aprendizado consciencioso. Aconselho vivamente, portanto, que se cuide dos gestos e das atitudes no início da meditação. Uma atitude clara e forte de um ser humano bem desperto, presente a si mesmo e a Deus; uma inclinação profunda ou um sinal da cruz, com vagar, carregado de sentido. (Livro Porfeta do Matrimônio – Pe. Henri Caffarel)
  • 15. A lentidão e a calma têm muita importância para a ruptura com o ritmo precipitado e tenso de uma vida agitada e apressada. Alguns instantes de silêncio: como uma freada, contribuirão para introduzi-lo no ritmo da meditação e a operar a ruptura necessária com as atividades precedentes. Fazer uma oração vocal, vagarosamente, à meia-voz.
  • 16. Tome consciência de Deus presente: um vivente, o Grande Vivente, que está aí, que está à sua espera, vê você, ama você. Ele tem a sua idéia sobre esta oração que começa e pede-lhe que você esteja cegamente de acordo com o que Ele quer dela. Cuide das atitudes interiores mais ainda do que das do corpo. As atitudes fundamentais do ser humano em face de Deus: dependência e arrependimento.
  • 17. A base de toda e qualquer oração é a experiência de pobreza interior, de uma verdadeira indigência. Rezam os que experimentam fome e sede de Deus. Rezam os que buscam um sentido para os seus dias. Não basta viver, sem atenção ao mistério mais profundo de nós mesmos. Orar é saber-se engolfado por uma presença que envolve e nos perscruta. A oração manifesta uma dependência amorosa de Deus. É sempre o “seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu”. É longo o aprendizado da oração, muito longo, cheio de surpresas.
  • 18. Arrependimento: este sentimento agudo de nossa inata indignidade na presença da Santidade de Deus. Como São Pedro que, de repente, cai por terra diante de Cristo: “Afasta-te de mim, sou apenas um pobre pecador”.
  • 19. Essas duas atitudes são importantes para aplainar em você os caminhos do Senhor. Estando assim com a alma predisposta, peça a graça da meditação, pois como já lhe disse, a meditação é um dom de Deus antes de ser uma atividade humana. Chame humildemente o Espírito Santo, ele é o nosso Mestre de oração.
  • 20. Assim preparada, a meditação propriamente dita pode começar. Então, surgem três grandes faculdades sobrenaturais que o Senhor nos deu, para entrarmos em comunhão com Ele, a fé, a caridade e a esperança.
  • 21. Medite no que Deus nos diz de si mesmo por meio da Criação – onde tudo fala de suas perfeições - pela Bíblia e, sobretudo por meio de seu Filho que se encarnou, viveu e morreu para nos revelar o amor infinito do Pai ...
  • 22. Movido pela fé, exercite a caridade. “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine. Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade - as três. Porém, a maior delas é a caridade.”(I Coríntios, 13, 1;13)
  • 23. É também próprio do amor aspirar à união com aquele que se ama – e à felicidade que essa união promete. Quando se trata de Deus, essa aspiração se chama esperança. Exercitem, pois, também a esperança.
  • 24. Os Equipistas que meditam haverão de tomar um breve texto da Escritura. Bom seria se não fosse um texto longo. O texto lido é levado ao fundo do coração. No santuário de cada um, se pensa naquilo que o Senhor pode bem querer dizer. Depois, haverá uma partilha do que um e outro acreditou ter sido mensagem de Deus. Guarda-se mais uns instantes de silêncio e termina-se tudo com a leitura de um salmo ou delicada recitação do Magnificat de Nossa Senhora (Frei Almir Guimarães, OFM SCE Setor B – Petrópolis/RJ)
  • 25. Na meditação, a primeira preocupação não é fazer pedidos, nem querer falar de suas coisas. A mente e a vontade, mesmo tentadas por distrações, concentram-se em Deus e acolhem aquilo que Ele quer dizer. Pode ser que durante muito tempo, anos mesmo, a meditação seja um martírio e tenhamos uma verdadeira secura interior. Pouco importa: é na perseverança que seremos fiéis aos desígnios de Deus a nosso respeito e a respeito do casamento e da vida cristã no meio do mundo. (Frei Almir Guimarães, OFM SCE Setor B – Petrópolis/RJ)
  • 26. A meditação, se possível diária, vai fazendo com que cada um de nós dê importância ao que merece importância. Os que meditam, sozinhos, em casal, ou em grupo, vão atingindo o fundo do coração. Deixam de ser pessoas superficiais e mergulham no oceano de Deus. (Frei Almir Guimarães, OFM SCE Setor B – Petrópolis/RJ)
  • 27. O Silêncio na meditação nos permite ouvir, colocarmo-nos em condições de escuta. Assim, pela audição atenta da Palavra em nós, na meditação, colocamo-nos em condições de escuta: não acreditar que se saiba tudo, não selecionar o que nos interessa, não querer que os textos digam o que queiramos que digam. Thomas Merton escreve: “Quem não permite ao seu espírito que fique abatido ou desanimado pela aridez e impotência, mas deixa Deus conduzi-lo calmamente pelo deserto e não deseja outro amparo ou guia além da fé pura e da confiança só em Deus, alcançará uma profunda e tranqüila união com Ele” (Sementes de Contemplação, Livraria Tavares Martins, Porto, 1956, p. 227).
  • 28. Será importante perseverar na meditação. Só assim os casais das Equipes serão Santos e só assim poderão agir no mundo com eficiência. Não podemos ser apenas tocadores de obras na vida e na Igreja. Mas é preciso coragem e perseverança.
  • 29. A meditação é um exercício para atingir a plena união com Deus. Na medida em que o homem vai dando resposta às visitas de Deus e for se simplificando, pode ter certeza de que Deus vem tomar conta dele. Assim também acontece na vida de um casal cristão. Depois do grau de oração chamado meditação, vem a contemplação: “Logo se manifesta qualquer razoável indício de que Deus está chamando o espírito para o caminho da contemplação, devemos ater-nos tranqüilamente a uma oração extremamente simplificada, (...) e aguardar em nossa inanidade e com vigilante esperança, que a vontade de Deus se cumpra em nós”(Thomas Merton, Sementes de Contemplação, cit. P. 229).
  • 30. Os que são fiéis à meditação, aos poucos, com a purificação dos sentidos e dos desejos que Deus pode operar, vão se perdendo em Deus e vivem a chama do amor de que falam os místicos. O que se passa nesses corações é segredo entre eles e o Senhor. (Frei Almir Guimarães, OFM - SCE Setor B – Petrópolis/RJ)