Negócios em cinema e
audiovisual
7 de março de 2019
TV digital no Brasil
Renato Cruz - Senac 2
 1994 – As emissoras brasileiras começam a estudar a tecnologia.
 1998 – A Anatel, recém-criada, passa a conduzir o processo.
 2000 – O Mackenzie compara os três padrões internacionais.
 2001 – A Anatel faz uma consulta pública sobre os testes.
 2003 – O governo propõe a criação de um sistema local.
 2005 – Os consórcios brasileiros terminam seus relatórios.
 2006 – O governo assina um acordo com os japoneses.
 2007 – A TV digital estreia em São Paulo.
 2016 – Rio Verde (GO) e Brasília desligam o sinal analógico.
ISDB no mundo
Renato Cruz - Senac 3
 Na América Latina: Brasil, Argentina,
Bolívia, Chile, Costa Rica, Equador,
Guatemala, Honduras, Nicarágua,
Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.
 Na Ásia: Japão, Filipinas e Ilhas Maldivas.
 Na África: Botsuana.
Benefícios da TV digital
Renato Cruz - Senac 4
 Alta definição
 Multiprogramação
 Interatividade
 Mobilidade
Alta definição
Renato Cruz - Senac 5
Ultra-alta definição
Renato Cruz - Senac 6
TV – 3.840 × 2.160 pixels / Cinema – 4.096 x 2.160 pixels
Meios quentes e meios frios
Renato Cruz - Senac 7
“Um meio quente é aquele que prolonga um
único de nossos sentidos e em alta definição.
Alta definição se refere a um estado de alta
saturação de dados. (...) Um meio quente
envolve menos participação do que um frio:
uma conferência envolve menos do que um
seminário, e um livro menos que um diálogo.”
- Marshall McLuhan (1964)
O aquecimento da televisão
Renato Cruz - Senac 8
“Tecnicamente, a TV tende a ser um meio
de primeiros-planos. No cinema, o close-up
dá ênfase; na TV, é coisa normal. Uma foto
brilhante do tamanho do vídeo pode
mostrar uma dúzia de caras com muitos
pormenores, mas uma dúzia de caras no
vídeo forma apenas uma mancha.” -
Marshall McLuhan (1964)
Mutiprogramação e mobilidade
Renato Cruz - Senac 9
O problema da interatividade
Renato Cruz - Senac 10
“Não existe outro lado.
Isto é televisão, e não
telefone. A diferença
é grande” - Willy
Wonka

Negócios em Cinema e Audiovisual - 7/3/2019

  • 1.
    Negócios em cinemae audiovisual 7 de março de 2019
  • 2.
    TV digital noBrasil Renato Cruz - Senac 2  1994 – As emissoras brasileiras começam a estudar a tecnologia.  1998 – A Anatel, recém-criada, passa a conduzir o processo.  2000 – O Mackenzie compara os três padrões internacionais.  2001 – A Anatel faz uma consulta pública sobre os testes.  2003 – O governo propõe a criação de um sistema local.  2005 – Os consórcios brasileiros terminam seus relatórios.  2006 – O governo assina um acordo com os japoneses.  2007 – A TV digital estreia em São Paulo.  2016 – Rio Verde (GO) e Brasília desligam o sinal analógico.
  • 3.
    ISDB no mundo RenatoCruz - Senac 3  Na América Latina: Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Costa Rica, Equador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.  Na Ásia: Japão, Filipinas e Ilhas Maldivas.  Na África: Botsuana.
  • 4.
    Benefícios da TVdigital Renato Cruz - Senac 4  Alta definição  Multiprogramação  Interatividade  Mobilidade
  • 5.
  • 6.
    Ultra-alta definição Renato Cruz- Senac 6 TV – 3.840 × 2.160 pixels / Cinema – 4.096 x 2.160 pixels
  • 7.
    Meios quentes emeios frios Renato Cruz - Senac 7 “Um meio quente é aquele que prolonga um único de nossos sentidos e em alta definição. Alta definição se refere a um estado de alta saturação de dados. (...) Um meio quente envolve menos participação do que um frio: uma conferência envolve menos do que um seminário, e um livro menos que um diálogo.” - Marshall McLuhan (1964)
  • 8.
    O aquecimento datelevisão Renato Cruz - Senac 8 “Tecnicamente, a TV tende a ser um meio de primeiros-planos. No cinema, o close-up dá ênfase; na TV, é coisa normal. Uma foto brilhante do tamanho do vídeo pode mostrar uma dúzia de caras com muitos pormenores, mas uma dúzia de caras no vídeo forma apenas uma mancha.” - Marshall McLuhan (1964)
  • 9.
  • 10.
    O problema dainteratividade Renato Cruz - Senac 10 “Não existe outro lado. Isto é televisão, e não telefone. A diferença é grande” - Willy Wonka