Mecânica dos Solos
Mecânica dos Solos
Manuel Matos Fernandes
Mecânica dos Solos
Aula teórica 5
Maciços de solos residuais.
Mecânica dos Solos
Maciços de solos residuais
Maciços que ocupam o local da rocha-mãe.
Mecânica dos Solos
Maciços de solos residuais
Maciços que ocupam o local da rocha-mãe.
Alteração: contacto das rochas ígneas (formadas a grande
profundidade na crusta terrestre) com os agentes
atmosféricos (meteorização).
Sempre que a alteração é mais rápida do que a erosão,
formam-se no local da rocha-mãe os solos residuais.
Mecânica dos Solos
Maciços de solos residuais
Designação Portuguesa: alteração / meteorização
Designação Inglesa: weathering
Designação Brasileira: intemperismo.
Mecânica dos Solos
Maciços de solos residuais
Condições favoráveis à meteorização: humidade, precipitação e temperatura
elevadas. A profudidade de alteração decresce do Equador para os Pólos.
Estado do Rio de Janeiro (foto de Willy Lacerda)
Mecânica dos Solos
Maciços de solos residuais
Condições favoráveis à meteorização: humidade, precipitação e temperatura
elevadas. A profudidade de alteração decresce do Equador para os Pólos.
Estado do Rio de Janeiro (foto de Willy Lacerda)
Mecânica dos Solos
Maciços de solos residuais
No Porto e em todo o
Noroeste de Portugal, a
alteração das formações
graníticas ultrapassa em
muitos locais os 30
metros.
Mecânica dos Solos
Pisa, Itália
Solo
Completamente
alterada
Muito alterada
Moderadamente
alterada (rocha
50% a 90%)
Ligeiramente
alterada
Rocha sã
Terra vegetal
Zona
superior
Zona
intermédia
Zona
inferior
Perfil de um maciço rochoso com zona superficial alterada e com solos residuais (Little, 1969).
Mecânica dos Solos
Solo
Completamente
alterada
Muito alterada
Moderadamente
alterada (rocha
50% a 90%)
Ligeiramente
alterada
Rocha sã
Terra vegetal
Zona
superior
Zona
intermédia
Zona
inferior
Grau de
alteração
W5
W4
W3
W2
W1
Classificação dos diversos graus de alteração (Little, 1969).
GRAU DESIGNAÇÃO CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS ISRM
VI SOLOS A textura da rocha não é reconhecível, as zonas mais superficiais contêm
húmus e raízes de plantas. Instável em taludes quando a cobertura é destruída.
V ROCHA
COMPLE-
TAMENTE
ALTERADA
A rocha está completamente decomposta pela alteração in situ, mas a textura
original é ainda visível. Quando a rocha-mãe é o granito, os feldspatos originais
estão completamente alterados em minerais de argila, não sendo recuperada como
testemunho de sondagem em furos por rotação normal. Pode ser escavada à mão.
Não pode ser utilizada como fundação de barragens de betão ou de grandes
estruturas. É possível empregar-se como fundação de barragens de aterro e como
aterro. É instável em cortes muito altos e abruptos. Requer proteção contra a
erosão.
W5
IV ROCHA
MUITO
ALTERADA
A rocha está tão enfraquecida pela alteração que mesmo grandes fragmentos
são facilmente partidos ou esmigalhados à mão. Por vezes é recuperada como
testemunho de sondagem em furos à rotação executados cuidadosamente.
Apresenta coloração devida à limonite. Contém menos de 50% de rocha.
W4
III ROCHA
MODERA.-
DAMENTE
ALTERADA
Alteração considerável em toda a rocha. Possui alguma resistência: grandes
fragmentos (testemunhos com diâmetro NX) não são partidos à mão. Muitas vezes
apresenta coloração devida à limonite. A percentagem de rocha está compreendida
entre 50 e 90%. É escavada com grande dificuldade sem a utilização de explosivos.
W3
II ROCHA
POUCO
ALTERADA
Distintamente alterada na maior parte da rocha e com alguma coloração devida
à limonite. Nos granitos há alguma decomposição dos feldspatos. A resistência
aproxima-se da da rocha sã. Mais de 90% do material é rocha. Necessita de
utilização de explosivos na escavação.
W2
I ROCHA SÃ A rocha sã pode apresentar alguma coloração devida à limonite em diáclases
imediatamente abaixo da rocha alterada.
W1
Mecânica dos Solos
Mecânica dos Solos
Perfil de alteração de formações graníticas – A11, Sub-lanço Vizela – Felgueiras.
