O poema descreve um sonho de Alberto Caeiro em que Jesus Cristo desce à terra como uma criança alegre e brincalhona, simbolizando um Deus mais próximo e natural. A criança eterna ensina o eu lírico a apreciar o mundo, mostrando a beleza nas pequenas coisas e rindo das desilusões da vida humana. No final, há um desejo de ser acolhido por essa figura infantil após a morte, indicando um vínculo profundo entre o eu lírico e a essência divina.