Este documento discute a valorização do patrimônio cultural e natural de Portugal, particularmente a rota romana "Via Nova - Geira Romana". Defende que a Igreja deve adotar uma nova postura para melhor gerir os fluxos turísticos nos espaços religiosos considerados patrimônio nacional. Também argumenta que a animação e interpretação da Geira pode dinamizar as comunidades rurais ao longo da rota e contribuir para o desenvolvimento sustentável.