Mecânica dos Solos
Perfil de alteração de formações graníticas – A11, Sub-lanço Vizela – Felgueiras.
Mecânica dos Solos
Curvas granulométricas de solos residuais do granito do Noroeste de Portugal -
o fuso ponteado corresponde a mais de 100 curvas.
Areias siltosas
γs
(1)
(kN/m
3
)
w
L
(2)
(%)
I
P
(2)
(%)
w
(%)
S
(%)
e γ
(kN/m
3
)
25,5 - 26,7 25 - 40 <13 10 - 30 60 - 100 0,40 - 0,85 17,0 - 22,0
Valores típicos de parâmetros físicos de solos residuais de granito
do Noroeste de Portugal
Mecânica dos Solos
Estação Aliados, Metro do Porto, 2004
Mecânica dos Solos
Estação Aliados, Metro do Porto, 2004
Mecânica dos Solos
Estação Aliados, Metro do Porto, 2004
Mecânica dos Solos
Estação Aliados, Metro do Porto, 2004
Mecânica dos Solos
Estação Aliados,
Metro do Porto,
2004
Mecânica dos Solos
Mecânica dos Solos
Maciços de solos residuais
Três aspetos muito peculiares:
• grande heterogeneidade (em profundidade e em planta);
• estrutura cimentada;
• influência das diaclases herdadas da rocha-mãe
(diaclases “relíquia”).
Mecânica dos Solos 1
Perfil geológico-geotécnico da Av. Aliados no Porto (projeto da Estação Aliados do Metro do Porto).
Perfil A-A′
Mecânica dos Solos
50
40
35
0 10 20 30
45
60
55
70
65
DISTÂNCIA (m)
COTAS
(m)
70
SAL1
2 3
W
-
W (nível de blocos)
5
W
5 4
W
-
W
At
(Proj. 2,6m) SAL2
0
50
100
60
4 5
W
-
W
3
W
46
56
22
33
83
50
24
46
57
78
66
64
55
31
75
61
96
34
16
22
32
0
50
100
44
30
46
40 50 60
-10
-20
At At
2 3
W
-
W (nível de blocos)
5 4
W
-
W
3
W
3
W
3 2
W
-
W
4 3
W
-
W
4 3
W
-
W
4 3
W
-
W
2 3
W
-
W
4 3
W
-
W
?
?
?
?
?
?
?
?
?
?
?
?
?
?
? ? ?
SAL9 (Proj. 5,8m)
?
5
W
5
W
5 4
W
-
W
5
W
5
W
4 3
W
-
W
3 2
W
-
W
PERFIL E-E'
PERFIL F-F'
Perfil C-C′
Perfil geológico-geotécnico da Av. Aliados no Porto (projeto da Estação Aliados do Metro do Porto).
Mecânica dos Solos
20 30
5 4
W
-
W
At
SAL2
0
50
100
60
4 5
W
-
W
3
W
46
56
22
33
83
50
24
46
57
78
66
64
55
31
75
61
96
34
16
22
32
50
40
35
45
60
55
70
65
70
40 50 60
At
2 3
W
-
W (nível de blocos)
4 3
W
-
W
4 3
W
-
W
2 3
W
-
W
4 3
W
-
W
?
?
?
?
?
?
?
(Proj. 5,8m)
?
5
W
5
W
5 4
W
-
W
5
W
4 3
W
-
W
PERFIL E-E'
Perfil geológico-geotécnico da Av. Aliados no Porto (projeto da Estação Aliados do Metro do Porto).
Perfil C-C′
Mecânica dos Solos
Pisa, Itália
Solo
Completamente
alterada
Muito alterada
Moderadamente
alterada (rocha
50% a 90%)
Ligeiramente
alterada
Rocha sã
Terra vegetal
Zona
superior
Zona
intermédia
Zona
inferior
Perfil de um maciço rochoso com zona superficial alterada e com solos residuais (Little, 1969).
Mecânica dos Solos
20 30
5 4
W
-
W
At
SAL2
0
50
100
60
4 5
W
-
W
3
W
46
56
22
33
83
50
24
46
57
78
66
64
55
31
75
61
96
34
16
22
32
50
40
35
45
60
55
70
65
70
40 50 60
At
2 3
W
-
W (nível de blocos)
4 3
W
-
W
4 3
W
-
W
2 3
W
-
W
4 3
W
-
W
?
?
?
?
?
?
?
(Proj. 5,8m)
?
