O Movimento Luciferiano
O movimento luciferiano fez muitos adeptos, principalmente, entre a burguesia, que ansiava
por total liberdade de expressão e tinha um interesse ávido em explorar de forma ilimitada o
conhecimento científico clássico proibido pela Igreja Católica.
Os burgueses se tornaram neste sentido os luciferianos que iniciaram a difusão de conceitos
totalmente novos nos diversos campos do conhecimento e da cultura que desafiavam tabus.
Era então fundamental destruir os antigos dogmas religiosos promulgados pela Igreja que com
suas amarras sufocavam o homem, limitando sua ação na nova sociedade que emergia.
Essa fase de demolição ocorreu primeiramente no sistema acadêmico com a adoção das
teorias darwinistas que abalavam as estruturas religiosas e elevavam o homem ao patamar
evolutivo.
Para tal empreitada, os luciferianos se serviam das Sociedades Secretas que promoviam
reuniões entre os vários componentes da Elite como os republicanos, artistas e juristas. Todos
eles ávidos em acalentar-se sob a luz de um materialismo atraente e cativante, que por
milênios fizera parte da Monarquia e da Igreja Católica.
Com o aumento de seu poder econômico favorecido pela revolução industrial, os luciferianos
financiaram a fomentação de novos paradigmas e interpretações sobre a condição autônoma
do homem, que saia aos poucos do julgo religioso para explorar o universo ilimitado da mente
humana.
Neste ponto, os luciferianos viam a ascensão humana como a libertação de Adão e Eva do
exílio mantido por um deus que jamais os permitiria deixar a infância inocente. Lucifer, como
portados da luz, assumia o papel de libertador dos seres condenados à ignorância por um deus
que não permitia a revelação de seus mistérios.
Ao conceder à ciência total liberdade, a Elite Luciferiana se viu como Prometeu, que partiu em
busca do Fogo Divino, a luz do conhecimento. Cultura, economia e ciências conheceram seu
ponto máximo e buscaram na a Alquimia e magia as bases da evolução humana. Mas o pior
estava por vir.
A Elite ao ver seu poderio aumentar dia após dia, foi atingida pelo temor de não ser eterna.
Assim as classes de poder anteriores haviam sido vitimadas por uma nova mentalidade
emergente, a mesma procurou meios de manter seu controle, e dada as novas conquistas nas
áreas das ciências e psicologia, ela não abriu mão de sua influência e orquestrou todo um
sistema de controle mental. Para isso, teve que destruir qualquer conceito que desviasse o
homem de seu caminho de subserviência a ela.
Era necessário tornar a educação humana mais materialista, renegando ao homem a
Espiritualidade; por isso incentivaram o desenvolvimento de uma sociedade maniqueísta de
produção e consumo, onde os indivíduos seriam condicionados à execução do trabalho em
troca de prêmios e remuneração. Aqueles que se adaptassem melhor ao sistema ocupariam
cargos de influência, mas, na verdade, continuariam como fantoches dos interesses da Elite.
As 13 famílias mais poderosas do mundo resolveram auto-identificar-se como Os Illuminati.
A biologia com seu formato mecanicista que pôs o homem como um ser desprovido de alma,
ansiava não apenas analisá-lo, mas a transformá-lo.
O tratamento natural e homeopático produzido pela Medicina Natural foi descartado, o que
propiciou a fragmentação do senso de unidade. A Medicina iniciou seus estudos de dissecação
do corpo humano para compreendê-lo e poder tratá-lo como partes de um todo, e não como
unidade em si.
Criaram-se remédios e formulas que interferissem somente nos processos mecânicos do
corpo, contudo eles apenas camuflavam os efeitos de uma enfermidade. As industrias
farmacêuticas atingiram seu apogeu econômico ditando os novos hábitos de saúde e
extinguiram a utilização da Farmacologia Natural em suas receitas. Este processo de
artificialização se estendeu para área alimentícia. As pessoas começaram a consumir mais Fast
Food.
Ainda assim, o ponto máximo dessa transformação humana foi o uso de flúor na água para o
consumo populacional, o desenvolvimento de alimentos transgênicos, e seu subsequentes
efeitos: déficit de atenção, obesidade mórbida e estresse, deixando seus traços comuns na
vida moderna.
Muitas teorias foram realizadas para aclarar esta realidade às pessoas, mas foram taxadas de
“Teorias Conspiratórias”. Na verdade, essa atração pela ignorância favoreceu os Illuminati que
se encontram no topo de todo o caos pós-moderno. E por falar em mundo pós-moderno, o
Transhumanismo que apregoa a fusão entre o homem e a máquina sai das páginas dos livros
de ficção científica para fazer parte da nossa realidade num projeto empreendido por Ray
Kurzweil, o homem que criará o primeiro homem cibernético.
Para Kurzweil, a Transhumanização é um fator inevitável dentro da sociedade humana que
necessita de seres mais eficientes e capazez de cumprir as demandas exponenciais de
produção e serviço. Para aqueles que há décadas acompanham tudo isso através de estudos,
apenas a consolidação do controle Illuminati sobre a humanidade.

