O documento discute a Primavera Árabe e a construção do Oriente Médio. Afirma que a Primavera Árabe é parte de um longo processo histórico de assentamento de forças políticas, sociais e identitárias na região, em vez de um evento isolado. Também critica visões que essencializam o Islã como inerentemente hostil ao Ocidente, argumentando que o Islã é usado para expressar demandas políticas e nacionais.