A ABRIFA contesta a alegação do IABr de excesso de produção mundial de aço, apontando que os dados não confirmam tal excesso e que a retórica é recorrente desde 2002. A ABRIFA também argumenta que o acordo entre o IABr e o MDIC limita a livre concorrência e beneficia interesses corporativos em detrimento do interesse público. Por fim, a ABRIFA pede a redução de alíquotas de importação sobre vergalhões e fios de aço e o fim da parceria entre o IABr e o MDIC.