O documento discute a natureza do casamento e do divórcio sob a perspectiva espírita, afirmando que o casamento é um progresso da humanidade, enquanto sua abolição representaria uma regressão. Apresenta cinco tipos de casamentos espirituais e argumenta que a indissolubilidade do casamento é uma lei humana que contraria a natureza. O texto enfatiza a necessidade de união tanto física quanto espiritual, promovendo o amor e a evolução conjunta dos cônjuges.