ENCONTRO COM A NAÇÃO GUARANI
          Nome da aldeia: Pindotî (onde tem
          bastante palmeira) nação: Guarani
          Nome do Cacique da tribo: Ângelo
          Nome do Pagé da tribo: Luiz Silveira (o
          pai do cacique)
          Quantos índios tem na tribo: 18 famílias
          um total de aprox. 120 pessoas
          De onde veio a tribo: Itanhahem / SP, há
          dois anos residem na aldeia perto do
          município de Pariquera-Açu.
          Que língua fala: Guarani, o povo da tribo
          aprende Português somente depois dos 8
          ou 9 anos.
          As principais atividades econômicas ?
          Agricultura de subsistência (plantação de
          milho e mandioca), um pouco de caça (tatu
          e cateto), fabricação e venda de
          artesanatos diversos.
Momentos
festivos na aldeia.
Artesanato,
flechas e cestas
coloridas,
vendidos de R$
5,00 à R$ 10,00.
A aldeia Pindotî é localizada apenas
                  a 5 km da cidade de Pariquera-Açu
                  no Vale do Ribeira, Litoral Sul do
                  Estado de São Paulo.
                  O lugar é cercado por um faixa de
                  floresta da mata Atlântica e perto de
 Casa da Reza     um rio com águas límpidas.
                  A aldeia tem as suas casas cobertas
                  com sapê, a Casa do Cacique é na
                  entrada e logo a seguir tem a Casa
                  da Reza, uma construção ampla com
                  paredes de taipa e coberto por sapé.
                  O restante das casas e construções
Casa do Cacique
                  são ao arredor dos próximos 300
                  metros.
Ou Uaiampi, Wayampí.
                       Povo de língua da família
                       Tupi-Guarani.
                       Vivem      em      grande
                       extensão de florestas, na
                       fronteira entre o Brasil e
                       a Guiana Francesa. Sua
                       população total é de
                       aproximadamente       800
                       indivíduos, nos dois
                       países.
         No Brasil, distribuem-se por 11
         aldeias e acampamentos fixos, na
Waiãpi   Área Indígena Wayampí, na região
         do rio Amapari, nos municípios de
         Macapá e Mazagão, ambos no
         Amapá.
Povo de língua da família Jê.
Autodenominam-se       Akwe
Akwen. Contatados na década de
                               ou    XAVANTES
1940, eram índios guerreiros que
resistiram à ocupação de seu
território, no Mato Grosso, pelos
colonizadores.
Em 1989 o grupo contava cerca
de 6.000 pessoas, distribuidos em
sete áreas indígenas entre os rios
das Mortes e Batovi, a leste de
Mato Grosso.
Há   estimativas   de    que  a
população Xavante tenha se
reduzido à metade desde o
primeiro contato oficial com os
brancos, em 1946, devido a
doenças.
São predominantemente
caçadores e coletores.
Povo     constituído   por
diversos grupos cujas
línguas    pertencem     a
mesma       família,   não
classificada em troncos.
Vivem    no    oeste     de
Roraima, no norte do
Amazonas e na Venezuela,
num total de 20 mil índios.
                 Praticam caça, pesca, coleta e,
                 em menor grau, agricultura.
 Yanomani        Distribuem-se, no Brasil, em 150
                 aldeias, formadas por uma ou
                 mais malocas. Cada maloca, ou
                 xabono, abriga de 30 a 150
                 moradores e algumas chegam a
                 300.
Inventores da cultura do
guaraná, os Sateré-Mawé          SATERÉ-MAWÉ
domesticaram a trepadeira
silvestre   e    criaram     o
processo de beneficiamento
da planta, possibilitando que
hoje     o    guaraná     seja
conhecido e consumido no
mundo inteiro.
Vivem no Amazonas e Pará,
somando mais de 7mil
índios.
A língua é da família Mawé.
POVO GUARANI

Povo de língua da
família Tupi-Guarani.
Na época da chegada
dos europeus, viviam
nas regiões entre os
rios Uruguai, Iguaçu e
Paraná. Hoje vivem ao
sul de Mato Grosso do
Sul;
POVO JURUNA
 Povo indígena cuja língua
é a única representante
viva da família Juruna, do
tronco Tupi.
Autodenominam-se Yudjá;
o nome Juruna significa,
em Tupi-Guarani, “bocas
pretas”,    porque     a
tatuagem características
desses índios era uma
linha que descia da raiz
dos cabelos e circundava
a boca.
PATAXÓ
Povo de língua da família
Maxacali, do tronco Macro-Jê.


