NOTA
Recife, 5 de Fevereiro de 2014.
Ao longo da minha vida pública, sempre pautei as minhas decisões políticas
baseado na definição de qual seria o melhor caminho para dar as minhas
contribuições a Pernambuco e ao Brasil. Foi assim que exerci, com muita honra, um
mandato de Deputado Estadual (1971-1975), dois mandatos de Deputado Federal
(1975-1979 e 1983-1985), dois mandatos de Prefeito da Cidade do Recife (1986-1988 e
1993-1996), dois mandatos de Governador de Pernambuco (1999-2002 e 2003-2006)
e, atualmente, representando o nosso Estado como Senador da República.
Servi às pernambucanas e aos pernambucanos com a firme determinação de
oferecer o melhor de mim, de sempre ter a preocupação em montar equipes
competentes que trabalhassem sob o compromisso coletivo de lisura, correção e
transparência no trato das questões públicas. E assim foi feito.
Tenho um tremendo orgulho em ter contribuído para que o nosso Estado vivesse o
atual momento de mudança de parâmetros, de desenvolvimento econômico e de
recuperação do nosso papel histórico de protagonismo no cenário nacional. Desse
caminho virtuoso não podemos nos desviar um centímetro sequer.
Foi sob essa mesma perspectiva, há dois anos, que o PMDB de Pernambuco firmou
uma aliança com o PSB do Governador Eduardo Campos para disputar a eleição para
Prefeito do Recife. Nossa Capital enfrentava um momento de turbulência e
dificuldades, cujos tristes reflexos ainda hoje podemos perceber por toda a cidade. O
PMDB retirou a pré-candidatura do Deputado Federal Raul Henry para apoiar a
campanha do agora Prefeito Geraldo Julio.
As eleições deste ano de 2014 guardam semelhanças com aquela disputa ocorrida
há apenas dois anos. O modelo adotado pelo Partido dos Trabalhadores à frente da
Presidência da República dá sinais evidentes de esgotamento, com a economia
acumulando números e desempenhos negativos; e a população demonstrando nas
ruas que deseja e quer mudar a cena política nacional.
Nessa expectativa de renovação, o PMDB de Pernambuco decidiu apoiar a
candidatura à Presidência da República do Governador Eduardo Campos e, em
nível estadual, se manter integrado à Frente Popular de Pernambuco, que, em breve,
anunciará o nosso candidato ao Palácio do Campo das Princesas.
Em recente conversa com o Governador, ele me convidou a disputar a reeleição ao
Senado da República, integrando a chapa majoritária da Frente Popular de
Pernambuco. No entanto, amadureci uma decisão que quero comunicar publicamente
ao Povo de Pernambuco: não disputarei a reeleição para o Senado Federal. Já
comuniquei essa posição ao meu partido e ao Governador Eduardo Campos. Sendo
assim, com minha saída da disputa senatorial, o PMDB sugere o nome do Deputado
Federal Raul Henry para representar o partido na chapa majoritária da Frente
Popular, contribuindo para esse movimento de renovação desejado pelos brasileiros.
Pretendo continuar na vida pública, dando minha contribuição para as práticas, as
teses e os pensamentos que considero os mais adequados para colocar o Brasil entre
as nações mais prósperas do mundo.
Sem mais,

Jarbas Vasconcelos

Nota jarbas vasconcelos

  • 1.
    NOTA Recife, 5 deFevereiro de 2014. Ao longo da minha vida pública, sempre pautei as minhas decisões políticas baseado na definição de qual seria o melhor caminho para dar as minhas contribuições a Pernambuco e ao Brasil. Foi assim que exerci, com muita honra, um mandato de Deputado Estadual (1971-1975), dois mandatos de Deputado Federal (1975-1979 e 1983-1985), dois mandatos de Prefeito da Cidade do Recife (1986-1988 e 1993-1996), dois mandatos de Governador de Pernambuco (1999-2002 e 2003-2006) e, atualmente, representando o nosso Estado como Senador da República. Servi às pernambucanas e aos pernambucanos com a firme determinação de oferecer o melhor de mim, de sempre ter a preocupação em montar equipes competentes que trabalhassem sob o compromisso coletivo de lisura, correção e transparência no trato das questões públicas. E assim foi feito. Tenho um tremendo orgulho em ter contribuído para que o nosso Estado vivesse o atual momento de mudança de parâmetros, de desenvolvimento econômico e de recuperação do nosso papel histórico de protagonismo no cenário nacional. Desse caminho virtuoso não podemos nos desviar um centímetro sequer. Foi sob essa mesma perspectiva, há dois anos, que o PMDB de Pernambuco firmou uma aliança com o PSB do Governador Eduardo Campos para disputar a eleição para Prefeito do Recife. Nossa Capital enfrentava um momento de turbulência e dificuldades, cujos tristes reflexos ainda hoje podemos perceber por toda a cidade. O PMDB retirou a pré-candidatura do Deputado Federal Raul Henry para apoiar a campanha do agora Prefeito Geraldo Julio. As eleições deste ano de 2014 guardam semelhanças com aquela disputa ocorrida há apenas dois anos. O modelo adotado pelo Partido dos Trabalhadores à frente da Presidência da República dá sinais evidentes de esgotamento, com a economia acumulando números e desempenhos negativos; e a população demonstrando nas ruas que deseja e quer mudar a cena política nacional. Nessa expectativa de renovação, o PMDB de Pernambuco decidiu apoiar a candidatura à Presidência da República do Governador Eduardo Campos e, em nível estadual, se manter integrado à Frente Popular de Pernambuco, que, em breve, anunciará o nosso candidato ao Palácio do Campo das Princesas. Em recente conversa com o Governador, ele me convidou a disputar a reeleição ao Senado da República, integrando a chapa majoritária da Frente Popular de Pernambuco. No entanto, amadureci uma decisão que quero comunicar publicamente ao Povo de Pernambuco: não disputarei a reeleição para o Senado Federal. Já
  • 2.
    comuniquei essa posiçãoao meu partido e ao Governador Eduardo Campos. Sendo assim, com minha saída da disputa senatorial, o PMDB sugere o nome do Deputado Federal Raul Henry para representar o partido na chapa majoritária da Frente Popular, contribuindo para esse movimento de renovação desejado pelos brasileiros. Pretendo continuar na vida pública, dando minha contribuição para as práticas, as teses e os pensamentos que considero os mais adequados para colocar o Brasil entre as nações mais prósperas do mundo. Sem mais, Jarbas Vasconcelos