5
W
5
W
5 4
W
-
W
5
W
4 3
W
-
W
PERFIL E-E'
Perfil geológico-geotécnico da Av. Aliados no Porto (projeto da Estação Aliados do Metro do Porto).
Perfil C-C′
Mecânica dos Solos
Maciços de solos residuais
Três aspetos muito peculiares:
• grande heterogeneidade (em profundidade e em planta);
• estrutura cimentada;
• influência das diaclases herdadas da rocha-mãe
(diaclases “relíquia”).
Mecânica dos Solos
Estrutura cimentada
Fotografia com microscópico binocular de um solo residual do granito, onde se
pode observar a sua estrutura cimentada.
Mecânica dos Solos
Fotografia com microscópico binocular de um solo residual do granito, onde se
pode observar a sua estrutura cimentada.
Estrutura cimentada
Mecânica dos Solos
Fotografia com microscópico binocular de um solo residual do granito, onde se
pode observar a sua estrutura cimentada.
Estrutura cimentada
Mecânica dos Solos
Maciços de solos residuais
Três aspetos muito peculiares:
• grande heterogeneidade (em profundidade e em planta);
• estrutura cimentada;
• influência das diaclases herdadas da rocha-mãe
(diaclases “relíquia”).
Mecânica dos Solos
Pisa, Itália
Perfil de um maciço rochoso com zona superficial alterada e com solos residuais (Little, 1969).
Onde estão as
diáclases da
rocha original?!
Mecânica dos Solos
Pisa, Itália
Perfil de um maciço rochoso com zona superficial alterada e com solos residuais (Little, 1969).
Mantêm-se como
superfícies de baixa
resistência no solo
residual, embora sejam
muitas vezes invisíveis!
Mecânica dos Solos
Influência das diáclases relíquia
Rotura “relicar”
Mecânica dos Solos
Ponte Vasco da Gama
Influência das diáclases relíquia
Mecânica dos Solos
Rotura “relicar”
Nos solos residuais as instabilizações de taludes são
similares às que ocorrem nos maciços rochosos.
Nos solos sedimentares, a superfície de rotura é
tipicamente uma superfície curva
Mecânica dos Solos
Embankment
Soft clay
Slip surface
Nos solos sedimentares, a superfície de rotura é
tipicamente uma superfície curvilínea.
Mecânica dos Solos
Hazel landslide, Oso, Washington, USA, March 2014

MS_-_Aula_5-_Solos_residuaisssssssss.pdf

  • 1.
    Mecânica dos Solos Mecânicados Solos Manuel Matos Fernandes
  • 2.
    Mecânica dos Solos Aulateórica 5 Maciços de solos residuais.
  • 3.
    Mecânica dos Solos Maciçosde solos residuais Maciços que ocupam o local da rocha-mãe.
  • 4.
    Mecânica dos Solos Maciçosde solos residuais Maciços que ocupam o local da rocha-mãe. Alteração: contacto das rochas ígneas (formadas a grande profundidade na crusta terrestre) com os agentes atmosféricos (meteorização). Sempre que a alteração é mais rápida do que a erosão, formam-se no local da rocha-mãe os solos residuais.
  • 5.
    Mecânica dos Solos Maciçosde solos residuais Designação Portuguesa: alteração / meteorização Designação Inglesa: weathering Designação Brasileira: intemperismo.
  • 6.
    Mecânica dos Solos Maciçosde solos residuais Condições favoráveis à meteorização: humidade, precipitação e temperatura elevadas. A profudidade de alteração decresce do Equador para os Pólos. Estado do Rio de Janeiro (foto de Willy Lacerda)
  • 7.
    Mecânica dos Solos Maciçosde solos residuais Condições favoráveis à meteorização: humidade, precipitação e temperatura elevadas. A profudidade de alteração decresce do Equador para os Pólos. Estado do Rio de Janeiro (foto de Willy Lacerda)
  • 8.
    Mecânica dos Solos Maciçosde solos residuais No Porto e em todo o Noroeste de Portugal, a alteração das formações graníticas ultrapassa em muitos locais os 30 metros.
  • 9.
    Mecânica dos Solos Pisa,Itália Solo Completamente alterada Muito alterada Moderadamente alterada (rocha 50% a 90%) Ligeiramente alterada Rocha sã Terra vegetal Zona superior Zona intermédia Zona inferior Perfil de um maciço rochoso com zona superficial alterada e com solos residuais (Little, 1969).
  • 10.
    Mecânica dos Solos Solo Completamente alterada Muitoalterada Moderadamente alterada (rocha 50% a 90%) Ligeiramente alterada Rocha sã Terra vegetal Zona superior Zona intermédia Zona inferior Grau de alteração W5 W4 W3 W2 W1
  • 11.