Abandonou sua língua original
e se expressa apenas em
português.
Vive no sul da Bahia, em Barra
Velha, Coroa Vermelha e
Monte    Pascoal, em      zona
economicamente      valorizada
(cacau e turismo), nos
municípios de Porto Seguro e
Santa Cruz Cabrália e nas
áreas indígenas das Matas
Medonha e Imbiriba.

íNdio

  • 1.
    ENCONTRO COM ANAÇÃO GUARANI Nome da aldeia: Pindotî (onde tem bastante palmeira) nação: Guarani Nome do Cacique da tribo: Ângelo Nome do Pagé da tribo: Luiz Silveira (o pai do cacique) Quantos índios tem na tribo: 18 famílias um total de aprox. 120 pessoas De onde veio a tribo: Itanhahem / SP, há dois anos residem na aldeia perto do município de Pariquera-Açu. Que língua fala: Guarani, o povo da tribo aprende Português somente depois dos 8 ou 9 anos. As principais atividades econômicas ? Agricultura de subsistência (plantação de milho e mandioca), um pouco de caça (tatu e cateto), fabricação e venda de artesanatos diversos.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
    A aldeia Pindotîé localizada apenas a 5 km da cidade de Pariquera-Açu no Vale do Ribeira, Litoral Sul do Estado de São Paulo. O lugar é cercado por um faixa de floresta da mata Atlântica e perto de Casa da Reza um rio com águas límpidas. A aldeia tem as suas casas cobertas com sapê, a Casa do Cacique é na entrada e logo a seguir tem a Casa da Reza, uma construção ampla com paredes de taipa e coberto por sapé. O restante das casas e construções Casa do Cacique são ao arredor dos próximos 300 metros.
  • 6.
    Ou Uaiampi, Wayampí. Povo de língua da família Tupi-Guarani. Vivem em grande extensão de florestas, na fronteira entre o Brasil e a Guiana Francesa. Sua população total é de aproximadamente 800 indivíduos, nos dois países. No Brasil, distribuem-se por 11 aldeias e acampamentos fixos, na Waiãpi Área Indígena Wayampí, na região do rio Amapari, nos municípios de Macapá e Mazagão, ambos no Amapá.
  • 7.
    Povo de línguada família Jê. Autodenominam-se Akwe Akwen. Contatados na década de ou XAVANTES 1940, eram índios guerreiros que resistiram à ocupação de seu território, no Mato Grosso, pelos colonizadores. Em 1989 o grupo contava cerca de 6.000 pessoas, distribuidos em sete áreas indígenas entre os rios das Mortes e Batovi, a leste de Mato Grosso. Há estimativas de que a população Xavante tenha se reduzido à metade desde o primeiro contato oficial com os brancos, em 1946, devido a doenças. São predominantemente caçadores e coletores.
  • 8.
    Povo constituído por diversos grupos cujas línguas pertencem a mesma família, não classificada em troncos. Vivem no oeste de Roraima, no norte do Amazonas e na Venezuela, num total de 20 mil índios. Praticam caça, pesca, coleta e, em menor grau, agricultura. Yanomani Distribuem-se, no Brasil, em 150 aldeias, formadas por uma ou mais malocas. Cada maloca, ou xabono, abriga de 30 a 150 moradores e algumas chegam a 300.
  • 9.
    Inventores da culturado guaraná, os Sateré-Mawé SATERÉ-MAWÉ domesticaram a trepadeira silvestre e criaram o processo de beneficiamento da planta, possibilitando que hoje o guaraná seja conhecido e consumido no mundo inteiro. Vivem no Amazonas e Pará, somando mais de 7mil índios. A língua é da família Mawé.
  • 10.
    POVO GUARANI Povo delíngua da família Tupi-Guarani. Na época da chegada dos europeus, viviam nas regiões entre os rios Uruguai, Iguaçu e Paraná. Hoje vivem ao sul de Mato Grosso do Sul;
  • 11.
    POVO JURUNA Povoindígena cuja língua é a única representante viva da família Juruna, do tronco Tupi. Autodenominam-se Yudjá; o nome Juruna significa, em Tupi-Guarani, “bocas pretas”, porque a tatuagem características desses índios era uma linha que descia da raiz dos cabelos e circundava a boca.
  • 12.
    PATAXÓ Povo de línguada família Maxacali, do tronco Macro-Jê. Abandonou sua língua original e se expressa apenas em português. Vive no sul da Bahia, em Barra Velha, Coroa Vermelha e Monte Pascoal, em zona economicamente valorizada (cacau e turismo), nos municípios de Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália e nas áreas indígenas das Matas Medonha e Imbiriba.