O documento descreve a carreira de Oswaldo Cruz e suas campanhas de saneamento no Rio de Janeiro no início do século XX contra a febre amarela, peste bubônica e varíola. Cruz assumiu a direção do Instituto Soroterápico Federal em 1902 e usou-o como base para suas campanhas, que envolveram medidas rígidas como a remoção compulsória de doentes e fumigação de casas. Suas ações enfrentaram resistência, mas tiveram êxito em controlar as epidemias.