NATAÇÃO
NATAÇÃO
AULA TEÓRICO-PRÁTICA
ROTEIRO
Histórico da modalidade
Deficiências Elegíveis
Sistema de classificação
Especificidades e regras
Equipamentos e Materiais para a Prática
Desenvolvendo Práticas e Habilidades
Como ensinar Natação Paralímpica
HISTÓRIA
INTERNACIONAL
A Natação é uma das modalidades presentes do Esporte Paralímpico, praticada,
internacionalmente, por atletas de cerca de 100 países.
1960 - Jogos Paralímpicos de Roma - A natação foi um dos oito esportes que fizeram
parte do programa esportivo da primeira edição dos Jogos Paralímpicos.
Década de 1970 - Fundação da Associação Internacional de Treinamento de Natação
para Paralisados, atuando efetivamente como um Comitê Técnico Esportivo.
HISTÓRIA
1976 - Jogos Paralímpicos de Toronto, primeira participação de atletas amputados e com
deficiência visual. A partir disso, houve um aumento no número de eventos de medalhas em
disputa.
1980 - Atletas com deficêincia visual foram introduzidos no Programa dos Jogos
1984 - Os Jogos foram divididos entre Stoke Mandeville, Grã-Bretanha, e Nova York, EUA. Atletas
de cadeira de rodas e amputados competiram em Stoke Mandeville e os outros grupos de
deficiência competiram nos Estados Unidos.
2000 – Jogos Paralímpicos de Sidney, foi incluído os atletas com deficiência intelectual.
HISTÓRIA
2016 - Os Jogos do Rio 2016, 593 atletas de 79 países competiram em 152 provas.
2020 – Nos jogos de Tóquio 2020, participaram 604 atletas de 74 países competindo em 146 eventos
de medalhas.
HISTÓRIA
NACIONAL
1972 - A primeira representação brasileira na modalidade em Jogos Paralímpicos foi em Heidelberg
1984 - Stoke Mandeville (1984) – o Brasil fatura uma medalha de ouro, cinco de prata e uma de
bronze.
O Brasil também esteve presente no quadro de medalhas dos Jogos Paralímpicos de Seul/1988,
Barcelona/1992 e Atlanta/1996,
2000 - Sydney - que o país deu um salto em suas conquistas, alcançando melhores posições
2004 - Atenas – o Brasil conquistou sete medalhas de ouro (sendo seis de Clodoaldo Silva), três de
prata e uma de bronze.
HISTÓRIA
NACIONAL
2008 - Pequim - Daniel Dias foi o responsável por conquistar, sozinho, nove medalhas, sendo quatro
de ouro.
2012 - Em Londres, o atleta chegou à conquista de seis ouros.
2016 – Nos Jogos do Rio o Brasil conquistou 4 medalhas de ouro, 7 de prata e 8 de bronze.
2020 – Já em Tóquio o Brasil encerrou a sua participação com 8 medalhas de ouro, 5 de prata e 10
bronzes.
2024 Brasil tem sua melhor participação da história na natação Paralímpica
JOGOS PARALÍMPICOS
1º Lugar 2º Lugar 3º Lugar Resultado do Brasil
1996 Alemanha Grã-Bretanha Austrália 24º lugar
2000 Canadá Espanha Grã-Bretanha 24º lugar
2004 China Grã-Bretanha EUA 9º lugar
2008 EUA China Ucrânia 8º lugar
2012 CHN AUS Ucrania 6 Lugar
2016 CHN Ucrania Grã-Bretanha 9º lugar
2020 CHN Russia EUA 8º lugar
2024 CHN Grã-Bretanha Italia 6º Lugar
CLASSIFICAÇÃO ESPORTIVA
História da Classificação
A classificação esportiva no Movimento Paralímpico passou por três fases históricas em
seu desenvolvimento.
Classificação Médica - Baseada na deficiência do atleta.
Período 1960-1980
Classificação Funcional - Baseada na funcionalidade do atleta em sua especificidade
esportiva.
Período 1990-2000
Classificação Baseada em Evidências - A construção da elegibilidade, funcionalidade e
testes devem ser fundamentada dos pela ciência.
Período 2010-2020
Fonte: Tweedy, Beckman & Connick, 2014
CLASSIFICAÇÃO ESPORTIVA
ELEGIBILIDADE
São critérios mínimos das deficiências que devem ser cumpridos
para o atleta ser elegível para o esporte paralímpico.
CLASSIFICAÇÃO ESPORTIVA
Deficiências Elegíveis no
Movimento Paralímpico
Deficiência
Visual
Deficiências de Coordenação
(ataxia, atetose e hipertonia)
Encurtamento de Membro
Limitação de Amplitude
de Movimento Passivo
Perda de força
muscular
Ausência de
Membros
Deficiências
Elegíveis
Deficiência Intelectual
Baixa Estatura
CLASSE ESPORTIVA
DEFICIÊNCIA FÍSICA
Déficit de Força Muscular;
Déficit de Amplitude de
Movimento Passivo;
Diferença entre o
comprimento das pernas;
Deficiência de Membros;
Baixa Estatura; e
Deficiência de coordenação
Ataxia;
Atetose;
Hipertonia.
