ERA VIRTUAL:

          Visando a ampla divulgação e promoção dos museus brasileiros e de
seus acervos, iniciou-se em 2008 o desenvolvimento de projetos de visitação
virtual a diversas instituições culturais.
          Estes projetos foram e continuam sendo resultado da percepção de
que nessa nova era da tecnologia das informações é essencial inovar, rever e
reconstruir o modo de promover a cultura.
          Em constante mutação, a plataforma interativa de visitação virtual
aos museus adotados tem como principal objetivo ampliar consideravelmente
o alcance sócio-cultural das exposições.
          A estratégia baseia-se em dois pilares: modernizar a linguagem com
intuito de potencializar a comunicação com as crianças e jovens e
democratizar o acesso utilizando-se a Internet e da distribuição gratuita de
DVD-roms.
O Museu de Artes e Ofícios é um museu
   brasileiro localizado na cidade de Belo
Horizonte. Inaugurado em 14 de dezembro
  de 2005, é o primeiro empreendimento
      museológico brasileiro dedicado
  integralmente ao tema do trabalho, das
 artes e ofícios no país. Com 9.000 m² de
 área, o museu está instalado no conjunto
   histórico da antiga Estação Central da
   Estrada de Ferro Central do Brasil, na
Praça Rui Barbosa, mais conhecida como
     Praça da Estação. No mesmo local
   funcionam ainda hoje uma estação de
História do Museu
O museu é uma iniciativa do Instituto Cultural
 Flávio Gutierrez - ICFG e foi desenvolvido a
  partir da doação ao patrimônio público de
  uma coleção de mais de 2.000 peças, dos
   séculos XVIII ao XX, pela empreendedora
cultural Angela Gutierrez, que também atuou
na formação do Museu do Oratório, em Ouro
     Preto. A coleção mostra a riqueza da
  produção popular na era pré-industrial: os
fazeres, artes e ofícios que deram origem às
 profissões contemporâneas. Ao percorrê-la,
com o suporte de recursos museográficos e
 de ações educativas, o visitante poderá ver
 um amplo painel da história e das relações
Museu de artes e ofícios: Estação abandonada vira
                      museu.
Primeiro museu de artes ofícios do país é inaugurado
                 em Minas Gerais
    Cláudia de Castro Lima | 01/02/2006 00h00

   O local é inusitado: uma antiga estação de trem
 reformada. A linha do metrô corta o prédio bem no
meio. Duas enormes vitrines de vidro, que podem ser
 vistas por quem está nas plataformas de embarque,
 dão um gostinho do que há lá dentro. Quem visita o
 Museu de Artes e Ofícios, inaugurado em dezembro
 em Belo Horizonte, Minas Gerais, também interage
com o lado de fora: a visão (e o barulho) do trem e do
metrô que passam pelos trilhos faz parte do charme.
O museu, primeiro do gênero no país, conta com um
 acervo catalogado de 2 147 objetos – fora os “vários”,
segundo a museóloga Célia Corsino, que não entraram
     no cálculo. São ferramentas, roupas, meios de
transporte, utensílios, equipamentos e diversos outros
objetos de antigos comerciantes, ourives, ambulantes,
tropeiros, mineiros, marceneiros e trabalhadores afins.
    Tudo dos séculos 18 e 19 e início do 20, antes da
      industrialização. Ao lado de cada módulo da
   exposição, uma estação multimídia (que funciona
como um caixa eletrônico de banco, com um toque na
 tela) dá mais informações sobre o ofício em questão,
 conta a história dos trabalhadores e de determinados
     objetos, traz mapas e mostra como a atividade
                  funciona hoje em dia.
Os dois prédios que abrigam o museu são interligados
  por um túnel, que passa por baixo da linha do metrô.
  Eles foram construídos em 1922, para servir como a
   estação central de Belo Horizonte. “O local estava
totalmente degradado e subutilizado”, diz Célia Corsino.
“Seu restauro impulsionou a recuperação de toda a área
ao redor, como a praça da Estação.” Para o projeto todo
  do Museu de Artes e Ofícios, que levou quatro anos,
            foram gastos 18 milhões de reais.
O acervo foi doado pela empresária Angela
  Gutierrez, fundadora do Instituto Cultural Flávio
 Gutierrez, que leva o nome de seu pai e mantém o
   museu. “Comprei os móveis e os objetos todos
durante 30 anos, mas sem a intenção de montar uma
   coleção. Quando percebi, ela já estava pronta”,
    afirma. “Costumava viajar com meu pai para
comprar antiguidades pelo interior do país. Quando
 entrávamos nas casinhas para procurar objetos, ele
  me dizia que não bastava olhar para as peças que
estavam nas salas – o que estava nas cozinhas e nos
  quintais era tão importante quanto o que estava à
                       vista.”
.




    Museu de Artes e Ofícios – Belo Horizonte – MG.
Cabaças que retrata a pluralidade cultural
               brasileira
Meio de transporte de época.
Corredor onde lê-se: “Veja com quantos
      ofícios se faz um museu”
Armas e ferramentas de trabalho.




