O documento conta a história de um mercador que testou a sabedoria de seu escravo ao pedir que ele trouxesse o melhor e pior alimento. Ambas as vezes, o escravo trouxe língua, explicando que a língua pode ser usada para o bem, como pedir água e dizer "eu te amo", ou para o mal, como xingar outras pessoas. O documento continua discutindo o poder da língua para causar danos e enfatiza a importância de usá-la com sabedoria e cuidado.