DEFICIÊNCIA VISUAL
B1 - Cegueira Total;
B2 - Baixa Visão;
B3 - Baixa Visão.
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
Uma limitação no
funcionamento intelectual
e comportamento
adaptativo como expressa
em condições adaptativas
conceituais, sociais e
práticas, que se origina
antes dos 18 anos.
CLASSE ESPORTIVA
Classes esportivas na natação são representadas por um prefixo “S”, “SB” ou “SM” e um
número.
Quanto menor o número da classe, mais severa é a limitação do atleta para a prática da
natação.
Os prefixos representam:
S: eventos de nado livre, borboleta e nado costas;
SB: nado peito;
SM: medley individual (O prefixo “SM” é dado para atletas competindo em eventos
medley individuais).
CLASSES ESPORTIVA
ELEGIBILIDADE
Deficiência Física
S1 a S10 Força muscular prejudicada; Atetose; Amplitude
de movimento passiva prejudicada; Hipertonia;
Deficiência de membros; Ataxia; Diferença de
comprimento de perna; Baixa estatura.
SB1 a SB09
SM1 a SM10
A classe esportiva SM é calculada a partir da classe esportiva S e SB.
Os atletas com amputações não podem usar prótese quando entram na piscina.
AVALIAÇÃO NA DEFICIÊNCIA FÍSICA
Teste Clínico
Teste Técnico
Observação em competição
CLASSES ESPORTIVA
SISTEMA DE PONTOS - Cada um dos testes foi projetado
para produzir uma graduação de zero a cinco pontos para
cada agrupamento muscular avaliado, sendo zero o maior
grau de deficiência e cinco a inexistência dela.
Para que um atleta seja considerado elegível para a natação, este precisa somar no
máximo 285 pontos nas classes S e SM e/ou 275 pontos na classe SB, após todas as
avaliações.
Testes
CLASSES ESPORTIVA
Classes S/SM Pontuação Classe SB Pontuação
S1 40-65 SB1 40-65
S2 66-90 SB2 66-90
S3 91-115 SB3 91-115
S4 116-140 SB4 116-140
S5 141-165 SB5 141-165
S6 166-190 SB6 166-190
S7 191-215 SB7 191-215
S8 216-240 SB8 216-240
S9 241-265 SB9 241-275
S10 266-285
CLASSES NA DEFICIÊNCIA FÍSICA
CLASSES NA DEFICIÊNCIA FÍSICA
CLASSE ESPORTIVA
Fonte: (CPB, 2021; IBSA, 2021b).
ELEGIBILIDADE
Deficiência Visual
S11 = B1 Cegueira total - Acuidade visual menor que 2.6 LogMAR
S12 = B2
Baixa visão) - Acuidade visual entre 1.5 a 2.6 LogMAR, e/ou campo visual
entre 0 a 10°.
S13 = B3
baixa visão - Acuidade visual entre de 1.0 a 1.4 LogMAR, e/ou campo visual
definido entre 10° e 40°.
CLASSES ESPORTIVA
Os atletas da classe esportiva S/SB11 devem usar óculos opacos (tampados).
Para garantir a segurança, todos os nadadores SB11 devem usar um batedor (tapper), já os nadadores nas
classes esportivas SB12 e SB13 podem escolher se desejam ou não usar o tapper assim como atletas de
outras classes com deficiência visual podem solicitar o tapper.
CLASSES ESPORTIVA
ATLETAS
CEGOS
BAIXA VISÃO
CLASSES ESPORTIVAS
ELEGIBILIDADE
Deficiência Intelectual
S14
SB14
SM14
Apresentam um déficit intelectual, o que normalmente faz com que
os atletas tenham dificuldades com relação ao reconhecimento de
padrões, sequenciamento e memória, ou tenham um tempo de
reação mais lento, que impactam no desempenho esportivo em
geral.
CLASSES ESPORTIVAS
Documentos necessários:
Laudo médico com diagnóstico do CID10 (F70-F79) anterior aos 18 anos;
Relatório psicológico com descrição das limitações nas habilidades cognitivas e
comportamentais;
Teste de QI (WISC-IV / WAIS-III) com valor de QI igual ou abaixo de 75;
Para atletas com Síndrome de Down é necessário somente o laudo médico e cariótipo;
Para atletas com Síndrome de Down Mosaico é necessário o laudo médico, cariótipo e teste
de QI;
Para atletas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é necessário o laudo médico com
diagnóstico do TEA e da deficiência intelectual, relatório psicológico e teste de QI.
CLASSES ESPORTIVAS
Documentos necessários:
A documentação deverá ser então enviada para a Confederação Brasileira de Desporto
para Deficiente Intelectual (CBDI).
Atletas que, porventura, tenham uma deficiência intelectual e física, este deverá optar por
uma das duas formas de competição: ou entre as pessoas com deficiência intelectual, ou
física.
EXEMPLO DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
REGRAS
REGRAS
25 metros de largura
8 a 10 raias
50 metros de comprimento
1,35 metros de
profundidade min.
