ANDERSON M. SANTOS

      O 7º Sermão
O 7º Ser mão

21 de março de 2010
Palavra­Chave: Mateus 12. 46­50
COMENTARIO: O culto começou 
como de costume com a oração, em seguida 
foi lida a Palavra Oficial da noite: Mateus 
12. 46­50.
Neste dia a Igreja Filadélfia Renovada  
estava cheia, e confesso que embora O 
Espírito Santo me houvesse avisado que eu 
iria pregar Sua Palavra bem antes do culto 
ter início, eu havia me esquecido disso.
Eu estava sentado no último banco perto da porta de entrada, foi 
quando se aproximou o Anderson Miguel (apelidado Sorriso), e deu 
um abraço no ir. Josué que estava à minha direita; eu me levantei 
para abraça­lo também, foi quando ele disse:
­ O pastor está te chamando lá na frente.
Então fui até a tribuna e me assentei à direito do meu pastor, foi 
quando ele disse:
­ Fala sobre a família de Jesus!?
Quando ele disse isso veio um choque dento de mim e me deu um  
pouco de medo, mas balancei a cabeça positivamente sem saber se 
estava fazendo a coisa certa. Pois eu tenho o costume de orar a Deus 
pedindo uma palavra, e depois que Ele me dá uma palavra eu a 
estudo para só então depois prega­la para à Igreja. Mas Deus fez algo 
diferente comigo naquela noite ­ Ele queria me dar tudo na hora, pois 
à Bíblia diz que "não devemos nos preocupar com o que devemos  
falar, pois na hora oportuna O Espírito Santo nos ensinará o que  
convém dizer". Mas eu não me lembrei deste versículo quando estava 
lá em cima. Estava preocupado falando com Deus em espírito:
­ SENHOR! Eu não estudei esta palavra para pregar esta noite.  
O que devo dizer?
E abri à Bíblia procurando referências, desfolhei à Bíblia quase  
toda procurando palavras similares as de Mateus 12. 46, mas eu 
ficava mais preocupado em o que falar.
As irmãs louvaram, em seguida a mocidade ­ desci do púlpito  
para louvar ao SENHOR. No começo do hino Apocalipse, o ev. 
Camilo me perguntou:
­ É você quem irá trazer a mensagem hoje?1
­ Sim! ­ Respondi. E ele disse:
­ Eu creio que Deus vai te usar esta noite para falar ao meu 
coração.
Depois da mocidade foi a vez dos varões, logo após foi a vez das 
crianças, e quando elas terminaram, meu pastor virou­se para mim e 
disse antes de pegar o microfone:
­ Espera só mais 15 minutos.
Me deu vontade de dizer " Fica em paz, não tenha pressa". Era a 
hora das ofertas. O pastor Benício começou a falar com à Igreja e eu 
ainda meio nervoso dei uma olhada de soslaio da tribuna e consegui 
ler os lábios do ev. Camilo que me dizia:
­ Fica em paz. Deus vai te usar!
Quando chegou a hora meu coração acelerou, porém minhas 
pernas não tremeram. Dei a saudação inicial, li a Palavra do Bom 
Mestre, orei e a Igreja se assentou. Expliquei o significado 
etimológico  da palavra "família", gaguejei um pouco, palavras 
sumiram da cabeça mas deixei Deus me usar.
A Igreja sentiu o poder de Deus do começo ao fim,  
principalmente quando expliquei o significado da palavra aramaica 
abba e a comparei com Marcos 10. 15.
Enquanto à Igreja glorificava a Deus por 1 minuto ininterrupto,  
levantei a mão direita e com os olhos fechados murmurei:
­ Toca, ó Deus. Faz Tua obra, o Teu querer. Isto é para ti  
SENHOR! Aleluia !
Naquela noite Deus bradou fortemente. Repreendeu Sua Igreja, à 
exortou e a edificou. Deus me honrou neste dia e mostrou à Sua Igreja 
que Ele continua a usar os pequenos.
"Toda glória, honra, louvor, poder e majestade sejam dados a  
Jesus Cristo, pelos séculos dos séculos. Amém"

1 Era comum dizer: É você quem vai trazer a mensagem hoje? Embora sempre soubesse­mos que quem prega é o 
Espírito Santo da Verdade, todavia neófitos como eramos, isto se tornou um vício de linguagem que qualquer jovem 
comete. Não é portanto desmerecendo ou desvalorizando o Santo Espírito de Cristo.

O sétimo sermão