    Classificação dos diversosgraus de alteração (Little, 1969). GRAU DESIGNAÇÃO CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS ISRM VI SOLOS A textura da rocha não é reconhecível, as zonas mais superficiais contêm húmus e raízes de plantas. Instável em taludes quando a cobertura é destruída. V ROCHA COMPLE- TAMENTE ALTERADA A rocha está completamente decomposta pela alteração in situ, mas a textura original é ainda visível. Quando a rocha-mãe é o granito, os feldspatos originais estão completamente alterados em minerais de argila, não sendo recuperada como testemunho de sondagem em furos por rotação normal. Pode ser escavada à mão. Não pode ser utilizada como fundação de barragens de betão ou de grandes estruturas. É possível empregar-se como fundação de barragens de aterro e como aterro. É instável em cortes muito altos e abruptos. Requer proteção contra a erosão. W5 IV ROCHA MUITO ALTERADA A rocha está tão enfraquecida pela alteração que mesmo grandes fragmentos são facilmente partidos ou esmigalhados à mão. Por vezes é recuperada como testemunho de sondagem em furos à rotação executados cuidadosamente. Apresenta coloração devida à limonite. Contém menos de 50% de rocha. W4 III ROCHA MODERA.- DAMENTE ALTERADA Alteração considerável em toda a rocha. Possui alguma resistência: grandes fragmentos (testemunhos com diâmetro NX) não são partidos à mão. Muitas vezes apresenta coloração devida à limonite. A percentagem de rocha está compreendida entre 50 e 90%. É escavada com grande dificuldade sem a utilização de explosivos. W3 II ROCHA POUCO ALTERADA Distintamente alterada na maior parte da rocha e com alguma coloração devida à limonite. Nos granitos há alguma decomposição dos feldspatos. A resistência aproxima-se da da rocha sã. Mais de 90% do material é rocha. Necessita de utilização de explosivos na escavação. W2 I ROCHA SÃ A rocha sã pode apresentar alguma coloração devida à limonite em diáclases imediatamente abaixo da rocha alterada. W1 Mecânica dos Solos
  • 12.
    Mecânica dos Solos Perfilde alteração de formações graníticas – A11, Sub-lanço Vizela – Felgueiras.
  • 13.
    Mecânica dos Solos Perfilde alteração de formações graníticas – A11, Sub-lanço Vizela – Felgueiras.
  • 14.
    Mecânica dos Solos Curvasgranulométricas de solos residuais do granito do Noroeste de Portugal - o fuso ponteado corresponde a mais de 100 curvas. Areias siltosas
  • 15.
    γs (1) (kN/m 3 ) w L (2) (%) I P (2) (%) w (%) S (%) e γ (kN/m 3 ) 25,5 -26,7 25 - 40 <13 10 - 30 60 - 100 0,40 - 0,85 17,0 - 22,0 Valores típicos de parâmetros físicos de solos residuais de granito do Noroeste de Portugal Mecânica dos Solos
  • 16.
    Estação Aliados, Metrodo Porto, 2004 Mecânica dos Solos
  • 17.
    Estação Aliados, Metrodo Porto, 2004 Mecânica dos Solos
  • 18.
    Estação Aliados, Metrodo Porto, 2004 Mecânica dos Solos
  • 19.
    Estação Aliados, Metrodo Porto, 2004 Mecânica dos Solos
  • 20.
    Estação Aliados, Metro doPorto, 2004 Mecânica dos Solos
  • 21.
    Mecânica dos Solos Maciçosde solos residuais Três aspetos muito peculiares: • grande heterogeneidade (em profundidade e em planta); • estrutura cimentada; • influência das diaclases herdadas da rocha-mãe (diaclases “relíquia”).
  • 22.
    Mecânica dos Solos1 Perfil geológico-geotécnico da Av. Aliados no Porto (projeto da Estação Aliados do Metro do Porto). Perfil A-A′
  • 23.
    Mecânica dos Solos 50 40 35 010 20 30 45 60 55 70 65 DISTÂNCIA (m) COTAS (m) 70 SAL1 2 3 W - W (nível de blocos) 5 W 5 4 W - W At (Proj. 2,6m) SAL2 0 50 100 60 4 5 W - W 3 W 46 56 22 33 83 50 24 46 57 78 66 64 55 31 75 61 96 34 16 22 32 0 50 100 44 30 46 40 50 60 -10 -20 At At 2 3 W - W (nível de blocos) 5 4 W - W 3 W 3 W 3 2 W - W 4 3 W - W 4 3 W - W 4 3 W - W 2 3 W - W 4 3 W - W ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? SAL9 (Proj. 5,8m) ? 5 W 5 W 5 4 W - W 5 W 5 W 4 3 W - W 3 2 W - W PERFIL E-E' PERFIL F-F' Perfil C-C′ Perfil geológico-geotécnico da Av. Aliados no Porto (projeto da Estação Aliados do Metro do Porto).