25°C a 28°C
Bloco de Partida
2,5 metros
de largura
REGRAS
Quem participa - as provas são divididas nas categorias masculina e
feminina, considerando ainda a classificação esportiva de cada nadador
Provas - individual ou em equipe de revezamento.
Eventos individuais
As distâncias para as disputas das
provas variam de 50 a 400 metros.
A World Para Swimming define os
eventos para cada competição,
conforme a lista de provas masculinas e
femininas.
METRAGEM ESTILO CLASSE
100m Nado livre S3 - 13
200m Nado livre S2 - 14
400m Nado livre S6 - 14
50m Nado livre S1 - 5, S11-S13
50m Costas S1 - 5
100m Costas S1 - 14
Eventos individuais
METRAGEM ESTILO CLASSE
50m Borboleta S2 - 7
100m Borboleta S8 - 14
50 M Peito SB2-3
100m Peito SB4-14
150m Ind. Medley SM3 - 4
200m Ind. Medley SM5 - 14
Eventos REVEZAMENTO
METRAGEM ESTILO PONTOS CLASSE
4 x 50m Nado Livre 20 S1-10
4 x 100m Nado Livre 34 S1-10
4 x 100m Nado Livre S14
4 x 50m Medley 20
4 x 100m Medley 34
4 x 100m Medley S14
4 x 100m Nado Livre 49 S11-13
EVENTOS REVEZAMENTO
METRAGEM ESTILO PONTOS CLASSE
4 x 100m Medley 49 S11-13 Misto
4 x 50m Medley 20 S1-10 Misto
4 x 50m Medley 20 S1-10 Misto
4 x 100m Nado Livre S14 Misto
4 x 100m Nado Livre 49 S11-13 Misto
4 x 100m Medley 49 S11-13
REGRAS
As regras são baseadas n World Aquatics, com exceções aplicadas de
acordo com a característica, classe ou deficiência do atleta, em especial
às partidas, viradas e chegadas. Dependendo do atletas podem largar já
na piscina, sentados no bloco de partida, ou ao lado do bloco.
Árbitros - Os árbitros organizam as séries, e atuam como fiscais de prova
e verificam se os estilos são respeitados, se as viradas são executadas
corretamente e realizam a cronometragem manual e semi-automática.
Qualquer irregularidade pode desclassificar o nadador.
Na partida:
H - necessário sinal luminoso 5.4.4.3
Y - uso de dispositivo de saída 3.1.3.7 / 3.3.1.3
E - não consegue agarre na saída de costas 3.3.1.3
A - necessita Assistente 3.1.3.7 / 3.1.3.2
T - faz uso de tapper 2.15.1
B - óculos tamponados 3.8.8
REGRAS
Durante o nado:
0 – nenhuma
1 – uma mão na saída 3.3.1.1
2 – toque com a mão direita 3.4.6.3 3.5.4.3
3 – toque com a mão esquerda 3.4.6.3 3.5.4.3
4 – toque com a mão direita com a intenção simultânea de toque com a outra
3.4.6.1 3.5.4.1
5 – toque com a mão esquerda com a intenção simultânea de toque com a outra
3.4.6.1 3.5.4.1
REGRAS
Durante o nado:
6 – intenção de toque simultâneo 3.4.6.4 3.5.4.4
7 – parte superior do corpo deve efetuar o toque 3.4.6.2 3.5.4.2
8 – pé direito deve estar voltado para fora (peito) 3.4.5.1
9 – pé esquerdo deve estar voltado para fora 3.4.5.1
12 – arrastar as pernas ou mostrar intenção do chute 3.4.4.1
+ consegue executar a pernada de golfinho
REGRAS
SAÍDA COM APOIO
feet start - S1 a S3 Y - dispositivo de saída
EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
Roupa - Traje apropriado para o esporte e não devem ser alterados e/ou
modificados para ajudar ou realçar o desempenho dos atletas. Alguns atletas
podem solicitar o auxílio da equipe de apoio para ajudar na sua entrada e
saída da água.
Óculos
Touca
Tapper
EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
S11
EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
um ou dois toques nas costas, peito
ou na cabeça
EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
DESENVOLVENDO PRÁTICAS E HABILIDADES
O desenvolvimento de práticas e habilidades podem ser seguidos por meio de modelos de
orientação.
As propostas a seguir são delineadas com base no Desenvolvimento de Atletas de Longo Prazo. A
partir desse modelo é possível maximizar todas as oportunidades de prática dos nadadores.
IMPORTANTE: No caso os alunos/atletas que tenham a deficiência de causa
adquirida, é importante considerar a idade em que esta pessoa adquiriu a
deficiência, pois deverá passar por todas as etapas de desenvolvimento
considerando sua atual condição física (BALYI, WAY e HIGGS, 2013).
VAMOS PARA A PRÁTICA!
JOGOS DE INTRODUÇÃO AO ESPORTE
JOGOS DE INTRODUÇÃO AO ESPORTE
Etapa 1: Descobrir, aprender e brincar .