O movimento luciferiano

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    O Movimento Luciferiano Omovimento luciferiano fez muitos adeptos, principalmente, entre a burguesia, que ansiava por total liberdade de expressão e tinha um interesse ávido em explorar de forma ilimitada o conhecimento científico clássico proibido pela Igreja Católica. Os burgueses se tornaram neste sentido os luciferianos que iniciaram a difusão de conceitos totalmente novos nos diversos campos do conhecimento e da cultura que desafiavam tabus. Era então fundamental destruir os antigos dogmas religiosos promulgados pela Igreja que com suas amarras sufocavam o homem, limitando sua ação na nova sociedade que emergia. Essa fase de demolição ocorreu primeiramente no sistema acadêmico com a adoção das teorias darwinistas que abalavam as estruturas religiosas e elevavam o homem ao patamar evolutivo. Para tal empreitada, os luciferianos se serviam das Sociedades Secretas que promoviam reuniões entre os vários componentes da Elite como os republicanos, artistas e juristas. Todos eles ávidos em acalentar-se sob a luz de um materialismo atraente e cativante, que por milênios fizera parte da Monarquia e da Igreja Católica. Com o aumento de seu poder econômico favorecido pela revolução industrial, os luciferianos financiaram a fomentação de novos paradigmas e interpretações sobre a condição autônoma do homem, que saia aos poucos do julgo religioso para explorar o universo ilimitado da mente humana. Neste ponto, os luciferianos viam a ascensão humana como a libertação de Adão e Eva do exílio mantido por um deus que jamais os permitiria deixar a infância inocente. Lucifer, como portados da luz, assumia o papel de libertador dos seres condenados à ignorância por um deus que não permitia a revelação de seus mistérios. Ao conceder à ciência total liberdade, a Elite Luciferiana se viu como Prometeu, que partiu em busca do Fogo Divino, a luz do conhecimento. Cultura, economia e ciências conheceram seu ponto máximo e buscaram na a Alquimia e magia as bases da evolução humana. Mas o pior estava por vir. A Elite ao ver seu poderio aumentar dia após dia, foi atingida pelo temor de não ser eterna. Assim as classes de poder anteriores haviam sido vitimadas por uma nova mentalidade emergente, a mesma procurou meios de manter seu controle, e dada as novas conquistas nas áreas das ciências e psicologia, ela não abriu mão de sua influência e orquestrou todo um sistema de controle mental. Para isso, teve que destruir qualquer conceito que desviasse o homem de seu caminho de subserviência a ela. Era necessário tornar a educação humana mais materialista, renegando ao homem a Espiritualidade; por isso incentivaram o desenvolvimento de uma sociedade maniqueísta de produção e consumo, onde os indivíduos seriam condicionados à execução do trabalho em troca de prêmios e remuneração. Aqueles que se adaptassem melhor ao sistema ocupariam cargos de influência, mas, na verdade, continuariam como fantoches dos interesses da Elite.
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    As 13 famíliasmais poderosas do mundo resolveram auto-identificar-se como Os Illuminati. A biologia com seu formato mecanicista que pôs o homem como um ser desprovido de alma, ansiava não apenas analisá-lo, mas a transformá-lo. O tratamento natural e homeopático produzido pela Medicina Natural foi descartado, o que propiciou a fragmentação do senso de unidade. A Medicina iniciou seus estudos de dissecação do corpo humano para compreendê-lo e poder tratá-lo como partes de um todo, e não como unidade em si. Criaram-se remédios e formulas que interferissem somente nos processos mecânicos do corpo, contudo eles apenas camuflavam os efeitos de uma enfermidade. As industrias farmacêuticas atingiram seu apogeu econômico ditando os novos hábitos de saúde e extinguiram a utilização da Farmacologia Natural em suas receitas. Este processo de artificialização se estendeu para área alimentícia. As pessoas começaram a consumir mais Fast Food. Ainda assim, o ponto máximo dessa transformação humana foi o uso de flúor na água para o consumo populacional, o desenvolvimento de alimentos transgênicos, e seu subsequentes efeitos: déficit de atenção, obesidade mórbida e estresse, deixando seus traços comuns na vida moderna. Muitas teorias foram realizadas para aclarar esta realidade às pessoas, mas foram taxadas de “Teorias Conspiratórias”. Na verdade, essa atração pela ignorância favoreceu os Illuminati que se encontram no topo de todo o caos pós-moderno. E por falar em mundo pós-moderno, o Transhumanismo que apregoa a fusão entre o homem e a máquina sai das páginas dos livros de ficção científica para fazer parte da nossa realidade num projeto empreendido por Ray Kurzweil, o homem que criará o primeiro homem cibernético. Para Kurzweil, a Transhumanização é um fator inevitável dentro da sociedade humana que necessita de seres mais eficientes e capazez de cumprir as demandas exponenciais de produção e serviço. Para aqueles que há décadas acompanham tudo isso através de estudos, apenas a consolidação do controle Illuminati sobre a humanidade.