  • 24.
    Mecânica dos Solos 2030 5 4 W - W At SAL2 0 50 100 60 4 5 W - W 3 W 46 56 22 33 83 50 24 46 57 78 66 64 55 31 75 61 96 34 16 22 32 50 40 35 45 60 55 70 65 70 40 50 60 At 2 3 W - W (nível de blocos) 4 3 W - W 4 3 W - W 2 3 W - W 4 3 W - W ? ? ? ? ? ? ? (Proj. 5,8m) ? 5 W 5 W 5 4 W - W 5 W 4 3 W - W PERFIL E-E' Perfil geológico-geotécnico da Av. Aliados no Porto (projeto da Estação Aliados do Metro do Porto). Perfil C-C′
  • 25.
    Mecânica dos Solos Pisa,Itália Solo Completamente alterada Muito alterada Moderadamente alterada (rocha 50% a 90%) Ligeiramente alterada Rocha sã Terra vegetal Zona superior Zona intermédia Zona inferior Perfil de um maciço rochoso com zona superficial alterada e com solos residuais (Little, 1969).
  • 26.
    Mecânica dos Solos 2030 5 4 W - W At SAL2 0 50 100 60 4 5 W - W 3 W 46 56 22 33 83 50 24 46 57 78 66 64 55 31 75 61 96 34 16 22 32 50 40 35 45 60 55 70 65 70 40 50 60 At 2 3 W - W (nível de blocos) 4 3 W - W 4 3 W - W 2 3 W - W 4 3 W - W ? ? ? ? ? ? ? (Proj. 5,8m) ? 5 W 5 W 5 4 W - W 5 W 4 3 W - W PERFIL E-E' Perfil geológico-geotécnico da Av. Aliados no Porto (projeto da Estação Aliados do Metro do Porto). Perfil C-C′
  • 27.
    Mecânica dos Solos Maciçosde solos residuais Três aspetos muito peculiares: • grande heterogeneidade (em profundidade e em planta); • estrutura cimentada; • influência das diaclases herdadas da rocha-mãe (diaclases “relíquia”).
  • 28.
    Mecânica dos Solos Estruturacimentada Fotografia com microscópico binocular de um solo residual do granito, onde se pode observar a sua estrutura cimentada.
  • 29.
    Mecânica dos Solos Fotografiacom microscópico binocular de um solo residual do granito, onde se pode observar a sua estrutura cimentada. Estrutura cimentada
  • 30.
    Mecânica dos Solos Fotografiacom microscópico binocular de um solo residual do granito, onde se pode observar a sua estrutura cimentada. Estrutura cimentada
  • 31.
    Mecânica dos Solos Maciçosde solos residuais Três aspetos muito peculiares: • grande heterogeneidade (em profundidade e em planta); • estrutura cimentada; • influência das diaclases herdadas da rocha-mãe (diaclases “relíquia”).
  • 32.
    Mecânica dos Solos Pisa,Itália Perfil de um maciço rochoso com zona superficial alterada e com solos residuais (Little, 1969). Onde estão as diáclases da rocha original?!
  • 33.
    Mecânica dos Solos Pisa,Itália Perfil de um maciço rochoso com zona superficial alterada e com solos residuais (Little, 1969). Mantêm-se como superfícies de baixa resistência no solo residual, embora sejam muitas vezes invisíveis!
  • 34.
    Mecânica dos Solos Influênciadas diáclases relíquia Rotura “relicar”
  • 35.
    Mecânica dos Solos PonteVasco da Gama Influência das diáclases relíquia
  • 36.
    Mecânica dos Solos Rotura“relicar” Nos solos residuais as instabilizações de taludes são similares às que ocorrem nos maciços rochosos.
  • 37.
    Nos solos sedimentares,a superfície de rotura é tipicamente uma superfície curva Mecânica dos Solos Embankment Soft clay Slip surface
  • 38.
    Nos solos sedimentares,a superfície de rotura é tipicamente uma superfície curvilínea. Mecânica dos Solos Hazel landslide, Oso, Washington, USA, March 2014