Materiais: Bolas, bambolê, cantigas, corda e outros materiais de jogos e
brincadeiras para atividades lúdicas;
Objetivo: Gerar manifestações positivas que privilegiam a criatividade,
espontaneidade, prazer e a motivação das crianças, despertando o interesse pelas
atividades ao meio aquático;
Sugestão de atividade
Brincadeiras lúdicas;
Na água: provocar reações de adaptação, desenvolvendo progressivamente a
capacidade de flutuação e de virar na água (da posição ventral para a dorsal);
Na água: respirar fora da água e expirar na água;
Atividades de salto e corrida.
FUNDAMENTOS
Etapa 2: Fundamentos do esporte.
Materiais: Prancha de natação, boias, espaguete, colchonete e outros equipamentos
exigidos para a prática de outros esportes;
Objetivo: Descobrir e desenvolver os principais fundamentos que norteiam o esporte e o
desenvolvimento motor usado na natação;
Sugestão de atividade
Fora da piscina: cambalhotas no colchonete;
Fora da piscina: saltar no chão (sentado ou em pé, conforme o tipo de deficiência) a
partir de uma plataforma segura (30cm);
Fora da piscina: simular o movimento de cada estilo de nado centrado na respiração;
Na piscina: iniciar aprendizado de cada estilo;
Recriar:
Pensar possíveis adaptações das atividades considerando cada tipo de deficiência.
FUNDAMENTOS
Etapa 3: Desenvolvimento de habilidades.
Materiais:
Objetivo: Desenvolver habilidades da natação: controle do corpo na água, imergir,
controle da respiração, nadar debaixo de água com os olhos abertos e sem
óculos ou máscara, mergulhar e saltar.
Sugestão de atividade
Girar na água;
Nado de todos os estilos sem apoio de boias ou pranchas;
Exercícios de aprimoramento da respiração durante o nado;
Recriar:
Pensar possíveis adaptações das atividades considerando cada tipo de
deficiência.
FUNDAMENTOS
Etapa 4: Aprendendo a treinar.
Etapa de iniciação no alto rendimento:
Etapa de treinamento;
Identificar se o aluno/atleta pode ter uma das 10 deficiências elegíveis para o
esporte paralímpico e começar a refinar as habilidades mais avançadas
exigidas na natação;
Iniciar um programa de periodização, treinamentos específicos de velocidade
e força específicos para natação;
Direcionar o atleta/indivíduo para uma competição a fim de passar por uma
banca de classificadores e confirmar ou não sua elegibilidade para a
modalidade e, a partir disso, começar a competir.
FUNDAMENTOS
Etapa 5: Treinamento e Competição.
O atleta domina as habilidades mais avançadas exigidas pela
modalidade;
Participa de competições nacionais e/ou internacionais;
Tem equipamentos e suporte técnico e físico especializados;
Tem suporte financeiro;
Possui apoio de uma equipe de profissionais multidisciplinares
(médico, nutricionista, fisioterapeuta, etc.);
Planejamento com base em um programa de periodização, focado
no alcance dos resultados das competições alvo.
ROTEIRO
Histórico da modalidade
Deficiências Elegíveis
Sistema de classificação
Especificidades e regras
Equipamentos e Materiais para a Prática
Desenvolvendo Práticas e Habilidades
Como ensinar Natação Paralímpica
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Winckler, C. Pedagogia do Paradesporto . Santos, 2023
INTERNATIONAL PARALYMPIC COMMITTEE (IPC). Swimming: rules. Disponível em:
https://www.paralympic.org/swimming/rules. Acesso em: 12 fev. 2021. INTERNATIONAL PARALYMPIC COMMITTEE (IPC).
Swimming: about. Disponível em: https://www.paralympic.org/swimming/about. Acesso em: 12 fev. 2021.
INTERNATIONAL PARALYMPIC COMMITTEE (IPC). Swimming: classification. Disponível em:
https://www.paralympic.org/swimming/classification. Acesso em: 13 fev. 2021. INTERNATIONAL PARALYMPIC
COMMITTEE (IPC). Swimming: rules. Disponível em: https://www.paralympic.org/swimming/rules. Acesso em: 15 fev.
2021.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
COMITÊ PARALIMPICO BRASILEIRO (CPB). Modalidades: natação. Disponível em:
https://www.cpb.org.br/modalidades/47/natacao. Acesso em: 15 fev. 2021. BALYI, I.; WAY, R.; HIGGS, C. Long-term
athlete development. Human Kinetics, 2013. JÚNIOR, R.; SANTIAGO, Vivian. Ludicidade, diversão e motivação como
mediadores da aprendizagem infantil em natação: propostas para iniciação em atividades aquáticas com crianças
de 3 a 6 anos. 2008.
MATERIAL DE APOIO
LIVROS
MANUAIS
SITES INTERESSANTES
Confederação
http://CBDV.org.br
Paradesporto Brasil + Acessível
www.paradesporto.unifesp.br
GOVERNADOR
Tarcísio Gomes de Freitas
SECRETÁRIA DE ESTADO DE ESPORTES
Coronel Helena Reis
SECRETÁRIO DE ESTADO DOS DIREITOS DA PESSOA COM
DEFICIÊNCIA
Marcos da Costa
COORDENAÇÃO TÉCNICA
PPR Live Digital
RESPONSÁVEL PELO CONTEÚDO
Prof Esp Fabiano Quirino da Silva Pereira
PROFESSOR
Deixar espaço para o nome do professor
Deixar espaço para o e-mail do professor
/paralimpico.sp
SITE: www.paralimpico.com.br

natacao paralímpico estado de são paulo.pdf

  • 1.