                      Armas e ferramentas de trabalho.
Roda de Fiar

Museu de artes e ofícios

  • 2.
    ERA VIRTUAL: Visando a ampla divulgação e promoção dos museus brasileiros e de seus acervos, iniciou-se em 2008 o desenvolvimento de projetos de visitação virtual a diversas instituições culturais. Estes projetos foram e continuam sendo resultado da percepção de que nessa nova era da tecnologia das informações é essencial inovar, rever e reconstruir o modo de promover a cultura. Em constante mutação, a plataforma interativa de visitação virtual aos museus adotados tem como principal objetivo ampliar consideravelmente o alcance sócio-cultural das exposições. A estratégia baseia-se em dois pilares: modernizar a linguagem com intuito de potencializar a comunicação com as crianças e jovens e democratizar o acesso utilizando-se a Internet e da distribuição gratuita de DVD-roms.
  • 3.
    O Museu deArtes e Ofícios é um museu brasileiro localizado na cidade de Belo Horizonte. Inaugurado em 14 de dezembro de 2005, é o primeiro empreendimento museológico brasileiro dedicado integralmente ao tema do trabalho, das artes e ofícios no país. Com 9.000 m² de área, o museu está instalado no conjunto histórico da antiga Estação Central da Estrada de Ferro Central do Brasil, na Praça Rui Barbosa, mais conhecida como Praça da Estação. No mesmo local funcionam ainda hoje uma estação de
  • 4.
    História do Museu Omuseu é uma iniciativa do Instituto Cultural Flávio Gutierrez - ICFG e foi desenvolvido a partir da doação ao patrimônio público de uma coleção de mais de 2.000 peças, dos séculos XVIII ao XX, pela empreendedora cultural Angela Gutierrez, que também atuou na formação do Museu do Oratório, em Ouro Preto. A coleção mostra a riqueza da produção popular na era pré-industrial: os fazeres, artes e ofícios que deram origem às profissões contemporâneas. Ao percorrê-la, com o suporte de recursos museográficos e de ações educativas, o visitante poderá ver um amplo painel da história e das relações
  • 5.
    Museu de artese ofícios: Estação abandonada vira museu. Primeiro museu de artes ofícios do país é inaugurado em Minas Gerais Cláudia de Castro Lima | 01/02/2006 00h00 O local é inusitado: uma antiga estação de trem reformada. A linha do metrô corta o prédio bem no meio. Duas enormes vitrines de vidro, que podem ser vistas por quem está nas plataformas de embarque, dão um gostinho do que há lá dentro. Quem visita o Museu de Artes e Ofícios, inaugurado em dezembro em Belo Horizonte, Minas Gerais, também interage com o lado de fora: a visão (e o barulho) do trem e do metrô que passam pelos trilhos faz parte do charme.
  • 6.
    O museu, primeirodo gênero no país, conta com um acervo catalogado de 2 147 objetos – fora os “vários”, segundo a museóloga Célia Corsino, que não entraram no cálculo. São ferramentas, roupas, meios de transporte, utensílios, equipamentos e diversos outros objetos de antigos comerciantes, ourives, ambulantes, tropeiros, mineiros, marceneiros e trabalhadores afins. Tudo dos séculos 18 e 19 e início do 20, antes da industrialização. Ao lado de cada módulo da exposição, uma estação multimídia (que funciona como um caixa eletrônico de banco, com um toque na tela) dá mais informações sobre o ofício em questão, conta a história dos trabalhadores e de determinados objetos, traz mapas e mostra como a atividade funciona hoje em dia.
  • 7.
    Os dois prédiosque abrigam o museu são interligados por um túnel, que passa por baixo da linha do metrô. Eles foram construídos em 1922, para servir como a estação central de Belo Horizonte. “O local estava totalmente degradado e subutilizado”, diz Célia Corsino. “Seu restauro impulsionou a recuperação de toda a área ao redor, como a praça da Estação.” Para o projeto todo do Museu de Artes e Ofícios, que levou quatro anos, foram gastos 18 milhões de reais.
  • 8.
    O acervo foidoado pela empresária Angela Gutierrez, fundadora do Instituto Cultural Flávio Gutierrez, que leva o nome de seu pai e mantém o museu. “Comprei os móveis e os objetos todos durante 30 anos, mas sem a intenção de montar uma coleção. Quando percebi, ela já estava pronta”, afirma. “Costumava viajar com meu pai para comprar antiguidades pelo interior do país. Quando entrávamos nas casinhas para procurar objetos, ele me dizia que não bastava olhar para as peças que estavam nas salas – o que estava nas cozinhas e nos quintais era tão importante quanto o que estava à vista.”
  • 9.
    . Museu de Artes e Ofícios – Belo Horizonte – MG.
  • 10.
    Cabaças que retrataa pluralidade cultural brasileira
  • 11.
  • 12.
    Corredor onde lê-se:“Veja com quantos ofícios se faz um museu”
  • 13.
    Armas e ferramentasde trabalho. Armas e ferramentas de trabalho.
  • 14.