  • 3.
    AULA TEÓRICO-PRÁTICA ROTEIRO Histórico damodalidade Deficiências Elegíveis Sistema de classificação Especificidades e regras Equipamentos e Materiais para a Prática Desenvolvendo Práticas e Habilidades Como ensinar Natação Paralímpica
  • 4.
    HISTÓRIA INTERNACIONAL A Natação éuma das modalidades presentes do Esporte Paralímpico, praticada, internacionalmente, por atletas de cerca de 100 países. 1960 - Jogos Paralímpicos de Roma - A natação foi um dos oito esportes que fizeram parte do programa esportivo da primeira edição dos Jogos Paralímpicos. Década de 1970 - Fundação da Associação Internacional de Treinamento de Natação para Paralisados, atuando efetivamente como um Comitê Técnico Esportivo.
  • 5.
    HISTÓRIA 1976 - JogosParalímpicos de Toronto, primeira participação de atletas amputados e com deficiência visual. A partir disso, houve um aumento no número de eventos de medalhas em disputa. 1980 - Atletas com deficêincia visual foram introduzidos no Programa dos Jogos 1984 - Os Jogos foram divididos entre Stoke Mandeville, Grã-Bretanha, e Nova York, EUA. Atletas de cadeira de rodas e amputados competiram em Stoke Mandeville e os outros grupos de deficiência competiram nos Estados Unidos. 2000 – Jogos Paralímpicos de Sidney, foi incluído os atletas com deficiência intelectual.
  • 6.
    HISTÓRIA 2016 - OsJogos do Rio 2016, 593 atletas de 79 países competiram em 152 provas. 2020 – Nos jogos de Tóquio 2020, participaram 604 atletas de 74 países competindo em 146 eventos de medalhas.
  • 7.
    HISTÓRIA NACIONAL 1972 - Aprimeira representação brasileira na modalidade em Jogos Paralímpicos foi em Heidelberg 1984 - Stoke Mandeville (1984) – o Brasil fatura uma medalha de ouro, cinco de prata e uma de bronze. O Brasil também esteve presente no quadro de medalhas dos Jogos Paralímpicos de Seul/1988, Barcelona/1992 e Atlanta/1996, 2000 - Sydney - que o país deu um salto em suas conquistas, alcançando melhores posições 2004 - Atenas – o Brasil conquistou sete medalhas de ouro (sendo seis de Clodoaldo Silva), três de prata e uma de bronze.
  • 8.
    HISTÓRIA NACIONAL 2008 - Pequim- Daniel Dias foi o responsável por conquistar, sozinho, nove medalhas, sendo quatro de ouro. 2012 - Em Londres, o atleta chegou à conquista de seis ouros. 2016 – Nos Jogos do Rio o Brasil conquistou 4 medalhas de ouro, 7 de prata e 8 de bronze. 2020 – Já em Tóquio o Brasil encerrou a sua participação com 8 medalhas de ouro, 5 de prata e 10 bronzes. 2024 Brasil tem sua melhor participação da história na natação Paralímpica
  • 9.
    JOGOS PARALÍMPICOS 1º Lugar2º Lugar 3º Lugar Resultado do Brasil 1996 Alemanha Grã-Bretanha Austrália 24º lugar 2000 Canadá Espanha Grã-Bretanha 24º lugar 2004 China Grã-Bretanha EUA 9º lugar 2008 EUA China Ucrânia 8º lugar 2012 CHN AUS Ucrania 6 Lugar 2016 CHN Ucrania Grã-Bretanha 9º lugar 2020 CHN Russia EUA 8º lugar 2024 CHN Grã-Bretanha Italia 6º Lugar
  • 10.
    CLASSIFICAÇÃO ESPORTIVA História daClassificação A classificação esportiva no Movimento Paralímpico passou por três fases históricas em seu desenvolvimento. Classificação Médica - Baseada na deficiência do atleta. Período 1960-1980 Classificação Funcional - Baseada na funcionalidade do atleta em sua especificidade esportiva. Período 1990-2000 Classificação Baseada em Evidências - A construção da elegibilidade, funcionalidade e testes devem ser fundamentada dos pela ciência. Período 2010-2020 Fonte: Tweedy, Beckman & Connick, 2014
  • 11.
    CLASSIFICAÇÃO ESPORTIVA ELEGIBILIDADE São critériosmínimos das deficiências que devem ser cumpridos para o atleta ser elegível para o esporte paralímpico.
  • 12.
    CLASSIFICAÇÃO ESPORTIVA Deficiências Elegíveisno Movimento Paralímpico Deficiência Visual Deficiências de Coordenação (ataxia, atetose e hipertonia) Encurtamento de Membro Limitação de Amplitude de Movimento Passivo Perda de força muscular Ausência de Membros Deficiências Elegíveis Deficiência Intelectual Baixa Estatura
  • 13.
    CLASSE ESPORTIVA DEFICIÊNCIA FÍSICA Déficitde Força Muscular; Déficit de Amplitude de Movimento Passivo; Diferença entre o comprimento das pernas; Deficiência de Membros; Baixa Estatura; e Deficiência de coordenação Ataxia; Atetose; Hipertonia. DEFICIÊNCIA VISUAL B1 - Cegueira Total; B2 - Baixa Visão; B3 - Baixa Visão. DEFICIÊNCIA INTELECTUAL Uma limitação no funcionamento intelectual e comportamento adaptativo como expressa em condições adaptativas conceituais, sociais e práticas, que se origina antes dos 18 anos.
  • 14.
    CLASSE ESPORTIVA Classes esportivasna natação são representadas por um prefixo “S”, “SB” ou “SM” e um número. Quanto menor o número da classe, mais severa é a limitação do atleta para a prática da natação. Os prefixos representam: S: eventos de nado livre, borboleta e nado costas; SB: nado peito; SM: medley individual (O prefixo “SM” é dado para atletas competindo em eventos medley individuais).
  • 15.
    CLASSES ESPORTIVA ELEGIBILIDADE Deficiência Física S1a S10 Força muscular prejudicada; Atetose; Amplitude de movimento passiva prejudicada; Hipertonia; Deficiência de membros; Ataxia; Diferença de comprimento de perna; Baixa estatura. SB1 a SB09 SM1 a SM10 A classe esportiva SM é calculada a partir da classe esportiva S e SB. Os atletas com amputações não podem usar prótese quando entram na piscina.
  • 16.
    AVALIAÇÃO NA DEFICIÊNCIAFÍSICA Teste Clínico Teste Técnico Observação em competição
  • 17.
    CLASSES ESPORTIVA SISTEMA DEPONTOS - Cada um dos testes foi projetado para produzir uma graduação de zero a cinco pontos para cada agrupamento muscular avaliado, sendo zero o maior grau de deficiência e cinco a inexistência dela. Para que um atleta seja considerado elegível para a natação, este precisa somar no máximo 285 pontos nas classes S e SM e/ou 275 pontos na classe SB, após todas as avaliações. Testes
  • 18.
    CLASSES ESPORTIVA Classes S/SMPontuação Classe SB Pontuação S1 40-65 SB1 40-65 S2 66-90 SB2 66-90 S3 91-115 SB3 91-115 S4 116-140 SB4 116-140 S5 141-165 SB5 141-165 S6 166-190 SB6 166-190 S7 191-215 SB7 191-215 S8 216-240 SB8 216-240 S9 241-265 SB9 241-275 S10 266-285
  • 19.
  • 20.
  • 21.
    CLASSE ESPORTIVA Fonte: (CPB,2021; IBSA, 2021b). ELEGIBILIDADE Deficiência Visual S11 = B1 Cegueira total - Acuidade visual menor que 2.6 LogMAR S12 = B2 Baixa visão) - Acuidade visual entre 1.5 a 2.6 LogMAR, e/ou campo visual entre 0 a 10°. S13 = B3 baixa visão - Acuidade visual entre de 1.0 a 1.4 LogMAR, e/ou campo visual definido entre 10° e 40°.
  • 22.
    CLASSES ESPORTIVA Os atletasda classe esportiva S/SB11 devem usar óculos opacos (tampados). Para garantir a segurança, todos os nadadores SB11 devem usar um batedor (tapper), já os nadadores nas classes esportivas SB12 e SB13 podem escolher se desejam ou não usar o tapper assim como atletas de outras classes com deficiência visual podem solicitar o tapper.
  • 23.
  • 24.
    CLASSES ESPORTIVAS ELEGIBILIDADE Deficiência Intelectual S14 SB14 SM14 Apresentamum déficit intelectual, o que normalmente faz com que os atletas tenham dificuldades com relação ao reconhecimento de padrões, sequenciamento e memória, ou tenham um tempo de reação mais lento, que impactam no desempenho esportivo em geral.
  • 25.
    CLASSES ESPORTIVAS Documentos necessários: Laudomédico com diagnóstico do CID10 (F70-F79) anterior aos 18 anos; Relatório psicológico com descrição das limitações nas habilidades cognitivas e comportamentais; Teste de QI (WISC-IV / WAIS-III) com valor de QI igual ou abaixo de 75; Para atletas com Síndrome de Down é necessário somente o laudo médico e cariótipo; Para atletas com Síndrome de Down Mosaico é necessário o laudo médico, cariótipo e teste de QI; Para atletas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é necessário o laudo médico com diagnóstico do TEA e da deficiência intelectual, relatório psicológico e teste de QI.
  • 26.
    CLASSES ESPORTIVAS Documentos necessários: Adocumentação deverá ser então enviada para a Confederação Brasileira de Desporto para Deficiente Intelectual (CBDI). Atletas que, porventura, tenham uma deficiência intelectual e física, este deverá optar por uma das duas formas de competição: ou entre as pessoas com deficiência intelectual, ou física.
  • 27.
  • 28.
  • 29.
    REGRAS 25 metros delargura 8 a 10 raias 50 metros de comprimento 1,35 metros de profundidade min. 25°C a 28°C Bloco de Partida 2,5 metros de largura
  • 30.
    REGRAS Quem participa -as provas são divididas nas categorias masculina e feminina, considerando ainda a classificação esportiva de cada nadador Provas - individual ou em equipe de revezamento.
  • 31.
    Eventos individuais As distânciaspara as disputas das provas variam de 50 a 400 metros. A World Para Swimming define os eventos para cada competição, conforme a lista de provas masculinas e femininas. METRAGEM ESTILO CLASSE 100m Nado livre S3 - 13 200m Nado livre S2 - 14 400m Nado livre S6 - 14 50m Nado livre S1 - 5, S11-S13 50m Costas S1 - 5 100m Costas S1 - 14
  • 32.
    Eventos individuais METRAGEM ESTILOCLASSE 50m Borboleta S2 - 7 100m Borboleta S8 - 14 50 M Peito SB2-3 100m Peito SB4-14 150m Ind. Medley SM3 - 4 200m Ind. Medley SM5 - 14
  • 33.
    Eventos REVEZAMENTO METRAGEM ESTILOPONTOS CLASSE 4 x 50m Nado Livre 20 S1-10 4 x 100m Nado Livre 34 S1-10 4 x 100m Nado Livre S14 4 x 50m Medley 20 4 x 100m Medley 34 4 x 100m Medley S14 4 x 100m Nado Livre 49 S11-13
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    EVENTOS REVEZAMENTO METRAGEM ESTILOPONTOS CLASSE 4 x 100m Medley 49 S11-13 Misto 4 x 50m Medley 20 S1-10 Misto 4 x 50m Medley 20 S1-10 Misto 4 x 100m Nado Livre S14 Misto 4 x 100m Nado Livre 49 S11-13 Misto 4 x 100m Medley 49 S11-13
  • 35.
    REGRAS As regras sãobaseadas n World Aquatics, com exceções aplicadas de acordo com a característica, classe ou deficiência do atleta, em especial às partidas, viradas e chegadas. Dependendo do atletas podem largar já na piscina, sentados no bloco de partida, ou ao lado do bloco. Árbitros - Os árbitros organizam as séries, e atuam como fiscais de prova e verificam se os estilos são respeitados, se as viradas são executadas corretamente e realizam a cronometragem manual e semi-automática. Qualquer irregularidade pode desclassificar o nadador.
  • 36.
    Na partida: H -necessário sinal luminoso 5.4.4.3 Y - uso de dispositivo de saída 3.1.3.7 / 3.3.1.3 E - não consegue agarre na saída de costas 3.3.1.3 A - necessita Assistente 3.1.3.7 / 3.1.3.2 T - faz uso de tapper 2.15.1 B - óculos tamponados 3.8.8 REGRAS
  • 37.
    Durante o nado: 0– nenhuma 1 – uma mão na saída 3.3.1.1 2 – toque com a mão direita 3.4.6.3 3.5.4.3 3 – toque com a mão esquerda 3.4.6.3 3.5.4.3 4 – toque com a mão direita com a intenção simultânea de toque com a outra 3.4.6.1 3.5.4.1 5 – toque com a mão esquerda com a intenção simultânea de toque com a outra 3.4.6.1 3.5.4.1 REGRAS
  • 38.
    Durante o nado: 6– intenção de toque simultâneo 3.4.6.4 3.5.4.4 7 – parte superior do corpo deve efetuar o toque 3.4.6.2 3.5.4.2 8 – pé direito deve estar voltado para fora (peito) 3.4.5.1 9 – pé esquerdo deve estar voltado para fora 3.4.5.1 12 – arrastar as pernas ou mostrar intenção do chute 3.4.4.1 + consegue executar a pernada de golfinho REGRAS
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    SAÍDA COM APOIO feetstart - S1 a S3 Y - dispositivo de saída
  • 40.
    EQUIPAMENTOS E MATERIAIS Roupa- Traje apropriado para o esporte e não devem ser alterados e/ou modificados para ajudar ou realçar o desempenho dos atletas. Alguns atletas podem solicitar o auxílio da equipe de apoio para ajudar na sua entrada e saída da água. Óculos Touca Tapper
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    EQUIPAMENTOS E MATERIAIS umou dois toques nas costas, peito ou na cabeça
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    DESENVOLVENDO PRÁTICAS EHABILIDADES O desenvolvimento de práticas e habilidades podem ser seguidos por meio de modelos de orientação. As propostas a seguir são delineadas com base no Desenvolvimento de Atletas de Longo Prazo. A partir desse modelo é possível maximizar todas as oportunidades de prática dos nadadores. IMPORTANTE: No caso os alunos/atletas que tenham a deficiência de causa adquirida, é importante considerar a idade em que esta pessoa adquiriu a deficiência, pois deverá passar por todas as etapas de desenvolvimento considerando sua atual condição física (BALYI, WAY e HIGGS, 2013).
  • 45.
    VAMOS PARA APRÁTICA! JOGOS DE INTRODUÇÃO AO ESPORTE
  • 46.
    JOGOS DE INTRODUÇÃOAO ESPORTE Etapa 1: Descobrir, aprender e brincar . Materiais: Bolas, bambolê, cantigas, corda e outros materiais de jogos e brincadeiras para atividades lúdicas; Objetivo: Gerar manifestações positivas que privilegiam a criatividade, espontaneidade, prazer e a motivação das crianças, despertando o interesse pelas atividades ao meio aquático; Sugestão de atividade Brincadeiras lúdicas; Na água: provocar reações de adaptação, desenvolvendo progressivamente a capacidade de flutuação e de virar na água (da posição ventral para a dorsal); Na água: respirar fora da água e expirar na água; Atividades de salto e corrida.
  • 47.
    FUNDAMENTOS Etapa 2: Fundamentosdo esporte. Materiais: Prancha de natação, boias, espaguete, colchonete e outros equipamentos exigidos para a prática de outros esportes; Objetivo: Descobrir e desenvolver os principais fundamentos que norteiam o esporte e o desenvolvimento motor usado na natação; Sugestão de atividade Fora da piscina: cambalhotas no colchonete; Fora da piscina: saltar no chão (sentado ou em pé, conforme o tipo de deficiência) a partir de uma plataforma segura (30cm); Fora da piscina: simular o movimento de cada estilo de nado centrado na respiração; Na piscina: iniciar aprendizado de cada estilo; Recriar: Pensar possíveis adaptações das atividades considerando cada tipo de deficiência.
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    FUNDAMENTOS Etapa 3: Desenvolvimentode habilidades. Materiais: Objetivo: Desenvolver habilidades da natação: controle do corpo na água, imergir, controle da respiração, nadar debaixo de água com os olhos abertos e sem óculos ou máscara, mergulhar e saltar. Sugestão de atividade Girar na água; Nado de todos os estilos sem apoio de boias ou pranchas; Exercícios de aprimoramento da respiração durante o nado; Recriar: Pensar possíveis adaptações das atividades considerando cada tipo de deficiência.
  • 49.
    FUNDAMENTOS Etapa 4: Aprendendoa treinar. Etapa de iniciação no alto rendimento: Etapa de treinamento; Identificar se o aluno/atleta pode ter uma das 10 deficiências elegíveis para o esporte paralímpico e começar a refinar as habilidades mais avançadas exigidas na natação; Iniciar um programa de periodização, treinamentos específicos de velocidade e força específicos para natação; Direcionar o atleta/indivíduo para uma competição a fim de passar por uma banca de classificadores e confirmar ou não sua elegibilidade para a modalidade e, a partir disso, começar a competir.
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    FUNDAMENTOS Etapa 5: Treinamentoe Competição. O atleta domina as habilidades mais avançadas exigidas pela modalidade; Participa de competições nacionais e/ou internacionais; Tem equipamentos e suporte técnico e físico especializados; Tem suporte financeiro; Possui apoio de uma equipe de profissionais multidisciplinares (médico, nutricionista, fisioterapeuta, etc.); Planejamento com base em um programa de periodização, focado no alcance dos resultados das competições alvo.
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    ROTEIRO Histórico da modalidade DeficiênciasElegíveis Sistema de classificação Especificidades e regras Equipamentos e Materiais para a Prática Desenvolvendo Práticas e Habilidades Como ensinar Natação Paralímpica
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    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Winckler, C.Pedagogia do Paradesporto . Santos, 2023 INTERNATIONAL PARALYMPIC COMMITTEE (IPC). Swimming: rules. Disponível em: https://www.paralympic.org/swimming/rules. Acesso em: 12 fev. 2021. INTERNATIONAL PARALYMPIC COMMITTEE (IPC). Swimming: about. Disponível em: https://www.paralympic.org/swimming/about. Acesso em: 12 fev. 2021. INTERNATIONAL PARALYMPIC COMMITTEE (IPC). Swimming: classification. Disponível em: https://www.paralympic.org/swimming/classification. Acesso em: 13 fev. 2021. INTERNATIONAL PARALYMPIC COMMITTEE (IPC). Swimming: rules. Disponível em: https://www.paralympic.org/swimming/rules. Acesso em: 15 fev. 2021.
  • 53.
    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMITÊ PARALIMPICOBRASILEIRO (CPB). Modalidades: natação. Disponível em: https://www.cpb.org.br/modalidades/47/natacao. Acesso em: 15 fev. 2021. BALYI, I.; WAY, R.; HIGGS, C. Long-term athlete development. Human Kinetics, 2013. JÚNIOR, R.; SANTIAGO, Vivian. Ludicidade, diversão e motivação como mediadores da aprendizagem infantil em natação: propostas para iniciação em atividades aquáticas com crianças de 3 a 6 anos. 2008.
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    GOVERNADOR Tarcísio Gomes deFreitas SECRETÁRIA DE ESTADO DE ESPORTES Coronel Helena Reis SECRETÁRIO DE ESTADO DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Marcos da Costa COORDENAÇÃO TÉCNICA PPR Live Digital RESPONSÁVEL PELO CONTEÚDO Prof Esp Fabiano Quirino da Silva Pereira PROFESSOR Deixar espaço para o nome do professor Deixar espaço para o e-mail do professor /paralimpico.sp SITE: www.paralimpico.com.br